É, mas infelizmente a vida não é bonita e essas crianças têm que crescer muito depressa pra sobreviver. É isso aue significa ela não ter visto a Diana...
Yep, ela mesma. É triste, eu fiquei oensando se colocaria ou não esse capítulo na história, mas resolvi colocar porque é um pouco necessário, infelizmente, dentro da minha proposta de história.
AI, A PRINCESA VOLTOU! ESSE MOMENTO É MEEEEEEEEU (sem comentários pra essa piada aí)
Mano do céu, é frustrante o quanto esse mundo é INJUSTO e com a ficção dá pra apontar bem essas desigualdades de perto pra que as pessoas sintam empatia por quem não tem as mesmas oportunidades (ou nenhuma oportunidade) e talvez comecem a lutar pra mudar isso. Eu já imaginava que ela não ia pra escola, mas ainda assim doeu...
"moço do Meiér Presente" POLICIAL FILHO DE UMA PUTA
Sinceramente, no RJ, eu não confio em quem não tem medo de policial (a não ser que a pessoa não sinta medo porque enfrenta eles diretamente, aí é de uma puta coragem). Os caras fazem tanta merda contra um monte de minoria, ainda que o racismo e o ódio aos pobres sejam os mais gritantes. Não consigo deixar de sentir raiva e medo de quem pode matar familiares meus só porque eles estão com uma furadeira ou um guarda chuva na mão. Mas enfim
Poxa, eu tava esperando que ela reconhecesse a Diana! O que quer dizer que ela perdeu a imaginação e o encanto da infância? De qualquer forma foi ainda mais triste. E essa despedida, então?
É engraçado como as coisas são, né? Na vida, provavelmente as pessoas nem olhariam pra essa menina (eu sei, porque nem olharam mesmo, eu me baseei em uma família real). Aí se ela começa a mexer em coisas, já olham com desconfiança e medo. E cara, é ela que ta com muito mais medo na verdade... Eu quis fazer as pessoas olharem e pensarem sobre esse tipo de vivência, não sei se consegui muito bem, mas é isso.
Sim, eu morro de medo de policial, principalmente no Rio e SEI que tenho uma posição bastante privilegiada por não morar numa favela ou na rua mesmo e não ser a vítima direta da violência deles.
A ideia dela não reconjecer a fada é justamente essa daí mesmo :(
Gostei desse pensamento do que pode representar segurança pra uns, ser o terror de outros. É bem assim a vida nas comunidades cariocas, às vezes parece que a gente vive numa dimensão diferente do resto do mundo.
Mas é bem real isso mesmo, né? A polícia era pra ser algo pra garantir a integridade de todo mundo, mas só garante de uma pequena minoria em detrimento dos pobres. São realidades paralelas mesmo já.
Não sei se minha mente anda muito.... Complexada com a humanidade. Mas no trecho que "tentando se esconder do moço do Méier" eu já fiquei nervosa porque me passou pela cabeça que ele faz algo com ela.
E como assim, fez uma reverência? Princesa? Meeeee
Méier Presente é a polícia/guarda local do bairro, que fica patrulhando contra assaltante, essas coisas. Só que né, sabemos o que acontece com quem é preto e pobre, vira alvo...
Ma'am, que capítulo triste. Olha como a inocência de criança já se perdeu, sequer reconhecendo aquela que um dia viu quando menorzinha, quando ainda tinha esperança de ser algo diferente, uma realidade distinta à sua. T_T
É triste porque a realidade é triste, sabe? Por mais que a história seja sobre uma fada, ela também é sobre o cotidiano da cidade na perspectiva de quem ta fora~
Tivemos alguns capitulos fofos e, DE REPENTE, a fic veio com um angsty pesado bem na minha cara. Bom, eu estava me questionando se nós veríamos a menininha novamente, e voi lá. Ah... Ela tá fugindo da polícia? Meu pai amado, meu coração por ela só doi cada vez mais...
E ela já perdeu boa parte da inocencia, então não vê mais a Diana. Isso doi tanto ;-;. Principalmente a Diana se despedindo dela, pq sabe que a partir dai vai ser muito difícil pra menina sequer lembrar que ela existe. Isso doi bastante, e cria aquele questionamento se essas criaturinhas são reais e a gente que ignora elas, não consegue vê-las. Ai, tristeza ;-;
De vez em quando a gente tem que dar umas sacudidas no leitor pra lembrar qje estamos na realidade da cidade do Rio e ela nem sempre é tão bonita e fofa.
Sabe que toda a ideia dessa fic é justamente sobre essas coisas serem reais e a gente que não para pra ver/não consegue ver porque perdeu a capacidade de observar a magia do mundo.
A Princesa afungedou uma fadinha kkkkk
Meu Deus!!!!!
A Diana poderia ter sido sua fada madrinha, bobinha.
É, mas infelizmente a vida não é bonita e essas crianças têm que crescer muito depressa pra sobreviver. É isso aue significa ela não ter visto a Diana...
