O capítulo foi mto legal! ♥ Amei ver um pouco mais sobre a Ana, e ver que msm que ela seja a Ju, mentalmente, ela continuou mostrando a visão dela. Ao msm tempo que era a Ju, era a Ana. Ju via, Ana sentia. ♥ Sou terrivelmente fã de mortes e situações mórbidas em hists., e foi uma felicidade enorme ver que vc não poupou nada nem ninguém do sofrimento de guerra! Vc descreveu super bem a dor da Dalila, msm que fosse a Ana vendo e não sentindo essa dor! :D Aplaudo vc! :3 Mas calma q eu prefiro paz e amor na vida real, sofrimento só na ficção! :'( E por falar em sofrimento, pode ser do pior tipo mesmo! >:D Que os inimigos sejam cozidos vivos pelo Scald, tenham suas ligações nervosas torcidas pelo Psychic, e assim vai! Alguém me bate pra eu parar de ser tão má. ;u;
A Ana-Ju é muito perva! O//u//O Mas se eu tivesse a chance de ver um tanquinho, teria os mesmos pensamentos, ainda mais se o cara fosse meu amante bonitão, sarado e que cora com qqr besteirinha! 'u'
Outra coisa que amei foi essa do ritual insano do mar! Mesmo com os pokémons e seus movimentos curativos -Ficou tão legal o jeito q vc descreveu o Heal Pulse da Dalila!-, ainda existem rituais! São do tipo feitiçaria? Kyaaaa, é tão legal pensar nessas coisas desse passado devastador e misterioso! (♥ u ♥)
Vc foi super má de usar um Leavanny, podia ser um Scolipede ou Pinsir, qqr um, mas o fofinho do Leavanny foi jogo pesado! ;n; Eu tive um Leavanny no meu jogo de Pokémon White, chamado Leaf-kun -Eu colocava sufixos nos apelidos, antigamente, que vergonha-. Além de ter feito um da espécie dele ser sádico -disso eu gostei, amo personagens sádicos-, ainda arrancou a cabeça dele! Não... Espera... AH, EU AMEI ESSA CENA! DESTRINCHA MAIS! Teehee, amo essas brutalidades, esses castigos brutalmente merecidos pros vilõezinhos de meia tigela... Hihi.
Minha sede de sangue fictício não tem salvação ;~;
E sim! 'Tá dando pra entender mto bem o inglês! :D São frases simples e vc ainda coloca a tradução ^-^ Bom, pra finalizar, eu amei o cap! 'Tá tão bom qto os outros. E purfavorzinho posta o próximo logo! 'Tô me mordendo e roendo de curiosidade pra saber o q houve com a Ju e os outros, continua assim q puder pf! :3 Será q um personagem novo vai aparecer? Será q a Ju vai ficar mancando? Será q o Samuel vai ser bonzinho e carregar ela? Ai, a curiosidade 'tá cruel demais! ♥
♥ 84 anos depois, estou aqui, depois de vários shots de vergonha na cara. Eu sei que você disse que não tinha pressa (amém ♥ aliás kk), mas não dava mais pra segurar essa resposta.
E o que dizer? ♥ Eu amei! kk Ainda tenho mó vontadinha de pregar esse review na testa, na porta de casa, no banheiro e no caderno da escola para me lembrar que tudo isso daqui vale a pena ♥ Thank yiew, pq se tem uma coisa que aguentou (real oficial) a barra comigo de escrever tantos capítulos ruins seguidos foi esse comentário. Eu todo santo dia entro para ver ele, é quase um filho pra mim, já ♥ kkk
E, aaah, já penei sonhando com batalhas aqui. Meu sonho de consumo é fazer uma batalha que preste acontecer, ver pokémon bolando, treinador se desdobrando, uma galera se contorcendo... Quero nem ver no dia que for, pq se não for pra ver uma verdadeira desgraça eu nem vou! ♥ (Adoorooo)
Quem me vê dizendo isso nem pensa que eu sou lesadinha, rapaz kkk Fico com cara feia pra briga e acho desnecessário umas violências. Mas pra narrar me baixa um espírito, sei lá! Tortura e violência em fic só não é mais animador para mim do que angst. kk
Aiin, e obrigada por falar bem da cena com a Dalila ♥ Vitória pessoal ter escrito tão bem a seu ver!!
