Comentários em “Retratos da família Inuzuka Aburame.”: “Capítulo 4- O primeiro dia dos pais.”

Kaline Bogard
Destacado pelo autor

Olá!! Estava com saudades dessa família! E lá vem o ABO dando tiros na gente. Esse lance do preconceito é algo que eu amo no estilo. Não apenas por causa dos Omegas, mas pelos Alphas também, que precisam enfrentar muito preconceito! Mas ainda assim eles conseguem realizar certos sonhos, algo que pros Omegas é impensável. Tipo: ele conseguiu ser Assistente Social, mas dificilmente o Kiba conseguiria ser um delegado de policia, por exemplo.

Ahhhh logo no primeiro dia dos pais o Kiba recebe uma missão dessas! E o casal recebe um presentão. Que bom que o bebê foi acolhido e terá uma ótima família! Eu fiquei pistola com esse Alpha intimidando o pitico do Kiba com toda boa vontade! Mas não posso dizer que não entendo: quando tem criança envolvida as pessoas ficam bem sensíveis, desperta esse lado protetor. Ainda mais quando estão feridas e frageis, a gente quer cuidar e levar pra casa! Aqui foi bem literal hehe

Infelizmente esse bebê passou por uma realidade que é a de muitas crianças. E o Kiba também teve seu desafio. É bem legal que é canon, de alguma forma o pai do Kiba foi um traste tal que teve que sair de casa. Por ai a gente percebe que não era um mar de rosas...

E o Kiba ainda conseguiu salvar um pouquinho do dia e passar com a família! A cena extra roubou meu coração! Adorei a atualização, parabéns por cumprir o desafio!

Deby Costa
Deby Costa Autor

Oieeeeee. Eu gostaria de escrever com mais rapidez, mas tu sabe a negação que sou, né?

Sim, tbm amo essas coisa no ABO, acho tão rico para o enredo e tem tanta coisa para explorar. Sim para o Alpha as portas sempre irão se abrir de um jeito ou de outro, mas para o Ômega ( a não ser que ele seja geneticamente modificado em laboratório, isso daria um ótimo plot) jamais. O alpha tem a voz de comando, a força física e muitos outros atributos a seu favor, já o pobre Ômega...

Sim, foi um pecado essa autora que vos fala fazer isso com ele. em minha defesa digo que não teria alguém mais perfeito para desempenhar este papel que ele.

Fu é um Alpha (Eu ia fazer ele usar a voz de comando, mas não quis ser mais má com o Kiba, tadinho) e mesmo tendo um alto controle sobre humano ( como penso que o Shino, o Shibi e tbm o Torune tem) numa situação como, em especial envolvendo alguém que ele ama, vai ceder aos instintos facilmente. nosso pobre ômega só estava na hora e no local errado.

Brincadeiras a parte, tenho um caso de adoção entre pessoas amigas que ocorreu mais ou menos da mesma maneira, e sei que essas coisa acontecem a todo tempo e nem sempre é apenas ficção, mas voltando a trama.

Eu queria que todo leitor tivesse essa percepção que vc teve em relação ao Kiba, a situação do bebê fez ele pensar na própria relação dele com o pai. Para mim é canon o fato dele sentir a ausência do Kito, pelos motivos que ela se dá, e também o fato dele temer ( erroneamente) ter algum traço dele em si (mais uma vez não sei se me fiz entender)

Shino foi a cereja do bolo aqui, para deixar td mais leve, afinal eu queria que o nosso bebê pudesse ( ao menos no final da noite) pudesse estar feliz.

Obrigada por esta comigo nesse desafio, pela paciência e o carinho. Do contrário talvez eu tivesse ficado no meio do caminho.

Bjs, até.

MaryDuda2000

Oii, Deby! Tudo bem?

Esse capítulo foi uma mistura de dor, tensão e fofura.

Quando começou com Shino se despedindo de Kiba pelo celular, no dia dos pais, fiquei confusa, mas logo tudo começou a ser explicado e fomos levados a uma história mais profunda.

Fū é simplesmente uma gracinha. Sério! Tem mesmo um grande coração, cheio de sentimentos e empatia. Sentia-se culpado por ter afastado Kiba dos filhotes, porém não hesitou em ligar para alguém que julgava confiável recorrer num momento como aquele. Pobre bebê! Negligenciado dessa forma. E o pior é que a gente sabe que isso não se restringe a ficção. Uma realidade lamentável!

