Sabe, quando li no capítulo passado que este seria o último, fiquei em choque. Você havia me dito que a história estava alcançando seu desfecho, mas eu pensei que ainda teríamos mais alguns capítulos. Chegar, realmente, ao final, é ainda mais chocante. Tentei organizar minhas ideias para montar esse capítulo, mas cada organização que fazia não parecia ser o suficiente. Decidi, então, apenas deixar esse comentário fluir. Desculpe pela possível desorganização =)
Acho que a melhor maneira de começar esse comentário é, de fato, pelo começo. Lembro-me de ter clicado nessa história para ler muito antes de realmente fazê-lo. Eu a deixei nas abas de internet do meu celular por algum tempo porque não estava com muita cabeça na época. Lembro que a sinopse foi bem atrativa e que eu precisava lê-la, depois. O tempo passou e eu acabei esquecendo ela entre as abas de internet (minha péssima memória e minha horrível mania de acumular abas de internet), mas eu queria voltar a acessar o Nyah! com a frequência que fazia antes, queria voltar a ler fanfics. Então lembro que fui nas duas categorias que mais acesso nesse site para encontrar algo para ler. Foi um pouco decepcionante não encontra algo que chamasse minha atenção e, quando encontrava, o primeiro capítulo não me fazia ficar. Passei algum tempo olhando as fanfics e então lembrei que eu tinha guardado uma história para ler depois, quando estivesse com a cabeça mais livre, e corri para procurá-la, torcendo muito para que a autora não a tivesse excluído. Ela ainda estava ali e, olha só, fico muito feliz de não ter deixado de procurar naquele dia.
Quando eu comecei a ler essa fanfic, acreditava que ela seguiria um rumo diferente do que ela seguiu. Pensei que ela teria uma quantidade de capítulos menor e que permaneceria na trama apresentada nos primeiros capítulos. Achei que a história falaria apenas sobre aquela viagem no tempo e na busca para evitar o apocalipse. Imagine então minha surpresa quando descobri que na verdade estavam em uma realidade paralela e que teriam de voltar para o apocalipse em sua própria realidade. Estou tão feliz por ter errado.
Meia Lua se tornou bem mais que apenas uma fanfic que eu li por aqui. Ela tomou proporções maiores quando virou uma rotina fixa nos meus dias. Lembro-me de acordar e pegar o celular para ler os capítulos, todos os dias, até que alcancei até onde você tinha publicado. Ler essa história e comentar todos os dias virou algo familiar. Você entende que me fez voltar a acessar esse site com mais frequência? Fico muito grata por isso, de verdade. Muito mesmo.
Eu me apeguei a personagens que sequer notava nos quadrinhos (e mesmo nas fanfics). Você me fez torcer descontroladamente para que o Cássio e o Mauro ficassem juntos. A cada capítulo que passava, eu mergulhava mais e mais no relacionamento desses dois e logo me vi completamente submersa. Não sei explicar o quão forte foi a construção do relacionamento desses dois para mim (talvez você já tenha percebido isso pelos meus comentários descontrolados a respeito desses dois). Lembro de quando o Mauro aparentemente morreu e o Cássio surtou e como aquele capítulo me tocou (tanto que foi o capítulo decisivo que me fez recomendar Meia Lua). Ou mesmo quando o Cássio foi mordido e você destroçou meu coração (aquela carta foi tão, tão intensa. Você me fez chorar com ela). E também o primeiro beijo dos dois. Como eu fiquei feliz com aquele capítulo. Sei que eles não seguiram pelo caminho que eu tanto torci para que seguissem, mas sei que, hoje, não iria pedir para que você mudasse nada se tivesse como fazer isso. Simplesmente não o faria. O relacionamento que você construiu para os dois, cada detalhe, é especial. Algo que eu nunca tinha visto antes. E cada decisão fez as coisas se encaixarem tão bem. Eu nunca mais verei nenhum desses personagens da mesma forma, mas o Cássio e o Mauro? Eles foram a junção mais especial de todas e vai ser difícil torcer, em outras histórias, que eles fiquem com qualquer um que não o outro. Estou sendo repetitiva? Não sei, mas, caramba, como esse relacionamento é especial. Tão intenso, firme e real.