Já sobre a Ana-Jú perva kkk Vou nem mentir, né? Me passa um hot asian guy que nem o Robyn por perto e eu já tava dura no chão, morrendo no meu próprio fogo ou babando mto, já com as mãos no pobi do menino. Kkk
M E N I N A QUE EU NÃO SABIA QUE DAVA PRA VER O HEAL PULSEE
Mas que bom que deuuu ♥ Não sou muito adepta a ordenar nada no passado, já que a pokedex é recente e eu imagino que as classificações de movimentos e ademais coisas tbm (por isso mesmo que a Ana n sabe que a Dalila é do tipo fada). Já pelo ritual, não, nada de feitiçaria ainda ;v;) É só a combinação de um movimento d'água com poderes psíquicos e o Heal Pulse, eu particularmente gosto de sair juntando uns movimentos e criar umas coisas loucas kkk
E, eu, má?! Eu não usaria nunca o Scolipede tão cedo como uma coisinha do mal! Olha aquela carinha de mó pokemão do bem!! kk Sou muito defensora deles, treinei um em Black. O Dante (Scolipede) me ajudou bastante do início ao fim, sou muito apegada com a sua espécie desde então! Aliás, eu até tentei um Leavanny, mas eu ralo d++ para evoluir pokémons com felicidade, então fiquei com o Venipede mesmo.
Porém, como eu já falei, adoro um circo pegando fogo. E eu achei que um Leavanny na vida real faria muito medo, então acabou que o Fell Stinger e as serrinhas me caíram muuuito bem. E eu até queria descrever mais? Queria, mas era emoção demais pra Jú em um cap só. Como também, eu não poderia focar tanto se ela estava morrendo de medo (damn).
Então só espera que se tem uma pessoa que pode te dar uns sangues fictícios nessa vida soy yo 'u' )9
Vou continuar sim assim que puder! Só tem um pouquinho mais de paciência e não desiste de mim, tá? ♥ Kkk Mais uma vez, obrigada por tudo. E tchau tchau, até as mps ♥
(Deixarei claro aqui que eu chorei, assim a resposta vai me lembrar o quanto eu amo esse review para sempre ♥)
M
Mars
É mto legal o que vc tá fazendo, dividindo as Anas Júlias! Antes eu gostava mais da Ana, mas n consigo + dps desse cap! Sou #teamJú na veia.
N sei se tô entendendo bem, mas tô vendo umas personalidades diferentes ai kk Buguei.
Mas tá ótimo!! O clima tenso que ficou dps da Ana até a Jú só me faz querer ler mais!!!!!!!!!!!!
Continua logo, tá, autora-san (ΘεΘ
O que mais gostei: "E eu não era Ana Júlia, Ana." "Eu era sim Ana Júlia, mas só Jú."
Pera, isso é uma boa ou má coisa? kkk Mas, enfim, vou pensar nisso.
Mars, mais uma vez, uma obrigada por todo o apoio sempre! Eu realmente não esperava que ninguém notasse diferença entre a Ana e a Jú, e você ter sido a primeira que me disse isso, foi realmente crucial para me fazer abrir os olhos e parar de pensar coisas ruins do capítulo. ♥
E, sim, temos sim personalidades diferentes em jogo. Só que a visão delas está um pouco dificultada desse começo!! :D
Vou tentar o meu máximo para trazer um capítulo fresquinho o mais rápido possível! Tchau tchau!
(Opa, autora-san, adoro essas coisas, pronomes, difíceis em japonês kkk)
Heh, quem nunca foi atingido por um infeliz artblock? Ainda mais para alguém que temia quatro mil palavras e escreveu seis, juntamente ao suportar um block. Superou-o belamente, sem dúvidas~ Espero que não se chateies com minhas críticas, mas que vise-as como ajuda, que é o intuito para qual as escrevo.
