Cada uma destas pequenas histórias são cheias de criatividade, sensibilidade e beleza, como eu um conto das Mil e Uma Noites (versão de Galland).
Desde o conto com o jovem e seu cesto de maçãs até o jovem músico em busca de um instrumento único: absolutamente tudo funciona como as engrenagens de um relógio que, peça por peça, fazem parte de um conjunto de narrativas simples e pueris que, porém, são belas a sua maneira.
É interessante ver como o mercador parece ser uma figura que está além do tempo, como se fosse algum tipo de guia espiritual ou mestre dos magos que, de maneira inteligente, tem o poder de mudar vidas com seus artefatos misteriosos (aliás, por vezes parece que os artefatos e objetos também são personagens, como por exemplo o piano).
Muito obrigado pelo comentário, fiquei muito feliz pela descrição que realmente foram na essência em que busquei: histórias mágicas, porém localizadas em contexto pequeno, singelo e trabalha as emoções.
O Abud serve como um catalisador das histórias, aquele que dá um toque mágico. Eu gosto de apresentar as características dele aos poucos e reforçar sempre que possível a sua influência nesse mundo.
Obrigado por acompanhar a História! Fique ligado que tem mais histórias por ai!
amei amei amei, você conseguiu tocar (ba dum tss) os nossos coraçõezinhos com o amor do Frederic pelo seu trabalho. Algo me diz que ele e uma certa Hildegard seriam amigos...
Então... Não sei se entendi o que deveria entender, mas achei a história do menino que cresceu literalmente construindo o piano. E o vendeu justamente para o misterioso Abud.
A proposta era a apresentação refletir a memória do instrumento por meio da música, enquanto isso aquele construiu o piano estava presente assistindo a apresentação.
Cada uma destas pequenas histórias são cheias de criatividade, sensibilidade e beleza, como eu um conto das Mil e Uma Noites (versão de Galland).
Desde o conto com o jovem e seu cesto de maçãs até o jovem músico em busca de um instrumento único: absolutamente tudo funciona como as engrenagens de um relógio que, peça por peça, fazem parte de um conjunto de narrativas simples e pueris que, porém, são belas a sua maneira.
É interessante ver como o mercador parece ser uma figura que está além do tempo, como se fosse algum tipo de guia espiritual ou mestre dos magos que, de maneira inteligente, tem o poder de mudar vidas com seus artefatos misteriosos (aliás, por vezes parece que os artefatos e objetos também são personagens, como por exemplo o piano).
Parabéns pelo ótimo trabalho até aqui.
O que mais gostei: O velho na primeira fileira
Muito obrigado pelo comentário, fiquei muito feliz pela descrição que realmente foram na essência em que busquei: histórias mágicas, porém localizadas em contexto pequeno, singelo e trabalha as emoções.
O Abud serve como um catalisador das histórias, aquele que dá um toque mágico. Eu gosto de apresentar as características dele aos poucos e reforçar sempre que possível a sua influência nesse mundo.
Obrigado por acompanhar a História! Fique ligado que tem mais histórias por ai!
Aaaa, meu coração ficou quentinho agora. Amo esses paralelos que a história traça. ♥️
Fico feliz que tenha gostado!
AI QUE LINDA ESSA HISTÓRIA ♥
amei amei amei, você conseguiu tocar (ba dum tss) os nossos coraçõezinhos com o amor do Frederic pelo seu trabalho. Algo me diz que ele e uma certa Hildegard seriam amigos...
Com certeza! Músicos se entendem KKKKKK Fico feliz que tenha gostado!
Então... Não sei se entendi o que deveria entender, mas achei a história do menino que cresceu literalmente construindo o piano. E o vendeu justamente para o misterioso Abud.
A proposta era a apresentação refletir a memória do instrumento por meio da música, enquanto isso aquele construiu o piano estava presente assistindo a apresentação.