Pelo visto não existe dose segura de cristais carmesim... ou seja já estou imaginando como devem ser perigosos os locais com viciados brigando pelas pedras com facas e cachimbos (ainda não sei como se usa isso, mas ok sksksk)
Eu gosto desses assuntos envolvendo drogas e produtos químicos fictícios e os usos e efeitos bizarros que possuem, além disso posso dizer uma coisa, acho que os drogados que nomearam esse lugar quando estavam chapados, porque haja uma falta de criatividade com nomes sksksk
Enfim, estou me relembrando aos poucos dos personagens, lembro que o Argoluli escapuliu e está vagando agora com algum plano bem projetado, ou está querendo abrir uma filial e lucrar com garimpo de cristais vermelhos que te deixam chapado (empreendedor não é?)
Enfim, fico feliz por seu retorno, espero que consiga melhorar logo, até mais ^^
O que mais gostei: Se não me engano estou relembrando os personagens sumidos, por sinal eu gostei muito do novo local apresentado, quase uma febre do ouro, só que com cristais vermelhos que desconfio ser secreções nojentas de algum verme que vive por ai (sksksksk)
O que acho que pode melhorar: Nesse caso eu só estranhei a formatação, eu gosto de marcar os parágrafos para comentar os pontos mais interessantes, enfim mas fora isso achei ótimo seu retorno!
Confesso que também achei estranha dessa vez. Não sei o que aconteceu, mas como sempre um aviso é sempre bom. Vou ver se corrijo ou melhoro isso mais tarde. Ou se não tiver jeito, na próxima. Eu realmente não sei o que houve. Escrevo no word e posto aqui, dessa vez deu essa.
Sobre os personagens.
Sim, eles já apareceram em outros capítulos e agora estou trabalhando em formar núcleos. Vão ser personagens recorrentes abordando outros P.O.V da historia.
Eu tenho um defeito.
Crio personagens demais. Vou tentar não fazer isso dessa vez. ^.^"
Os cristais carmesins são um efeito de um fenômeno maior. Eu não quero sobrecarregar a historia de informação pois essa é uma parte de um mundo maior.
Essa ainda não é minha historia principal dentro desse cenário, mas acredite, eu tenho esse cenário por escrito. 268 páginas de informações, é um livro á parte e ainda não terminei.
Voltando aos cristais.
Eles surgem onde antes era Giactutru, que foi arrasada por uma catástrofe magica. Some isso á outros fenômenos da magia no cenário e dar-se uma ideia. Talvez eu vá mais fundo nesse tema, mas não prometo nada. Como eu disse, "sobrecarga de informação". Essa história tem começo, meio e fim. Eu ainda não sei em quantas partes entrego a principal, mas essa vou entregar toda.
Ainda sobre os cristais.
Sim, você entendeu bem.
Não existe doses seguras para o consumo. É muito arriscado usa-lo. É como um crocodile, só que em escala mística. Tem uns benefícios imediatos, mas acaba com o usuário em pouco tempo.
Sobre as localidades.
Sabe aquele lance de por nomes aleatórios no lugar? Raramente bato a cabeça no teclado para escolher um nome tipo hadejbisocujysdmogh.
Então mais uma vez você acertou.
O povo das Terras Escarlates é um povo abandonado, geralmente inculto, numa situação precária. Terra devastada.
Também por conta de outras tragédias.
Trabalho nesse cenário há uns 20 anos.
Você me fez pensar que talvez eu devesse ter feito um resumo dos capítulos anteriores. ^.^"
Acho que vou trabalhar em um "A estrada até aqui" ao som de Carry on wayward son.
E por fim.
Muito obrigado. Estou feliz em retornar. Já tem mais capítulos prontos dessa vez. Estou dando uma revisada para melhorar, mas em breve tem mais. Provavelmente semana que vem. Fique de olho.
Até a próxima, amigão.