O capítulo foi bom. Há partes confusas e mal explicadas, e um ciclo repetitivo, que falarei mais adiante. Sobre as partes confusas: A meu ver, tu se empolgas muito com a narração da personagem. É certo que a narração em primeira pessoa não é tão detalhista quanto a em terceira, porém, esta falta de detalhes (ou a ideia sem rodeios) é prejudicial em certos momentos. Quando digo que se empolgas, é que tu consegues ver um cenário completo, certo, e assim sua personagem o vê. Mas ela não o narra tão certamente. Uma parte um tanto mal explicada, foi a do tiroteio na casa. O homem apontou a arma para si, e um momento depois todos estavam baleados e os peixes mortos. Quem além do homem estava armado? Entendo que Ana jogou-se contra o chão/entrada, e pouco presenciara, mas várias pessoas baleadas quando apenas uma foi citada estar armada (e atentar contra a vida), foi certamente confuso. Um conselho que dou, é tentar detalhar um pouco mais, momentos de tensão assim. O escritor consegue ver os detalhes de uma cena, muitas vezes invisíveis ao leitor. A escrita só é desfrutada por inteiro por quem a lê, se o escritor demonstra traços de sua visão nas palavras.
Bem, outra parte (isto é mais uma dúvida, mesmo, já que li, reli e não entendi) meio confusa foi a de Ana chegando à beira da inconsciência, na areia. Então, Dalila toda esplendorosa e fraca, usou seus poderes para mostrar Robyn. Isso foi via telepatia? Por que Ana narrou que o homem morto estava dentro de uma bolha d'água? Que bolha d'água?!
E para finalizar os momentos confusos: Tu dissestes que Júlia não tem poderes para comunicar-se com qualquer Pokémon (foi o que entendi, ao menos -q). Se a garota não sabe entender o que qualquer Pokémon fala, o diálogo a la risonho do Leavanny foi um pouco sem sentido, para não dizer desnecessário. Ele atacou-a de seu jeito sádico por invasão de território, e só, sequer precisava ter falado algo. Ok, dá pra relevar pois a garota não soube ao certo o motivo de tê-lo ouvido e ainda estava fraca.
E finalmente, a crítica do ciclo repetitivo~
Como elogiei no review anterior, a fanfiction parece duas histórias em uma. É legal ver essa diferenciação, sim, mas foque no presente! A protagonista teve sua versão do passado, todos os personagens talvez terão, assim como teve um passado de guerra. Contudo, a protagonista é do presente e tem essas visões, apenas quando fica inconsciente (até agora, ao menos). Se tu fizeres com que ela tenha visões compridas em um capítulo só, como este, o presente pouco progredirá. Ficará muito complicado desenvolver uma história e uma personagem desse modo. Acredite em mim, digo isso pelas más experiências que tive com esse tipo de abordagem. Como eu disse, a Jú, aparentemente, desmaia e tem visões. Se ela desmaiar em todo santo capítulo, pense em como será o progresso da história. Mais uma coisa, entre o passado e o presente, o que deve prevalecer em uma história, é o presente. Por esse capítulo, aparentas estar querendo focar mais no passado, com seu final a protagonista apagando de novo. O ciclo repetitivo que referi é "Inconsciência > Visão > Despertar, acontecimentos > Inconsciência > [...]". Pode não parecer agora, mas beira o impossível desenvolver um personagem não tão focado no presente. Anos atrás, desisti de duas histórias por essa razão, então vai por mim, é um conselho especial~
E... Acabaram-se as críticas~ Awn, achei tão adorável sua resposta na review anterior! Fico imensamente feliz que goste dos elogios. Eu sempre apoio àqueles por qual tenho admiração pela escrita. Contigo, claro, não seria diferente~ E tudo que digo é a mais pura verdade! Sua escrita é de todo prazerosa assim como os personagens estão cativando os leitores, como deves ter notado. Ri muito com esse lado pervertido e "sedutor" da Ana/Jú! No mais, é isso. Aguardo ansiosamente pelo próximo capítulo e o que ele guarda~
Ps: "[...] quando estas também já não vida após um ataque certeiro do grande gato em pleno voo." Será que fui a única a ficar com a musiquinha do Batman na cabeça ao ler essa cena? Sim, claro ou com certeza?
~Na na na na na na na na, BatSam!~ ...Ou seria CatSam?
