Mas até que você tá indo bem no desafio, se eu puder escolhe alguém pra vencer essa drabble, eu torço pra você.
Ah e quero sim trocar figurinhas contigo sobre aprender a escrever dessa forma, só não sei que horas você está disponível pra conversar, minha senpai ^^
Huahuahauau. O desafio não é uma competição, mas eu agradeço mesmo assim. x3 Conseguir concluir esta história com as palavras cada vez mais bizarras que a Milla vem soltando já será uma grande vitória.
Eu também nunca sei que horas estarei disponível. As coisas aqui estão meio caóticas. Mas eu tenho uma listinha marota com os títulos de todos os livros sobre escrita criativa que adquiri. Vou passá-la pra você. Também existem os canais de YouTube. São vários. Recomendo começar pelo Narrativando, que usa animes para falar de técnicas de escrita.
Acho que fico confusa porque os personagens não tem nome kkkk aí tem horas que eu me perco. Mas como eu já disse, eu gosto da sua narrativa. Preciso criar vergonha na cara e ler alguma long sua kkkk
A cada dia eu me arrependo mais de não ter dado nomes pra todo mundo. Teria facilitado muito as coisas, tanto pros leitores, quanto pra mim. Mas eu queria passar a ideia de atemporalidade, sabe? Como se essa história pudesse ter acontecido em qualquer tempo com qualquer Kuruta que ousasse sair do vilarejo.
Bom, vamos ver se consigo deixar tudo mais claro com o passar dos capítulos.
Gosto bastante como o relacionamento deles se desenvolveu até aqui e tem espaço pra mais avanço conforme a passagem do tempo e dos capítulos. E o momento da declaração foi tão agridoce, com as palavras dela e a aparente falta de reciprocidade dele.
Esse é um momento crucial da fic. Ao ouvir esse "Eu sei", ela deveria ter se tocado de que estava com um embuste e fugido para bem longe dele. Mas aí... Bem, aí não haveria história!
Mas até que você tá indo bem no desafio, se eu puder escolhe alguém pra vencer essa drabble, eu torço pra você.
Ah e quero sim trocar figurinhas contigo sobre aprender a escrever dessa forma, só não sei que horas você está disponível pra conversar, minha senpai ^^
Beijinhos!
Huahuahauau. O desafio não é uma competição, mas eu agradeço mesmo assim. x3 Conseguir concluir esta história com as palavras cada vez mais bizarras que a Milla vem soltando já será uma grande vitória.
Eu também nunca sei que horas estarei disponível. As coisas aqui estão meio caóticas. Mas eu tenho uma listinha marota com os títulos de todos os livros sobre escrita criativa que adquiri. Vou passá-la pra você. Também existem os canais de YouTube. São vários. Recomendo começar pelo Narrativando, que usa animes para falar de técnicas de escrita.
Beijos!:*
Acho que fico confusa porque os personagens não tem nome kkkk aí tem horas que eu me perco. Mas como eu já disse, eu gosto da sua narrativa. Preciso criar vergonha na cara e ler alguma long sua kkkk
Beijokinhas e até!
A cada dia eu me arrependo mais de não ter dado nomes pra todo mundo. Teria facilitado muito as coisas, tanto pros leitores, quanto pra mim. Mas eu queria passar a ideia de atemporalidade, sabe? Como se essa história pudesse ter acontecido em qualquer tempo com qualquer Kuruta que ousasse sair do vilarejo.
Bom, vamos ver se consigo deixar tudo mais claro com o passar dos capítulos.
Beijos! :*
Gosto bastante como o relacionamento deles se desenvolveu até aqui e tem espaço pra mais avanço conforme a passagem do tempo e dos capítulos. E o momento da declaração foi tão agridoce, com as palavras dela e a aparente falta de reciprocidade dele.
Esse é um momento crucial da fic. Ao ouvir esse "Eu sei", ela deveria ter se tocado de que estava com um embuste e fugido para bem longe dele. Mas aí... Bem, aí não haveria história!