PS: Contrariando o que eu disse antes, tem uma parte do meu cenário que se chama Virth'Eoro, e eu coloquei esse nome simplesmente porque sonhei com isso. ^.^"
Raz tá com cara de que vai ser aquele personagem que sobrevive. Um monte de gente mais forte e inteligente cai, mas o sujeito sobrevive quase que milagrosamente. Tipo aquele cantor em got(se bem que o Mindinho matou ele... mas enfim, o cantor sobreviveu a estrada de altitude quando guerreiros morriam).
Sempre bom ver que os personagens não estão limitados a verem com os olhos do autor... digo, soou confuso, mas o que quis dizer é que foi legal ver que apesar do cavaleiro veio ser feito para ser aquele imagem de nobreza e honra o ladino não ficou lambendo o saco dele nos momentos que pensa no sujeito. E tão pouco o cavaleiro veio fala da ousadia e talento e fama do ladino, sim que ele era escória. Gentalha, na verdade, mas é isso.
A Mesa parece um lugar ruim para se passar as férias.
Bem vindo, Tim. ( Você colocou apelidos nos personagens. Rceba o seu. hahaha)
É você está certo. Raz é um sobrevivente. Conte com isso.
Estamos lidando com um narrador de terceira pessoa onisciente. Eu não sei quem é, confesso. Ele deve aparecer em outras historias, talvez ele mesmo seja um personagem, mas ele tem uma queda para o sarcasmo e humor acido.
Obviamente ele não tem muita fé na humanidade. Ele vai contar a verdade sem dó, inclusive o que os personagens pensam, a menos, que ele queira fazer algum mistério. Ele é desses.
A Mesa Escarlate é o tabuleiro de jogos de deuses malignos.
Nossa! Que dramático, mas eu vou deixar aí e não. Não é um lugar legal para tirar férias. E vai ficar pior.
Eu sei. Eu já adiantei uns capítulos, tô só revisando e vendo se dá pra melhorar. Quase sempre eu reescrevo duas ou três vezes.
Pelo visto não existe dose segura de cristais carmesim... ou seja já estou imaginando como devem ser perigosos os locais com viciados brigando pelas pedras com facas e cachimbos (ainda não sei como se usa isso, mas ok sksksk)
Eu gosto desses assuntos envolvendo drogas e produtos químicos fictícios e os usos e efeitos bizarros que possuem, além disso posso dizer uma coisa, acho que os drogados que nomearam esse lugar quando estavam chapados, porque haja uma falta de criatividade com nomes sksksk
Enfim, estou me relembrando aos poucos dos personagens, lembro que o Argoluli escapuliu e está vagando agora com algum plano bem projetado, ou está querendo abrir uma filial e lucrar com garimpo de cristais vermelhos que te deixam chapado (empreendedor não é?)
Enfim, fico feliz por seu retorno, espero que consiga melhorar logo, até mais ^^
O que mais gostei: Se não me engano estou relembrando os personagens sumidos, por sinal eu gostei muito do novo local apresentado, quase uma febre do ouro, só que com cristais vermelhos que desconfio ser secreções nojentas de algum verme que vive por ai (sksksksk)
O que acho que pode melhorar: Nesse caso eu só estranhei a formatação, eu gosto de marcar os parágrafos para comentar os pontos mais interessantes, enfim mas fora isso achei ótimo seu retorno!
Olá, Dom!
Bem de volta! ^.^
Vamos a resenha.
Sobre a formatação.
Confesso que também achei estranha dessa vez. Não sei o que aconteceu, mas como sempre um aviso é sempre bom. Vou ver se corrijo ou melhoro isso mais tarde. Ou se não tiver jeito, na próxima. Eu realmente não sei o que houve. Escrevo no word e posto aqui, dessa vez deu essa.
Sobre os personagens.
Sim, eles já apareceram em outros capítulos e agora estou trabalhando em formar núcleos. Vão ser personagens recorrentes abordando outros P.O.V da historia.
Eu tenho um defeito.
