Hey Alys! Minha cara, não preciso dizer mais nada além de: Esse capítulo (e outros) justificou a recomendação. Além do mais, é a forma que eu encontro de ajudar o autor a continuar com motivacao pra nao abandonar a História.
Ah, bem vinda ao mundo dos calouros! Faculdade de que voce esta fazendo? E pensar que no proximo semestre começa meu estágio...
Muito bacana essa dinamica entre a Calisto e o Vermont. Me pareceu que nosso camarada estava meio fora de forma. Mas foi uma dinamica boa, boa dupla.
É isso aí Vermont, ninguém melhor pra te defender do que voce mesmo. Quer ficar vivo? Trate de ser voce sua principal defesa.
Eu achei interessante esse lance de a Astra ficar bem exausta usando os poderes dela, porque são de fogo, e relacionei isso durante a leitura com o fato do calor fazer a gente suar e se cansar mais.
Não era de se duvidar que as pessoas que a Astra ajudou ficassem com medo dela. Mas poxa, voces viram ela lutando contra oa monstros e mandando voces fugirem...não precisavam darem uma paulada na coitada da Astra.
Que dilema esse do Tony hein...pra no final das contas ser uma enganação do monstro com nome inspirado em Lovecraft...kkkk
Meu, incrível!!! Ficou do jeitinho que eu imaginei a maneira que o Tony usa os poderes dele, muito bacana.
Foi legal esse lance de voce explicar a "postura" que cada um tem ao usar os poderes das jóias.
Yes! Catarina e Tibérius chegando com tudo pra salvar o Tony e a Dra. Walker.
O capítulo ficou bem grande mesmo. Mas ficou muito agradável pra ler. Você nao ficou amarrando as coisas e e rolando. Foi muito top.
Esse problema que voce citou ao dividir o pessoal em grupos, também é uma pedrinha no meu sapato. Como a gente quebra a cabeça com essas coisas hein!
Ah, e quanto aos reviews...eu acho que o autor ou autora, tem que reaponder oa reviews quando acha mais adequado e quando se sente inspirada pra responder. Por mim tudo bem responder proximo de postar o proximo capítulo.
Até mais!!!
PS: Se o comentário ficou desconexo, culpe o fato de já ser tarde da noite e eu estar com sono.
O que mais gostei: No final, você lembrou que o Tony não gosta de mentiras!
É claro que eu lembrei que o Tony não gosta de mentiras, esse detalhe foi propositalmente inserido na história, não foi nem um pouco aleatório (falando com convicção para tentar convencer, pq foi pura coincidência, ou talvez meu subconsciente tenha lembrado disso XD)
Eu gosto bastante de como você se empolga com as fics dos conhecidos e sai recomendando todas, acho bacana demais. Eu confesso que às vezes me esqueço disso. De novo, muito obrigada pela recomendação.
Bom, eu acabei de terminar meu primeiro período em Direito. No começo estava fácil, foi chegando na metade começou a ficar difícil, mas ei! Só uma matéria me deu vontade de morrer, então acho que estou em vantagem! kkkkkkk cada k uma lágrima.
Também acho que Calisto e Vermont ficam legais trabalhando juntos, dois desajustados da sociedade kkkkkkk Mas lembre que até dois dias atrás ele estava preso, como ia se manter em forma? Nem todo mundo é o tio Iroh.
Confesso que não pensei nem por um minuto que os poderes da Astra podiam exigir mais dela por serem de fogo. Escritora muito desligada eu dou, né?
Quanto aos reviews, eu realmente acho mais vantajoso responder depois, pois serve como um alerta de atividade, um jeito de dizer aos leitores que eu não morri e que o capítulo provavelmente não vai demorar tanto, sem ter que mandar MP. Por falar nisso, é exatamente o que esse cap é, um aviso de que o cap não vai demorar tanto.
Wow, cinco mil palavras, esse capítulo foi fruto de bastante inspiração!
O fato deles não terem tanta prática com o uso da joia, mesmo que sabiam como fazê-lo, é um fator que me preocupa muito! Não há nada mais agonizante do que saber do que a pessoa é capaz e vê-la não fazer.
Astra arrasadora de bichos estranhos cujo não não irei me aventurar a tentar escrever por motivos óbvios! Ela, felizmente, tem um bom controle de seus poderes.
