Se, pra ti, foi um capítulo bom de escrever, pra mim foi um capítulo bom de ler. Pode apostar, HAHAH. Gosto bastante desses links nas referências finais, aliás. Assim dá pra gente visualizar melhor as cenas, embora na tua própria narração a coisa em si tenha ficado bem delineada.
Que triste o funeral do Wohali. Imaginei mesmo um clima de comoção pairando sobre toda a tribo enquanto os ritos fúnebres eram realizados e as orações ditas em voz alta. Não sabia desse modo dos índios de preparar o corpo para a morte, para a vida depois dela, aliás. Acho que, no máximo, vi algo nos filmes: aquela coisa de deixar o corpo a deriva em um rio, HAHAH. Então foi bem interessante ler esse trecho do capítulo e depois poder conferir um pouco mais dos rituais nos links complementares em que tu se baseou.
Também foi curioso ver o Mahpee lutando contra os próprios sentimentos para depois se convencer de que, sim, a tribo precisa lutar. É engraçado como, quando a gente coloca uma coisa na cabeça, tudo parece colaborar com essa ideia. Digo isso pelo trecho em que a lança do Wohali cai aos pés do Mahpee. Ele logo se convence de que aquilo foi um sinal e de que ele é o encarregado de liderar a tribo nessa luta, de proteger os seus. Compreendo os sentimentos dele e acho que são muito justos, aliás. Depois de anos e anos de dominação pelos brancos, é claro que os índios querem lutar por sua liberdade e por sua autonomia. Contudo, será que os argumentos que ele está colocando nessa questão são os argumentos certos? É difícil julgar algo assim, então ando muito ansiosa pra saber o que acontecerá nesse conflito, HAHAH.
E esse delírio do Pat? Jesus, que coisa macabra, HAHAH. Mas será que foi um delírio mesmo ou uma espécie de visão guiada pela lembrança do pai? Fico tão instigada com essas coisas sobre o pai do Pat e sobre as coisas que ele vê, ou imagina que vê. Ainda não sei o que a aparição do Adaky nesse sonho quer dizer, mas me parece que a ira da tribo está se tornando tão patente que o Pat consegue senti-la, inconscientemente. Ou será que, de algum modo, ele compartilha desse sentimento por ter o sangue dos secotan? Muitas teorias, né? HAHAHA.
Enfim, adorei o capítulo (como sempre né). Acho que, na revisão, algumas coisas passaram. Coisas pequenas mesmo, tipo ao invés de "cuidado" a palavra ficou como "cuido", etc. Se não me engano também há um trecho em que faltou um "de" entre duas palavras, ou algo assim. Seria bom fazer uma outra leitura depois pra ajeitar esses detalhes. Porém, não é nada que prejudique a essência do capítulo, que me envolveu totalmente, como costuma acontecer.
Fico feliz demais que você tenha gostado do capítulo! Independente de quantos capítulos eu poste, sempre fico com aquele nervoso aguardando a recepção dos leitores hehehe. Então ter um feedback positivo como esse e, mais ainda, com o seu envolvimento dentro da história é uma verdadeira recompensa por todo trabalho e pesquisa. Trabalho que amo, por sinal hehehe ♥
Eu sempre gosto de deixar esses tipo de links e referências, até para os leitores saberem de onde vem algumas características da história. A própria historinha que Mahpee contou à respeito da caneca de prata e o incêndio da vila também está registrada. Tento sempre trazer um fundo de verdade, ainda que imersa na ficção e universo bem próprio. É bom demais ver que os links ajudam de alguma maneira, seja para esclarecer cenas (dando mais profundidade), seja para saciar a curiosidade. Inclusive, estamos próximos de um capítulo que contará com informações importantes advindas de uma figura histórica real. Aguarde hehehe
Agrada-me imensamente saber que a emoção foi passada com sucesso. Eu também fiquei bem surpreso enquanto fazia as pesquisas. Achei muito interessante e me deparei com várias pinturas muito interessantes demonstrando o ritual. Você deve saber muito bem: escrever te faz aprender cada coisa louca HAHAHA. Imagino o que pensariam de mim caso olhassem meu histórico de pesquisa xD
Mágoa e ressentimento são coisas muito perigosas. Edward e Mahpee são bem parecidos nesse aspecto, cada um com seus motivos para nutrir raiva dos povos opostos. É uma dinâmica que eu amo trabalhar, onde no final você vê que tudo se trata de um ciclo de violência dificilmente parável. E sobre o poder da crença, isso é algo que eu acredito demais. Quando você coloca algo em sua cabeça, tudo que acontecer ao redor será justificado de alguma forma de acordo com o que você acredita lá no fundo. É meio louco, mas facilmente observável. Veja casos em que parceiros amorosos pensam que o outro está cometendo algum tipo de traição. Eles acreditam tanto nisso, que encontram vários "pistas", mesmo que no fim não haja traição alguma. Meu pai sempre diz que a verdade é como um prisma. Nossos conceitos nos permitem ver por um lado. Eles não mentem, mas revelam apenas parte da verdade. Para compreendê-la, temos que visualizar as outras faces. Fiz outro capítulo aqui nesse comentário, mas espero que tenha sido compreensível HASUHUASHUASHUAS
