Comentários em “As Joias do Carrasco”: “Primeiras Impressões”

T
The Mando

Hey, como vai?

Muito bom o capítulo! Escrita de uma leveza só, que faz a leitura ser agradável e fluente!

A descrição do Palácio da Fenix e dos outros lugares foi bem detalhada e boa, entao eu consegui me imaginar em cada lugar. O que eu mais consegui me imaginar foi dentro da casa dos Magni. Muito boa sua escrita!

Já de cara não gostei do Pretor Rower. Gostei da Calisto, gostei do casal Magni. Gostei da Astra. Gostei do Tony. Achei massa o Vermont.

Vais ser algo bem interessante esse povo se reunir pra aventura!

1- Quais os medos dos seus personagens?: Hmm, que tipo de medo seria? Medo medo, ou medo medo? Bom, sei lá, eu diria que Tony tem sim medo da morte, mas isso nao o impediria de relaizar alguma coisa. Na verdade, o que o Tony realmente tem medo, é de falhar.
2- Quais as impressões deles sobre os outros portadores e a Calisto?: Bom, acho que com Astra, Tiberio e Catarina Magni, o Tony pode ter uma boa convivencia, ate mesmo agradavel. Calisto, diria que Tony nao ve motivos para a joia ser tirada dela. Já com Vermont, nao sei o que dizer. Quanto ao Pretor, nao gosta nenhum pouco!

Muito bom, até!!!

Jupiter vas Normandy

Hey, Carter! Tudo bom? Comigo melhorou agora, que pude começar a responder e vou poder atualizar a fic (eu ouvi um amém, irmãos?)

Ai, que bom que você gostou do capítulo, eu também gostei XD Mas achei que tinha deixado a desejar nas descrições, que bom que não foi o caso.

Rower é o cara que nasceu pra ser odiado (pelos leitores, né, pq se ele foi eleito, é óbvio que alguém em Aurora gosta dele)

Obrigado por responder as perguntas, é bem útil para eu me familiarizar um pouco mais com os personagens.

Até o próximo cap ♥

Eros

Bom, primeiramente, melhoras pra a sua avó e "segundamente" ainda bem que você voltou, estou esperando dar uns capítulos para eu ter certeza de como vou escrever a minha ficha já que não quero fazer um personagem totalmente inútil que você só vai colocar na história por obrigação - não estou pedindo para segurar a vaga, se alguém aparecer primeiro que eu não tem problema.

Adoro como ela está cem por cento conformada com a situação, mas ainda na mente dela ela está "Realmente precisamos disso tudo?".

Olhar para um relógio é a pior forma de fazer com que o tempo passe, as aulas de história que eu tinha na escola que eu diga.

Por um momento eu pensava que a Calisto estava totalmente preparada para o que der e vier, mas eu estava enganado... Bom, nada de discurso bem ensaiado.

Fiquei bastante entretido com o interrogatório, mas não pude não vir aqui falar sobre o portador da joia da alma. Por um momento eu achei que ele era uma invenção porque ninguém queria realmente admitir que a joia estava vaga, mas depois que a história do criminoso veio a tona as coisas ficaram realmente interessantes.

Ah, a Catarina e o Tiberus estão trocados, ela é a portadora. Pera, terminei de ler a parte dos dois, tenho uma teoria, vou esperar para ver se ela se concretiza.

Não sei o que pensar do Vermont, mas sinto que vou gostar dele. O que me deixou pensativo foi o crime que ele cometeu, realmente assassinato não faria sentido mesmo que ele fosse um portador da joia.

Adorei o capitulo! Até o próximo..:)

Jupiter vas Normandy

Olá, Eros!

Bem, admito que seu review me deixou pensativa sobre as vagas dos personagens recorrentes, talvez não seja uma boa ideia se correr o risco de alguém ficar de lado. Vamos esperar alguns capítulos para que a história possa se "estabelecer", antes de tomar qualquer decisão, mesmo.

Sim, Calisto, mesmo achando a situação desnecessária, é totalmente conformada, inclusive já esperava esse comportamento dos cidadãos de Aurora.

Mesmo que você não tenha revelado sua teoria sobre Tiberius e Catarina, acho que você pode estar certo. Apareça no próximo cap para confirmar ou descartar a teoria, ok? ;)

Vermont talvez demore um pouco para se abrir com os outros, mas eu gosto da história dele.

