Eu tava de bóbis e aí, pah!, atualização. Pensei, vou dar uma lidinha já que eu to com tempo, porque eu não sei quando vou ter tempo assim de novo. E vejam só como esse capítulo evoluiu tão bem. De um debate sobre bruxas à presença de uma bruxa, eu acho que você foi realmente muito assertivx em estabelecer essa conexão. Acho que a presença de uma bruxa pode balançar a relação com o Roy e pode despertar nele pequenos desejos de morte que podem por em risco uma criança que talvez não saiba os significados de sua própria existência.
Eu acho que você construiu a tensão aqui muito bem e finalizou com a cereja do bolo, pra deixar a gente muito preocupado com o que vai vir a seguir. Notei que o elemento descritivo deu uma melhorada, eu pude conhecer um pouco mais. Ainda gostaria de saber mais sobre o tempo, o espaço, os detalhes, acho que isso faz um pouco de falta porque a gente fica querendo saber o que o personagem tá vendo, sabe?
Eu gosto muito do Roy e gostei mais ainda com esse background de quem tem uma perda terrível e tentou se vingar. Acho que dá muito pano pra manga, vai ser com certeza um dos pontos altos dessa história.
A Triss me lembra um pouco a Triss do The Witcher (o jogo, não a série) hahaha não sei se tua inspiração veio de lá, mas eu gostei muito. Eu já imagino a Triss como ela. Gosto do deboche e do fato de que ela mente. E não sente esse remorso de "ai eu estou mentindo, meu deus". Pessoas mentem, todo dia, todo momento, gosto de que assumam esse manto.
Eu te diria que a coisa mais importante a cuidar são mudanças de tempo verbal. A variação entre passado e presente é difícil, confesso, eu também escorrego nisso. Mas é bom cuidar, porque pode prejudicar o leitor na continuidade da leitura.
Sobretudo, gostei da reviravolta do capítulo. Ele deixa aquela sensação de que eu quero saber mais logo. Achei que você finalizou bem, mas sendo uma história de fantasia, não sei se eu utilizaria a expressão "fudeu de vez". Talvez seria mais descritiva e solene, pra manter o tom que tu vem trazendo pra história.
E agora eu deixo aqui minha placa, fonte Arial 40, em negrito: "POSTA MAIS CAPÍTULOS". Acho que temos muitas possibilidades interessantes com essa história e eu to louca pra descobrir.
Um beso enorme, alimente-se direitinho e te vejo no próximo review ;3
O que mais gostei: Uuuu bruxas, e com certeza, esse teu final ESTRONDOSO.
O que acho que pode melhorar: Você faz uma alteração de tempo verbal [senti... a luz do sol passa]. É interessante que você escolha, ou narrar no passado, ou no presente. Também sugiro rever as crases.
Quando comecei a escrever eu já tinha definido que algumas coisas teriam que acontecer, uma delas é a Zhule como uma bruxa, mas vou dizer que tanto o visual quanto o objetivo dela mudaram radicalmente.
A Triss é inspirada em The witcher mais no visual do que na personalidade, nossa ladra é bem mais soltinha pra umas coisas e completamente travada em outras.
Inclusive sobre o uso de palavrões: A história é narrada pela Triss, alguém que é tranquila, mas nem de longe uma garota rebuscada, então de vez em quando nos pensamentos dela terão coisas assim, mas não vou exagerar.
Gosto desse lado sentimental da nossa narradora protagonista e da forma como ela sabe lidar com as adversidades naturalmente. Eu não teria pensado em responder que não sabia ler - sou meio lerda, confesso - então admiro isso. Parece ser adaptável, né? A vida de mentiras. Curioso ~ ou é loucura minha.
Enfim...
Roy Roy Roy - Amigo presente e futuro inimigo, talvez?
O quão longe nossa heroína vai pra manter a ética a salvo da vingança/justiça?
Ansiosa pela continuação.
Por favor, traga-me detalhes desse passado, desse futuro e aguardo ansiosamente as decisões da nossa protagonista - acredito que ela deverá tomar uma bem radical e logo...
Meus parabéns pelo capítulo!! Fluído, cheio de marcas a serem notadas e bem construído.
Um bom final de semana ♥
Aguardo a continuação dessa trama.
O que mais gostei: Os mistérios e, realmente, fudeu de vez, moça
O que acho que pode melhorar: Acredito que, mesmo que as dúvidas tenham ficado pairando sobre a minha cabeça, você já já trará as respostas.
Nossa ladra é ligeira e realmente tem que ter um pensamento rápido. Digamos que esse lado mentiroso é um ponto que quero trabalhar também, não gosto de personagens completamente limpinhos que nunca falaram uma lorota.