E também tem o Luca, meu personagem preferido. Como disse antes, ele não é o personagem ao qual me apeguei mais (Mauro e Cássio são), mas ele é indiscutivelmente meu preferido. É a primeira vez que algo assim acontece. Passei a respeitar esse personagem e a admirar suas atitudes. Com a pouca idade que tinha, assumiu a liderança e se responsabilizou por decisões extremamente difíceis. Há também a forma como ele se despedaçou por dentro e lutou para não tornar sua tristeza algo externo. Os que estavam ali precisavam de alguém forte para os guiar e foi exatamente isso que ele se tornou para eles. Moldou um Luca forte e firme que, apesar de estar tão destruído por dentro, manteve-se inteiro por eles. Tem uma frase que você escreveu que até hoje não sai da minha cabeça. "Vê-lo se despedaçar sem um ruído parecia tão errado" foram as palavras que você usou para descrever o Luca sob o ponto de vista de outro personagem (o Cássio, se eu não me engano) e elas me marcaram até hoje. Admiro a força do Luca. Creio que cada momento em que você o descreveu apenas fortaleceu minha preferência por esse personagem. Caramba, é tão intenso. Ele passou por cima de suas próprias dificuldades, mesmo que elas continuassem consumindo sua mente, para ajudá-los. Foi como um pai para todos aí. Passou tanto tempo sem ver o céu ao vivo. Tanto tempo. Luca é, sem sombra de dúvidas, o mais intenso dos personagens. Inclusive, agora surgiu uma dúvida, o que a fez escolhê-lo como personagem para essa história?
Acho que o Fred foi o que menos me apeguei no decorrer da história, mas gosto muito de sua construção. Ver uma mente tão brilhante começar sucumbir em meio a insanidade foi um toque de ouro. Seus momentos de desequilíbrio tinham lá seu caráter cômico, mas também eram sérios e intensos. Em meio a um mundo de tragédias, vê-lo se perder pode adquirir certa veia humorística, mas então vem a consciência do quão sérias são as palavras que descreveram esses momentos. Sua importância para a sobrevivência do grupo também é evidente. Ele foi o responsável pelo lugar seguro que passaram a chamar de lar e também pelo conhecimento necessário para mantê-lo. Mais que isso, também, seu comportamento excêntrico equilibrou a racionalidade excessiva de Luca (como você mesma apontou). É isso que mais me encanta nessa história: Ela é tão bem planejada que todos os personagens são de extrema importância para seu desenvolvimento.
E a Marina, o que falar dela? Ela trouxe cor para o mundo novamente. Sua chegada alegrou os dias dos quatro e os fez retomar uma rotina familiar e saudável. O lápis mágico e suas habilidades com desenho foram essenciais para a sobrevivência do grupo, assim como sua própria presença. Apesar do relacionamento pouco saudável com o Fred, também foi a responsável por trazer de volta para ele estabilidade e felicidade. Lembro de como a alegria voltou para a vida deles quando a Marina se juntou ao grupo. Eu a adoro.
Volto a usar esse espaço também para elogiar todo o planejamento que você fez. As pesquisas, o cuidado com a construção dos personagens e a paciência com os seus desenvolvimentos. Cada informação colocada não estava ali por acaso. Isso é incrível. Incrível. O cuidado em cada capítulo foi evidente e vou sempre parabenizá-la por isso. A ideia do Arquivo, por exemplo, é maravilhosa. Parabéns por toda a dedicação, de verdade. Você fez, e tenho certeza de que ainda vai fazer, um trabalho maravilhoso.
Apesar de que ainda temos o epílogo e teremos a continuação (se eu não me engano) e as ones para ler, não posso evitar ficar triste com esse clima de despedida. Meia Lua passou a fazer parte da minha vida de uma maneira muito especial e eu vou, para sempre, guardar seus personagens com muito carinho no meu coração.
