Comentários em “As Joias do Carrasco”: “Queda Inesperada”

T
The Mando

Mais de cinco mil e quinhentas palavras, que fluíram como um rio na primavera. A espera de mais de, deixe-me ver, cinco meses (?) valeu a pena, e valeu muito!

Oh posso imaginar a sensação ruim de Astra ao ver os policiais na sua casa, vasculhando tudo e ainda por cima deixando a mãe assustada.

Impressão minha ou rolou um clima meio constrangedor ali no "restaurante"? Kkkk.

Luc, o que você andou aprontando no passado rapaz. Pera lá! Syabel é mãe de Luv Vermont?

Luc com certeza deve ser punido pelo o que quer que tenha feito de ruim. Mas vejam bem, ele pode ser útil de outra maneira, então...Mas a desconfiança irá continuar por um bom tempo.

A cena da luta dos Portadores contra o "Gormit" pedregoso foi incrível. Quase senti os tremores causados pelo Smeagol de pedras. Golem...Gollum kkkkk.

Vish! Luc e Tony caíram no buraco! E Luc se machucou bastante! E o Tony tem que decidir entre ir sozinho, ficar com o colega ou ir com o colega ferido?

Minha escolha é:

C - Medidas desesperadas são necessárias. Carter convence Vermont que é melhor retirar o toco do ferimento e fechá-lo com uma ligadura. Depois de algumas horas, talvez ele ande melhor, e quando encontrarem os outros, Erin Walker pode atendê-lo melhor.

Tony não conseguiria ficar com os pensamentos sossegados sabendo que deixou Vermont ferido para trás, mesmo que irá voltar para o buscar. Tony cogitou a opção B, mas ficar esperado de braços cruzados não é de ajuda, e atrair alguma criatura ou um grupo de pessoas não boas, não seria uma boa escolha. A letra C é mais ponderada.

Excelente capítulo parceirinha, até mais!!!

Jupiter vas Normandy

Sabe, eu não planejava um capítulo tão longo, mas quando percebi que já tinha deixado passar quatro meses sem atualização, decidi que pelo menos tinha que ser um Capítulo com C maiúsculo kkkkk Mesmo assim, não achei que iria superar o cap anterior (5.005 palavras). O resultado foi uma boa surpresa kkkkk E é ótimo saber que a história não fica pesada mesmo nesses caps longos (eu geralmente tenho preguiça de ler fics de caps maiores que 3k pq parece encher linguiça).

Pera lá! Syabel é mãe de Luc Vermont? (Imitando seu jeito de responder os reviews pq funciona kkkk) Olha, você me deixou insegura e eu até reli o cap pra ver se escrevi certo, já que esse trecho eu escrevi há um tempão, mas não. A Sybeal trabalha para a mãe do Luc, a Dra. Marie Vermont, responsável pelos laboratórios de microbiologia.

Que bom que gostou da cena de luta, eu achei péssima KKKKK Mas eu estava desesperada para postar. Bom, as próximas serão melhores. Agora eu preciso descobrir como vencer ele, ainda não sei kkkkk

Hm, será que a opção C é a melhor ideia? 3:D Tô brincando, todas as opções vão dar certo pq sou mole demais para matar um personagem tão no início da história (e se eu tiver de matar alguém vai ser no momento em que causará mais estrago muahahaha)

Obrigada por ler e até mais!

P
Peregrin Agbora

Opa, opa! Segura o bonde aí por dois minutinhos! *sento ao seu lado e trago o caderninho de anotações junto* Então... pelo que entendi os Portadores não passavam por nenhum tipo de treinamento especial de combate, e só agora — com essas missões externas — é que o pessoal acordou pra luz e percebeu que precisavam treinar esse povo lindo? *dou um olhar cínico pro pessoal da guarda* Ou, quem sabe, os comandantes desse lugarzinho maravilhouser não queriam correr o risco de os Portadores iniciarem um levante e conhecerem técnicas de combate úteis...?

