Comentários em “A Maravilhosa Loja de Argoluli — O Terrível”: “Uma conversa trivial”

Theus VonEldritch

Essa conversa parecia conseguiu ter tantas farpas quanto uma discussão de Twitter, por isso adorei sksksks

O Argo me parece alguém meio palestrinha, adora explicar o que aconteceu, ou estender um assunto só para parecer mais inteligente, o cara teve um monólogo só para convencer o povo que ele sempre está um passo a frente, até eu me confundi e deve ter surtido efeito no Altman

Então pelo visto a Léia não gosta de sindicatos... e pior que um sindicato de mercadores suspeitos que vendem objetos absurdamente poderosos, deve ser suficiente para criarem teorias da conspiração que eles controlam o mundo sksksks

E olha que ele pretende lucrar com essa ideia, e faz sentido, lucrar com a ascensão e queda de poderosos governantes, no final ele permanece sksksk

Aliás, ele está mais tranquilo com essa aliança momentânea, e pensar que no antepenúltimo capítulo estavam todos querendo se matar, enfim sksksk

Eu gostei desse capítulo, digamos que a conversa me aproximou de novo com o Argoluli, ele é um figurão, e o pessoal aí tem que tomar cuidado com a lábia desse sujeito sksksk

Ps: É impressão minha ou ele mudou de forma, antes ele não era um gnomo/duende?

Félix de Souza

Bem vindo de volta, amigo.

temos que fazer sua carteirinha de cliente preferencial.

Vamos a resenha.

Que bom, cara. Eu me divirto com as farpas rolando também. Se eles pudessem se matavam. Vai ser um grupo bem atípico.

Não vai rolar o poder da amizade. Já viu, né?

Não é que Léia seja contra sindicatos, é que ela já tá ficando paranoica ou então já era. É meio que efeito colateral de saber coisas que as pessoas normais não sabem. Você ainda vai ver mais.

"O mundo é um lugar estranho".

Imagina a definição de estranho, em um mundo de fantasia.

Eles ainda estão querendo se matar, mas Argoluli não consegue parar de ver as coisas como um negócio a base de lucro e prejuízo.

Capitalista safado.

O engraçado do Argoluli é que ele é de origem humilde, mas ele esqueceu a humildade em algum lugar por aí.

Sobre a ultima questão. Hum, que bom que você perguntou. Acho que devo deixar isso mais claro.

Argoluli é um humano que sofre de nanismo.

Em Doomlore existe a maior concentração de feéricos de todos os reinos, O Círculo Feérico. Nele vive as fadas, assim como as bruxas, os duendes, os gnomos e até as banshees, e eles não convivem bem com os humanos de Doomlore, que são a maioria. Isso acontece pela crença de eles serem criaturas naturalmente mágicas e por alguns - grandes - problemas no cenário causado por magias.

Então rola um preconceito e uma xenofobia em conjunto com esse povo.

Quando você vê alguém chamando Argoluli de "gnomo ou duende". é um meio de tentar ofende-lo. É uma coisa cultural de Doomlore.

Negativa e problemática por motivos óbvios e intensificada por causa de não ser nada saudável provocar um povo inteiro mágico.

Eu não sei ainda se vou me aprofundar nesse tema de Doomlore, vou tentar, mas não prometo nada.

Talvez fique para outras historias.

Mas basicamente, Argoluli é humano. Meu erro talvez seja não ter posto aspas, toda vez que o chamam de gnomo.

Cá entre nós, nem ele gosta de ser chamado assim.

MT
MT

Rapaz é muito bom ver os pensamentos do Argoluli. Tão bom não ter que lidar com um protagonista bonzinho, que toma ações boazinhas mesmo sob extremo estresse. É tranquilo o cara ser bom, mas poxa, custa ele fazer umas cagadas ao menos levemente más que são reconhecidas pelo texto como más sem tentar fazê-lo parecer uma vitima por causa disso ou daquilo?

Um plano terrivel soa maravilhoso contanto que eu não esteja no raio de alcance. Argoluli e Jormungand se dariam bem. Argoluli se envolve com coisas pouco normais só de atender seus clientes e buscar itens e Jormungand tem a filosofia de aproveitar a vida e participar de eventos incomuns e interessantes.

Ou matariam um ao outro.

Léia, Altman e o Argoluli tem uma interação legal de assistir. A forma como estão tentando sutilmente conseguir algo do outro através de conversas é bom. E a Léia pedindo para parar a carruagem caso fossem brigar, o fantasma e o mercador, também não era para agora. Dei uma risada aqui.

Bom trabalho e até o próximo cap!

Félix de Souza

Rapaz, você tá lendo rápido.

Daqui a pouco vai entrar no esquema de ter que esperar uma semana. Prazo em que lanço um novo capítulo e prazo que estou tentando manter.

Ah, coisa que eu nunca faço. Passar pano para meus personagens, chama-los de meus bebês. Acho que se eu me apegasse a eles não faria minhas historias direito. Nunca entendo quem faz isso.

Sempre estou pesquisando sobre fantasia, porque é o que eu amo. Descobri que essa história pende para o Grimdark.

A principio pensei em alta fantasia, mas li que na alta fantasia - resumindo - o final feliz é garantido.

Bom, acho que eu nunca posso prometer um final feliz para meus leitores. Pode ser que aconteça, mas não faço esse tipo de promessa.

No Grimdark também os personagens estão tão perdidos quanto eu ou você na vida. Tendo que tomar decisões sobre pressão e muitas vezes fazem escolhas duvidosas, como a aliança Argoluli-Léia-Altman.

Então é isso. Talvez leve um pouco de Dark Fantasy, mas isso seria a historia pelo ponto de vista do monstro. Acho que isso é mais a cara do meu primeiro livro.

Ainda vou procurar esse anime do Jormungand.

Altman é uma pedra no sapato. Uma briga entre ele e Argoluli seria uma coisa séria. Nada impede de Altman ser alvejado por um ataque direto externo de Argoluli, mas seria difícil, simplesmente paralisa-lo num pentagrama, como Argoluli fez com Razarthan no começo, por conta da natureza de Altman.

"Fantasmas" como são chamados aqueles que negam a magia, dão ótimos caçadores de magos por um bom motivo.

Muito obrigado, amigão. Até a próxima.