Realmente a palavra do dia combinou muito com o clima do capítulo, dessa vez os diálogos foram tão intensos e quase rudes, sabe? Sem as palavras mais brandas que os personagens trocaram até aqui.
E essa revelação, nossa senhora! Isso é um tapa na cara de todo mundo, inclusive de mim, porque também concordava que tanta restrição por medo não adiantava de nada perto do que se tem a ganhar conhecendo o mundo. Mas nesse caso os sentimentos são mais complexos que apenas a raiva contra regras que aparentemente são injustas.
Não me lembro mais quando exatamente isso aconteceu, mas em algum momento da história decidi que não queria vilanizar a anciã. Seria uma escolha fácil demais, preguiçosa até. Mostrar que ela se preocupa de verdade com a protagonista e não estava apenas aplicando aquele velho princípio do "regras são regras" dá mais camadas para ela e a torna uma personagem mais interessante de se ler e trabalhar.
Quando eu fechei os olhos ao ler eu realmente imaginei a mestra Genkai dando broncas no Yusuke quando não leva o treinamento a sério (não pera... se eu fechar os olhos como iria conseguir ler?)
Mas tô gostando da anciã ter uma participação mais importante na história, sinal que ela tem muito a que ensinar, mesmo os personagens não querendo, mas essa recusa deles pode pesar mais tarde.
Sempre me empolgo com cenas assim, melhor ainda que você consegue deixar o clima exatamente como deve ser. ^^
Eu imaginei a anciã bem parecida com a Genkai, só que mais alta. Que personagem, né, meus amigos! O Togashi é incrível nesse aspecto. É uma de minhas maiores inspirações para escrever.
A protagonista tem um estilo meio rebelde de "bora quebrar o sistema", mas em outras circunstâncias talvez desse ouvidos à anciã. Elas poderiam ser boas amigas, não fosse a divergência ideológica.
Realmente a palavra do dia combinou muito com o clima do capítulo, dessa vez os diálogos foram tão intensos e quase rudes, sabe? Sem as palavras mais brandas que os personagens trocaram até aqui.
E essa revelação, nossa senhora! Isso é um tapa na cara de todo mundo, inclusive de mim, porque também concordava que tanta restrição por medo não adiantava de nada perto do que se tem a ganhar conhecendo o mundo. Mas nesse caso os sentimentos são mais complexos que apenas a raiva contra regras que aparentemente são injustas.
Não me lembro mais quando exatamente isso aconteceu, mas em algum momento da história decidi que não queria vilanizar a anciã. Seria uma escolha fácil demais, preguiçosa até. Mostrar que ela se preocupa de verdade com a protagonista e não estava apenas aplicando aquele velho princípio do "regras são regras" dá mais camadas para ela e a torna uma personagem mais interessante de se ler e trabalhar.
Quando eu fechei os olhos ao ler eu realmente imaginei a mestra Genkai dando broncas no Yusuke quando não leva o treinamento a sério (não pera... se eu fechar os olhos como iria conseguir ler?)
Mas tô gostando da anciã ter uma participação mais importante na história, sinal que ela tem muito a que ensinar, mesmo os personagens não querendo, mas essa recusa deles pode pesar mais tarde.
Sempre me empolgo com cenas assim, melhor ainda que você consegue deixar o clima exatamente como deve ser. ^^
Beijinhos! :*
Eu imaginei a anciã bem parecida com a Genkai, só que mais alta. Que personagem, né, meus amigos! O Togashi é incrível nesse aspecto. É uma de minhas maiores inspirações para escrever.
A protagonista tem um estilo meio rebelde de "bora quebrar o sistema", mas em outras circunstâncias talvez desse ouvidos à anciã. Elas poderiam ser boas amigas, não fosse a divergência ideológica.