Comentários em “Agreste”: “Capítulo 18 - Salamaleque”

Phoenix M Marques W MWU 27
Destacado pelo autor

Amélia também passou por sua quota de provações. O médico certamente, apesar de ter lhe dado algum dinheiro, não queria mais saber dela por perto, quanto menos da criança que estava por vir. Assim desamparada, ela precisou tornar-se retirante, para tentar ter algum vislumbre de uma vida melhor para o filho. No entanto, parece que ele ainda tentará trazer Cremilda para o seu lado nesse momento derradeiro, para ao menos ter a companhia de alguem confiável para a criação de seu filho e dos tempos dificeis que terá pela frente. Resta saber se ela será bem sucedida nessa iniciativa... porém , acredito que os capítulos iniciais sobre a vida atual de Cremilda são um indicativo de que, no fim, ela não teve sucesso em se juntar a Amélia nessa jornada. Veremos...

Don R
Don R Autor

Nem tenho muito o que falar. Mais uma excelente análise de capítulo.

Obrigado pelo comentário ;)

thaisbene

Vida dura de quem dá mole para babacão. Forças, Amélia!

teffy-chan

E muito triste ver como tantos homens não assumem seus filhos depois de se divertirem com as criadas e as deixam a própria sorte... infelizmente isso faz parte de todo o Brasil, não só da região do nordeste.

A Amélia ainda teve "sorte" do pai do bebê dar um pouco de dinheiro a ela e para o bebê, muitos nem fazem isso e dizem que a criança não é deles.

Acho que foi uma boa idia ela se juntar ao grupo de retirantes, não tinha muita coisa que la poderia fazer a essa altura, ao menos assim não fiará sozinha.

Don R
Don R Autor

Sim, infelizmente é uma realidade triste de países subdesenvolvidos. Quase como cultural do nosso país.

Deu o dinheiro para a Amélia, mas nem quer saber mais da criança, se voltar a perturbar irá dar um sumiço nela, tristeza.

Será que Amélia fez uma escolha acertada indo para a região sudeste do país?

Obrigado pelo comentário. ;)

M
Mambo Hokage L F Anglo Angola

Amélia deu-se mesmo muito azar com este sujeito e, agora, acabou-se por "engrossar a estatística" sendo vítima dessa violencia demasiado opressora e por vezes "silenciosa" que afeta tantas outras mulheres mundo afora.