É engraçado como acreditamos que aqueles que são mais fortes, ou mesmo mais inteligentes, sempre serão os últimos a cair. Como acreditamos que os personagens principais sempre serão os responsáveis por salvar o mundo. Aqui, o contrário foi muito bem colocado. Nessa realidade, o ímpeto de defender os amigos, confiando em suas habilidades de destaque, matou muitos dos personagens que mais se destacaram no passado. Não me surpreende que, de fato, a Mônica tenha sido uma das primeiras a morrer. Muito bem colocado, parabéns =)
Como disse no capítulo anterior, você está fazendo um ótimo trabalho com o ponto de vista dos personagens. Cada um está no tom certo. Com o Mauro não foi diferente.
A atmosfera que você deu ao capítulo foi impressionante. Como sempre, cada palavra, colocada da maneira certa, fortificou a emoção de estar na mente de um personagem (excelente trabalho com a narrativa em primeira pessoa). Creio que minha parte preferida em todo o capítulo foi o momento em que Mauro confessou seu "ódio" e seu poder extravasou. Quando perdemos alguém, é difícil admitir que culpamos, sim, algumas de suas atitudes estúpidas. Ou mesmo suas atitudes corajosas parecem irracionais, quando na maioria das vezes a irracionalidade desse ato é comum. É difícil admitir a hipocrisia que é não querer aceitar a ideia da sobrevivência às custas daqueles que amamos como algo justificável, quando nós mesmos faríamos o mesmo por eles.
Por vezes, Mauro se chamou de covarde e se escondeu atrás do Lobo. Tantas situações provaram o contrário. Quantas vezes quase não morreu para salvar aqueles que ama? Quantas vezes não agiu da maneira irracional que tanto condena? Mauro não é um covarde. Ele merece sobreviver. Todos aí merecem.
Mauro sofre de algo chamado “culpa do sobrevivente”. Como já foi dito antes, ele não era parte do grupo que sofria o estresse de salvar o mundo. Tudo foi novo, assustador e brutal de uma só vez.
Mauro não é covarde, sabemos disso. É só a explicação que ele encontrou pra sair fisicamente ileso de uma catástrofe que dizimou sua família. É difícil pra humanos aceitar que algumas coisas não têm explicação.
Estou feliz que tenha gostado da história, e espero te ver na próxima =)
Olá =)
É engraçado como acreditamos que aqueles que são mais fortes, ou mesmo mais inteligentes, sempre serão os últimos a cair. Como acreditamos que os personagens principais sempre serão os responsáveis por salvar o mundo. Aqui, o contrário foi muito bem colocado. Nessa realidade, o ímpeto de defender os amigos, confiando em suas habilidades de destaque, matou muitos dos personagens que mais se destacaram no passado. Não me surpreende que, de fato, a Mônica tenha sido uma das primeiras a morrer. Muito bem colocado, parabéns =)
Como disse no capítulo anterior, você está fazendo um ótimo trabalho com o ponto de vista dos personagens. Cada um está no tom certo. Com o Mauro não foi diferente.
A atmosfera que você deu ao capítulo foi impressionante. Como sempre, cada palavra, colocada da maneira certa, fortificou a emoção de estar na mente de um personagem (excelente trabalho com a narrativa em primeira pessoa). Creio que minha parte preferida em todo o capítulo foi o momento em que Mauro confessou seu "ódio" e seu poder extravasou. Quando perdemos alguém, é difícil admitir que culpamos, sim, algumas de suas atitudes estúpidas. Ou mesmo suas atitudes corajosas parecem irracionais, quando na maioria das vezes a irracionalidade desse ato é comum. É difícil admitir a hipocrisia que é não querer aceitar a ideia da sobrevivência às custas daqueles que amamos como algo justificável, quando nós mesmos faríamos o mesmo por eles.
Por vezes, Mauro se chamou de covarde e se escondeu atrás do Lobo. Tantas situações provaram o contrário. Quantas vezes quase não morreu para salvar aqueles que ama? Quantas vezes não agiu da maneira irracional que tanto condena? Mauro não é um covarde. Ele merece sobreviver. Todos aí merecem.
O capítulo ficou excelente. Até o próximo =)
Olá, Themis!
Mauro sofre de algo chamado “culpa do sobrevivente”. Como já foi dito antes, ele não era parte do grupo que sofria o estresse de salvar o mundo. Tudo foi novo, assustador e brutal de uma só vez.
Mauro não é covarde, sabemos disso. É só a explicação que ele encontrou pra sair fisicamente ileso de uma catástrofe que dizimou sua família. É difícil pra humanos aceitar que algumas coisas não têm explicação.
Estou feliz que tenha gostado da história, e espero te ver na próxima =)