Embora minha empolgação leitora queira comentar tudo de uma vez só e de forma desordenada, porque, como sempre, o capítulo ficou ótimo, vou tentar seguir a estrutura do texto e começar pelo começo, HAHAH.
Sobre a primeira metade do capítulo, em que o Pat e a Eyanosa conversam à noite, penso que você conseguiu realmente transmitir pra gente essa aura introspectiva e de autoconhecimento. Todos os questionamentos que o Pat faz a si mesmo têm todo o sentido na história dele durante a narrativa. Concordo com essa suspeita que ele tem sobre "conhecer o próprio sangue". Acho também que se trata mais de conhecer a si mesmo, e não tanto de conhecer uma outra cultura, um outro povo. Até porque esse "outro" faz parte dele, muito mais do que ele imagina. Então achei muito legal conhecer um pouco mais desse caminho que o Pat tem feito pela sua própria história.
E gente, como assim a Eyanosa agora confia tanto nele a ponto de adormecer ao lado do mestiço e permitir que ele a leve nos braços de volta para a tenda? Acho que isso me deixou um pouco chocada, sabe? HAHAHAH. Estava acostumada a vê-la como uma pessoa firme demais pra isso, dura com os outros e consigo mesma, então tenho que dizer que gostei de perceber o que há por trás dessa aparência de caçadora fria e calculista, HAHAHA. Ok, calculista é meio pesado, mas foi só pra aproveitar a força da expressão. Além disso, adorei esse momento de diálogo entre os dois personagens. Do meu ponto de vista, foi um diálogo bem sincero e profundo, significativo na narrativa. Só senti falta de um pouco de descrição da natureza ao redor deles nesse momento. Imagina os dois sozinhos no meio da floresta escura, só as estrelas no céu e os insetos fazendo aqueles barulhinhos aconchegantes, uma coruja piando, sei lá, HAHAH. Acho que dá pra dar umas pinceladas sobre esse cenário sem tirar o foco da conversa deles.
E esse Richard quer morrer, né? HAHAHAH. Ainda bem que os índios não têm muito domínio do inglês, pois não gostariam nada de saber que o garoto disse coisas como "meu povo esmaga o seu, babacas", HAHAH. Ok que esse tempo na tribo tem sido um tormento pra ele, um garoto que nunca precisou carregar madeira no ombro pra construir qualquer coisa, HAHAH, mas poxa... Eu ia preferir isso mil vezes à companhia do Edward e seus capangas. Acho que ele não está raciocinando bem, ou o calor afetou os miolos do nosso artista. Tô com uma pontinha de maldade aqui, pensando: quero ver tu voltar pra vila só pra ser surrado pelos brutamontes do Edward. Mas por outro lado fico com pena, pois os artistas costumam ser almas incompreendidas. Acho que é um pouco o caso do Richard.
Enfim, amei a leitura desse capítulo. Em dado momento, quando o Richard tentava pintar a Jéssica assassinada, eu me dei conta de que a morte da garota foi muito mais o gatilho que desencadeou o enredo do que a coisa principal da história. Legal perceber como esse acontecimento deu margem a tantos outros, e como a história está se desenvolvendo a partir disso.
Olha, tenho que confessar que as segundas se tornaram melhores desde que comecei a receber seus comentários HAHAHA. Sempre ricos e cheios de informações importantes, além de excelentes conselhos para o aprimoramento do capítulo. Já começo agradecendo desde já! Agora vamos ao comentário propriamente dito.
Essa empolgação é contagiante, acredite. E saiba que eu também escrevo sempre com muito empolgação. Mais que isso: a jornada para escrever este livro está sendo uma das mais divertidas da minha vida. Na verdade, como escritor, essa está sendo a melhor experiência. Nunca fui tão produtivo e com resultados tão bons. E você está me ajudando a vislumbrar esses resultados, além de poder ver onde posso refinar ainda mais. Sim, acabei de me empolgar no comentário HSAUSHAUS.
Vou confessar uma coisa para você: senti certo receio na hora que postei o capítulo. Ele estava seguindo todo meu planejamento (sim, já tenho a história toda roteirizada direitinho, o lance agora é "só" escrever), mas esse momento de introspecção de Patwin me causava preocupação. O motivo? Bem, eu temia que ficasse "brega" de alguma forma, ou que não deixasse clara a mensagem a respeito do personagem e da sua jornada. Confesso que foi relativamente difícil de se escrever, então ver que todo esforço surtiu um efeito positivo é algo que me alivia e alegra.