"E esse delírio do Pat?". O que posso falar? Patwin é o rapaz dos sonhos e das lembranças vívidas HAHAHA. O que isso quer dizer? Não sei (mentira, sei, mas é sempre bom deixar o suspense no ar). AH, MAS JÁ VOU DIZENDO: AMO LER AS TEORIAS DOS LEITORES, ENTÃO SINTA-SE LIVRE PARA VIAJAR HAHHAAHAHA
Fico feliz demais (digo isso sempre e mil vezes no mesmo texto, mas é bom que torna a alegria mais palpável HAHAHA) pelo fato de você ter adorado o capítulo! Alegro-me também por seus apontamentos. Realmente não fiz a melhor das revisões, então vou passar o texto na peneira novamente para ajustá-lo adequadamente. Obrigado ♥
Tudo que posso dizer é: que capitulozão da p0#*@. *-*
Adorei conhecer mais sobre os rituais e hábitos dos nativos. Acho muito legal essa sintonia que os povos primitivos têm com a natureza, essa consciência que somos um com o universo. De tanto falar em tinta azul, fiquei imaginando esses índios todos como o povo do filme Avatar, SOCORRO TÁ AMARRADO EM NOME DA TIM HAHAHAHA
Enfim. Muita confusão, muitos sentimentos. Prevejo uma treta, TO COM MEDO CHESSUS o_o
Ah nem, cara, não se acaba um capítulo assim. Não pode fazer isso. Deus abençoe que o Adaky não traia o Patinho e o esfaqueia de verdade. Quero muito que surja uma amizade bacana entre eles, me ajuda aí. '-'
Cara, é MUITO bom ler isso! Empreendi muito esforço para escrever este capítulo, então ver essa receptividade é algo que me alegra demais! Fico feliz em cumprir suas expectativas :D
"em nome da Tim" MANO, MORRI DE RIR AQUI HUSAHUASHUAUHHUAUSHASHASUJUAHSHUASUHASHUHUASS.
Pois é, cara, todos os personagens estão passando por conflitos que só tendem a se somar e formar algo ainda maior. Sim, a treta está chegando. Isso é uma certeza!
Sou muito maldoso com os fins de capítulos, tenho consciência disso. E a tendência é piorar MUAHAHAHA! Que Ele abençoe mesmo. Vamos descobrir o que há para acontecer :D
Obrigado pelo comentário e até o próximo capítulo o/
Oi!
Se, pra ti, foi um capítulo bom de escrever, pra mim foi um capítulo bom de ler. Pode apostar, HAHAH. Gosto bastante desses links nas referências finais, aliás. Assim dá pra gente visualizar melhor as cenas, embora na tua própria narração a coisa em si tenha ficado bem delineada.
Que triste o funeral do Wohali. Imaginei mesmo um clima de comoção pairando sobre toda a tribo enquanto os ritos fúnebres eram realizados e as orações ditas em voz alta. Não sabia desse modo dos índios de preparar o corpo para a morte, para a vida depois dela, aliás. Acho que, no máximo, vi algo nos filmes: aquela coisa de deixar o corpo a deriva em um rio, HAHAH. Então foi bem interessante ler esse trecho do capítulo e depois poder conferir um pouco mais dos rituais nos links complementares em que tu se baseou.
Também foi curioso ver o Mahpee lutando contra os próprios sentimentos para depois se convencer de que, sim, a tribo precisa lutar. É engraçado como, quando a gente coloca uma coisa na cabeça, tudo parece colaborar com essa ideia. Digo isso pelo trecho em que a lança do Wohali cai aos pés do Mahpee. Ele logo se convence de que aquilo foi um sinal e de que ele é o encarregado de liderar a tribo nessa luta, de proteger os seus. Compreendo os sentimentos dele e acho que são muito justos, aliás. Depois de anos e anos de dominação pelos brancos, é claro que os índios querem lutar por sua liberdade e por sua autonomia. Contudo, será que os argumentos que ele está colocando nessa questão são os argumentos certos? É difícil julgar algo assim, então ando muito ansiosa pra saber o que acontecerá nesse conflito, HAHAH.
E esse delírio do Pat? Jesus, que coisa macabra, HAHAH. Mas será que foi um delírio mesmo ou uma espécie de visão guiada pela lembrança do pai? Fico tão instigada com essas coisas sobre o pai do Pat e sobre as coisas que ele vê, ou imagina que vê. Ainda não sei o que a aparição do Adaky nesse sonho quer dizer, mas me parece que a ira da tribo está se tornando tão patente que o Pat consegue senti-la, inconscientemente. Ou será que, de algum modo, ele compartilha desse sentimento por ter o sangue dos secotan? Muitas teorias, né? HAHAHA.
Enfim, adorei o capítulo (como sempre né). Acho que, na revisão, algumas coisas passaram. Coisas pequenas mesmo, tipo ao invés de "cuidado" a palavra ficou como "cuido", etc. Se não me engano também há um trecho em que faltou um "de" entre duas palavras, ou algo assim. Seria bom fazer uma outra leitura depois pra ajeitar esses detalhes. Porém, não é nada que prejudique a essência do capítulo, que me envolveu totalmente, como costuma acontecer.