Adorei a diferença para usar cada elemento, deixa de uma forma mais realista o controle sobre algo que não deveria ser controlável assim como dá para meio que distinguir cada elemento baseado em uma característica bem geral, mas ainda não sabemos se isso irá mudar (ou pelo menos se o esforço irá ser menor.).
O capitulo me prendeu total, a vontade de ficar lendo foi superior a de fazer qualquer comentários sobre oque tinha acabado de ler. As cenas de ação foram ótimas!
Eu já li inúmeras histórias (profissionais ou não) que utilizaram do método de separar uma mesma situação em diversos pontos de vista e lembro que eu gostava de que eu só fazia ideia de que se tratava da mesma situação perto do fim da cena (admito que às vezes estava bem óbvio e eu que era tapada e não conseguia perceber.). Não que o seu tenha ficado óbvia assim de cara, mas o fato deles terem um objetivo em comum que necessitava que todos se encontrassem já me fez percebe onde toda a correria daria no fim, enfim isso não foi muito construtivo porque eu não te dei uma solução, até porque eu não a tenho, mas espero que você ache um jeito que te agrade caso faça isso novamente.
Quanto a resposta dos comentários eu creio que é uma escolha sua.
Concordo, fiquei bastante orgulhosa, nunca escrevi tanto em um único cap com tanta facilidade :'D
Felizmente, nem todos são inexperientes. Astra e Tiberius sabem usar suas joias muito bem (mas esse precisa estar sempre perto de Catarina, o que ainda não é um problema, mas por quanto tempo? ~ música de suspense ~). Calisto sabe o que é capaz de fazer, mas não está preparada para exaustão física, já que nunca pôde usar a joia antes.
Gosto de deixar pra responder o comentários próximo de postar outro cap, pois posso usar o review como uma alerta "EI, EU NÃO MORRI E O CAP AINDA VAI SAIR". Na verdade, esse review aqui é exatamente esse alerta. Mil perdões por toda a demora, mas eu NÃO estava preparada para as aulas, foi um choque total de horários T-T Mas o cap vai sair em breve. Não tão breve, talvez, mas... breve.
Fico muito feliz que tenha gostado do capítulo e dos detalhes nos poderes, muito mesmo ♥ Muito obrigada por ler e comentar, e pela sua paciência :v
Estou me sentindo até mal de só estar lendo e comentando agora, mas esses últimos meses foram estranhos por assim dizer.
Astra, minha criança, meu bebê precioso, criar paredes de fogo não é uma atitude que gera confiança nos outros.... Eu sei que eu já falei isso antes, nas o jeito que você escreve ela é igualzinho ao que eu imaginei. Animadíssima para o próximo capítulo, quero muito ver para onde essa história está indo
Em relação à música, eu estava pensando na vibe de Believer do Imagine Dragons misturado com aquele cover de Survivor que fizeram para Tom Raider, mas agora em associo a batida de Natural de Imagine Dragon para ela também
Não se preocupe, Juls, em questão de demora eu estou bem pior T-T Tanto para postar quanto para responder, mas o importante é que você está aqui agora, não se preocupe com a demora, apareça quando puder e apenas se quiser :*
É muito bom saber que estou sendo fiel à personagem ♥ Sempre fico meio "assim" na parte da fidelidade, mas parece que dessa vez estou indo bem, que bom!
Obrigada por ler ♥
P
Peregrin Agbora
Acho que a notificação deste capítulo acabou empurrada pelas outras e desapareceu nas sombras do site porque simplesmente não me lembro de ter lido o capítulo 4 e levei um puta susto quando vi que já tinha o capítulo 5... *estalos os dedos e me faço confortável na cadeira* Mas, de boas, isto significa que tenho um capítulo a mais para ler! ♥
Agora, indo ao capítulo...
Apesar de tudo, a Calisto pode se considerar uma garota de sorte. A joia dela não precisa de nenhuma habilidade especial ou método específico de ativação para ser usada — exceto, claro, por esta tácita cláusula de precisar estar próxima aos outros para fazê-la funcionar — e, para completar, não parece consumir energia demais já que os bonitinhos sobreviveram ao ataque do monstro com poucos danos... aliás, a Joia do Espírito é como um GPS interno conectado às outras joias e ainda fornece dicas premonitórias, eu meio que gostaria de ter uma pedra dessas... de preferência conectada aos meus óculos.
