Todos aqueles capítulos de felicidade só tornam esses mais doloridos, assim como os anos junto da esposa e da filha só fizeram do Jasper mal acostumado ao sofrimento da perda. Não foi repentina a morte de nenhuma delas, mas isso não faz diferença para quem vive para sempre.
As alternativas que ele oferece além da morte são todas muito desesperadoras. Se enterrar conscientemente? Só estando muito mal para achar que isso vai resolver o que ele precisa. Também fico me perguntando se ele já pensou, em todos esses anos, em usar toda essa energia negativa pra criar arte. Não é uma solução, mas ajuda bastante como uma substituição primitiva de terapia e ver a tua agonia transformada em algo tangível e que pode ser apreciado por si mesmo e pelas outras pessoas é um pequeno alívio, de alguma forma.
Bem, enlouquecer ele já enlouqueceu. Mas desejar perder a noção de quem ele é só indica que ele tá mais louco ainda porque isso não é de forma alguma uma maneira válida de esquecer dos próprios problemas, é apenas um desespero a mais na tentativa de se descobrir.
Adorei as considerações do último capítulo! Solucionaram muitas das minhas dúvidas e ainda pude "ouvir" a voz da Aurora, ainda que só no final. Achei doce tanto a preocupação dela com o pai quanto o respeito que ela tem por esse segredo. É realmente uma mulher incrível que ele e Nimue criaram, um motivo de orgulho mesmo.
Não faço ideia de como isso vai acabar (e se Jasper vai conseguir acabar) e to amando essa imprevisibilidade.
Aí gente. Sempre doi ver o sofrimento do Jasper diante da sua imortalidade involuntária, mas depois de vê-lo perder sua família pro tempo torna tudo que a mais difícil
Eu amo a sua estória, apesar de me sentir triste por ele rsrs
O que acho que pode melhorar: Opa! A palavra é rabulice
Eu tava relendo nesse instante e vi! Kkkkkk ah cara, eu botei certo no doc mas quando passei pro nyah e fui escrever as notas, meu corretor me trolou e eu fiquei.... pera, acho que é rabularia
f*** né
Enfim, sim cara. O jasper tá entrando no mesmo buraco, e ele precisa aprender a sair logo, porque vira um ciclo infinito e no final, só tem um caminho: a loucura
Aí meu coitado do Jasper quando Aurora morreu levou a pouca felicidade que tinha, fazia tempo que não pensava em acabar com sua vida. Nossa já está em 1917, o tempo passou muito rápido. Ele vai chegar aos tempos atuais?
Esse capítulo tá incrível, como sempre. Eu amo sua escrita, é muito delicada e profunda ao mesmo tempo, estou sempre sentindo coisas demais quando leio suas palavras e isso é maravilhoso. Fico triste demais com a vida do Jasper, essa ideia de se enterrar me lembra um vampiro, um morto-vivo. Às vezes parece que é isso que ele é mesmo, uma pessoa viva mas já morta.
Eu comentei no capítulo passado que a presença do Aloy é constante, mas nem tanto. Coitado do Jasper, está nessa fase de novo, eu sei que não tem como não ficar assim carregando esse fardo. Capítulo triste que me deixou pensando se é assim que as pessoas com depressão se sente as vezes.
Todos aqueles capítulos de felicidade só tornam esses mais doloridos, assim como os anos junto da esposa e da filha só fizeram do Jasper mal acostumado ao sofrimento da perda. Não foi repentina a morte de nenhuma delas, mas isso não faz diferença para quem vive para sempre.
As alternativas que ele oferece além da morte são todas muito desesperadoras. Se enterrar conscientemente? Só estando muito mal para achar que isso vai resolver o que ele precisa. Também fico me perguntando se ele já pensou, em todos esses anos, em usar toda essa energia negativa pra criar arte. Não é uma solução, mas ajuda bastante como uma substituição primitiva de terapia e ver a tua agonia transformada em algo tangível e que pode ser apreciado por si mesmo e pelas outras pessoas é um pequeno alívio, de alguma forma.
Bem, enlouquecer ele já enlouqueceu. Mas desejar perder a noção de quem ele é só indica que ele tá mais louco ainda porque isso não é de forma alguma uma maneira válida de esquecer dos próprios problemas, é apenas um desespero a mais na tentativa de se descobrir.
Adorei as considerações do último capítulo! Solucionaram muitas das minhas dúvidas e ainda pude "ouvir" a voz da Aurora, ainda que só no final. Achei doce tanto a preocupação dela com o pai quanto o respeito que ela tem por esse segredo. É realmente uma mulher incrível que ele e Nimue criaram, um motivo de orgulho mesmo.
Não faço ideia de como isso vai acabar (e se Jasper vai conseguir acabar) e to amando essa imprevisibilidade.
Aí gente. Sempre doi ver o sofrimento do Jasper diante da sua imortalidade involuntária, mas depois de vê-lo perder sua família pro tempo torna tudo que a mais difícil
Eu amo a sua estória, apesar de me sentir triste por ele rsrs
O que acho que pode melhorar: Opa! A palavra é rabulice
Eu tava relendo nesse instante e vi! Kkkkkk ah cara, eu botei certo no doc mas quando passei pro nyah e fui escrever as notas, meu corretor me trolou e eu fiquei.... pera, acho que é rabularia
f*** né
Enfim, sim cara. O jasper tá entrando no mesmo buraco, e ele precisa aprender a sair logo, porque vira um ciclo infinito e no final, só tem um caminho: a loucura
Obrigada por ler e comentar!
Cara, vou te dizer. Não faço ideia de como essa história vai acabar, mas desde já digo que amei acompanhar. Sério. É muito boa mesmo!
Oi Oi
ALOY CORRE QUE ELE TA QUERENDO FAZER BOSTINHA
ele falando do caixão me lembrou sombras da noite (acho que é esse o nome, que o vampiro fica preso em um caixão e acorda anos depois)
Beijinhos ♥
Eu desconfio que você também passa pano pra Aloy assim como eu IAIDJIAJDIJASD mas poxa, tá cada vez mais difícil defende-lo!
Jasper voltando ao ciclo de tentar se matar ou tentar não existir mais aaaaaaaa :c
Olá!!
Aí meu coitado do Jasper quando Aurora morreu levou a pouca felicidade que tinha, fazia tempo que não pensava em acabar com sua vida. Nossa já está em 1917, o tempo passou muito rápido. Ele vai chegar aos tempos atuais?
Esse capítulo tá incrível, como sempre. Eu amo sua escrita, é muito delicada e profunda ao mesmo tempo, estou sempre sentindo coisas demais quando leio suas palavras e isso é maravilhoso. Fico triste demais com a vida do Jasper, essa ideia de se enterrar me lembra um vampiro, um morto-vivo. Às vezes parece que é isso que ele é mesmo, uma pessoa viva mas já morta.
Olá!
Eu comentei no capítulo passado que a presença do Aloy é constante, mas nem tanto. Coitado do Jasper, está nessa fase de novo, eu sei que não tem como não ficar assim carregando esse fardo. Capítulo triste que me deixou pensando se é assim que as pessoas com depressão se sente as vezes.
Beijos ♥