Ouso dizer que esse foi o capítulo que você melhor escreveu até agora. A forma como transcreveu a tristeza e a humilhação do Alego foi tão específica, tão pungente, que só posso imaginar que passou por algo parecido ou que conhece bem o drama de ser demitido. Sua prosa poética é um deleite de se ler, e mesmo inspirando tanta dor com a descrição do ocorrido eu consegui suspirar, feliz, pelo simples prazer de ler algo tão bem escrito.
Sinto que o toque de gênio nessa situação toda foi a demissão ter vindo do filho do patrão, e não do patrão em si. A caridade, a humanidade, qualquer gentileza parece ofensiva quando estamos mal. Você conseguiu canalizar isso tão bem! Parabéns, mesmo, pela escrita. E obrigado pelo material de leitura.
Ouso dizer que esse foi o capítulo que você melhor escreveu até agora. A forma como transcreveu a tristeza e a humilhação do Alego foi tão específica, tão pungente, que só posso imaginar que passou por algo parecido ou que conhece bem o drama de ser demitido. Sua prosa poética é um deleite de se ler, e mesmo inspirando tanta dor com a descrição do ocorrido eu consegui suspirar, feliz, pelo simples prazer de ler algo tão bem escrito.
Sinto que o toque de gênio nessa situação toda foi a demissão ter vindo do filho do patrão, e não do patrão em si. A caridade, a humanidade, qualquer gentileza parece ofensiva quando estamos mal. Você conseguiu canalizar isso tão bem! Parabéns, mesmo, pela escrita. E obrigado pelo material de leitura.
O que mais gostei: Tristeza e humilhação