Então a Calisto e o Vermont são iniciantes no uso de suas joias... seria errado dizer que mentalizei os dois agora como uma visitante chegando a livraria e dando a “sorte” de topar com o único livreiro que acabou de ser contratado? Bem... a situação teria sido ainda mais tensa se a Calisto tivesse caído com os Magni — certeza que o segredo deles cairia por terra em dois minutos.
E esta será a regra número dois para as futuras incursões — a primeira é “sempre siga o conselho misterioso da Calisto”: quando encontrar uma besta monstruosa enfie uma faca no olho da coisa... e torça para a coisa realmente ter olhos.
Já disse por aqui o quanto odeio pessoas em perigo? Não? Então aí vai: eu odeio pessoas em perigo. Na moral. Sei que, pelas leis do universo, eu provavelmente seria uma dessas pessoas — ou, no mínimo seria um daqueles personagens que morrem da maneira mais idiota possível enquanto comem pastel na barraquinha da tia Marilu —, mas isto não torna esse tipo de gente menos irritante e... Tá vendo?! A Astra fez um esforço do caramba para ajudar, tentou ganhar tempo, matou um dos bichos e o que ganhou? Um beijo e um abraço? Não! Ela ganhou uma paulada na cabeça! Tá... sei que esse pessoal devia estar se borrando de medo depois do show pirotécnico, mas uma paulada na cabeça? Meu coração é de trevas, então as próximas pessoas que eu visse em perigo deixaria virar petisco de monstro *cruzo os braços e faço charme*.
E a Alessa ganhou um pouquinho do meu respeito por ter aquentado firme o ataque... embora seja possível que os cientistas fugitivos não tenham um destino muito bom...
Regra de sobrevivência número três: se ouvir um som estranho — ou mesmo gritos de uma pessoa desconhecida numa floresta empestada de monstros — NÃO VOLTE PARA VERIFICAR. Ah! Tá vendo!? Quando ouvirem sons estranhos sempre deem meia volta e corram na direção oposta — a menos que tenham visto a pessoa “em pessoa” pedindo ajuda... e olhe lá...
Diz que não fui a única simpatizando com a Dra. Walker... Ela só queria garantir que o pessoal voltaria inteiro para a cidadela, talvez até estivesse planejando coletar algumas amostras do ambiente, mas duvido que estivesse planejando enfrentar um monstro na beira do rio depois de ver o Tony arrastado pela coisa. Aliás, sorte do Tony que ela não tentou atirar como a mulher do True Lies ou como a doutora de Eu Robô kkkkk
E a Catarina apareceu com o Tiberius! ♥
Tá aí uma verdade universal: levar sermão de médico — não importa o tempo ou lugar — sempre vai irritar a gente... *sinto os olhos da nutricionista nas minhas costas, mas finjo não notar nada*
E a Calisto conseguiu fechar o portal! *joga confete* Vamos torcer para ninguém bancar o engraçado nessa história dizendo “o portal ia fechar de todo jeito”, porque se disser *estralo as juntas* vai apanhar feio...
Ah! Olha a Sy!! ♥
Yooo!! *aperta o botãozinho e eleva o nível de respeito para mais de 8 mil* Meu conceito sobre a general acaba de ser elevado ao infinito! E sim, esta classe de rebeldia me agrada kkkkkk
Creio que esta é uma das piores desvantagens de separar os personagens numa determinada cena. Por um lado podemos dar um destaque maior neles e em suas ações; por outro, criamos um ódio mortal da coisa toda de tanto reprisar o mesmo oponente... Então, parabéns por não se jogar pela janela kkkkk E nem se preocupe, o capítulo ficou muito legal!
Oh, a demora em responder os reviews não me incomoda... também gosto de respondê-los mais ou menos perto de quando vou postar um novo capítulo... ou, quando bate o bloqueio, para mostrar que ainda tou viva kkkkk Então, sério, de boas.
Coadjuvantes também tem música? Se tiverem acho que a We Are The Hearts seria ótima para a Sy...