Até o próximo!
Fico feliz demais que você tenha gostado do capítulo! Independente de quantos capítulos eu poste, sempre fico com aquele nervoso aguardando a recepção dos leitores hehehe. Então ter um feedback positivo como esse e, mais ainda, com o seu envolvimento dentro da história é uma verdadeira recompensa por todo trabalho e pesquisa. Trabalho que amo, por sinal hehehe ♥
Eu sempre gosto de deixar esses tipo de links e referências, até para os leitores saberem de onde vem algumas características da história. A própria historinha que Mahpee contou à respeito da caneca de prata e o incêndio da vila também está registrada. Tento sempre trazer um fundo de verdade, ainda que imersa na ficção e universo bem próprio. É bom demais ver que os links ajudam de alguma maneira, seja para esclarecer cenas (dando mais profundidade), seja para saciar a curiosidade. Inclusive, estamos próximos de um capítulo que contará com informações importantes advindas de uma figura histórica real. Aguarde hehehe
Agrada-me imensamente saber que a emoção foi passada com sucesso. Eu também fiquei bem surpreso enquanto fazia as pesquisas. Achei muito interessante e me deparei com várias pinturas muito interessantes demonstrando o ritual. Você deve saber muito bem: escrever te faz aprender cada coisa louca HAHAHA. Imagino o que pensariam de mim caso olhassem meu histórico de pesquisa xD
Mágoa e ressentimento são coisas muito perigosas. Edward e Mahpee são bem parecidos nesse aspecto, cada um com seus motivos para nutrir raiva dos povos opostos. É uma dinâmica que eu amo trabalhar, onde no final você vê que tudo se trata de um ciclo de violência dificilmente parável. E sobre o poder da crença, isso é algo que eu acredito demais. Quando você coloca algo em sua cabeça, tudo que acontecer ao redor será justificado de alguma forma de acordo com o que você acredita lá no fundo. É meio louco, mas facilmente observável. Veja casos em que parceiros amorosos pensam que o outro está cometendo algum tipo de traição. Eles acreditam tanto nisso, que encontram vários "pistas", mesmo que no fim não haja traição alguma. Meu pai sempre diz que a verdade é como um prisma. Nossos conceitos nos permitem ver por um lado. Eles não mentem, mas revelam apenas parte da verdade. Para compreendê-la, temos que visualizar as outras faces. Fiz outro capítulo aqui nesse comentário, mas espero que tenha sido compreensível HASUHUASHUASHUAS
"E esse delírio do Pat?". O que posso falar? Patwin é o rapaz dos sonhos e das lembranças vívidas HAHAHA. O que isso quer dizer? Não sei (mentira, sei, mas é sempre bom deixar o suspense no ar). AH, MAS JÁ VOU DIZENDO: AMO LER AS TEORIAS DOS LEITORES, ENTÃO SINTA-SE LIVRE PARA VIAJAR HAHHAAHAHA
Fico feliz demais (digo isso sempre e mil vezes no mesmo texto, mas é bom que torna a alegria mais palpável HAHAHA) pelo fato de você ter adorado o capítulo! Alegro-me também por seus apontamentos. Realmente não fiz a melhor das revisões, então vou passar o texto na peneira novamente para ajustá-lo adequadamente. Obrigado ♥
Nos vemos no capítulo que vem!
Caramba o_o
Tudo que posso dizer é: que capitulozão da p0#*@. *-*
Adorei conhecer mais sobre os rituais e hábitos dos nativos. Acho muito legal essa sintonia que os povos primitivos têm com a natureza, essa consciência que somos um com o universo. De tanto falar em tinta azul, fiquei imaginando esses índios todos como o povo do filme Avatar, SOCORRO TÁ AMARRADO EM NOME DA TIM HAHAHAHA
Enfim. Muita confusão, muitos sentimentos. Prevejo uma treta, TO COM MEDO CHESSUS o_o
Ah nem, cara, não se acaba um capítulo assim. Não pode fazer isso. Deus abençoe que o Adaky não traia o Patinho e o esfaqueia de verdade. Quero muito que surja uma amizade bacana entre eles, me ajuda aí. '-'
Cara, é MUITO bom ler isso! Empreendi muito esforço para escrever este capítulo, então ver essa receptividade é algo que me alegra demais! Fico feliz em cumprir suas expectativas :D
"em nome da Tim" MANO, MORRI DE RIR AQUI HUSAHUASHUAUHHUAUSHASHASUJUAHSHUASUHASHUHUASS.
Pois é, cara, todos os personagens estão passando por conflitos que só tendem a se somar e formar algo ainda maior. Sim, a treta está chegando. Isso é uma certeza!
Sou muito maldoso com os fins de capítulos, tenho consciência disso. E a tendência é piorar MUAHAHAHA! Que Ele abençoe mesmo. Vamos descobrir o que há para acontecer :D
Obrigado pelo comentário e até o próximo capítulo o/