Além disso, apesar de todo elenco que eu amo do livro, Patwin ainda é o protagonista. Então quero que o arco dele seja mais que especial, logicamente. Ver que você reparou nas nuances e ainda se abriu para opinar no que foi lido é algo lindo, sério. Sei que me torno repetitivo, mas estou feliz demais HAHAHA.
HAHAHAHA! Eu ri muito com esse lance sobre a Eyanosa, sério HEUHEUHE. Uma coisa que eu acho interessante no ser humano é que o comportamento dele varia de acordo com as figuras presentes. São nossas máscaras, basicamente. Então querendo ou não, a Eyanosa tem toda uma carga de influência do pai, um homem super tradicionalista e com um carinho pela guerra e pelo campo de batalha. A própria tribo secotan tem essa pegada mais "bruta", natural, etc. E Patwin, até antes disso, era um estranho que trazia consigo um suposto perigo, principalmente por estar vindo da vila dos brancos. Além dele mesmo ser branco, de certa forma (pela metade? hahaha). Mas aí, com o passar do tempo e a demonstração de seu esforço, a índia viu que ele não era tudo aquilo que seu pai a fazia pensar. Não só isso, o cara ainda trazia consigo toda uma carga de novas informações, principalmente sobre o mundo lá fora. E isso encantou Eyanosa.
Como se já não tivesse tudo isso, Patwin traz uma "vibe" (perdão pelas expressões, aqui fora da história posso me expressar assim HAHAHA) completamente diferente da tribo. Ele era um homem mais pensamento que ação, até mesmo por causa de sua profissão. Então gerou um outro tipo de conexão com nossa nativa. Sei que estou viajando, mas espero que tenha sido claro HSAUSHAUS.
Fico feliz demais que tenha gostado do diálogo e do momento em si ♥
E sério, você me deu um toque que simplesmente passou despercebido por mim na hora. A questão da descrição, da natureza. Viu que você ajuda? HAHAHA. Tenha certeza que vou tirar um momento para dar essa pincelada e dar mais vida à cena. Obrigado!
Richard é um rapaz estranho, sem dúvidas. O coitado não raciocina muito bem, isso é verdade. É aquele lance de cada pessoa escolher o seu veneno. Pena que algumas escolhem a pior das opções possíveis... Será que vai ser o caso do nosso artista pirado? "Tô com uma pontinha de maldade aqui, pensando: quero ver tu voltar pra vila só pra ser surrado pelos brutamontes do Edward", OLHA VOCÊ MOSTRANDO SUAS GARRAS HSAUSHAUSHUASHUAS. Toda maldade oculta de Yokichan HAHAHAHAHAHAHA.
Esse seu último parágrafo ♥
Pode ter certeza que eu também amo ler seus comentários! Tu já sabe, é até repetitivo dizer, mas coisa boa a gente tem que espalhar mesmo :D
"eu me dei conta de que a morte da garota foi muito mais o gatilho que desencadeou o enredo do que a coisa principal da história" E X A T O
Você deve saber, mas não custa falar aqui: tão bom quando o leitor pega o espírito da história ♥ ♥ ♥ Ficamos com a sensação de dever cumprido, ao menos em parte HAHAHAHA
Enfim, acho que fiz mais um capítulo aqui. Agradeço demais o seu comentário e pode deixar que darei aquelas pinceladas :3
Mas oi?? Essa pensação do Patinho sobre a vida deu um nó no meu cérebro. Só sei que subiu a tela azul de erro e me peguei dividindo o valor de Pi pelo comprimento do pescoço da girafa multiplicado pela massa do Sol, sdds Enem o_o #Error404 SOCORRO
É mesmo, gente, cadê David?? Sdds David ♥
AE CACETE, ISSO MESMO, ACERTA UMA FLECHA NO MEIO DA TESTA DO TIO EDWARD E DO MURALHA, UHUL #TodosComemora
E vem cá, meu digníssimo amigo sr. Oliveirando, você fala que eu shippo todo mundo, mas OLHA ISSO, CARA *-* Eyanosa chegando caladinha junto do Patinho no meio da noite pra papear, quer que eu faça o quê?? VOU SHIPPAR SIM, AI JESUS MIM AJUDA
"Existe um coração aí?" GRITOOOO Caraleo, o tanto que eu ri disso HUAHUAHUAHAUAH
"demônios Edward e Muralha" SIMMMM, DOIS DEMONHOS Vamo ler o Salmo 23 pra exorcizar esses exús, MORRE CAPETA