Hey Alys! Minha cara, não preciso dizer mais nada além de: Esse capítulo (e outros) justificou a recomendação. Além do mais, é a forma que eu encontro de ajudar o autor a continuar com motivacao pra nao abandonar a História.
Ah, bem vinda ao mundo dos calouros! Faculdade de que voce esta fazendo? E pensar que no proximo semestre começa meu estágio...
Muito bacana essa dinamica entre a Calisto e o Vermont. Me pareceu que nosso camarada estava meio fora de forma. Mas foi uma dinamica boa, boa dupla.
É isso aí Vermont, ninguém melhor pra te defender do que voce mesmo. Quer ficar vivo? Trate de ser voce sua principal defesa.
Eu achei interessante esse lance de a Astra ficar bem exausta usando os poderes dela, porque são de fogo, e relacionei isso durante a leitura com o fato do calor fazer a gente suar e se cansar mais.
Não era de se duvidar que as pessoas que a Astra ajudou ficassem com medo dela. Mas poxa, voces viram ela lutando contra oa monstros e mandando voces fugirem...não precisavam darem uma paulada na coitada da Astra.
Que dilema esse do Tony hein...pra no final das contas ser uma enganação do monstro com nome inspirado em Lovecraft...kkkk
Meu, incrível!!! Ficou do jeitinho que eu imaginei a maneira que o Tony usa os poderes dele, muito bacana.
Foi legal esse lance de voce explicar a "postura" que cada um tem ao usar os poderes das jóias.
Yes! Catarina e Tibérius chegando com tudo pra salvar o Tony e a Dra. Walker.
O capítulo ficou bem grande mesmo. Mas ficou muito agradável pra ler. Você nao ficou amarrando as coisas e e rolando. Foi muito top.
Esse problema que voce citou ao dividir o pessoal em grupos, também é uma pedrinha no meu sapato. Como a gente quebra a cabeça com essas coisas hein!
Ah, e quanto aos reviews...eu acho que o autor ou autora, tem que reaponder oa reviews quando acha mais adequado e quando se sente inspirada pra responder. Por mim tudo bem responder proximo de postar o proximo capítulo.
Até mais!!!
PS: Se o comentário ficou desconexo, culpe o fato de já ser tarde da noite e eu estar com sono.
O que mais gostei: No final, você lembrou que o Tony não gosta de mentiras!
É claro que eu lembrei que o Tony não gosta de mentiras, esse detalhe foi propositalmente inserido na história, não foi nem um pouco aleatório (falando com convicção para tentar convencer, pq foi pura coincidência, ou talvez meu subconsciente tenha lembrado disso XD)
Eu gosto bastante de como você se empolga com as fics dos conhecidos e sai recomendando todas, acho bacana demais. Eu confesso que às vezes me esqueço disso. De novo, muito obrigada pela recomendação.
Bom, eu acabei de terminar meu primeiro período em Direito. No começo estava fácil, foi chegando na metade começou a ficar difícil, mas ei! Só uma matéria me deu vontade de morrer, então acho que estou em vantagem! kkkkkkk cada k uma lágrima.
Também acho que Calisto e Vermont ficam legais trabalhando juntos, dois desajustados da sociedade kkkkkkk Mas lembre que até dois dias atrás ele estava preso, como ia se manter em forma? Nem todo mundo é o tio Iroh.
Confesso que não pensei nem por um minuto que os poderes da Astra podiam exigir mais dela por serem de fogo. Escritora muito desligada eu dou, né?
Quanto aos reviews, eu realmente acho mais vantajoso responder depois, pois serve como um alerta de atividade, um jeito de dizer aos leitores que eu não morri e que o capítulo provavelmente não vai demorar tanto, sem ter que mandar MP. Por falar nisso, é exatamente o que esse cap é, um aviso de que o cap não vai demorar tanto.
Obrigada por ler e até o próximo ♥
Wow, cinco mil palavras, esse capítulo foi fruto de bastante inspiração!
O fato deles não terem tanta prática com o uso da joia, mesmo que sabiam como fazê-lo, é um fator que me preocupa muito! Não há nada mais agonizante do que saber do que a pessoa é capaz e vê-la não fazer.
Astra arrasadora de bichos estranhos cujo não não irei me aventurar a tentar escrever por motivos óbvios! Ela, felizmente, tem um bom controle de seus poderes.
