Eu lembro que na outra versão essa cena cena foi muito aguardada por mim e eu torci muito por eles. Fiquei bem triste. Mas ainda bem que há males que vem para o bem, certo? Convenhamos que há uma certa cena aí que com certeza é o divisor na vida da Laly e eu não vejo a hora de chegar logo kkkkkkkkkk
Quando escrevi essa cena pela primeira vez, o que me motivava a seguir com a primeira fase era a segunda, pois eu sabia o que viria. No caso o Edílson agiu mal com a filha, agiu, pois ele é muito bronco e sendo manipulado pelo Gustavo e pela Eleonora, acaba sendo rude. Na verdade, se a fuga tivesse se consumado, a Laly repetiria a história da mãe, pois a Ingrid fugiu para poder ficar com o Edílson.
Quando eu reescrever esse comecinho em terceira pessoa vou apresentar os personagens mais velhos para depois ambientar os jovens. Apesar de a Laly não mencionar frequentemente na trama, a Eleonora era meia-irmã da Ingrid... dos três irmãos Abílio, Edílson e Amado (por ordem de nascimento), o Abílio e o Edílson eram mais amigos e foram os mais "sofridos" porque quando o pai deles morreu (o que explica o fato de a Laly não ter avós paternos) eles tiveram que ser os homens da casa, encaminhar as irmãs, enquanto o Amado, caçula, não pegou essa fase de sofrimento.
O Abílio e a Conceição se casaram e a Daniela nasceu na metade de 1973, tendo uma diferença de meses com a Laly. Como a Ingrid era menor de idade e começou a namorar o Edílson, os pais dela não aceitaram. Ela era meio Lalinha porque a mãe dela morreu cedo também, só que para o azar dela, ela ganhou meios-irmãos. A Eleonora era mais velha, tinha a mesma idade do Edílson. Ela era meio Milene, só observando, fingindo que gostava da Ingrid, que torcia pelo casal, que se importava, mas logo que a Ingrid desapareceu, logo se ofereceu para ficar perto do Edílson e destilou o veneno.
Se parar para pensar, o Edílson agiu errado em bater na Laly, em nem conversar, tentar levar em consideração o ponto de vista dela, mas por outro lado a poupou de passar pelas dificuldades que ele passou com a Ingrid porque por mais que tivesse amor, nem tudo eram flores.
A única diferença é que o Edílson não era como o Iury, que na primeira desavença já trai, ele sempre foi fiel. Ingrid morreu. Ela nunca abandonaria a filha tão amada e o homem da vida dela, os amava mais do que tudo. Acredito que ouvir certas músicas deve doer para ele, se lembrar de momentos que acabaram, ficar sem entender como tudo mudou (para a pior) tão depressa...
Apesar do jeito que o Edílson trata a Laly, ela o ama e deseja coisas boas para ele. Uma parte dela acredita que mesmo que tarda, um dia a verdade sobre a Eleonora irá aparecer.
Nem me fale nesse capítulo porque eu também não vejo a hora que ele chegue logo hahahahahahahaha
Eu preferia morar debaixo da ponte ou até mesmo na rua do que ter um monstro desse como pai, que não quer a filha casando com o amor da vida dela e sim um rico pra ter dinheiro. E o pior é que o Gustavo ainda se aproveita, ainda que sem violência. Antigamente era assim, mas hoje em dia o povo leva isso de geração em geração e até hoje tem pessoas assim. Dá raiva só de ler viu?
Eu lembro que na outra versão essa cena cena foi muito aguardada por mim e eu torci muito por eles. Fiquei bem triste. Mas ainda bem que há males que vem para o bem, certo? Convenhamos que há uma certa cena aí que com certeza é o divisor na vida da Laly e eu não vejo a hora de chegar logo kkkkkkkkkk
Quando escrevi essa cena pela primeira vez, o que me motivava a seguir com a primeira fase era a segunda, pois eu sabia o que viria. No caso o Edílson agiu mal com a filha, agiu, pois ele é muito bronco e sendo manipulado pelo Gustavo e pela Eleonora, acaba sendo rude. Na verdade, se a fuga tivesse se consumado, a Laly repetiria a história da mãe, pois a Ingrid fugiu para poder ficar com o Edílson.
Quando eu reescrever esse comecinho em terceira pessoa vou apresentar os personagens mais velhos para depois ambientar os jovens. Apesar de a Laly não mencionar frequentemente na trama, a Eleonora era meia-irmã da Ingrid... dos três irmãos Abílio, Edílson e Amado (por ordem de nascimento), o Abílio e o Edílson eram mais amigos e foram os mais "sofridos" porque quando o pai deles morreu (o que explica o fato de a Laly não ter avós paternos) eles tiveram que ser os homens da casa, encaminhar as irmãs, enquanto o Amado, caçula, não pegou essa fase de sofrimento.
O Abílio e a Conceição se casaram e a Daniela nasceu na metade de 1973, tendo uma diferença de meses com a Laly. Como a Ingrid era menor de idade e começou a namorar o Edílson, os pais dela não aceitaram. Ela era meio Lalinha porque a mãe dela morreu cedo também, só que para o azar dela, ela ganhou meios-irmãos. A Eleonora era mais velha, tinha a mesma idade do Edílson. Ela era meio Milene, só observando, fingindo que gostava da Ingrid, que torcia pelo casal, que se importava, mas logo que a Ingrid desapareceu, logo se ofereceu para ficar perto do Edílson e destilou o veneno.
Se parar para pensar, o Edílson agiu errado em bater na Laly, em nem conversar, tentar levar em consideração o ponto de vista dela, mas por outro lado a poupou de passar pelas dificuldades que ele passou com a Ingrid porque por mais que tivesse amor, nem tudo eram flores.
A única diferença é que o Edílson não era como o Iury, que na primeira desavença já trai, ele sempre foi fiel. Ingrid morreu. Ela nunca abandonaria a filha tão amada e o homem da vida dela, os amava mais do que tudo. Acredito que ouvir certas músicas deve doer para ele, se lembrar de momentos que acabaram, ficar sem entender como tudo mudou (para a pior) tão depressa...
Apesar do jeito que o Edílson trata a Laly, ela o ama e deseja coisas boas para ele. Uma parte dela acredita que mesmo que tarda, um dia a verdade sobre a Eleonora irá aparecer.
Nem me fale nesse capítulo porque eu também não vejo a hora que ele chegue logo hahahahahahahaha
Eu preferia morar debaixo da ponte ou até mesmo na rua do que ter um monstro desse como pai, que não quer a filha casando com o amor da vida dela e sim um rico pra ter dinheiro. E o pior é que o Gustavo ainda se aproveita, ainda que sem violência. Antigamente era assim, mas hoje em dia o povo leva isso de geração em geração e até hoje tem pessoas assim. Dá raiva só de ler viu?