ELA PEDIU DESCULPAS PELA FLECHADA, AAAAAAAAAAAAAA OLHA ESSE SHIP, GENTE *o* AI MEU CAPS LOCK, EU TÔ QUE SÓ SEI GRITAR, E POTA QUE PAREL, ELE LEVOU ELA PRA TENDAAAAA, NOS BRAÇOSSSSS, AI JESUS TÔ SUBINDO GUARDA MEU LUGAR NO CÉU
Mano, se eu morrer você vai ter que levar o resto da fic lá na salinha VIP do Céu pra eu terminar de ler, ok??? Não tô sabendo reagir a esse capítulo maravilhantescreudes *-*
Ah não, cara, AH NÃO ò_ó Olha esse Richard, mano, BEM FEITO, TOMA NA CARA AÍ, IDIOTA Já falei, não simpatizo com esse ser escroto, pra mim é só mais um demonho -_- Isso, vai embora mesmo. Gente que não agrega nada de positivo não precisa ficar por perto. Põe uma compressa de boldo nesse machucado aí e tchau, vai pela sombra. e_e
Heeey, Matheus! Antes de tudo, quero vir pedir desculpas não só pela demora para responder seu comentário, mas também pelo atraso na postagem do capítulo. As coisas voltarão ao normal, não se preocupe ♥
Esse seu primeiro parágrafo que deu um nó em mim HSUAHUSAHUASHUSA. Menos mal que não havia ENEM na época em que a história se passa HEHEHE. Pat ainda terá outros momentos reflexivos, mas espero que aos poucos você vá entendendo o que ele quer dizer xD
Rapaz, eu sabia que você ia enlouquecer com essa cena. Antes de tudo, quero já avisar que toda a história estava planejada há meses, então pode-se dizer que sim: você acertou, de certa forma, na shippagem. Ao menos em parte. Não sabemos se isso vai pra frente (mentira, eu sei, mas não vou contar). Terá que ler os próximos capítulos para descobrir. Mas, sem dúvidas, creio que esteja feliz com o que leu até então HAAHAHAHA
Cara, fico feliz demais que tenha amado o capítulo ♥ Não se preocupe, eu acredito que tenha Wi-Fi no céu, então você poderá continuar lendo sem medo HAHAHAHA
c******, coitado do menino Richard
Cara, mais uma vez: MUITO obrigado pelo comentário! Ajuda demais e me incentiva muito a continuar com o bom trabalho! Forte abraço e até amanhã o/
Oi!
Embora minha empolgação leitora queira comentar tudo de uma vez só e de forma desordenada, porque, como sempre, o capítulo ficou ótimo, vou tentar seguir a estrutura do texto e começar pelo começo, HAHAH.
Sobre a primeira metade do capítulo, em que o Pat e a Eyanosa conversam à noite, penso que você conseguiu realmente transmitir pra gente essa aura introspectiva e de autoconhecimento. Todos os questionamentos que o Pat faz a si mesmo têm todo o sentido na história dele durante a narrativa. Concordo com essa suspeita que ele tem sobre "conhecer o próprio sangue". Acho também que se trata mais de conhecer a si mesmo, e não tanto de conhecer uma outra cultura, um outro povo. Até porque esse "outro" faz parte dele, muito mais do que ele imagina. Então achei muito legal conhecer um pouco mais desse caminho que o Pat tem feito pela sua própria história.
E gente, como assim a Eyanosa agora confia tanto nele a ponto de adormecer ao lado do mestiço e permitir que ele a leve nos braços de volta para a tenda? Acho que isso me deixou um pouco chocada, sabe? HAHAHAH. Estava acostumada a vê-la como uma pessoa firme demais pra isso, dura com os outros e consigo mesma, então tenho que dizer que gostei de perceber o que há por trás dessa aparência de caçadora fria e calculista, HAHAHA. Ok, calculista é meio pesado, mas foi só pra aproveitar a força da expressão. Além disso, adorei esse momento de diálogo entre os dois personagens. Do meu ponto de vista, foi um diálogo bem sincero e profundo, significativo na narrativa. Só senti falta de um pouco de descrição da natureza ao redor deles nesse momento. Imagina os dois sozinhos no meio da floresta escura, só as estrelas no céu e os insetos fazendo aqueles barulhinhos aconchegantes, uma coruja piando, sei lá, HAHAH. Acho que dá pra dar umas pinceladas sobre esse cenário sem tirar o foco da conversa deles.