Adorei a diferença para usar cada elemento, deixa de uma forma mais realista o controle sobre algo que não deveria ser controlável assim como dá para meio que distinguir cada elemento baseado em uma característica bem geral, mas ainda não sabemos se isso irá mudar (ou pelo menos se o esforço irá ser menor.).
O capitulo me prendeu total, a vontade de ficar lendo foi superior a de fazer qualquer comentários sobre oque tinha acabado de ler. As cenas de ação foram ótimas!
Eu já li inúmeras histórias (profissionais ou não) que utilizaram do método de separar uma mesma situação em diversos pontos de vista e lembro que eu gostava de que eu só fazia ideia de que se tratava da mesma situação perto do fim da cena (admito que às vezes estava bem óbvio e eu que era tapada e não conseguia perceber.). Não que o seu tenha ficado óbvia assim de cara, mas o fato deles terem um objetivo em comum que necessitava que todos se encontrassem já me fez percebe onde toda a correria daria no fim, enfim isso não foi muito construtivo porque eu não te dei uma solução, até porque eu não a tenho, mas espero que você ache um jeito que te agrade caso faça isso novamente.
Quanto a resposta dos comentários eu creio que é uma escolha sua.
Bom capítulo e até o próximo..:)
Olá, Eros!
Concordo, fiquei bastante orgulhosa, nunca escrevi tanto em um único cap com tanta facilidade :'D
Felizmente, nem todos são inexperientes. Astra e Tiberius sabem usar suas joias muito bem (mas esse precisa estar sempre perto de Catarina, o que ainda não é um problema, mas por quanto tempo? ~ música de suspense ~). Calisto sabe o que é capaz de fazer, mas não está preparada para exaustão física, já que nunca pôde usar a joia antes.
Gosto de deixar pra responder o comentários próximo de postar outro cap, pois posso usar o review como uma alerta "EI, EU NÃO MORRI E O CAP AINDA VAI SAIR". Na verdade, esse review aqui é exatamente esse alerta. Mil perdões por toda a demora, mas eu NÃO estava preparada para as aulas, foi um choque total de horários T-T Mas o cap vai sair em breve. Não tão breve, talvez, mas... breve.
Fico muito feliz que tenha gostado do capítulo e dos detalhes nos poderes, muito mesmo ♥ Muito obrigada por ler e comentar, e pela sua paciência :v
Nos vemos no próximo cap? :*
Estou me sentindo até mal de só estar lendo e comentando agora, mas esses últimos meses foram estranhos por assim dizer.
Astra, minha criança, meu bebê precioso, criar paredes de fogo não é uma atitude que gera confiança nos outros.... Eu sei que eu já falei isso antes, nas o jeito que você escreve ela é igualzinho ao que eu imaginei. Animadíssima para o próximo capítulo, quero muito ver para onde essa história está indo
Em relação à música, eu estava pensando na vibe de Believer do Imagine Dragons misturado com aquele cover de Survivor que fizeram para Tom Raider, mas agora em associo a batida de Natural de Imagine Dragon para ela também
Juls
Não se preocupe, Juls, em questão de demora eu estou bem pior T-T Tanto para postar quanto para responder, mas o importante é que você está aqui agora, não se preocupe com a demora, apareça quando puder e apenas se quiser :*
É muito bom saber que estou sendo fiel à personagem ♥ Sempre fico meio "assim" na parte da fidelidade, mas parece que dessa vez estou indo bem, que bom!
Obrigada por ler ♥
Acho que a notificação deste capítulo acabou empurrada pelas outras e desapareceu nas sombras do site porque simplesmente não me lembro de ter lido o capítulo 4 e levei um puta susto quando vi que já tinha o capítulo 5... *estalos os dedos e me faço confortável na cadeira* Mas, de boas, isto significa que tenho um capítulo a mais para ler! ♥
Agora, indo ao capítulo...
Apesar de tudo, a Calisto pode se considerar uma garota de sorte. A joia dela não precisa de nenhuma habilidade especial ou método específico de ativação para ser usada — exceto, claro, por esta tácita cláusula de precisar estar próxima aos outros para fazê-la funcionar — e, para completar, não parece consumir energia demais já que os bonitinhos sobreviveram ao ataque do monstro com poucos danos... aliás, a Joia do Espírito é como um GPS interno conectado às outras joias e ainda fornece dicas premonitórias, eu meio que gostaria de ter uma pedra dessas... de preferência conectada aos meus óculos.
