Eu adorei a forma como a Layla tá interagindo aos poucos com sua família, começando a conhecê-los. Ela não cresceu nesse mundo da realeza, então tudo é novo demais para ela. E para o Jeb então? Ela era um jardineiro e agora é um príncipe consorte. Amei quando foi dito, depois de Majestades, Suas Altezas Reais. Além das princesas, a saudação pode ser considerada para o Jeb também, né?
Fui pesquisar e o palácio de Hetzendorf existe mesmo. Ele parece estar mais afastado das áreas mais aglomeradas e urbanas. Tem um ar solitário, o que combinou perfeitamente com o clima do momento. A situação da Helga me fez lembrar de um diálogo de uma das minhas séries sobre sultões "Magnificent Century Kosem", era mais ou menos assim "Talvez essa seja sua punição, pois todos os tiranos morrem sozinhos". Entretanto não vejo a Wanessa como tirana. Ela errou muito e agora tá pagando pelos erros, está sozinha.
Eu reli essa parte da Layla e Wanessa ouvindo Sombras Outonais do Alexandre Guerra, recomendo! Gostei como a Layla/Eris agiu. Não sei e nem acho se ela será capaz de perdoar a Helga/Wanessa um dia, porém, acho que a Layla decidiu seguir em frente e dar paz a si mesma, esperando que a prima faça o mesmo consigo um dia.
Me lembrei de Avatar, quando a personagem da Katara tem a chance de eliminar o assassino da sua mãe, porém não o faz, porque não quer agir como ele e, ao mesmo tempo, resolveu seguir em frente, embora não tivesse perdoado no fundo. O perdão é algo nobre, admirável e libertador para si mesmo, porém difícil, dependendo da situação, então eu sou adepta do seguir em frente, sem ficar presa ao passado.
Oi! Desculpa a demora para responder! Estava focada em meu curso online, claro, (de alemão, inclusive, para combinar com esse capítulo hahaha) nessas últimas semanas. As aulas terminaram sexta passada, e agora estou retornando ao Nyah.
É bastante difícil para mim retratar a relação da Layla com o Werner e a Freya, já que nunca sei quanta intimidade devo adicionar. Afinal, apesar de eles serem uma família de sangue, no tempo da fanfic eles se conhecem há uns 4 meses só. Então tento sempre retratar que eles estão se conhecendo ainda, que Layla está aprendendo a amar seus pais biológicos aos poucos, com convívio. E sobre o Jeb: fico só imaginando a loucura que foi para ele. Socorro. Ele estava lá numa boa sendo jardineiro na Dinamarca e, de uma hora pra outra, se transformou em um Príncipe na Germânia - com 0 conhecimeto de alemão, ainda por cima hahah. Respondendo a sua pergunta: Sua Alteza Real se referiria a Jeb também. Ele seria considerado um Príncipe, assim como, por exemplo, o marido da Princesa Herdeira da Suécia atualmente, que tem o título de Príncipe. Quando a Layla se tornar Rainha, ele será o Príncipe Consorte, como era o marido da Rainha Margrethe II da Dinamarca ( e o Príncipe Philip, se não me engano).
Sim, esse palácio existe mesmo. Passei umas boas horas pesquisando "palácios em Viena" até que achei esse aí, o qual julguei se encaixar bem à situação. Na verdade, a ideia inicial era ter a Wanessa/Helga em uma prisão de verdade, bem mais extremo. Mas então lembrei que muitos nobres, quando "presos", ficavam isolados em palácios mais afastados.
Outra coisa que também faria inicialmente era a Layla perdoar a Helga, como já disse nas notas. Mas, depois de refletir um pouco mais sobre a situação toda, concluí que não seria assim tão fácil. Agora, como você falou, não acho que ela será capaz de perdoar a prima no futuro. Espero que as duas, pelo menos, possam seguir em frente; a Layla como Rainha, e a Helga... bom, não sei ao certo, mas espero que ela encontre seu caminho depois de cumprir sua pena.