E esse Richard quer morrer, né? HAHAHAH. Ainda bem que os índios não têm muito domínio do inglês, pois não gostariam nada de saber que o garoto disse coisas como "meu povo esmaga o seu, babacas", HAHAH. Ok que esse tempo na tribo tem sido um tormento pra ele, um garoto que nunca precisou carregar madeira no ombro pra construir qualquer coisa, HAHAH, mas poxa... Eu ia preferir isso mil vezes à companhia do Edward e seus capangas. Acho que ele não está raciocinando bem, ou o calor afetou os miolos do nosso artista. Tô com uma pontinha de maldade aqui, pensando: quero ver tu voltar pra vila só pra ser surrado pelos brutamontes do Edward. Mas por outro lado fico com pena, pois os artistas costumam ser almas incompreendidas. Acho que é um pouco o caso do Richard.
Enfim, amei a leitura desse capítulo. Em dado momento, quando o Richard tentava pintar a Jéssica assassinada, eu me dei conta de que a morte da garota foi muito mais o gatilho que desencadeou o enredo do que a coisa principal da história. Legal perceber como esse acontecimento deu margem a tantos outros, e como a história está se desenvolvendo a partir disso.
Beijo!
Olá!
Olha, tenho que confessar que as segundas se tornaram melhores desde que comecei a receber seus comentários HAHAHA. Sempre ricos e cheios de informações importantes, além de excelentes conselhos para o aprimoramento do capítulo. Já começo agradecendo desde já! Agora vamos ao comentário propriamente dito.
Essa empolgação é contagiante, acredite. E saiba que eu também escrevo sempre com muito empolgação. Mais que isso: a jornada para escrever este livro está sendo uma das mais divertidas da minha vida. Na verdade, como escritor, essa está sendo a melhor experiência. Nunca fui tão produtivo e com resultados tão bons. E você está me ajudando a vislumbrar esses resultados, além de poder ver onde posso refinar ainda mais. Sim, acabei de me empolgar no comentário HSAUSHAUS.
Vou confessar uma coisa para você: senti certo receio na hora que postei o capítulo. Ele estava seguindo todo meu planejamento (sim, já tenho a história toda roteirizada direitinho, o lance agora é "só" escrever), mas esse momento de introspecção de Patwin me causava preocupação. O motivo? Bem, eu temia que ficasse "brega" de alguma forma, ou que não deixasse clara a mensagem a respeito do personagem e da sua jornada. Confesso que foi relativamente difícil de se escrever, então ver que todo esforço surtiu um efeito positivo é algo que me alivia e alegra.
Além disso, apesar de todo elenco que eu amo do livro, Patwin ainda é o protagonista. Então quero que o arco dele seja mais que especial, logicamente. Ver que você reparou nas nuances e ainda se abriu para opinar no que foi lido é algo lindo, sério. Sei que me torno repetitivo, mas estou feliz demais HAHAHA.
HAHAHAHA! Eu ri muito com esse lance sobre a Eyanosa, sério HEUHEUHE. Uma coisa que eu acho interessante no ser humano é que o comportamento dele varia de acordo com as figuras presentes. São nossas máscaras, basicamente. Então querendo ou não, a Eyanosa tem toda uma carga de influência do pai, um homem super tradicionalista e com um carinho pela guerra e pelo campo de batalha. A própria tribo secotan tem essa pegada mais "bruta", natural, etc. E Patwin, até antes disso, era um estranho que trazia consigo um suposto perigo, principalmente por estar vindo da vila dos brancos. Além dele mesmo ser branco, de certa forma (pela metade? hahaha). Mas aí, com o passar do tempo e a demonstração de seu esforço, a índia viu que ele não era tudo aquilo que seu pai a fazia pensar. Não só isso, o cara ainda trazia consigo toda uma carga de novas informações, principalmente sobre o mundo lá fora. E isso encantou Eyanosa.
Como se já não tivesse tudo isso, Patwin traz uma "vibe" (perdão pelas expressões, aqui fora da história posso me expressar assim HAHAHA) completamente diferente da tribo. Ele era um homem mais pensamento que ação, até mesmo por causa de sua profissão. Então gerou um outro tipo de conexão com nossa nativa. Sei que estou viajando, mas espero que tenha sido claro HSAUSHAUS.
Fico feliz demais que tenha gostado do diálogo e do momento em si ♥
E sério, você me deu um toque que simplesmente passou despercebido por mim na hora. A questão da descrição, da natureza. Viu que você ajuda? HAHAHA. Tenha certeza que vou tirar um momento para dar essa pincelada e dar mais vida à cena. Obrigado!
Richard é um rapaz estranho, sem dúvidas. O coitado não raciocina muito bem, isso é verdade. É aquele lance de cada pessoa escolher o seu veneno. Pena que algumas escolhem a pior das opções possíveis... Será que vai ser o caso do nosso artista pirado? "Tô com uma pontinha de maldade aqui, pensando: quero ver tu voltar pra vila só pra ser surrado pelos brutamontes do Edward", OLHA VOCÊ MOSTRANDO SUAS GARRAS HSAUSHAUSHUASHUAS. Toda maldade oculta de Yokichan HAHAHAHAHAHAHA.
