Comentários em “Confissões de Laly”: “Pré-estreia: Azar no amor, sorte nas amizades (Laly)”

CarolinaG
Destacado pelo autor

May ♥ ♥ ♥

Gosto muito da May. Ela tem um jeito único de ser, totalmente diferente da irmã Naira. Gosto muito da amizade dela com a Laly.

Agora, falando do Gustavo, argh! Que chatoooooo

Mary
Mary Autor

A May é uma daquelas personagens que eu queria poder trazer para a vida real. Queria ter uma amizade assim tão linda que nem a dela com a Laly e a Fer. ♥

A Naira despreza a irmã por querer seguir os passos da mãe e a Laly se afasta dela porque tudo bem acreditar em Deus, se dedicar à caridade, mas a Naira é moralista demais, tudo pra ela é pecado, é errado, imoral, novela é imoral, certos de tipos de roupa são indecentes, até beijo vai levar a pessoa para o inferno e tanto a Laly quanto a May são românticas, afinal de contas, estão na adolescência, querem sair para dançar, se divertir.

A May tem uma profunda admiração pela mãe, ainda mais porque a D. Emília, ao enviuvar tão jovem, teve de tirar força que nem sabia que tinha para criar as meninas e sustentar a casa. A May não só reconhece isso como gosta do salão, do ofício da mãe, de fazer as mulheres se sentirem mais bonitas, de ser prestativa, pois ser cabeleireira é uma profissão tão digna quanto qualquer outra.

O Gustavo é chato demais, credo. Pra mim ele é uma piada pronta. Ele é o extremo oposto do Gustavo que eu esbocei lá na adolescência... hahahahaha

Bom, tomara que você goste de reler, pois já amei muito responder aos seus comentários, minha leitora VIP. ♥

Anakin_Skywalker

O capítulo começou parecendo com Diário de Daniela, mas depois foi ficando mais legal e suave. O primeiro beijo nem sempre é bom, mas bom ou ruim, é inesquecível. O meu foi bom, nunca achei alguém que superasse, mas entendo que quando não se sente bem durante o beijo você fia frustrado, é uma pena. Espero que a Naira permaneça firme na amizade com Laly.

Mary
Mary Autor

Oi, amigo! Tudo bem? Obrigada por ter aceitado meu convite e prestigiado com a leitura.

Tenho trauma de Diário de Daniela, trauma mesmo, não posso nem ver na frente e espero em Deus que nunca reprise. Odeio essa novela. Bom, eu sei que esse começo não é dos melhores, mas não desiste, não. A Laly não é forçada que nem a Daniela, personalidade forte é o que a Laly tem de sobra e ela não brilha sozinha, todos os personagens têm importância no desenvolvimento da trama.

Eu escolhi voltar a escrever essa novela porque ela tem cara de novela, foi pensada para ser uma, vai ter passagem de tempo, trilha sonora (quer dizer, já tem, mas vou atualizar), e ela é bem emblemática porque no ano que vem completa 10 anos da versão original. Tudo bem que a versão original não me representa mais, mas ela me ajudou nessa.

Quanto a esse começo eu tenho pensado em ambientar o prólogo de uma forma que deixe as pessoas roendo as unhas de curiosidade de saber o que vai acontecer.

Na verdade, a Mayra é a melhor amiga da Laly. A Naira é muito chata, quadrada, só fala de igreja, acha que tudo é pecado, a Laly se identifica com a May, mesmo a May sendo mais nova, pois pode confiar nela.

Quem nunca teve uma decepção que atire a primeira pedra?

A Laly, ali naquela fase em que se apaixonou pelo Gustavo, idealizou um Gustavo que não existia. Ela gostava da ideia de gostar dele, do conforto que essa idealização lhe dava porque a vida dela sempre foi dura: depois da morte da mãe, ela não teve mais o apoio do pai, que foi manipulado pela Eleonora, a Eleonora sempre oprimiu e maltratou a enteada, além de afastar pai e filha. A Laly era uma menina pobre, sonhadora, que não recebia carinho do pai, não tinha uma figura masculina forte, não tinha mãe e a madrasta sempre agiu como inimiga, estudava como bolsista num colégio onde as pessoas não eram gentis com ela, então imaginar que o menino que ela gostava viesse a notá-la era uma esperança, ela acreditava que o primeiro beijo seria incrível, que ele era o príncipe dela, daí depois do beijo ela viu que ela gostava da ideia de gostar dele, que não foi tudo como ela esperava e parou de nutrir aquele sentimento porque não era amor.

O problema foi ele ter ficado obcecado por ela... =(

O Gustavo, quando fixa uma ideia na cabeça, não tem quem tire. Ele não se importa se os caprichos dele interfiram no livre arbítrio de outra pessoa, desde que consiga o que quer. Isso é ruim, né?

Obrigada por ter lido. Até mais! =)