Ver Fū tão zeloso com o bebê, a ponto dele mesmo acabar perdendo um pouco o controle só me fez pensar na pergunta que faço agora: Eles adotaram o pequeno? Porque eu já vi uma família formada desde quando Fū falou todo encantado e sentido pela criança. Eu entendo muito seu sentimento. Se fosse comigo, eu também não sei como deixaria que levasse o bebê. Ele foi deixado de lado por quem deveria amá-lo e protegê-lo. Como saber que a pessoa quem cuidará dele realmente suprirá suas necessidades? Especialmente no caso de parentes... que talvez futuramente devolvam aos cuidados dos pais. Complicado demais tudo isso.

Achei legal também que a história trouxe um pouco mais do personagem em si, da relação de Fū com Kiba e a família Inuzuka-Aburame e o relacionamento dele com Torune. Um cara realmente corajoso em enfrentar essa sociedade estamental, por assim dizer, e fazer o que realmente queria e gostava, sem se limitar ao destino que os outros julgavam adequado, fosse no ramo pessoal ou profissional. Gostei bastante dele.

E claro que depois disso tivemos um momento de Kiba com os babys e o maridão. Aaaah essa fanart ficou uma coisinha muito fofa. Um final leve para um capítulo que trouxe uma crítica tão real. Espero que nos próximos fale algo sobre uma nova família se formando.

Obs: gostaria de comentar sobre a ideia do Shino sobre amor à primeira vista. É algo muito doido pensar nisso né?! Acho que é uma das poucas vezes que vejo uma análise com a qual me identifico. Acredito em interesse à primeira vista, todavia amor é algo tão mais profundo e intenso, ao mesmo tempo que é suave e leve. Não sei explicar kkkk é um conceito que a gente sente. Não sei dizer se acredito em amor à primeira vista, porém concordo que é algo construído aos poucos, que ganha nos detalhes (e também se perde por eles). Eu poderia divagar aqui sobre isso kkk mas melhor cortar. Só queria mesmo falar que achei legal trazer esse pensamento a partir do Shino, já que é um personagem que por vezes é mais difícil de ler.

Gosfei bastante do capítulo. Até! ♡

Deby Costa
Deby Costa Autor

Eu acredito, pois para escrever eu senti todos esses sentimentos que vc descreveu, e sabe quem mais sofreu para separar esses bebes no dia dos pais? A autora. rsrsrsrs, foi uma judiação, mas foi por uma boa causa.

Sim, o Fu é uma dos personagens que eu estou mais gostando de desenvolver em retratos ( ele ainda irá aparecer mais adiante) sobre a inspiração para escrever a luta dele por esse bebe, posso dizer que foi um pouco da minha história familiar, eu tenho uma sobrinha que foi adotada nessas circunstancias, uma dura realidade que eu jamais gostaria de dizer que existe, mas é um fato que a gente sabe que acontece, né?

Foi uma delicia trazer um pouco mais do personagem, embora eu tenha resumido a história dele e do torune, eu imagino todo uma enredo que eu nem sei se uma dia passarei para o Pc, de como eles lutaram para adotar o pequeno ( sim eles adotaram e o bebê tem um papel bem importante por aqui, spoiler)

Ah, eu não poderia terminar de outro modo, creio que Kiba, jamais deixaria de atender esse pedido do Fu, mas é dia dos pais né, o primeiro deles, então...

Sobre a fanart, linda né? eu costumo dizer no nosso grupo de wattzap que a Iara e a Kaline são as madrinhas dos meus gêmeos, pois a Kaline batizou, ao dar os nomes (sim, sora e Himeko foi uma escolha dela) e a Iara deu os rostinhos para cada um deles ( A Himeko parece com a Hana e o sora com o shino) então sou muito suspeita para falar dessas fanart pela qual sou completamente rendida.

Menina, esses pensamentos do Shino, são bem do jeitinho que eu penso, talvez porque todas as minhas experiencias aconteceram passando por todo esse processo de conhecer. Creio que também poderia falar sobre isso durante horas e tu ia ficar louca daí.

Sobre trabalhar essa questão a partir do Shino, confesso que amo trabalhar a visão dele em relação ao mundo, então esses papos mais filosóficos eu sempre passo a bola pra ele. rsrsrsrs

Linda, obrigada pelo carinho em forma de comentário. Bom restinho de domingo e tenha uma semana abençoada. nos lemos por ai.

Bjokas e até.