Eu queria muito falar sobre o Roy, mas as ideias sobre ele são tão recentes: De todos os personagens que planejei para essa história ele foi o último criado (até agora) em contra partida a Zhule foi uma das primeiras, só perdendo pra um camarada que vai aparecer bem pra frente.
Obrigado por ler, isso dá um animo extra para escrever o próximo capítulo.
A
Arrogante
Fico feliz em atestar que você se atentou bastante às falhas do último capítulo e notavelmente se esforçou para não cometê-las aqui. A leitura foi muito mais agradável como consequência disso, e permitiu que eu me concentrasse na história em si.
Muitos detalhes interessantes aqui. A Triss ter uma infância desse tipo não foi surpreendente, mas você conseguiu abordar isso de uma forma ágil, i.e., sem forçar a barra; o passado do Roy foi de longe a maior revelação do capítulo, e que trouxe as implicações mais interessantes para a história como um todo; Zhule continua naquela incógnita de "menina da profecia" por enquanto, mas a afeição que a Triss sente por ela é mais que suficiente para me manter interessado.
Temos bruxas nesse universo, e temos caçadores de bruxas – muito intrigante. Gosto de como boa parte do que você produz nessa história chega com cheiro de videogame (o nome da nossa protagonista, o clã que está perseguindo a Zhule), mas ainda assim consegue assumir certa propriedade dos conceitos em si. É gostoso de ler. O humor nesse final foi uma surpresa agradável, e ajudou a manter o tom apesar da revelação bombástica.
Sei que ainda temos bastante para estabelecer antes da história começar a valer, mas estou curioso pra ver como tudo se desenvolve. Você claramente tem ideias pra explorar algo maior por baixo da superfície, e eu quero muito saber o que é.
O que mais gostei: Algo maior por baixo da superfície
Esse capítulo eu dei uma olhada melhor para evitar os deslizes do primeiro (tanto que fui reler o primeiro e nem eu tava entendendo onde cada um estava).
Acho que meu maior defeito não sendo exclusivo de escrita é que eu me enveneno de outras ideias muito fácil dependendo do que eu tiver consumindo no momento. The Witcher e Dark souls são histórias que eu amo e foi meio inevitável fugir dessas referências já que não tenho experiência nesses estilo de história.
~dancinha
oi oi oi oi Silvan tutu pom?
Eu tava de bóbis e aí, pah!, atualização. Pensei, vou dar uma lidinha já que eu to com tempo, porque eu não sei quando vou ter tempo assim de novo. E vejam só como esse capítulo evoluiu tão bem. De um debate sobre bruxas à presença de uma bruxa, eu acho que você foi realmente muito assertivx em estabelecer essa conexão. Acho que a presença de uma bruxa pode balançar a relação com o Roy e pode despertar nele pequenos desejos de morte que podem por em risco uma criança que talvez não saiba os significados de sua própria existência.
Eu acho que você construiu a tensão aqui muito bem e finalizou com a cereja do bolo, pra deixar a gente muito preocupado com o que vai vir a seguir. Notei que o elemento descritivo deu uma melhorada, eu pude conhecer um pouco mais. Ainda gostaria de saber mais sobre o tempo, o espaço, os detalhes, acho que isso faz um pouco de falta porque a gente fica querendo saber o que o personagem tá vendo, sabe?
Eu gosto muito do Roy e gostei mais ainda com esse background de quem tem uma perda terrível e tentou se vingar. Acho que dá muito pano pra manga, vai ser com certeza um dos pontos altos dessa história.
A Triss me lembra um pouco a Triss do The Witcher (o jogo, não a série) hahaha não sei se tua inspiração veio de lá, mas eu gostei muito. Eu já imagino a Triss como ela. Gosto do deboche e do fato de que ela mente. E não sente esse remorso de "ai eu estou mentindo, meu deus". Pessoas mentem, todo dia, todo momento, gosto de que assumam esse manto.
Eu te diria que a coisa mais importante a cuidar são mudanças de tempo verbal. A variação entre passado e presente é difícil, confesso, eu também escorrego nisso. Mas é bom cuidar, porque pode prejudicar o leitor na continuidade da leitura.
Sobretudo, gostei da reviravolta do capítulo. Ele deixa aquela sensação de que eu quero saber mais logo. Achei que você finalizou bem, mas sendo uma história de fantasia, não sei se eu utilizaria a expressão "fudeu de vez". Talvez seria mais descritiva e solene, pra manter o tom que tu vem trazendo pra história.
E agora eu deixo aqui minha placa, fonte Arial 40, em negrito: "POSTA MAIS CAPÍTULOS". Acho que temos muitas possibilidades interessantes com essa história e eu to louca pra descobrir.
