Esse capítulo foi tão poético que reli umas duas ou três vezes pra apreciar a escrita. To adorando a forma com que você escreve e os conflitos internos de cada um dos dois com relação às origens e ao presente. E a analogia sutil a Ícaro me agrada demais porque envolve um dos meus personagens preferidos e acabo me afeiçoando de imediato a tudo que use da mesma lenda.
O que mais gostei: A chuva habita seus olhos, como se você vivesse uma tristeza eterna.
Também gosto bastante da lenda do Ícaro! Aliás, pensar nela me ajudou a construir o relacionamento desses dois, já que, de certa forma, a Kuruta funciona como o Sol para o garoto humano. Ele quer se aproximar dela, mas, ao fazer isso, corre o risco de queimar as asas e se afogar.
Mesmo que eu tente me acostumar com a sua escrita é difícil, pois você de alguma forma sempre se supera em cada capítulo, a forma como você coloca a poesia é sensacional, e esse deu um aperto no coração torcendo na esperança de momentos melhores chegarem. ^^
O mais irônico é que eu pretendia usar um estilo mais bruto e visceral, só que ele não pareceu muito adequado para a história e tive de abandoná-lo. Acho que nunca fiz um esforço consciente tão grande para usar figuras de linguagem. Tem sido uma experiência incrível, sabe? Claro, é difícil pensar em boas metáforas num prazo de 24 horas, mas, como dizem os RPGistas, o que não te mata, te dá XP. (Se isso não for um ditado, faz de conta que é.)
Esse capítulo foi tão poético que reli umas duas ou três vezes pra apreciar a escrita. To adorando a forma com que você escreve e os conflitos internos de cada um dos dois com relação às origens e ao presente. E a analogia sutil a Ícaro me agrada demais porque envolve um dos meus personagens preferidos e acabo me afeiçoando de imediato a tudo que use da mesma lenda.
O que mais gostei: A chuva habita seus olhos, como se você vivesse uma tristeza eterna.
Também gosto bastante da lenda do Ícaro! Aliás, pensar nela me ajudou a construir o relacionamento desses dois, já que, de certa forma, a Kuruta funciona como o Sol para o garoto humano. Ele quer se aproximar dela, mas, ao fazer isso, corre o risco de queimar as asas e se afogar.
Mesmo que eu tente me acostumar com a sua escrita é difícil, pois você de alguma forma sempre se supera em cada capítulo, a forma como você coloca a poesia é sensacional, e esse deu um aperto no coração torcendo na esperança de momentos melhores chegarem. ^^
Abraços!
O mais irônico é que eu pretendia usar um estilo mais bruto e visceral, só que ele não pareceu muito adequado para a história e tive de abandoná-lo. Acho que nunca fiz um esforço consciente tão grande para usar figuras de linguagem. Tem sido uma experiência incrível, sabe? Claro, é difícil pensar em boas metáforas num prazo de 24 horas, mas, como dizem os RPGistas, o que não te mata, te dá XP. (Se isso não for um ditado, faz de conta que é.)
Beijos! :*