Livros e fanfics shipp Sora Takenouchi & Sora Takenouchi

Recomendado por Babifurfuro

Babifurfuro
Essa fanfic é PERFEITA! Simplesmente a melhor que eu já li.Aliás, melhor que muitos livros que eu já li. Ela mistura problemas reais com situações totalmente inusitadas, que só poderiam acontecer com alguém de muita má sote, ou com uma adolescente normal do colegial. A cada capítulo você se sente mais parte dessa história tão bem escrita. A fanfic envolve um grau de suspense que cativa o leitor de tal modo que ele não consegue mais parar de ler.Eu me apaixonei por todos os personagens, pelo jeito com o qual a personagem principal esconde a sua identidade, pelos seus "primeiros romances" e pela forma com que a maioria das leitoras conseguem se identificar com os dramas dela. Eu só tenho a dizer coisas boas de uma fanfic tão bem escrita, maravilhosa, envolvente e única como essa. A autora fez o melhor trabalho possível e conseguiu uma fã -Euzinha- Essa fanfic é perfeita e emocionante, a autora não poderia ter escrito melhor. O que dizer sobre tamanha perfeição? Nem as palavras mais belas do poeta mais culto poderia um dia descrever a maravilha que é esta fanfic! Parabéns para essa autora que conseguiu me cativar de uma forma... Única. Espero que todos um dia possam ler a maravilha que é esta história.
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS

(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".

(1) HOUVE / (2) OUVE

(1) Do verbo “haver”, significa “existiu”. Lembrando que é invariável (SEMPRE no singular). -> Ex: houve um acidente ontem às vinte e duas horas.
(2) Do verbo “ouvir”, significa perceber pelo sentido da audição. -> Ex: ele sempre ouve as conversas alheias.

Recomendado por Escritora Mixuruca

Escritora Mixuruca
"As Leis do Paraíso" foi um espetáculo para o qual não se deve pedir bis, pois desmereceria sua magnitude. De alguma maneira, sinto-a como um sopro de vento, um vislumbre ou um eclipse: coisas que exprimem seu encantamento em um único jorro. A trama se desenvolve como uma performance: impactante, uma linha tênue entre a loucura e a sanidade, passando parte de sua plenitude finita para quem lê. A estória me deixou sem folego, mas, adivirto-lhes que, pelos motivos certos vale a pena perder o ar.