Até mais~
O que acho que pode melhorar: Inconsciência da protagonista
Ah! ‘Tô bem de boas, obrigada por perguntar. Na verdade, muito de boas, o que é um pouco estranho, mas segue o baile, não é como se fosse algo ruim. Ksdhsk
Pelas críticas, não se preocupa, pq eu não estou nada chateada! Aliás, muuuito obrigada por todas elas e por sempre me expor suas dúvidas, vou tentar responder tudo em ordem! :3
Primeiramente, perdão pelas partes mal explicadas. Pelas confusas, não era a minha intenção. ksdshkd
Vamos lá, falar do que eu pensei pelo capítulo! Primeiro teria a cena com a Dalila, então a com o Robyn, e da cidade, tudo isso para a narração dar uma misturada entre a visão da Ana e a narração da Jú.
Admito que tem uns momentos que eu tentei fazer as coisas ficarem bem claras que eram do ponto de vista da Jú, tipo o início do capítulo mesmo e aquela parte do “Fosse eu Ana, ou Jú”, ou algo assim lá para o meio-final ksdhskdj É um negócio que eu gosto de fazer, e que ainda me dá a impressão de dar uma escapadinha da narrativa. Isso pq, por vezes, eu não acho que parece que a Jú está narrando. Minha cabeça ainda dá uma enrolada com essa história de primeira pessoa ksdhskds
Mas, o que eu queria passar mesmo nesse capítulo, era a visão da Ana sobre o que ela passava, como ser uma enfermeira e então ter que ir com a Dalila para salvar o Robyn era algo totalmente diferente para ela, que dá gancho para a parte em que ela diz que era com um soldado e tudo mais. Uma das minhas partes favoritas é quando ela fala disso, de ser um soldado, pq eu vejo na narrativa que ela não é nada disso pq ela se emerge demais nos sentimentos e não sabe lidar bem com eles, e acaba deixando as coisas passar sem perceber. Por isso que o cap foi mais focado no que ela estava sentindo do que qualquer coisa, já que eu notava a Ana vazia e, por estar sendo narrada pela Jú, muito levada pelo ponto de vista dela e tudo mais! Tipo como uma pessoa sem personalidade própria, sabe? (Se isso estiver muito confuso, me chama na mp e eu tento destrinchar ksdsh)
Porém, voltemos para a parte mal explicada. Como a narradora-personagem estava com os seus próprios conflitos, temo que a cena não tenha ficado nada clara, mas vamos lá! O homem, na verdade, apontou para a própria garganta para mostrar a Jú que o sotaque dela a entregava. Só que nessa sina do “você está empolgada demais, Dalila, isso vai dar merda”, dá pra imaginar que esse mesmo homem, ao ignorar ela no início, já tinha percebido que ela não era dali (já que ele era cidadão de Cherrygrove e que a cidade era uma cidade pequena e tals, quanto mais no tempo da guerra...), e quando ele falou com a mulher e entrou sem dar atenção pra ela, na vdd quem não prestou atenção no assunto foi a Ana, pois ele deve ter comentado do perigo com a mulher. Quem estava dentro de casa, já deveria ter visto a movimentação e se armado, por isso que todos terminam baleados. Os peixes morreram mesmo por causa da falta de água ksjdksdjk Ana, Jú e seus dramas da vida.
Mas eu vou tentar detalhar as coisas melhor a partir de agora, obrigada por esse toque!
Já pela Ana perdendo a consciência, essa é uma das incógnitas do capítulo. Pois, por exemplo, a gente pode imaginar que a areia, era a areia da praia, mas também não há só areia na praia. Os detalhes são quase nulos pq ela não estava lá com condições de prestar atenção, mas o “homem morto” era o Robyn. Ela fala assim pois, para ela, era como se ele tivesse morto. Mas não, ele estava quase. Como ela falou no lá no inííííííííííííício do capítulo, a toxina que eles tinham pego da fumaça dos weezings do acampamento era do tipo que paralisa a presa. Mas, enfim, ele ‘tava vivo ainda ksdhskd E a Dalila também havia contado a ela de um “método de cura antigo e insano” para fazer ele ficar melhor, né? Eis a execução dele. A bolha de água está ali pq “para a realização desse, (...), necessitávamos do mar. Ou de um pokémon proveniente desse”.
