Nem preciso mencionar que este capítulo é uma obra de arte à parte, num é meixmo? Eu gosto da sensação que sua escrita provoca, de novo, mas velho. De antigo, mas recente; de quem já viu, mas tá vendo pela primeira vez. Acho que esse narrador seco e rápido combina muito, MUITO MESMO, com o tom que você vem dando pra tua história, coberta por mistérios e suspense e uma série de perguntas que vão se amontoando em um potinho.
Eu to com meu potinho cheio. Tipo, o que conecta ela com o rapaz? Quem ela é? Quem ela foi? Quem ela vai ser? O que a morte significa? É uma vida que não tem vida? Onde que entram os fantasmas? Quais caminhos você vai nos levar?
aaaaaa é muita pergunta
Eu to ansiosa pra descobrir as respostas e eu acho que você tem conduzido o leitor com muita precisão. Meu único medo são as pontas soltas, é preciso estar ciente de que, ao levantar tantos questionamentos, você precisa encerrar todos eles ao término. Tirando isso, eu não tenho nada a declarar além de: posta maaaais!
Um beso enorme, te vejo no próximo capítulo.
O que mais gostei: Familiaridades e referências.
O que acho que pode melhorar: Seria Voodoo Tattoo (caso você esteja escrevendo no inglês)
Acho que estou tentando responder essas perguntas da forma mais orgânica possível. À medida que a história for transcorrendo, vamos ter mais acesso à identidade da Nim porque vamos ter acesso também às suas memórias.
Esse tipo de questão, assim como aquelas que impactam diretamente no desenvolvimento da história, serão diretamente respondidas.
Outras são metafísicas demais para mim kkkk
Infelizmente, talvez eu não saiba te dizer o que a morte significa, mas posso te ajudar a entender quem é o Daniel, por exemplo, e te apresentar os motivos para que ele tenha ganhado um fantasma de presente de Natal.
Identidade é uma coisa delicada. Um dos motivos para eu ter escolhido dialogar com várias linguagens nessa obra parte do ponto de que não a uma resposta fixa para quem a Nim é também. Depois dela lembrar quem ela era, ela vai saber quem ela é? Provavelmente não. Felizmente, refrigerantes de laranja e músicas do Metallica existem justamente para nos ajudar a ter uma ideia.
Um besito.
A
Arrogante
O QUÊ?
Tá, isso me pegou de surpresa. Ainda estamos lendo sobre a mesma fantasma? Um diferente? Sinto que sim, porque o tom narrativo mudou completamente... E essa foi a parte de que mais gostei. Saímos daquela vibe melancólica e perdida em função de uma mais upbeat, engraçadinha e segura de si – que, para o grande mérito da tua escrita, continuou tão agradável de se ler quanto a anterior. O mistério sobre o que esse trecho significa dentro da história, é claro, não incomoda nem um pouco. Mistério é sempre bom.
Chills, dude, chills
~pulinho
bu, oie!
Nem preciso mencionar que este capítulo é uma obra de arte à parte, num é meixmo? Eu gosto da sensação que sua escrita provoca, de novo, mas velho. De antigo, mas recente; de quem já viu, mas tá vendo pela primeira vez. Acho que esse narrador seco e rápido combina muito, MUITO MESMO, com o tom que você vem dando pra tua história, coberta por mistérios e suspense e uma série de perguntas que vão se amontoando em um potinho.
Eu to com meu potinho cheio. Tipo, o que conecta ela com o rapaz? Quem ela é? Quem ela foi? Quem ela vai ser? O que a morte significa? É uma vida que não tem vida? Onde que entram os fantasmas? Quais caminhos você vai nos levar?
aaaaaa é muita pergunta
Eu to ansiosa pra descobrir as respostas e eu acho que você tem conduzido o leitor com muita precisão. Meu único medo são as pontas soltas, é preciso estar ciente de que, ao levantar tantos questionamentos, você precisa encerrar todos eles ao término. Tirando isso, eu não tenho nada a declarar além de: posta maaaais!
Um beso enorme, te vejo no próximo capítulo.
O que mais gostei: Familiaridades e referências.
O que acho que pode melhorar: Seria Voodoo Tattoo (caso você esteja escrevendo no inglês)
Acho que estou tentando responder essas perguntas da forma mais orgânica possível. À medida que a história for transcorrendo, vamos ter mais acesso à identidade da Nim porque vamos ter acesso também às suas memórias.
Esse tipo de questão, assim como aquelas que impactam diretamente no desenvolvimento da história, serão diretamente respondidas.
Outras são metafísicas demais para mim kkkk
Infelizmente, talvez eu não saiba te dizer o que a morte significa, mas posso te ajudar a entender quem é o Daniel, por exemplo, e te apresentar os motivos para que ele tenha ganhado um fantasma de presente de Natal.
Identidade é uma coisa delicada. Um dos motivos para eu ter escolhido dialogar com várias linguagens nessa obra parte do ponto de que não a uma resposta fixa para quem a Nim é também. Depois dela lembrar quem ela era, ela vai saber quem ela é? Provavelmente não. Felizmente, refrigerantes de laranja e músicas do Metallica existem justamente para nos ajudar a ter uma ideia.
Um besito.
O QUÊ?
Tá, isso me pegou de surpresa. Ainda estamos lendo sobre a mesma fantasma? Um diferente? Sinto que sim, porque o tom narrativo mudou completamente... E essa foi a parte de que mais gostei. Saímos daquela vibe melancólica e perdida em função de uma mais upbeat, engraçadinha e segura de si – que, para o grande mérito da tua escrita, continuou tão agradável de se ler quanto a anterior. O mistério sobre o que esse trecho significa dentro da história, é claro, não incomoda nem um pouco. Mistério é sempre bom.
O que mais gostei: Alternância no tom