Então a Calisto e o Vermont são iniciantes no uso de suas joias... seria errado dizer que mentalizei os dois agora como uma visitante chegando a livraria e dando a “sorte” de topar com o único livreiro que acabou de ser contratado? Bem... a situação teria sido ainda mais tensa se a Calisto tivesse caído com os Magni — certeza que o segredo deles cairia por terra em dois minutos.
E esta será a regra número dois para as futuras incursões — a primeira é “sempre siga o conselho misterioso da Calisto”: quando encontrar uma besta monstruosa enfie uma faca no olho da coisa... e torça para a coisa realmente ter olhos.
Já disse por aqui o quanto odeio pessoas em perigo? Não? Então aí vai: eu odeio pessoas em perigo. Na moral. Sei que, pelas leis do universo, eu provavelmente seria uma dessas pessoas — ou, no mínimo seria um daqueles personagens que morrem da maneira mais idiota possível enquanto comem pastel na barraquinha da tia Marilu —, mas isto não torna esse tipo de gente menos irritante e... Tá vendo?! A Astra fez um esforço do caramba para ajudar, tentou ganhar tempo, matou um dos bichos e o que ganhou? Um beijo e um abraço? Não! Ela ganhou uma paulada na cabeça! Tá... sei que esse pessoal devia estar se borrando de medo depois do show pirotécnico, mas uma paulada na cabeça? Meu coração é de trevas, então as próximas pessoas que eu visse em perigo deixaria virar petisco de monstro *cruzo os braços e faço charme*.
E a Alessa ganhou um pouquinho do meu respeito por ter aquentado firme o ataque... embora seja possível que os cientistas fugitivos não tenham um destino muito bom...
Regra de sobrevivência número três: se ouvir um som estranho — ou mesmo gritos de uma pessoa desconhecida numa floresta empestada de monstros — NÃO VOLTE PARA VERIFICAR. Ah! Tá vendo!? Quando ouvirem sons estranhos sempre deem meia volta e corram na direção oposta — a menos que tenham visto a pessoa “em pessoa” pedindo ajuda... e olhe lá...
Diz que não fui a única simpatizando com a Dra. Walker... Ela só queria garantir que o pessoal voltaria inteiro para a cidadela, talvez até estivesse planejando coletar algumas amostras do ambiente, mas duvido que estivesse planejando enfrentar um monstro na beira do rio depois de ver o Tony arrastado pela coisa. Aliás, sorte do Tony que ela não tentou atirar como a mulher do True Lies ou como a doutora de Eu Robô kkkkk
E a Catarina apareceu com o Tiberius! ♥
Tá aí uma verdade universal: levar sermão de médico — não importa o tempo ou lugar — sempre vai irritar a gente... *sinto os olhos da nutricionista nas minhas costas, mas finjo não notar nada*
E a Calisto conseguiu fechar o portal! *joga confete* Vamos torcer para ninguém bancar o engraçado nessa história dizendo “o portal ia fechar de todo jeito”, porque se disser *estralo as juntas* vai apanhar feio...
Ah! Olha a Sy!! ♥
Yooo!! *aperta o botãozinho e eleva o nível de respeito para mais de 8 mil* Meu conceito sobre a general acaba de ser elevado ao infinito! E sim, esta classe de rebeldia me agrada kkkkkk
Creio que esta é uma das piores desvantagens de separar os personagens numa determinada cena. Por um lado podemos dar um destaque maior neles e em suas ações; por outro, criamos um ódio mortal da coisa toda de tanto reprisar o mesmo oponente... Então, parabéns por não se jogar pela janela kkkkk E nem se preocupe, o capítulo ficou muito legal!
Oh, a demora em responder os reviews não me incomoda... também gosto de respondê-los mais ou menos perto de quando vou postar um novo capítulo... ou, quando bate o bloqueio, para mostrar que ainda tou viva kkkkk Então, sério, de boas.
Coadjuvantes também tem música? Se tiverem acho que a We Are The Hearts seria ótima para a Sy...
Yap! Agora sim vou ler o capítulo 5! XD
Abraços!!