Obrigada por tudo e vou correndo - e com um peso no coração - ler o epílogo =)
Não sei como agradecer por suas palavras ou seu apoio constante. Também virou uma parte aguardada da minha rotina ler seus comentários semanais, e esperar sua reação a cada novo capítulo. "Obrigada" não é suficiente, nem de longe. Como eu disse antes, essa caminhada é mais feliz com companhia.
Sério, você achou a sinopse atrativa? Lutei horrores pra dizer alguma coisa ali, e não parecer chamada de filme de ação B. Até hoje tenho dificuldade com aqueles comentários antes e após cada capítulo.
Cássio e Mauro... Também são meu não-casal favorito, rs. Foi divertido assistir sua torcida por eles. Imaginar você lendo outras histórias e pensando que o Cas ficaria melhor com o Mauro que com a Cascuda ou mesmo a Magá... Ri e quase explodi de orgulho.
Como o Luca foi parar nessa confusão? No cânon, é Fred quem faz a manutenção da cadeira que ele normalmente usa (com uma porção de funções a mais, ela até voa) nas histórias, então faria sentido eles estarem juntos com frequência. Não pensei muito, na verdade; só pareceu certo. Não imaginei que ele fosse se tornar tão fundamental pra história.
Fred a seu modo, foi essencial também; ele era o apoio físico (mesmo terrível como é, Odin ainda precisa de ajuda com prateleiras) e emocional de Luca; Queria ter podido contar das inúmeras horas que eles passavam sozinhos, esperando que Mauro e Cas conseguissem voltar. Eles são complicados.
Marina... ela foi uma personagem mais difícil que eu previa, mas estou feliz que ela tenha ficado crível. Torço que ela apareça mais na continuação.
Boa parte da qualidade que consegui foi graças à ajuda e conselhos de Arymura, a melhor e mais dedicada leitora beta que eu poderia desejar. Aproveito pra agradecer a ela mais uma vez por aqui.
Olá =)
Sabe, quando li no capítulo passado que este seria o último, fiquei em choque. Você havia me dito que a história estava alcançando seu desfecho, mas eu pensei que ainda teríamos mais alguns capítulos. Chegar, realmente, ao final, é ainda mais chocante. Tentei organizar minhas ideias para montar esse capítulo, mas cada organização que fazia não parecia ser o suficiente. Decidi, então, apenas deixar esse comentário fluir. Desculpe pela possível desorganização =)
Acho que a melhor maneira de começar esse comentário é, de fato, pelo começo. Lembro-me de ter clicado nessa história para ler muito antes de realmente fazê-lo. Eu a deixei nas abas de internet do meu celular por algum tempo porque não estava com muita cabeça na época. Lembro que a sinopse foi bem atrativa e que eu precisava lê-la, depois. O tempo passou e eu acabei esquecendo ela entre as abas de internet (minha péssima memória e minha horrível mania de acumular abas de internet), mas eu queria voltar a acessar o Nyah! com a frequência que fazia antes, queria voltar a ler fanfics. Então lembro que fui nas duas categorias que mais acesso nesse site para encontrar algo para ler. Foi um pouco decepcionante não encontra algo que chamasse minha atenção e, quando encontrava, o primeiro capítulo não me fazia ficar. Passei algum tempo olhando as fanfics e então lembrei que eu tinha guardado uma história para ler depois, quando estivesse com a cabeça mais livre, e corri para procurá-la, torcendo muito para que a autora não a tivesse excluído. Ela ainda estava ali e, olha só, fico muito feliz de não ter deixado de procurar naquele dia.
Quando eu comecei a ler essa fanfic, acreditava que ela seguiria um rumo diferente do que ela seguiu. Pensei que ela teria uma quantidade de capítulos menor e que permaneceria na trama apresentada nos primeiros capítulos. Achei que a história falaria apenas sobre aquela viagem no tempo e na busca para evitar o apocalipse. Imagine então minha surpresa quando descobri que na verdade estavam em uma realidade paralela e que teriam de voltar para o apocalipse em sua própria realidade. Estou tão feliz por ter errado.