Um beso enorme, alimente-se direitinho e te vejo no próximo review ;3
O que mais gostei: Uuuu bruxas, e com certeza, esse teu final ESTRONDOSO.
O que acho que pode melhorar: Você faz uma alteração de tempo verbal [senti... a luz do sol passa]. É interessante que você escolha, ou narrar no passado, ou no presente. Também sugiro rever as crases.
Quando comecei a escrever eu já tinha definido que algumas coisas teriam que acontecer, uma delas é a Zhule como uma bruxa, mas vou dizer que tanto o visual quanto o objetivo dela mudaram radicalmente.
A Triss é inspirada em The witcher mais no visual do que na personalidade, nossa ladra é bem mais soltinha pra umas coisas e completamente travada em outras.
Inclusive sobre o uso de palavrões: A história é narrada pela Triss, alguém que é tranquila, mas nem de longe uma garota rebuscada, então de vez em quando nos pensamentos dela terão coisas assim, mas não vou exagerar.
Obrigado
Gosto desse lado sentimental da nossa narradora protagonista e da forma como ela sabe lidar com as adversidades naturalmente. Eu não teria pensado em responder que não sabia ler - sou meio lerda, confesso - então admiro isso. Parece ser adaptável, né? A vida de mentiras. Curioso ~ ou é loucura minha.
Enfim...
Roy Roy Roy - Amigo presente e futuro inimigo, talvez?
O quão longe nossa heroína vai pra manter a ética a salvo da vingança/justiça?
Ansiosa pela continuação.
Por favor, traga-me detalhes desse passado, desse futuro e aguardo ansiosamente as decisões da nossa protagonista - acredito que ela deverá tomar uma bem radical e logo...
Meus parabéns pelo capítulo!! Fluído, cheio de marcas a serem notadas e bem construído.
Um bom final de semana ♥
Aguardo a continuação dessa trama.
O que mais gostei: Os mistérios e, realmente, fudeu de vez, moça
O que acho que pode melhorar: Acredito que, mesmo que as dúvidas tenham ficado pairando sobre a minha cabeça, você já já trará as respostas.
Nossa ladra é ligeira e realmente tem que ter um pensamento rápido. Digamos que esse lado mentiroso é um ponto que quero trabalhar também, não gosto de personagens completamente limpinhos que nunca falaram uma lorota.
Eu queria muito falar sobre o Roy, mas as ideias sobre ele são tão recentes: De todos os personagens que planejei para essa história ele foi o último criado (até agora) em contra partida a Zhule foi uma das primeiras, só perdendo pra um camarada que vai aparecer bem pra frente.
Obrigado
Muito bom!!!!
Adoro sua escrita
Obrigado por ler, isso dá um animo extra para escrever o próximo capítulo.
Fico feliz em atestar que você se atentou bastante às falhas do último capítulo e notavelmente se esforçou para não cometê-las aqui. A leitura foi muito mais agradável como consequência disso, e permitiu que eu me concentrasse na história em si.
Muitos detalhes interessantes aqui. A Triss ter uma infância desse tipo não foi surpreendente, mas você conseguiu abordar isso de uma forma ágil, i.e., sem forçar a barra; o passado do Roy foi de longe a maior revelação do capítulo, e que trouxe as implicações mais interessantes para a história como um todo; Zhule continua naquela incógnita de "menina da profecia" por enquanto, mas a afeição que a Triss sente por ela é mais que suficiente para me manter interessado.
Temos bruxas nesse universo, e temos caçadores de bruxas – muito intrigante. Gosto de como boa parte do que você produz nessa história chega com cheiro de videogame (o nome da nossa protagonista, o clã que está perseguindo a Zhule), mas ainda assim consegue assumir certa propriedade dos conceitos em si. É gostoso de ler. O humor nesse final foi uma surpresa agradável, e ajudou a manter o tom apesar da revelação bombástica.
Sei que ainda temos bastante para estabelecer antes da história começar a valer, mas estou curioso pra ver como tudo se desenvolve. Você claramente tem ideias pra explorar algo maior por baixo da superfície, e eu quero muito saber o que é.
O que mais gostei: Algo maior por baixo da superfície
Esse capítulo eu dei uma olhada melhor para evitar os deslizes do primeiro (tanto que fui reler o primeiro e nem eu tava entendendo onde cada um estava).
Acho que meu maior defeito não sendo exclusivo de escrita é que eu me enveneno de outras ideias muito fácil dependendo do que eu tiver consumindo no momento. The Witcher e Dark souls são histórias que eu amo e foi meio inevitável fugir dessas referências já que não tenho experiência nesses estilo de história.
Obrigado