Esse seu último parágrafo ♥
Pode ter certeza que eu também amo ler seus comentários! Tu já sabe, é até repetitivo dizer, mas coisa boa a gente tem que espalhar mesmo :D
"eu me dei conta de que a morte da garota foi muito mais o gatilho que desencadeou o enredo do que a coisa principal da história" E X A T O
Você deve saber, mas não custa falar aqui: tão bom quando o leitor pega o espírito da história ♥ ♥ ♥ Ficamos com a sensação de dever cumprido, ao menos em parte HAHAHAHA
Enfim, acho que fiz mais um capítulo aqui. Agradeço demais o seu comentário e pode deixar que darei aquelas pinceladas :3
Beijo!
Relôu pípou!!!
Mas oi?? Essa pensação do Patinho sobre a vida deu um nó no meu cérebro. Só sei que subiu a tela azul de erro e me peguei dividindo o valor de Pi pelo comprimento do pescoço da girafa multiplicado pela massa do Sol, sdds Enem o_o #Error404 SOCORRO
É mesmo, gente, cadê David?? Sdds David ♥
AE CACETE, ISSO MESMO, ACERTA UMA FLECHA NO MEIO DA TESTA DO TIO EDWARD E DO MURALHA, UHUL #TodosComemora
E vem cá, meu digníssimo amigo sr. Oliveirando, você fala que eu shippo todo mundo, mas OLHA ISSO, CARA *-* Eyanosa chegando caladinha junto do Patinho no meio da noite pra papear, quer que eu faça o quê?? VOU SHIPPAR SIM, AI JESUS MIM AJUDA
"Existe um coração aí?" GRITOOOO Caraleo, o tanto que eu ri disso HUAHUAHUAHAUAH
"demônios Edward e Muralha" SIMMMM, DOIS DEMONHOS Vamo ler o Salmo 23 pra exorcizar esses exús, MORRE CAPETA
ELA PEDIU DESCULPAS PELA FLECHADA, AAAAAAAAAAAAAA OLHA ESSE SHIP, GENTE *o* AI MEU CAPS LOCK, EU TÔ QUE SÓ SEI GRITAR, E POTA QUE PAREL, ELE LEVOU ELA PRA TENDAAAAA, NOS BRAÇOSSSSS, AI JESUS TÔ SUBINDO GUARDA MEU LUGAR NO CÉU
Mano, se eu morrer você vai ter que levar o resto da fic lá na salinha VIP do Céu pra eu terminar de ler, ok??? Não tô sabendo reagir a esse capítulo maravilhantescreudes *-*
Ah não, cara, AH NÃO ò_ó Olha esse Richard, mano, BEM FEITO, TOMA NA CARA AÍ, IDIOTA Já falei, não simpatizo com esse ser escroto, pra mim é só mais um demonho -_- Isso, vai embora mesmo. Gente que não agrega nada de positivo não precisa ficar por perto. Põe uma compressa de boldo nesse machucado aí e tchau, vai pela sombra. e_e
Já quero o próximo, CADÊÊÊÊ *-*
Heeey, Matheus! Antes de tudo, quero vir pedir desculpas não só pela demora para responder seu comentário, mas também pelo atraso na postagem do capítulo. As coisas voltarão ao normal, não se preocupe ♥
Esse seu primeiro parágrafo que deu um nó em mim HSUAHUSAHUASHUSA. Menos mal que não havia ENEM na época em que a história se passa HEHEHE. Pat ainda terá outros momentos reflexivos, mas espero que aos poucos você vá entendendo o que ele quer dizer xD
Rapaz, eu sabia que você ia enlouquecer com essa cena. Antes de tudo, quero já avisar que toda a história estava planejada há meses, então pode-se dizer que sim: você acertou, de certa forma, na shippagem. Ao menos em parte. Não sabemos se isso vai pra frente (mentira, eu sei, mas não vou contar). Terá que ler os próximos capítulos para descobrir. Mas, sem dúvidas, creio que esteja feliz com o que leu até então HAAHAHAHA
Cara, fico feliz demais que tenha amado o capítulo ♥ Não se preocupe, eu acredito que tenha Wi-Fi no céu, então você poderá continuar lendo sem medo HAHAHAHA
c******, coitado do menino Richard
Cara, mais uma vez: MUITO obrigado pelo comentário! Ajuda demais e me incentiva muito a continuar com o bom trabalho! Forte abraço e até amanhã o/