Finalizando os momentos confusos, pois é, a Jú não deveria entender o Leavanny. Mas o diálogo era necessário para trazer a questão à tona: Se ela não entendia antes, pq está entendendo agora? Ou foi só aquele momento? Ou só com um tipo de pokémon, ou só com ele? O que fez ela entender ele?
Mas isso não foi citado na fic, então é algo que ela deve começar a se perguntar e explicar bem dps.
E, enfim, vamos para o ciclo! Uhul ♥
Circles, in circles
I gooooooooo around
Looking for something
That caaaaaaan’t be found
MDS, PQ ESSA MUSQUINHA PARECEU TANTO COM A FIC? FOI UMA COINCIDÊNCIA MUITO LOUCA. UII ;V;)))
Então... O ciclo. É, isso é chatinho (,chatão e tudo mais, queima 100or). Mas eu sinto como se o início precisasse disso! Só que vai parar kshdks Talvez a Ana não apareça tanto daqui para a frente e toda essa a saga acampamento > serra de Cherrygrove > salvar o Robyn (será?) vai dar uma sumida junto com ela. Isso era preciso mais para fazer a Jú se fazer umas perguntas do “qué que taconteceno” do que qualquer coisa, pois é a partir delas que as coisas vão se desenvolver daqui para a frente. Eu não pretendo que o presente se desfoque mais tanto quanto nesse cap, mas é que uma das partes que eu cortei do roteiro e improvisei para acabar era a que vinha depois da cena final. (^^’
Mas muito obrigada por me lembrar disso, é sempre bom ter a ajuda de quem já passou mais ou menos por uma situação como essa! ;)
~Na na na na na na na na, BatSam/CatSam! Go!! ♥~
Ps.: Eu não assistia ao Batman, alguém de me diz o ritmo ;w;)
Mais uma vez, obrigadinha por tudo, tá? EEEE eu não tô chateada (só para confirmar!!!), na verdade estou muito feliz pq você sempre me ajuda, você é incrível!!!!! ♥ Seu review até me fez abrir os olhos para ver que estou mesmo (?) no controle da fic mesmo depois dos cortes! E isso foi muuuuito importante, obrigadannn *e abraço virtualmente pq eu sou descarada* ♥
Até maiiis ♥
Ps.: Amei a foto nova do perfil :3
Ps2.: Me senti a Ariel na cena das ondas batendo na pedra quando você falou do meu block. Moral do dia: Tenha leitores que te façam sentir a Ariel. ♥ Kk
Ps3.: Eu sempre acabo vermelha (de feliz! Ou filiz, fazer que nem minha vó) com esse "admiração pela escrita", ain //'u'//) ♥
Esse capítulo teve uma forte presença, hein? Foi uma guerra, cujos soldados usam uniformes com a frase "No Mercy!" no peito. E a guerra é num deserto. Cheio de minas explosivas.
Fiquei me questionando sobre o sentimento que Jú sente após as "visões" (se é que eu posso chamar assim >.>). Ela ainda consegue se lembrar de como se sentiu durante, mas ela se lembra que "viu" tudo aquilo?
"Ao lado do treinador, jazia um pokémon marinho ferido também, desacordado no claro da luz e eu me perguntei, por um instante, se ele era aquele mesmo de antes"- *GRITA* É quem eu acho que é? Tá brincando comigo. Certeza.
Outra coisa! Na "visão" (vou colocar aspas porque você eu sei que você guarda cartas na manga, sempre) você também falou sobre o machismo! Mesmo um pouco disfarçado (como ele é na realidade, às vezes). Poucas pessoas fariam isso, ainda mais numa fic de pokémon. Parabéns! (E tomara que essas "visões" sejam do passado, porque MEUDELS)
Tô ansioso pelo próximo capítulo!
Até mais!
PS.: A parte de Jú safada e Robyn......................................... hihihi~
Acho que conhecemos um pouco bem de ônibus atrasados, pq eu devo ter pegado uns dez até chegar aqui. Kkk Mentira, eu só perdi mesmo. A resposta que eu ia dar ontem e há dez dias, pq eu aparentemente tenho grande facilidade em perder as coisas.
Mas, se tem uma coisa que é certa aqui, é que nada de Mercy, nada de musiquinhas do Shawn, só chão daqui pra frente, e várias eu nele kkk E... deserto (ò.ò Quero.
