Acho que já deu pra notar que ouço muitas músicas do Alexandre Guerra pra ler os capítulos, né? Aqui não foi diferente, Movimento de Verão me conduziu nos primeiros parágrafos e achei que combinou, devido a descrição falar de uma tarde de sol. Alexandre Guerra e Marcus Viana, recomendo muito, trilhas sonoras lindas.
Eu adoro como você usa palácios que realmente existem, fui pesquisar o mencionado e é lindíssimo. Ele é bonito, no sentido arquitetônico, porém ele exala um ar mais aconchegante. Achei perfeito para o casal iniciar a nova vida. Aliás, vejo que é uma nova vida que está começando a surgir para os membros da família real.
É claro, não quer dizer que algumas coisas serão esquecidas, contudo, é como se o tempo ajudasse a amenizar mais a dor, para todos seguirem em frente. E sabe? Mesmo a decoração da festa não sendo a mais luxuosa, como costumavam fazer - embora não tenha deixado de ser linda -, a Saphire é uma menina de ouro e de bom coração, com certeza entendeu toda a situação e não deixou de se encantar pela festa preparada.
Como te falei na mensagem, é muito bom ver que você abordou que a Ingrid está em busca de se recuperar, com relação a saúde mental. Eu gosto de ler sobre esse tema e acho que será um caminho longo para Ingrid, no entanto, imagino que com o apoio, carinho e compreensão da família - algo que estão demonstrando—, acho que ela vai conseguir atravessar o luto.
O que dizer dessa evolução linda da Juliane? Tantas coisas aconteceram nesse interim. Assim, eu, particularmente, nunca vi a Jujuba como má pessoa. Ela era séria, rígida e orgulhosa - esse último como quase todas as rainhas são um pouco, talvez -, mas acho que o defeito dela, ao meu ver, era não buscar compreender os filhos. Ela os amava, disso ninguém discorda. Só que ela não tentava entender o que eles sentiam, algo que está se esforçando para fazer agora. Achei lindo o relacionamento dela com a Lary, a rainha dos corações, e fico super feliz também que Isabella Aurora será considerada uma princesa! Família é quem cria e a pequena Isabella Aurora recebeu uma família complicada, porém de ouro e que a amará muito.
Desculpe-me pela demora para responder. Eu disse que responderia já na quinta, mas meu EAD infelizmente ainda está a todo vapor, então me vi perdida em trabalhos e não consegui ter um momento de paz. Hoje, porém, usei esse comentário como recompensa para meus estudos: quando terminasse de escrever um rascunho de um trabalho, poderia entrar no Nyah e te responder. Acabei faz alguns minutos (ô sofrimento), então lá vamos nós!
Como sempre, vou direto ouvir as músicas do Alexandre Guerra das quais você fala. A verdade é que tenho ouvido algumas para me inspirar enquanto escrevo os capítulos (acho que já comentei sobre isso em algum outro momento) mas ao escrever parece que nada se encaixa. Acho que só com o capítulo podemos sentir a vibe e dizer que música vai nos embalar na leitura.
Sobre os palácios reais que eu sempre uso: eu AMO de paixão me aventurar no Google Maps e, depois, na Wikipédia para descobrir locais que podem servir como cenário para minhas cenas. Com poucas exceções (vide aquele capítulo que as Selecionadas vão visitar a avó paterna do Príncipe em uma mansão, esse lugar foi 100% inventado) e com algumas adaptações, todos os lugares nessa fic são verdadeiros. Uma curiosidadde: ao tentar achar uma igreja para o casamento de Laryssa e Alexander, eu esbarrei com a Catedral de Roskilde, que é onde, historicamente, os membros da Família Real Dinamarquesa de verdade são enterrados. Logo pensei: "Nossa, será que a Isabella foi enterrada ali?" E fui ver... Na mosca hahaha Eu sempre tive o cuidado de usar lugares reais para essa história.
Eu já tinha encontrado Charlottenlund faz bastante tempo e queria muito usar para algo, mas nunca soube para quê. Fiquei muito feliz por fazê-lo a nova residência de Laryssa, Alexander e Isabella Aurora. Concordo com você, acho que vai ser um ótimo local para eles começarem sua nova vida como umka família.
Como também já comentei por mensagem, antes desse capítulo, nem tinha passado por minha cabeça tratar da saúde mental de Ingrid e como ela está lidando com o luto. Mas, ao refletir enquanto escrevia pensei: ela precisa de ajuda. E não só a ajuda da família, mas também profissional. Tenho certeza que ela vai, com o tempo, atravessar o luto. Fico feliz que você tenha gostado dessa parte. Por mais que eu pessoalmente não saiba bem como um luto tão profundo quanto o da Ingrid funciona (eu reagi muito de uma forma MUITO diferente à morte dos meus avós), acho super importante incluir esse tema.
A evolução da Juliane, como você disse, foi linda. Depois de 6 anos escrevendo essa história, para ser bem sincera, acho que ela foi a personagem com quem mais me conectei, justamente por todo esse desenvolvimento. Lembro que a primeira sinopse de RDC retratava ela como uma "rainha má" e, nossa, não conseguiria achar um adjetivo pior para descrevê-la agora. Ela cresceu muito, passou a compreender os filhos, entendeu que ela não precisava parecer forte o tempo todo só por ser uma Rainha. Modéstia parte, acho que ela foi a melhor personagem dessa história hahahahah E fiquei muito feliz por poder ter o primeiro capítulo depois do prólogo e o último antes do epílogo serem delas. Acredito que fechou o ciclo com chave de ouro.