Vou tentar reler essa parte das duas com essa música. Na verdade, estou ouvindo agora enquanto escrevo essa resposta hahaha
Eu adorei a forma como a Layla tá interagindo aos poucos com sua família, começando a conhecê-los. Ela não cresceu nesse mundo da realeza, então tudo é novo demais para ela. E para o Jeb então? Ela era um jardineiro e agora é um príncipe consorte. Amei quando foi dito, depois de Majestades, Suas Altezas Reais. Além das princesas, a saudação pode ser considerada para o Jeb também, né?
Fui pesquisar e o palácio de Hetzendorf existe mesmo. Ele parece estar mais afastado das áreas mais aglomeradas e urbanas. Tem um ar solitário, o que combinou perfeitamente com o clima do momento. A situação da Helga me fez lembrar de um diálogo de uma das minhas séries sobre sultões "Magnificent Century Kosem", era mais ou menos assim "Talvez essa seja sua punição, pois todos os tiranos morrem sozinhos". Entretanto não vejo a Wanessa como tirana. Ela errou muito e agora tá pagando pelos erros, está sozinha.
Eu reli essa parte da Layla e Wanessa ouvindo Sombras Outonais do Alexandre Guerra, recomendo! Gostei como a Layla/Eris agiu. Não sei e nem acho se ela será capaz de perdoar a Helga/Wanessa um dia, porém, acho que a Layla decidiu seguir em frente e dar paz a si mesma, esperando que a prima faça o mesmo consigo um dia.
Me lembrei de Avatar, quando a personagem da Katara tem a chance de eliminar o assassino da sua mãe, porém não o faz, porque não quer agir como ele e, ao mesmo tempo, resolveu seguir em frente, embora não tivesse perdoado no fundo. O perdão é algo nobre, admirável e libertador para si mesmo, porém difícil, dependendo da situação, então eu sou adepta do seguir em frente, sem ficar presa ao passado.
Oi! Desculpa a demora para responder! Estava focada em meu curso online, claro, (de alemão, inclusive, para combinar com esse capítulo hahaha) nessas últimas semanas. As aulas terminaram sexta passada, e agora estou retornando ao Nyah.
É bastante difícil para mim retratar a relação da Layla com o Werner e a Freya, já que nunca sei quanta intimidade devo adicionar. Afinal, apesar de eles serem uma família de sangue, no tempo da fanfic eles se conhecem há uns 4 meses só. Então tento sempre retratar que eles estão se conhecendo ainda, que Layla está aprendendo a amar seus pais biológicos aos poucos, com convívio. E sobre o Jeb: fico só imaginando a loucura que foi para ele. Socorro. Ele estava lá numa boa sendo jardineiro na Dinamarca e, de uma hora pra outra, se transformou em um Príncipe na Germânia - com 0 conhecimeto de alemão, ainda por cima hahah. Respondendo a sua pergunta: Sua Alteza Real se referiria a Jeb também. Ele seria considerado um Príncipe, assim como, por exemplo, o marido da Princesa Herdeira da Suécia atualmente, que tem o título de Príncipe. Quando a Layla se tornar Rainha, ele será o Príncipe Consorte, como era o marido da Rainha Margrethe II da Dinamarca ( e o Príncipe Philip, se não me engano).
Sim, esse palácio existe mesmo. Passei umas boas horas pesquisando "palácios em Viena" até que achei esse aí, o qual julguei se encaixar bem à situação. Na verdade, a ideia inicial era ter a Wanessa/Helga em uma prisão de verdade, bem mais extremo. Mas então lembrei que muitos nobres, quando "presos", ficavam isolados em palácios mais afastados.
Outra coisa que também faria inicialmente era a Layla perdoar a Helga, como já disse nas notas. Mas, depois de refletir um pouco mais sobre a situação toda, concluí que não seria assim tão fácil. Agora, como você falou, não acho que ela será capaz de perdoar a prima no futuro. Espero que as duas, pelo menos, possam seguir em frente; a Layla como Rainha, e a Helga... bom, não sei ao certo, mas espero que ela encontre seu caminho depois de cumprir sua pena.
Vou tentar reler essa parte das duas com essa música. Na verdade, estou ouvindo agora enquanto escrevo essa resposta hahaha
Até o próximo!
xoxo ♥ ACE