Se o capítulo anterior progrediu mais da pessoalidade de Juno, este deu vez a Nirav, envolvendo Adhira, August, Samir... As figuras fizeram notar que o enredo já está bem estruturado, planejado, e isso parece óbvio num primeiro momento, mas nem todos escrevem à maneira "arquiteta". Desconfio que você sim, ou que já tenha a trama registrada em capítulos posteriores. Assim, imagino quantos serão os capítulos, quando o último for publicado; quantos serão os acontecimentos envolvendo as estações e suas representações, descrições, aliás. Já que estamos no verão... Fico cada vez mais curioso pelo conflito, acredita?
Bom, Nirav é uma figura promissora, de fato. O que me faz desconfiar mais. Suas interações com Juno nesse capítulo foram ótimas. O joguete no sebo, a estação, a caminhada pela calçada... Não há nada forçado entre eles, e isso é bom. Torna mais natural a relação, menos pretensiosa e inevitável, progredindo com calma. Acho ser esse o momento mais apaixonante entre duas pessoas, mesmo que haja mais e mesmo que as coisas venham a ficar complicadas antes de serem fáceis.
Sinto pequenas dicas nas metáforas, entrelinhas. O significado do nome do Nirav, como ele surgiu para Juno e como ela sente a si com ele; o efeito que seria como "segurar uma tempestade", ante ela. É como se ele fosse o ponto pacífico para ela, embora tenha potencial para ser o contrário, numa situação mais agitada; embora ela não pareça precisar disso, sendo centrada. Parece estar aproveitando o momento, como se algo no fundo martelasse que tudo vai mudar de repente; que terá que fazer uma escolha, decerto.
Enfim, no parágrafo 60, "Samar conseguiu...", faltou uma palavra. E isso sempre acontece, efeito do conteúdo ser autoral, né? Já está presente no imaginário, às vezes escapa aos olhos.
Eu não via a hora de trazer o ponto de vista do Nirav. De desenvolver mais a personalidade, a história dele.
Devo confessar que antes eu tinha imaginado escrever tudo a partir da perspectiva da Juno, mas senti que ficaria muito limitado em relação aos confrontos e ao desenvolvimento da trama. Então sim, eu sou mais escritora arquiteta mesmo! Eu tenho alguns roteiros, principalmente para organizar os acontecimentos (eu tenho muitas ideias sem parar, o que pode atrapalhar com muitos devaneios), mas algumas vezes eu gosto de construir essa base e ver como ela se desenvolve e, talvez, mexer nas estruturas.
Nossa, eu estou muito alegre que você citou as estações!!! Ninguém comentou disso comigo, e imagino que seja pela pouca quantidade de história ainda, vai ficar mais óbvio conforme o andar da carruagem. Entretanto, nossa, é um ponto muito importante na história e faz parte do conflito, sim!!
É interessante ver como a relação deles se desenvolve, ainda mais como eles se sentem confortáveis próximos, a ponto de falarem de problemas em suas vidas em um passeio tão casual. Mas esse tipo de conforto pode ser um pouco perigoso , não é mesmo? Tem essa sensação de que tudo o que pode dar certo, também pode ter tudo para dar errado.
Eu gosto muito como você lê nas entrelinhas dos personagens e das interações dele. No fundo, acho essa parte de debater sobre esses detalhes a parte mais legal do processo. E, bem, eu acabo me empolgando ainda mais!!
Opa, novamente, obrigada pela pontuação dessas palavras e letras comidas, hahaha. Realmente passa bem despercebido, mesmo você revisando sem parar! A vista parece quase viciada nesses detalhes!
