Foram 4 capítulos narrando o ciclo de miséria e falta de esperança, resultando num combo que só poderia desaguar em violência e abuso continuado. De Sebastião passando à sua família o único tipo de convivência que conheceu, para o filho mais velho, acumulando rancores, provavelmente levando-o a continuar o mesmo ciclo, uma vez adulto. Continuando a seguir com essa história.
Sim, eu tentei transpassar no meu texto que o Sebastião reproduz o que ele viveu e tem por verdade, até não me aprofundei tanto no passado desse personagem por conta do número de capítulos ser reduzido, mas você captou bem a minha intenção.
É uma reflexão e bem profunda, já que a situação familiar na qual eles estão imersos, que nos foi apresentada, está longe de ser algo simples. Só alguém passando pelo mesmo para entender o que eles sentem na flor da pele, ou caso tivesse presenciado, testemunhado, pesquisado. Agora vemos que até a mãe precisou ser enterrada. E agora, os filhos estão a mercê do pai emocionalmente ausente.
Olá, vi que deixei neste capítulo ocorrer interpretações incorretas do que se trata. Esse meu hiato me deu esse problema na linearidade da história.
O capítulo relata a infância do Sebastião, quem está morta é a mãe do Sebastião e não a Cremilda, mãe do Júnior.
Outro leitor teve a mesma impressão com o capítulo e eu deixei essa ponta solta, vou buscar uma forma de corrigir este meu erro.
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Mambo Hokage L F Anglo Angola
Referências interessantes.
Que pena! Eis que eles agora perdem sua mãe, uma figura que, ainda imperfeita, mas que lhes trazia um sopro de esperança neste mundo injusto no qual cresceram e estão inseridos. Estarão agora dependentes unicamente do pai, que é negligente e os trata a quase como que a animais domesticados.
Interessante saber que eles não conheciam nada sobre a família da mãe. Me pergunto se há um motivo para isso e se será explorado nas próximas etapas do texto. De todo modo, apesar de não ter-se falado muito sobre isso no capítulo presente, pareceu sim um elemento com potencial para ser abordado com mais ênfase adiante. Não sei se foi a sua intenção, mas surge-se possibilidades como: será que alguém da família materna deles poderia vir em auxílio a eles para livra-los do tormento de viver sob o jugo do pai? Isso se tal família ainda existir e caso esteja acessível. São só alguns pensamentos que me ocorreram ao deparar-me com este fator do texto. Bem pensado também, em ter seguido a sugestão que vos dei de se ater às palavras escolhidas originalmente para o desafio de 2019 como suas palavras-chave no texto.
Rapaz... acho que fiz besteira e criei uma baita confusão com esse capítulo. Todos tiveram uma interpretação errônea e a culpa é totalmente minha.
O capítulo se refere ao Sebastião, e não ao Júnior. No caso a mãe morta é a do Sebastião, antes mesmo dele a conhecer. A Cremilda está viva. Eu vou procurar alguma forma de contornar este meu erro e fazer ficar evidente que o capítulo é sobre o Sebastião.
É realmente complicada a vida do Sebastião, sem receber carinho, passando fome... me admira ele não ter fugido de casa, já que tem que trabalhar de qualquer forma.
Foi um período intenso e complicado aquele da pandemia.
Daqui tivemos uma exploração de flashback sobre como foi a vida e crescimento de Sebastião. Passou por dificuldades, mas não justifica ele ter se tornado uma pessoa tao ruim hoje em dia para com seus familiares imediatos, como a mulher e os filhos.
Sim, eu tentei transpassar no meu texto que o Sebastião reproduz o que ele viveu e tem por verdade, até não me aprofundei tanto no passado desse personagem por conta do número de capítulos ser reduzido, mas você captou bem a minha intenção.
Obrigado pelo comentário. Abraços!
Quem é vivo sempre aparece!
Capítulo ótimo, como sempre. Escrita excelente e triste kkk
Keep going!
É uma reflexão e bem profunda, já que a situação familiar na qual eles estão imersos, que nos foi apresentada, está longe de ser algo simples. Só alguém passando pelo mesmo para entender o que eles sentem na flor da pele, ou caso tivesse presenciado, testemunhado, pesquisado. Agora vemos que até a mãe precisou ser enterrada. E agora, os filhos estão a mercê do pai emocionalmente ausente.
Olá, vi que deixei neste capítulo ocorrer interpretações incorretas do que se trata. Esse meu hiato me deu esse problema na linearidade da história.
O capítulo relata a infância do Sebastião, quem está morta é a mãe do Sebastião e não a Cremilda, mãe do Júnior.
Outro leitor teve a mesma impressão com o capítulo e eu deixei essa ponta solta, vou buscar uma forma de corrigir este meu erro.
Referências interessantes.
Que pena! Eis que eles agora perdem sua mãe, uma figura que, ainda imperfeita, mas que lhes trazia um sopro de esperança neste mundo injusto no qual cresceram e estão inseridos. Estarão agora dependentes unicamente do pai, que é negligente e os trata a quase como que a animais domesticados.
Interessante saber que eles não conheciam nada sobre a família da mãe. Me pergunto se há um motivo para isso e se será explorado nas próximas etapas do texto. De todo modo, apesar de não ter-se falado muito sobre isso no capítulo presente, pareceu sim um elemento com potencial para ser abordado com mais ênfase adiante. Não sei se foi a sua intenção, mas surge-se possibilidades como: será que alguém da família materna deles poderia vir em auxílio a eles para livra-los do tormento de viver sob o jugo do pai? Isso se tal família ainda existir e caso esteja acessível. São só alguns pensamentos que me ocorreram ao deparar-me com este fator do texto. Bem pensado também, em ter seguido a sugestão que vos dei de se ater às palavras escolhidas originalmente para o desafio de 2019 como suas palavras-chave no texto.
Rapaz... acho que fiz besteira e criei uma baita confusão com esse capítulo. Todos tiveram uma interpretação errônea e a culpa é totalmente minha.
O capítulo se refere ao Sebastião, e não ao Júnior. No caso a mãe morta é a do Sebastião, antes mesmo dele a conhecer. A Cremilda está viva. Eu vou procurar alguma forma de contornar este meu erro e fazer ficar evidente que o capítulo é sobre o Sebastião.
Oi!
Que bom que decidiu continuar com a história!
É realmente complicada a vida do Sebastião, sem receber carinho, passando fome... me admira ele não ter fugido de casa, já que tem que trabalhar de qualquer forma.
Olá, fico muito feliz que você tenha retornado nessa história.
O Sebastião podia mesmo fugir de casa, mas o medo é tão grande que as pessoas não conseguem pensar nas possibilidades.
Não é estranho ele ter crescido uma pessoa tão amarga, todos seus traumas de infância deviam vir a tona algum dia.
Foi um período intenso e complicado aquele da pandemia.
Daqui tivemos uma exploração de flashback sobre como foi a vida e crescimento de Sebastião. Passou por dificuldades, mas não justifica ele ter se tornado uma pessoa tao ruim hoje em dia para com seus familiares imediatos, como a mulher e os filhos.