Foi sua drabble mais bonita, amigo. É verdade, essas pessoas sempre estarão presentes em nós e o mundo embora que a gente prefira que elas estejam presentes em carne e osso mas temos que aprender a deixar o outro ir também.
Inspirei-me no mar que rodeia a minha ilha, inspirei-me numa pessoa fantástica que conheci na semana passada, o João Carlos Abreu, que revelou que esta pode ser uma ilha de poetas, inspirei-me no silêncio que consegui captar mesmo com todos os sons estranhos que estavam lá...
E sim, muitas vezes penso em todos os que perdemos e que, de uma maneira ou de outra,levamos connosco. Que devemos deixar ir, que devemos honrar com a imortalidade que lhes podemos proporcionar.
Foi sua drabble mais bonita, amigo. É verdade, essas pessoas sempre estarão presentes em nós e o mundo embora que a gente prefira que elas estejam presentes em carne e osso mas temos que aprender a deixar o outro ir também.
Obrigada pela partilha!
=***
Oi Valdie!
Inspirei-me no mar que rodeia a minha ilha, inspirei-me numa pessoa fantástica que conheci na semana passada, o João Carlos Abreu, que revelou que esta pode ser uma ilha de poetas, inspirei-me no silêncio que consegui captar mesmo com todos os sons estranhos que estavam lá...
E sim, muitas vezes penso em todos os que perdemos e que, de uma maneira ou de outra,levamos connosco. Que devemos deixar ir, que devemos honrar com a imortalidade que lhes podemos proporcionar.
Muito obrigado pelo comentário.
Beijo!
Olha quem apareceu... Eu!
Tudo bom André? Saudades de ti. Eu estive viajando tempos atrás e quando retornei fiquei doente... =/
Mas 'tô aqui e acabei de ler essa maravilha, um texto curto, porém belo achei muito bonito.
Parabéns =)
Oi Maria!
Apareceste, é verdade - que bom!
Espero que já estejas melhor dos teus problemas de saúde.
Este é mesmo um texto curto, singelo - quase um pensamento que voou da minha cabeça para as palavras.
Muito obrigado por teres comentado.
Beijo!