Esse capítulo foi bem divertido. Andar por ai sem cueca e ainda mais com calças curtas sempre me pareceu algo extremamente desconfortável, mesmo quando eu era criança, talvez por ser de uma geração mais atual.
Vale comentar também da reação da mãe diante do comportamento estranho do filho. Não pretendo bater em meus filhos caso venha a ter-los no futuro, mas acredito que levar uma chicotada da mãe com o tempo se transforma numa lembrança divertida, ao menos quando as chicotadas não são constantementes.
Mas o cap não se focou apenas acontecimentos divertidos. Noto pequenos detalhes cativantes, não só nesse cap como no anterior também. O momento em que a senhora ofereceu roupas mais de acordo com sua idade e ele retribuiu a bondade dela com um beijo, esses pequenos trechos fazem toda a diferença.
Por fim terminamos o capítulo com várias dúvidas e ansiedade pela continuação
Eu, quando criança vivia no mundo dos sem cuecas. Achava que ela apertava (falta de costume). Acho que só passei a usá-la após os 10 anos de idade.
Estes 2 primeiros capítulos era praticamente uma introdução da estória (ou história, como queira). Na 5ª feira devo postar o próximo cap.
Não sei se percebeste, mas comecei a ler a sua última estória e até fiz um breve comentário. Gosto de ler o que os amigos que leem as minhas escrevem, mesmo pelo fato de retribuir. Garanto que estou gostando e espero que escreva a sequência logo.
Legal mesmo é perceber que você está entrando no mundo do faz de conta que se fosse real não teria como ser diferente dos perigos de viagens ao passado.
Ah! Antes de responder seu próximo comentário, vou ler o 1º cap. da sua "O Coração do Inverno", pois a sinopse eu já li e percebi que irei gostar.
Esse capítulo foi bem divertido. Andar por ai sem cueca e ainda mais com calças curtas sempre me pareceu algo extremamente desconfortável, mesmo quando eu era criança, talvez por ser de uma geração mais atual.
Vale comentar também da reação da mãe diante do comportamento estranho do filho. Não pretendo bater em meus filhos caso venha a ter-los no futuro, mas acredito que levar uma chicotada da mãe com o tempo se transforma numa lembrança divertida, ao menos quando as chicotadas não são constantementes.
Mas o cap não se focou apenas acontecimentos divertidos. Noto pequenos detalhes cativantes, não só nesse cap como no anterior também. O momento em que a senhora ofereceu roupas mais de acordo com sua idade e ele retribuiu a bondade dela com um beijo, esses pequenos trechos fazem toda a diferença.
Por fim terminamos o capítulo com várias dúvidas e ansiedade pela continuação
Que bom que esteja gostando.
Eu, quando criança vivia no mundo dos sem cuecas. Achava que ela apertava (falta de costume). Acho que só passei a usá-la após os 10 anos de idade.
Estes 2 primeiros capítulos era praticamente uma introdução da estória (ou história, como queira). Na 5ª feira devo postar o próximo cap.
Não sei se percebeste, mas comecei a ler a sua última estória e até fiz um breve comentário. Gosto de ler o que os amigos que leem as minhas escrevem, mesmo pelo fato de retribuir. Garanto que estou gostando e espero que escreva a sequência logo.
Agora chega.
Que encantador, pelo menos até enfurecer a mãe kkkkk.
Acho que tanto ele quanto eu estamos começando a entender a gravidade da situação, e sinceramente, parte de mim está se divertindo muito com isso.
Legal.
Legal mesmo é perceber que você está entrando no mundo do faz de conta que se fosse real não teria como ser diferente dos perigos de viagens ao passado.
Ah! Antes de responder seu próximo comentário, vou ler o 1º cap. da sua "O Coração do Inverno", pois a sinopse eu já li e percebi que irei gostar.