Obrigada por ter lido e comentado, fico muito feliz que tenha gostado.

Beijos e até o próximo :*

Juls

Hey, how's it going?

Como sempre, você escreve muito bem e termina os capítulos de um jeito que te deixa nervoso por não ter o próximo

Sobre as perguntas, eu acho que perder sua mãe e fracassar aqueles que confiavam nela são os maiores medos da Astra. Em relação aos outros portadores, ela fica com um pé atrás quando se trata dos Magni e suas intenções, quanto ao Antony, está mais disposta a confiar nele do que nos Magni, mas nem tanto assim, e em relação a Calisto, a respeita pela coragem que teve de ir na Cidadela pedir ajuda apesar de tudo.

Melhoras para sua avó

Juls

Jupiter vas Normandy

Wow, Juls! Nada tema, o próximo cap sai hoje mesmo!

Que bom que gosta da minha escrita, é sempre bom saber TuT Obrigada pelas respostas, são ótimas para complementar o perfil dos personagens.

Beijos, até o próximo cap :*

P
Peregrin Agbora

Agora a coisa ficou complicada para o Pretor e companhia. A Joia do Espírito está, literalmente, ligada a Calisto então se a cidadela a quiser de volta terá que aceitar a garota como brinde extra... ou... Okay, sou uma pessoa horrível e, por um minuto, eu imaginei que o pessoal da cidadela tentaria assassinar a Calisto para recuperar a Joia — isso seria possível... e aposto que essa ideia passou pela cabeça do Pretor também...

Agora, está tudo bem serem um pouco cautelosos com os recém-chegados e tal, mas o pessoal da cidadela tá precisando seriamente diminuir o nível da paranoia. Eles estão agindo como se todos os Andarilhos fossem primos do Stallone ou amigos do Schwarzenegger.

A Catarina ganhou alguns potinhos comigo por ter mostrado logo de cara que não aprova esse lance de sair algemando as visitas; o Tiberius me parece um cara meio “frio”, ou talvez ele seja apenas reservado e cuidadoso — o que não é nenhum crime, dadas as circunstâncias; o Tony parece um cara tranquilo, daqueles prefere evitar uma briga desnecessária; e a Astra, me corrija se eu estiver errada, mas ela parece o tipo de garota que encara o perigo de frente — e faz o perigo chorar de arrependimento por cruzar o caminho dela. E o Pretor... bem... eu ainda estou decidindo se classifico ele como “torço para alguma devorá-lo no futuro” ou “até que ele nem era tão ruim assim”.

Fico me perguntando quem terá sido a mãe da Calisto, como ela conseguiu acesso à Joia e o que motivou o roubo de 25 anos atrás *o botãozinho das teorias foi acionado com sucesso*.

Ninguém pode falar mal da Calisto por ela querer manter as pessoas que conhece à salvo do perigo. O pessoal da cidadela tem vários benefícios e uma relativa segurança, mas e o pessoal do lado de fora? Não creio que seja egoísmo ou malicia dos Andarilhos quererem obter alguma chance ou esperança de continuarem vivos por mais alguns anos.

Tenho certeza: se não fosse o perigo de os Portais abrirem dentro da cidadela eu duvido muito que o Pretor fosse concordar com o plano da Calisto.

Aliás, é impressão minha ou nossa garota possui uma forte afinidade com a Joia? E o casal Magni é meio que uma “nobreza decadente”? Parece que mesmo as pessoas de sorte não são tão sortudas assim... sem falar que a Cat parece bastante relutante com a coisa toda.

E, como qualquer grupo de aventureiros que se preze, nós precisamos de um cara rebelde e potencialmente perigoso no grupo. Mas o que será que acontece de verdade com o Luc? Ele realmente matou alguém? E, se matou, por qual motivo? *aperto o botãozinho das teorias com alegria redobrada*

O que posso dizer? A história fica melhor a cada capítulo!!

Abraços!!

P.S: O Nome do Vento tem uma história linda de acompanhar, é daqueles livros que fazem a gente se perder na leitura e esquecer do mundo.

