Mais uma vez as palavras do dia se encaixando perfeitamente nas suas histórias. Só queria pegar o Louis e embalar no colo dizendo que vai ficar tudo bem que essa pressão em sua cabeça é insana e que ele só precisa ser ele que tudo dará certo no final. Até amanhã
Sim, essa palavra se encaixou muito bem no que eu queria para o capítulo. Ai, também morro de vontade de pegar o Louis no colo e dizer que vai ficar tudo bem e que, sim, metade disso é coisa da cabeça dele. Mas prometo que uma hora ele vai entender isso.
Muito obrigada! ♥
Beijinhos,
Thaís
L
Little Alice
Oi, tudo bem?
Cara, realmente muito ruim isso de estar em um não-lugar. Ele não pertence nem ao mundo bruxo, nem ao mundo trouxa. Embora eu acho que, no caso dele, o mundo trouxa poderia ser o caminho para algo maior, os desafios de tentar se incluir dentro dele é muito complicado, principalmente para quem cresceu na lógica dos bruxos e teve isso arrancado de si por não possuir magia. Ele tá precisando de uma terapia sim, para lidar melhor com essa situação. Ver novas possibilidades, quem sabe. Coitado. Fico bem triste por ele.
Sim, acho que esse não-lugar e essa sensação de não pertencer são o ponto chave do que imagino como a experiência de um aborto. Também acho que o mundo trouxa traz mais possibilidades, mas tem toda a coisa de se adaptar e o fato de que o Louis realmente precisa de terapia, porque uma parte do problema tá sim na cabeça dele.
O título combinou perfeitamente com o capítulo, eu me senti totalmente inquieta. Deve ser barra levar essa vida dele, viver dessa forma; ele na verdade esconde algo que não é, esconde sua família, e deve ser ainda pior pensar assim. Esconder o que era para ele ser e o que não é. Nossa senhora, que angústia. Muito intenso. Capítulo perfeito!!
Realmente a vida do Louis é bem inquietante e angustiante e fico satisfeita por ter conseguido passar essa sensação com o capítulo. É aquela coisa de viver em um entre-lugar e não poder se verdadeiramente ele mesmo em nenhum dos dois mundo. Bem complicado.
Mais uma vez as palavras do dia se encaixando perfeitamente nas suas histórias. Só queria pegar o Louis e embalar no colo dizendo que vai ficar tudo bem que essa pressão em sua cabeça é insana e que ele só precisa ser ele que tudo dará certo no final. Até amanhã
Oie, querida!!!
Tudo bem?
Sim, essa palavra se encaixou muito bem no que eu queria para o capítulo. Ai, também morro de vontade de pegar o Louis no colo e dizer que vai ficar tudo bem e que, sim, metade disso é coisa da cabeça dele. Mas prometo que uma hora ele vai entender isso.
Muito obrigada! ♥
Beijinhos,
Thaís
Oi, tudo bem?
Cara, realmente muito ruim isso de estar em um não-lugar. Ele não pertence nem ao mundo bruxo, nem ao mundo trouxa. Embora eu acho que, no caso dele, o mundo trouxa poderia ser o caminho para algo maior, os desafios de tentar se incluir dentro dele é muito complicado, principalmente para quem cresceu na lógica dos bruxos e teve isso arrancado de si por não possuir magia. Ele tá precisando de uma terapia sim, para lidar melhor com essa situação. Ver novas possibilidades, quem sabe. Coitado. Fico bem triste por ele.
Beijos e até a próxima :*
Oie, querida!!!
Tudo bem?
Sim, acho que esse não-lugar e essa sensação de não pertencer são o ponto chave do que imagino como a experiência de um aborto. Também acho que o mundo trouxa traz mais possibilidades, mas tem toda a coisa de se adaptar e o fato de que o Louis realmente precisa de terapia, porque uma parte do problema tá sim na cabeça dele.
Muito obrigada! ♥
Beijinhos,
Thaís
Oieee! ❤️
O título combinou perfeitamente com o capítulo, eu me senti totalmente inquieta. Deve ser barra levar essa vida dele, viver dessa forma; ele na verdade esconde algo que não é, esconde sua família, e deve ser ainda pior pensar assim. Esconder o que era para ele ser e o que não é. Nossa senhora, que angústia. Muito intenso. Capítulo perfeito!!
Um grande beijo e até a próxima palavra!! ❤️❤️❤️
Oie, querida!!!
Tudo bem?
Realmente a vida do Louis é bem inquietante e angustiante e fico satisfeita por ter conseguido passar essa sensação com o capítulo. É aquela coisa de viver em um entre-lugar e não poder se verdadeiramente ele mesmo em nenhum dos dois mundo. Bem complicado.
Muito obrigada! ♥ ♥ ♥
Beijinhos,
Thaís
Aquela história de zanzar em dois lugares e não pertencer a lugar nenhum. Pobrezinho. A vontade de abraçar é real!
Oie, querida!!!
Tudo bem?
Acho que essa é a síntese de ser um aborto: zanzar pra lá e pra cá, mas não pertencer a lugar nenhum.
Muito obrigada! ♥
Beijinhos,
Thaís