Crio personagens demais. Vou tentar não fazer isso dessa vez. ^.^"
Os cristais carmesins são um efeito de um fenômeno maior. Eu não quero sobrecarregar a historia de informação pois essa é uma parte de um mundo maior.
Essa ainda não é minha historia principal dentro desse cenário, mas acredite, eu tenho esse cenário por escrito. 268 páginas de informações, é um livro á parte e ainda não terminei.
Voltando aos cristais.
Eles surgem onde antes era Giactutru, que foi arrasada por uma catástrofe magica. Some isso á outros fenômenos da magia no cenário e dar-se uma ideia. Talvez eu vá mais fundo nesse tema, mas não prometo nada. Como eu disse, "sobrecarga de informação". Essa história tem começo, meio e fim. Eu ainda não sei em quantas partes entrego a principal, mas essa vou entregar toda.
Ainda sobre os cristais.
Sim, você entendeu bem.
Não existe doses seguras para o consumo. É muito arriscado usa-lo. É como um crocodile, só que em escala mística. Tem uns benefícios imediatos, mas acaba com o usuário em pouco tempo.
Sobre as localidades.
Sabe aquele lance de por nomes aleatórios no lugar? Raramente bato a cabeça no teclado para escolher um nome tipo hadejbisocujysdmogh.
Então mais uma vez você acertou.
O povo das Terras Escarlates é um povo abandonado, geralmente inculto, numa situação precária. Terra devastada.
Também por conta de outras tragédias.
Trabalho nesse cenário há uns 20 anos.
Você me fez pensar que talvez eu devesse ter feito um resumo dos capítulos anteriores. ^.^"
Acho que vou trabalhar em um "A estrada até aqui" ao som de Carry on wayward son.
E por fim.
Muito obrigado. Estou feliz em retornar. Já tem mais capítulos prontos dessa vez. Estou dando uma revisada para melhorar, mas em breve tem mais. Provavelmente semana que vem. Fique de olho.
Até a próxima, amigão.
PS: Contrariando o que eu disse antes, tem uma parte do meu cenário que se chama Virth'Eoro, e eu coloquei esse nome simplesmente porque sonhei com isso. ^.^"
Raz tá com cara de que vai ser aquele personagem que sobrevive. Um monte de gente mais forte e inteligente cai, mas o sujeito sobrevive quase que milagrosamente. Tipo aquele cantor em got(se bem que o Mindinho matou ele... mas enfim, o cantor sobreviveu a estrada de altitude quando guerreiros morriam).
Sempre bom ver que os personagens não estão limitados a verem com os olhos do autor... digo, soou confuso, mas o que quis dizer é que foi legal ver que apesar do cavaleiro veio ser feito para ser aquele imagem de nobreza e honra o ladino não ficou lambendo o saco dele nos momentos que pensa no sujeito. E tão pouco o cavaleiro veio fala da ousadia e talento e fama do ladino, sim que ele era escória. Gentalha, na verdade, mas é isso.
A Mesa parece um lugar ruim para se passar as férias.
Bom trabalho e até o próximo cap!
Bem vindo, Tim. ( Você colocou apelidos nos personagens. Rceba o seu. hahaha)
É você está certo. Raz é um sobrevivente. Conte com isso.
Estamos lidando com um narrador de terceira pessoa onisciente. Eu não sei quem é, confesso. Ele deve aparecer em outras historias, talvez ele mesmo seja um personagem, mas ele tem uma queda para o sarcasmo e humor acido.
Obviamente ele não tem muita fé na humanidade. Ele vai contar a verdade sem dó, inclusive o que os personagens pensam, a menos, que ele queira fazer algum mistério. Ele é desses.
A Mesa Escarlate é o tabuleiro de jogos de deuses malignos.
Nossa! Que dramático, mas eu vou deixar aí e não. Não é um lugar legal para tirar férias. E vai ficar pior.
Eu sei. Eu já adiantei uns capítulos, tô só revisando e vendo se dá pra melhorar. Quase sempre eu reescrevo duas ou três vezes.
Muito obrigado, amigo. Volte sempre e até breve.