Acho que já deu pra notar que ouço muitas músicas do Alexandre Guerra pra ler os capítulos, né? Aqui não foi diferente, Movimento de Verão me conduziu nos primeiros parágrafos e achei que combinou, devido a descrição falar de uma tarde de sol. Alexandre Guerra e Marcus Viana, recomendo muito, trilhas sonoras lindas.
Eu adoro como você usa palácios que realmente existem, fui pesquisar o mencionado e é lindíssimo. Ele é bonito, no sentido arquitetônico, porém ele exala um ar mais aconchegante. Achei perfeito para o casal iniciar a nova vida. Aliás, vejo que é uma nova vida que está começando a surgir para os membros da família real.
É claro, não quer dizer que algumas coisas serão esquecidas, contudo, é como se o tempo ajudasse a amenizar mais a dor, para todos seguirem em frente. E sabe? Mesmo a decoração da festa não sendo a mais luxuosa, como costumavam fazer - embora não tenha deixado de ser linda -, a Saphire é uma menina de ouro e de bom coração, com certeza entendeu toda a situação e não deixou de se encantar pela festa preparada.
Como te falei na mensagem, é muito bom ver que você abordou que a Ingrid está em busca de se recuperar, com relação a saúde mental. Eu gosto de ler sobre esse tema e acho que será um caminho longo para Ingrid, no entanto, imagino que com o apoio, carinho e compreensão da família - algo que estão demonstrando—, acho que ela vai conseguir atravessar o luto.
O que dizer dessa evolução linda da Juliane? Tantas coisas aconteceram nesse interim. Assim, eu, particularmente, nunca vi a Jujuba como má pessoa. Ela era séria, rígida e orgulhosa - esse último como quase todas as rainhas são um pouco, talvez -, mas acho que o defeito dela, ao meu ver, era não buscar compreender os filhos. Ela os amava, disso ninguém discorda. Só que ela não tentava entender o que eles sentiam, algo que está se esforçando para fazer agora. Achei lindo o relacionamento dela com a Lary, a rainha dos corações, e fico super feliz também que Isabella Aurora será considerada uma princesa! Família é quem cria e a pequena Isabella Aurora recebeu uma família complicada, porém de ouro e que a amará muito.
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HURRA HURRA HURRA.
HURRA HURRA HURRA
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Desculpe-me pela demora para responder. Eu disse que responderia já na quinta, mas meu EAD infelizmente ainda está a todo vapor, então me vi perdida em trabalhos e não consegui ter um momento de paz. Hoje, porém, usei esse comentário como recompensa para meus estudos: quando terminasse de escrever um rascunho de um trabalho, poderia entrar no Nyah e te responder. Acabei faz alguns minutos (ô sofrimento), então lá vamos nós!
Como sempre, vou direto ouvir as músicas do Alexandre Guerra das quais você fala. A verdade é que tenho ouvido algumas para me inspirar enquanto escrevo os capítulos (acho que já comentei sobre isso em algum outro momento) mas ao escrever parece que nada se encaixa. Acho que só com o capítulo podemos sentir a vibe e dizer que música vai nos embalar na leitura.
Sobre os palácios reais que eu sempre uso: eu AMO de paixão me aventurar no Google Maps e, depois, na Wikipédia para descobrir locais que podem servir como cenário para minhas cenas. Com poucas exceções (vide aquele capítulo que as Selecionadas vão visitar a avó paterna do Príncipe em uma mansão, esse lugar foi 100% inventado) e com algumas adaptações, todos os lugares nessa fic são verdadeiros. Uma curiosidadde: ao tentar achar uma igreja para o casamento de Laryssa e Alexander, eu esbarrei com a Catedral de Roskilde, que é onde, historicamente, os membros da Família Real Dinamarquesa de verdade são enterrados. Logo pensei: "Nossa, será que a Isabella foi enterrada ali?" E fui ver... Na mosca hahaha Eu sempre tive o cuidado de usar lugares reais para essa história.
Eu já tinha encontrado Charlottenlund faz bastante tempo e queria muito usar para algo, mas nunca soube para quê. Fiquei muito feliz por fazê-lo a nova residência de Laryssa, Alexander e Isabella Aurora. Concordo com você, acho que vai ser um ótimo local para eles começarem sua nova vida como umka família.
Como também já comentei por mensagem, antes desse capítulo, nem tinha passado por minha cabeça tratar da saúde mental de Ingrid e como ela está lidando com o luto. Mas, ao refletir enquanto escrevia pensei: ela precisa de ajuda. E não só a ajuda da família, mas também profissional. Tenho certeza que ela vai, com o tempo, atravessar o luto. Fico feliz que você tenha gostado dessa parte. Por mais que eu pessoalmente não saiba bem como um luto tão profundo quanto o da Ingrid funciona (eu reagi muito de uma forma MUITO diferente à morte dos meus avós), acho super importante incluir esse tema.
A evolução da Juliane, como você disse, foi linda. Depois de 6 anos escrevendo essa história, para ser bem sincera, acho que ela foi a personagem com quem mais me conectei, justamente por todo esse desenvolvimento. Lembro que a primeira sinopse de RDC retratava ela como uma "rainha má" e, nossa, não conseguiria achar um adjetivo pior para descrevê-la agora. Ela cresceu muito, passou a compreender os filhos, entendeu que ela não precisava parecer forte o tempo todo só por ser uma Rainha. Modéstia parte, acho que ela foi a melhor personagem dessa história hahahahah E fiquei muito feliz por poder ter o primeiro capítulo depois do prólogo e o último antes do epílogo serem delas. Acredito que fechou o ciclo com chave de ouro.
Fico feliz por você ter gostado do capítulo.
E vamos ao último depois de tantos anos!
Até lá!
xoxo ♥ ACE