Obrigada mesmo, de verdade! Tem sido incrível compartilhar a história com você e receber suas reações. Sou muito grata! Até o próximo! ❥
Se o capítulo anterior progrediu mais da pessoalidade de Juno, este deu vez a Nirav, envolvendo Adhira, August, Samir... As figuras fizeram notar que o enredo já está bem estruturado, planejado, e isso parece óbvio num primeiro momento, mas nem todos escrevem à maneira "arquiteta". Desconfio que você sim, ou que já tenha a trama registrada em capítulos posteriores. Assim, imagino quantos serão os capítulos, quando o último for publicado; quantos serão os acontecimentos envolvendo as estações e suas representações, descrições, aliás. Já que estamos no verão... Fico cada vez mais curioso pelo conflito, acredita?
Bom, Nirav é uma figura promissora, de fato. O que me faz desconfiar mais. Suas interações com Juno nesse capítulo foram ótimas. O joguete no sebo, a estação, a caminhada pela calçada... Não há nada forçado entre eles, e isso é bom. Torna mais natural a relação, menos pretensiosa e inevitável, progredindo com calma. Acho ser esse o momento mais apaixonante entre duas pessoas, mesmo que haja mais e mesmo que as coisas venham a ficar complicadas antes de serem fáceis.
Sinto pequenas dicas nas metáforas, entrelinhas. O significado do nome do Nirav, como ele surgiu para Juno e como ela sente a si com ele; o efeito que seria como "segurar uma tempestade", ante ela. É como se ele fosse o ponto pacífico para ela, embora tenha potencial para ser o contrário, numa situação mais agitada; embora ela não pareça precisar disso, sendo centrada. Parece estar aproveitando o momento, como se algo no fundo martelasse que tudo vai mudar de repente; que terá que fazer uma escolha, decerto.
Enfim, no parágrafo 60, "Samar conseguiu...", faltou uma palavra. E isso sempre acontece, efeito do conteúdo ser autoral, né? Já está presente no imaginário, às vezes escapa aos olhos.
À espera do próximo capítulo. Até lá :)
Eu não via a hora de trazer o ponto de vista do Nirav. De desenvolver mais a personalidade, a história dele.
Devo confessar que antes eu tinha imaginado escrever tudo a partir da perspectiva da Juno, mas senti que ficaria muito limitado em relação aos confrontos e ao desenvolvimento da trama. Então sim, eu sou mais escritora arquiteta mesmo! Eu tenho alguns roteiros, principalmente para organizar os acontecimentos (eu tenho muitas ideias sem parar, o que pode atrapalhar com muitos devaneios), mas algumas vezes eu gosto de construir essa base e ver como ela se desenvolve e, talvez, mexer nas estruturas.
Nossa, eu estou muito alegre que você citou as estações!!! Ninguém comentou disso comigo, e imagino que seja pela pouca quantidade de história ainda, vai ficar mais óbvio conforme o andar da carruagem. Entretanto, nossa, é um ponto muito importante na história e faz parte do conflito, sim!!
É interessante ver como a relação deles se desenvolve, ainda mais como eles se sentem confortáveis próximos, a ponto de falarem de problemas em suas vidas em um passeio tão casual. Mas esse tipo de conforto pode ser um pouco perigoso , não é mesmo? Tem essa sensação de que tudo o que pode dar certo, também pode ter tudo para dar errado.
Eu gosto muito como você lê nas entrelinhas dos personagens e das interações dele. No fundo, acho essa parte de debater sobre esses detalhes a parte mais legal do processo. E, bem, eu acabo me empolgando ainda mais!!
Opa, novamente, obrigada pela pontuação dessas palavras e letras comidas, hahaha. Realmente passa bem despercebido, mesmo você revisando sem parar! A vista parece quase viciada nesses detalhes!
Obrigada mesmo, de verdade! Tem sido incrível compartilhar a história com você e receber suas reações. Sou muito grata! Até o próximo! ❥
MEU DEUS!!!!!!!!!!!11 Eu nem sei o que comentar, só sei que amei! Eu senti como se eu estivesse vendo uma cena de um filme muito fofo!
Ai eles são muito meus amores ♥ Podia ficar só fazendo cena deles conversando, passeando, se envolvendo... Absolutamente tudo pra mim!
Obrigada mana!! De verdade, fico muito feliz! ❥