Meia Lua se tornou bem mais que apenas uma fanfic que eu li por aqui. Ela tomou proporções maiores quando virou uma rotina fixa nos meus dias. Lembro-me de acordar e pegar o celular para ler os capítulos, todos os dias, até que alcancei até onde você tinha publicado. Ler essa história e comentar todos os dias virou algo familiar. Você entende que me fez voltar a acessar esse site com mais frequência? Fico muito grata por isso, de verdade. Muito mesmo.
Eu me apeguei a personagens que sequer notava nos quadrinhos (e mesmo nas fanfics). Você me fez torcer descontroladamente para que o Cássio e o Mauro ficassem juntos. A cada capítulo que passava, eu mergulhava mais e mais no relacionamento desses dois e logo me vi completamente submersa. Não sei explicar o quão forte foi a construção do relacionamento desses dois para mim (talvez você já tenha percebido isso pelos meus comentários descontrolados a respeito desses dois). Lembro de quando o Mauro aparentemente morreu e o Cássio surtou e como aquele capítulo me tocou (tanto que foi o capítulo decisivo que me fez recomendar Meia Lua). Ou mesmo quando o Cássio foi mordido e você destroçou meu coração (aquela carta foi tão, tão intensa. Você me fez chorar com ela). E também o primeiro beijo dos dois. Como eu fiquei feliz com aquele capítulo. Sei que eles não seguiram pelo caminho que eu tanto torci para que seguissem, mas sei que, hoje, não iria pedir para que você mudasse nada se tivesse como fazer isso. Simplesmente não o faria. O relacionamento que você construiu para os dois, cada detalhe, é especial. Algo que eu nunca tinha visto antes. E cada decisão fez as coisas se encaixarem tão bem. Eu nunca mais verei nenhum desses personagens da mesma forma, mas o Cássio e o Mauro? Eles foram a junção mais especial de todas e vai ser difícil torcer, em outras histórias, que eles fiquem com qualquer um que não o outro. Estou sendo repetitiva? Não sei, mas, caramba, como esse relacionamento é especial. Tão intenso, firme e real.
E também tem o Luca, meu personagem preferido. Como disse antes, ele não é o personagem ao qual me apeguei mais (Mauro e Cássio são), mas ele é indiscutivelmente meu preferido. É a primeira vez que algo assim acontece. Passei a respeitar esse personagem e a admirar suas atitudes. Com a pouca idade que tinha, assumiu a liderança e se responsabilizou por decisões extremamente difíceis. Há também a forma como ele se despedaçou por dentro e lutou para não tornar sua tristeza algo externo. Os que estavam ali precisavam de alguém forte para os guiar e foi exatamente isso que ele se tornou para eles. Moldou um Luca forte e firme que, apesar de estar tão destruído por dentro, manteve-se inteiro por eles. Tem uma frase que você escreveu que até hoje não sai da minha cabeça. "Vê-lo se despedaçar sem um ruído parecia tão errado" foram as palavras que você usou para descrever o Luca sob o ponto de vista de outro personagem (o Cássio, se eu não me engano) e elas me marcaram até hoje. Admiro a força do Luca. Creio que cada momento em que você o descreveu apenas fortaleceu minha preferência por esse personagem. Caramba, é tão intenso. Ele passou por cima de suas próprias dificuldades, mesmo que elas continuassem consumindo sua mente, para ajudá-los. Foi como um pai para todos aí. Passou tanto tempo sem ver o céu ao vivo. Tanto tempo. Luca é, sem sombra de dúvidas, o mais intenso dos personagens. Inclusive, agora surgiu uma dúvida, o que a fez escolhê-lo como personagem para essa história?