Ah, sim! O mundo pode estar pertinho de acabar e mesmo assim vamos encontrar essa gente bonita fazendo coisas que obviamente não deveriam fazer. Aliás, seria demais acreditar que esses caras nem ao menos estavam perseguindo um suspeito? É que, como meu coração é movido à base de conspirações eu já estava alucinando e imaginando o que aconteceria se essa “vistoria” na verdade fosse uma ordem superior, só para garantir que os Portadores não andam guardando “material subversivo”... *olho para os lados, levanto a lapela do sobretudo e recuo para um beco escuro sussurrando sobre Iluminates e Elvis Presley* Agora, se a administração desse lugar não aprender uma ou duas coisas sobre como ter poder e não abusar dele, acho que o pessoal da parte baixa da cidadela vai acabar dando um pé na bunda dos esquemas deles — com ou sem monstros do lado de fora da muralha...

Lembra que eu elogiei a Alessa no capítulo anterior? Então... dá cá meu elogio de volta porque acabo de mudar de ideia total sobre a mulher. Ó só, não é porque eles estão aí, todos divos e poderosos numa fortaleza cheia de mordomias, que o pessoal do lado de fora merece menos respeito ou consideração. Caso o povinho da fortaleza tenha esquecido, todo mundo aí é humano e partilha da mesma potencial raiz genética, então nem venham com esse papo de “eles são selvagens e não merecem nada além de paulada” que eu não engulo *levanto o dedo médio e fogos de artifício explodem às minhas costas* Foda-se você, Alessa! E foda-se essa gente cheia de “não me toque”!

Os argumentos da Sy para continuar saindo da cidadela são tão bons quanto os meus para evitar a academia durante a semana kkkkk. E, vamos admitir, ela como interrogadora, deixaria qualquer um de cabelos arrepiados porque até as perguntas tem perguntas e o senso de inconveniente dela simplesmente não existe na hora que se empolga kkkk

Espera... então a mãe do Luc é meio que a doutora chefe... mas ela é tão rígida — e talvez esteja tão furiosa com o que quer que o Luc tenha feito — que nem ao menos foi ver o rapaz? E, por favor, me digam que não sou a única morrendo de curiosidade em saber o que o Luc fez de verdade! Esse encontro com a Rowena me deixou morta de curiosidade — especialmente pra saber como raios o Luc se envolveu com a morte do irmão da garota (foi isso mesmo?)

Na primeira incursão o grupo tem problemas com bestas aquáticas, agora é um monstro de terra... aliás, sem brincadeira, eu meio que estava rindo sozinha imaginando como seria irônico se eles estivessem procurando uma coisa enorme e terrível para ter tanto poder e no fim encontrassem, sei lá, uma toupeirinha dourada parecida com o Pelucio de Animais Fantásticos kkkkk.

“Um golem selvagem aparece! Tony usa ‘Jogar Pedra’. O ataque falhou. Golem usa ‘Partir Pra Cima’. O movimento é super efetivo”. Desculpa, não consegui controlar a vontade de brincar de pokemon... mas verdade seja dita, a ideia de tacar uma pedra no bicho não deu nada certo pro pessoal... e agora o Tony e o Luc caíram no penhasco e o restante do pessoal subiu nas árvores torcendo para o Gandalf aparecer e salvar a pátria.

Ah, agora é esperar o lançamento do próximo capítulo — e dessa vez vou prestar atenção em dobro nas atualizações.

Abraços!!

P.S: Acredite ou não, aprendi sobre os golens assistindo um episódio de Caça Fantasmas... e dizem que a parte mais complicada de criar um deles é alimentá-lo com escrituras suficientes para fazê-lo funcionar bem.

P.S 2: Deixar um companheiro ferido para trás não é boa ideia, afinal, vai que aparece uma pessoa/coisa não muito amigável por ali? Acender uma fogueira também é um tiro no pé em vários sentidos, especialmente se tem a possibilidade de algo/alguém seguir o rastro... mas tirar o tal graveto também parece uma furada, porque se não fizer direito ou se demorarem demais para obter ajuda, o Luc pode acabar com uma gangrena o que seria péssimo, ou até desmaiar de vez, o que complicaria tudo... mas é a única opção que não envolve abandonar ou demorar tempo demais na floresta, então acho que seria essa que eu escolheria kkkkk