P.S.2: Como dizem por aí “servimos mais ou menos para servir de vez em quando”. Que bom que encontrou inspiração para a cena :3

P.S.3: Eu tinha um xodó pela Irma e pela Hay Lin, mas passei metade do tempo querendo esganar a Cornelia kkkkkk

Jupiter vas Normandy

Eu amo seus comentários. Eu já amava seus comentários quando eles nem eram na minha fic kkkkkk

Pode ter certeza que o Pretor pensou em umas 15 possíveis maneiras de manter a joia na cidade e se livrar da Calisto, mas ele não é tão idiota, preferiu não arriscar. Ele ainda não sabe o que Calisto pode fazer, e acho que ele prefere ver do que a joia é capaz, antes de tentar recuperá-la apenas para deixar a joia inativa trancada em uma sala. Afinal, a Joia nunca tinha chamado por ninguém antes...

Eles pegaram mais pesado na segurança por acharem que a Calisto é poderosa e, novamente, não saberem o que esperar dela. Se a cidade tivesse sido invadida por um andarilho comum, ele provavelmente teria levado uma surra da polícia e sido expulso novamente. Ou, dependendo da conduta do policial que o abordasse, seria morto mesmo. É, o lance aqui é bem Veraneio Vascaína mesmo.

O que posso dizer? Você acertou na descrição de todos os personagens. A Catarina tem motivos pessoais para se incomodar com o tratamento contra os andarilhos, o Tiberius também, mas com o tempo ele se tornou um ótimo ator. O Tony a gente já conhece, né? Cara gente boa. A Astra é maravilhosa, durona e empática. Quanto ao Pretor, acho que a pior coisa para ele é ser tão irrelevante que nem merece o nosso ódio.

Oh my God, pela primeira vez nesse mundo chamado Nyah os leitores estão se perguntando coisas que eu já tenho as respostas *u* Planejamento de enredo é bem legal, eu devia usar mais vezes... Mas todas essas perguntas sobre como a joia foi parar com a Calisto têm explicação, e eu não vou dizer nada mais!

Não é apenas impressão. Calisto tem uma verdadeira conexão com a joia dela, é difícil falar algo sem dar spoiler, mas tem coisas que Calisto não devia saber, mas sabe. Coisas que ela pode fazer sem nunca ter feito, coisas que ela reconhece sem nunca ter visto... Mas explicar para os outros é bem difícil para ela, então acaba saindo essas respostas vagas.

Eu amo o Luc ♥ Ele não é um cara mau, embora queira ser visto assim. Revoltado? Talvez, mas nem um pouco mau XD

Sobre W.I.T.C.H. só tenho uma coisa a dizer: CALEB É MUITO MEU CRUSH.

Beijos, até o próximo :*

kalliope

"a joia, não Calisto"; ótima frase, bem encaixada e que resume perfeitamente a rejeição e indiferença com que a tratam.

A sala de observação, com o tique do relógio, os profissionais da saúde, os medicamentos, a toxicidade e os guardas... que cena maravilhosamente aflitiva e de filme de suspense; ficou muito bom, a sua descrição.

A trocação de ideia que a Calisto deu a Rower para convence-lo a ajuda-la foi incrível. Ela sustentou toda a história da mãe e os argumentos, ignorando medo/nervosismo/ansiedade que aquela situação trazia.

Luc Vermont é meu segundo personagem favorito. Ele parece ser meio psicopata.

Enfim, fiquei curiosa sobre o desfecho, irei acompanhar essa história


O que mais gostei: Luc Vermont
Soyi

Amo o jeito que você escreve. Já falei isso e vou continuar falando. Não há nada para se envergonhar aqui, muito pelo contrário. Amei cada um dos personagem, mas tive um apego especial por Vermont e Astra. Ansiosa para ver o que vêm por aí. ♥



O que mais gostei: O universo
O que acho que pode melhorar: As vezes me perco na complexidade dos personagens, mas não é por causa da escrita. Eu sou lerda mesmo e não lembro de cada um.
Jupiter vas Normandy

AAAAAAAA OBRIGADA ♥

Eu amo o Vermont e a Astra como amo todos os personagens. Mas confesso que os Magni me encantam demais, e você talvez perceba isso pelo modo como eu me empenho em DESTRUIR a vida deles. Ops, spoilers, spoilers. Vou calar a boquinha agora.

Obrigada por ler, amor ♥ ♥ Até logo!