Luke ainda não aprendeu a andar no meio da escória e vilania, ele é um fofo. Sim, agora me lembro que Han falou sobre esse caçador de recompensas pra Leia, as cenas se encaixam. Essa aventura deles vai chegar aos ouvidos do Jeiz Becka, tenho esse pressentimento.
Essa é a melhor fanfic de Star Wars que estou lendo e é a obra de ficção mais parecida com Star Wars que vejo há muito tempo. Eu consigo ver os personagens do canon fazendo tudo isso e até ouço a trilha do John Williams na cabeça. Fico um pouquinho melancólica às vezes porque sei que nunca mais vou ver esse Star Wars em filme além da trilogia original. Toda magia acaba um dia, não é?
A magia só acaba se nós quisermos. Eu, um dia, julguei que sim - depois houve surpresas, boas e menos boas, e percebi que é possível prolongar um pouco mais a magia apenas por simples vontade. Nunca deixes que se esgote a magia. Eu tento que assim seja.
Esta aventura, e como foi no meio da escória e da vilania, tem grandes possibilidades de chegar aos ouvidos do Jeiz Becka, é verdade.
O Luke, mesmo tendo sido criado em Tatooine, não se sente muito à vontade neste tipo de ambientes. O tio Owen e a tia Beru deviam protegê-lo muito - e fizeram bem, pois o jovem estava destinado a cenários diferentes.
Ei, muito obrigado amiga! As tuas palavras são maravilhosas e estou a sorrir, como deves imaginar. Tentei ser cânone e lá fui inserindo personagens originais, mas no mais esforcei-me por manter o ambiente que se viveria entre o episódio IV e o V.
Teremos sempre a trilogia original. E agora parecia o Bogart/Rick: "we'll always have Paris".
Luke ainda não aprendeu a andar no meio da escória e vilania, ele é um fofo. Sim, agora me lembro que Han falou sobre esse caçador de recompensas pra Leia, as cenas se encaixam. Essa aventura deles vai chegar aos ouvidos do Jeiz Becka, tenho esse pressentimento.
Essa é a melhor fanfic de Star Wars que estou lendo e é a obra de ficção mais parecida com Star Wars que vejo há muito tempo. Eu consigo ver os personagens do canon fazendo tudo isso e até ouço a trilha do John Williams na cabeça. Fico um pouquinho melancólica às vezes porque sei que nunca mais vou ver esse Star Wars em filme além da trilogia original. Toda magia acaba um dia, não é?
Capítulo ótimo.
=***
Oi Valdie!
A magia só acaba se nós quisermos. Eu, um dia, julguei que sim - depois houve surpresas, boas e menos boas, e percebi que é possível prolongar um pouco mais a magia apenas por simples vontade. Nunca deixes que se esgote a magia. Eu tento que assim seja.
Esta aventura, e como foi no meio da escória e da vilania, tem grandes possibilidades de chegar aos ouvidos do Jeiz Becka, é verdade.
O Luke, mesmo tendo sido criado em Tatooine, não se sente muito à vontade neste tipo de ambientes. O tio Owen e a tia Beru deviam protegê-lo muito - e fizeram bem, pois o jovem estava destinado a cenários diferentes.
Ei, muito obrigado amiga! As tuas palavras são maravilhosas e estou a sorrir, como deves imaginar. Tentei ser cânone e lá fui inserindo personagens originais, mas no mais esforcei-me por manter o ambiente que se viveria entre o episódio IV e o V.
Teremos sempre a trilogia original. E agora parecia o Bogart/Rick: "we'll always have Paris".
Beijo!