Acho que o Fred foi o que menos me apeguei no decorrer da história, mas gosto muito de sua construção. Ver uma mente tão brilhante começar sucumbir em meio a insanidade foi um toque de ouro. Seus momentos de desequilíbrio tinham lá seu caráter cômico, mas também eram sérios e intensos. Em meio a um mundo de tragédias, vê-lo se perder pode adquirir certa veia humorística, mas então vem a consciência do quão sérias são as palavras que descreveram esses momentos. Sua importância para a sobrevivência do grupo também é evidente. Ele foi o responsável pelo lugar seguro que passaram a chamar de lar e também pelo conhecimento necessário para mantê-lo. Mais que isso, também, seu comportamento excêntrico equilibrou a racionalidade excessiva de Luca (como você mesma apontou). É isso que mais me encanta nessa história: Ela é tão bem planejada que todos os personagens são de extrema importância para seu desenvolvimento.
E a Marina, o que falar dela? Ela trouxe cor para o mundo novamente. Sua chegada alegrou os dias dos quatro e os fez retomar uma rotina familiar e saudável. O lápis mágico e suas habilidades com desenho foram essenciais para a sobrevivência do grupo, assim como sua própria presença. Apesar do relacionamento pouco saudável com o Fred, também foi a responsável por trazer de volta para ele estabilidade e felicidade. Lembro de como a alegria voltou para a vida deles quando a Marina se juntou ao grupo. Eu a adoro.
Volto a usar esse espaço também para elogiar todo o planejamento que você fez. As pesquisas, o cuidado com a construção dos personagens e a paciência com os seus desenvolvimentos. Cada informação colocada não estava ali por acaso. Isso é incrível. Incrível. O cuidado em cada capítulo foi evidente e vou sempre parabenizá-la por isso. A ideia do Arquivo, por exemplo, é maravilhosa. Parabéns por toda a dedicação, de verdade. Você fez, e tenho certeza de que ainda vai fazer, um trabalho maravilhoso.
Apesar de que ainda temos o epílogo e teremos a continuação (se eu não me engano) e as ones para ler, não posso evitar ficar triste com esse clima de despedida. Meia Lua passou a fazer parte da minha vida de uma maneira muito especial e eu vou, para sempre, guardar seus personagens com muito carinho no meu coração.
Obrigada por tudo e vou correndo - e com um peso no coração - ler o epílogo =)
Themis,
Não sei como agradecer por suas palavras ou seu apoio constante. Também virou uma parte aguardada da minha rotina ler seus comentários semanais, e esperar sua reação a cada novo capítulo. "Obrigada" não é suficiente, nem de longe. Como eu disse antes, essa caminhada é mais feliz com companhia.
Sério, você achou a sinopse atrativa? Lutei horrores pra dizer alguma coisa ali, e não parecer chamada de filme de ação B. Até hoje tenho dificuldade com aqueles comentários antes e após cada capítulo.
Cássio e Mauro... Também são meu não-casal favorito, rs. Foi divertido assistir sua torcida por eles. Imaginar você lendo outras histórias e pensando que o Cas ficaria melhor com o Mauro que com a Cascuda ou mesmo a Magá... Ri e quase explodi de orgulho.
Como o Luca foi parar nessa confusão? No cânon, é Fred quem faz a manutenção da cadeira que ele normalmente usa (com uma porção de funções a mais, ela até voa) nas histórias, então faria sentido eles estarem juntos com frequência. Não pensei muito, na verdade; só pareceu certo. Não imaginei que ele fosse se tornar tão fundamental pra história.
Fred a seu modo, foi essencial também; ele era o apoio físico (mesmo terrível como é, Odin ainda precisa de ajuda com prateleiras) e emocional de Luca; Queria ter podido contar das inúmeras horas que eles passavam sozinhos, esperando que Mauro e Cas conseguissem voltar. Eles são complicados.
Marina... ela foi uma personagem mais difícil que eu previa, mas estou feliz que ela tenha ficado crível. Torço que ela apareça mais na continuação.
Boa parte da qualidade que consegui foi graças à ajuda e conselhos de Arymura, a melhor e mais dedicada leitora beta que eu poderia desejar. Aproveito pra agradecer a ela mais uma vez por aqui.
Muito obrigada, Themis. Por tudo.