Bjos
É a mesma menina de uns capítulos atrás? Senti a bad daqui :( Mas é realmente triste pensar que é uma aliterada que não acaba mais T.T
Kisses e até amanhã o/
Yep, ela mesma. É triste, eu fiquei oensando se colocaria ou não esse capítulo na história, mas resolvi colocar porque é um pouco necessário, infelizmente, dentro da minha proposta de história.
Bjo
AI, A PRINCESA VOLTOU! ESSE MOMENTO É MEEEEEEEEU (sem comentários pra essa piada aí)
Mano do céu, é frustrante o quanto esse mundo é INJUSTO e com a ficção dá pra apontar bem essas desigualdades de perto pra que as pessoas sintam empatia por quem não tem as mesmas oportunidades (ou nenhuma oportunidade) e talvez comecem a lutar pra mudar isso. Eu já imaginava que ela não ia pra escola, mas ainda assim doeu...
"moço do Meiér Presente" POLICIAL FILHO DE UMA PUTA
Sinceramente, no RJ, eu não confio em quem não tem medo de policial (a não ser que a pessoa não sinta medo porque enfrenta eles diretamente, aí é de uma puta coragem). Os caras fazem tanta merda contra um monte de minoria, ainda que o racismo e o ódio aos pobres sejam os mais gritantes. Não consigo deixar de sentir raiva e medo de quem pode matar familiares meus só porque eles estão com uma furadeira ou um guarda chuva na mão. Mas enfim
Poxa, eu tava esperando que ela reconhecesse a Diana! O que quer dizer que ela perdeu a imaginação e o encanto da infância? De qualquer forma foi ainda mais triste. E essa despedida, então?
Nossa, esse capítulo doeu todinho :c
É engraçado como as coisas são, né? Na vida, provavelmente as pessoas nem olhariam pra essa menina (eu sei, porque nem olharam mesmo, eu me baseei em uma família real). Aí se ela começa a mexer em coisas, já olham com desconfiança e medo. E cara, é ela que ta com muito mais medo na verdade... Eu quis fazer as pessoas olharem e pensarem sobre esse tipo de vivência, não sei se consegui muito bem, mas é isso.
Sim, eu morro de medo de policial, principalmente no Rio e SEI que tenho uma posição bastante privilegiada por não morar numa favela ou na rua mesmo e não ser a vítima direta da violência deles.
A ideia dela não reconjecer a fada é justamente essa daí mesmo :(
Bjo
Gostei desse pensamento do que pode representar segurança pra uns, ser o terror de outros. É bem assim a vida nas comunidades cariocas, às vezes parece que a gente vive numa dimensão diferente do resto do mundo.
Mas é bem real isso mesmo, né? A polícia era pra ser algo pra garantir a integridade de todo mundo, mas só garante de uma pequena minoria em detrimento dos pobres. São realidades paralelas mesmo já.
Bjo
Olá ♥
Não sei se minha mente anda muito.... Complexada com a humanidade. Mas no trecho que "tentando se esconder do moço do Méier" eu já fiquei nervosa porque me passou pela cabeça que ele faz algo com ela.
E como assim, fez uma reverência? Princesa? Meeeee
Méier Presente é a polícia/guarda local do bairro, que fica patrulhando contra assaltante, essas coisas. Só que né, sabemos o que acontece com quem é preto e pobre, vira alvo...
Sim, é a princesa.
Bjo
Hello!!
Ma'am, que capítulo triste. Olha como a inocência de criança já se perdeu, sequer reconhecendo aquela que um dia viu quando menorzinha, quando ainda tinha esperança de ser algo diferente, uma realidade distinta à sua. T_T
Ain, credo. Triste mesmo!
É triste porque a realidade é triste, sabe? Por mais que a história seja sobre uma fada, ela também é sobre o cotidiano da cidade na perspectiva de quem ta fora~
Bjos
Essa seria a princesa lado do outro capítulo? Então parece que passou um tempinho entre esses capítulos né? Aqui tem o aterro presente kkk
Isso mesmo. A história não é bem linear, ela pode se passar em qualquer dia/ano, porque é mais cotidiano mesmo ;)
Acho que todo bairro tem isso agora.
Bjo
ai...........
Tivemos alguns capitulos fofos e, DE REPENTE, a fic veio com um angsty pesado bem na minha cara. Bom, eu estava me questionando se nós veríamos a menininha novamente, e voi lá. Ah... Ela tá fugindo da polícia? Meu pai amado, meu coração por ela só doi cada vez mais...
E ela já perdeu boa parte da inocencia, então não vê mais a Diana. Isso doi tanto ;-;. Principalmente a Diana se despedindo dela, pq sabe que a partir dai vai ser muito difícil pra menina sequer lembrar que ela existe. Isso doi bastante, e cria aquele questionamento se essas criaturinhas são reais e a gente que ignora elas, não consegue vê-las. Ai, tristeza ;-;
De vez em quando a gente tem que dar umas sacudidas no leitor pra lembrar qje estamos na realidade da cidade do Rio e ela nem sempre é tão bonita e fofa.
Sabe que toda a ideia dessa fic é justamente sobre essas coisas serem reais e a gente que não para pra ver/não consegue ver porque perdeu a capacidade de observar a magia do mundo.
Beijinho