Colher grande e colher pequena... Quem sabe o que aconteceu depois, pela noite dentro. Se bem que não foram muitas horas porque já era de madrugada.
Claro que não me importo com o comentário Bennoda, pois se até eles falaram de Bennoda. Duas pessoas totalmente cúmplices - e olha que foto magnífica que o Mike publicou hoje no seu Face - entendem-se até de uma forma subliminar. E esse entendimento transpira para o exterior e por vezes nem elas próprias se apercebem da união tão estreita. Para os outros é até mais evidente. Como os leitores que estão a lê-los neste momento íntimo, num quarto de hotel.
A intimidade pode ter várias formas.
Ah, sei lá cantar! Eu canto, sim, mas é com uma voz de cana rachada.
Isso mesmo: parabéns, Chester Chester!
Ele há de estar a sorrir para nós, com tanta doideira pelo mundo fora por causa dele. São histórias, são canções, são bebés com o nome dele, são fotografias, são lágrimas, são gritos, são alegrias, são memórias...
Aw! Que fofos ♥ é a única palavra que eu tenho pra descrever rsrs
Acho fofo o capítulo inteiro, desde as provocações do Chazy até o final. Parecem um casal até mais do que os casais que eu conheço rsrs
(desculpa o comentário Bennoda)
Claro que você sabe cantar, André shdbshdbhs que coisa...
Parabéns, Chester Chester!
=***
O que mais gostei: Na minha cabeça eles dormiram abraçados
Oi Valdie!
Colher grande e colher pequena... Quem sabe o que aconteceu depois, pela noite dentro. Se bem que não foram muitas horas porque já era de madrugada.
Claro que não me importo com o comentário Bennoda, pois se até eles falaram de Bennoda. Duas pessoas totalmente cúmplices - e olha que foto magnífica que o Mike publicou hoje no seu Face - entendem-se até de uma forma subliminar. E esse entendimento transpira para o exterior e por vezes nem elas próprias se apercebem da união tão estreita. Para os outros é até mais evidente. Como os leitores que estão a lê-los neste momento íntimo, num quarto de hotel.
A intimidade pode ter várias formas.
Ah, sei lá cantar! Eu canto, sim, mas é com uma voz de cana rachada.
Isso mesmo: parabéns, Chester Chester!
Ele há de estar a sorrir para nós, com tanta doideira pelo mundo fora por causa dele. São histórias, são canções, são bebés com o nome dele, são fotografias, são lágrimas, são gritos, são alegrias, são memórias...
Por estes lados, voltamos a ver-nos em abril.
Obrigado pelo teu comentário.
Beijo!