E, sim, ela lembra do que viu ;D Eu ainda planejo fazer ela se questionar sobre isso, mas a ficha ainda não caiu muito bem pq eu quero que seja um negócio mais gradativo. Eu até tentei fazer o capítulo cinco ser só questionamento sobre isso de primeira, mas ai tive que mudar pq soou muito falso, muito aperreio em cima de nada, e quando embolava com o que tinha que acontecer, não saia nada legal.
Porém, SIIIIM!!!! É QUEM TU TÁ PENSANDINHO ♥ Queria muito introduzir ele de alguma forma! E também pela forma que ele é próximo do Robyn, e pq em Cherrygrove temos o maaaaar ♥ Não tô brincando com ninguém (nesse cap kk)
Mas PARA MUNDO, né?! Não tava imaginando que alguém visse a cena do Robyn e da Ana como eu vi ;u;) *hugs* Ela foi bem machistinha mesmo se você olha o contexto e tals. E a intenção você captou bem, que ficasse por debaixo do tapete pra fazer alguém, talvez, alguém se questionar um pouco sobre isso. :D
Obrigada pelo lindo (e instigante) review, friendxi ♥ Você é demais!
Até a próxima ♥ Ou até a cena dos sonhos das saunas kk
Demorei muito para ler esse capítulo, confesso que estava com medinho dele (e você é a principal culpada por encher minha cabeça), mas o mesmo me surpreendeu bastante. Sim, confesso que entre todos, esse foi o capítulo que mais me deixou confusa. Em alguns momentos a narração da Ana/Jú pareceu meio perdida e eu, lesada como sou, me estabaquei todinha para entender o que estava acontecendo, mas sobre o todo: Eu amei pacas. Eu amo essa imersão no passado, revisitando um eu diferente das mesmas pessoas, sinto como se fosse uma maneira de mostrar como a situação afetou/mudou os personagens conforme a época. Te conhecendo, sei que tudo isso não está jogado aí a toa, e que essa relação passado/presente ainda vai render algo grande para a história.
Heh :v Confesso que ainda tenho os meus receios com esse cap. Mas foi mal ter criado um impedimento para você, friendxi. Eu tava loka, foi sem querer querendo. Não desiste de mim ;v;)))
Já sobre o passado, aiiin... Queria dizer muito ter algo para dizer e aquecer o seu coraçãozinho. Mas como eu só abro a boca para te dar spoilers, deixa em off. skdhskdk Vamos só ter fé que vdc! ♥
Mas sim, a narração da Jú do ponto de vista da Ana é muito perdida. Não se culpe se você se perder também. É claro que temos sim um motivo para isso, e ele será revelado uma hora ou outra. Vamos ver até quando eu aguento guardar segredos por ai ;D
Obrigada por todos os elogios e todo o apoio, friendxi ♥ Se estou conseguindo, é tudo graças à vcs também!
O capítulo foi mto legal! ♥ Amei ver um pouco mais sobre a Ana, e ver que msm que ela seja a Ju, mentalmente, ela continuou mostrando a visão dela. Ao msm tempo que era a Ju, era a Ana. Ju via, Ana sentia. ♥ Sou terrivelmente fã de mortes e situações mórbidas em hists., e foi uma felicidade enorme ver que vc não poupou nada nem ninguém do sofrimento de guerra! Vc descreveu super bem a dor da Dalila, msm que fosse a Ana vendo e não sentindo essa dor! :D Aplaudo vc! :3 Mas calma q eu prefiro paz e amor na vida real, sofrimento só na ficção! :'( E por falar em sofrimento, pode ser do pior tipo mesmo! >:D Que os inimigos sejam cozidos vivos pelo Scald, tenham suas ligações nervosas torcidas pelo Psychic, e assim vai! Alguém me bate pra eu parar de ser tão má. ;u;
A Ana-Ju é muito perva! O//u//O Mas se eu tivesse a chance de ver um tanquinho, teria os mesmos pensamentos, ainda mais se o cara fosse meu amante bonitão, sarado e que cora com qqr besteirinha! 'u'
Outra coisa que amei foi essa do ritual insano do mar! Mesmo com os pokémons e seus movimentos curativos -Ficou tão legal o jeito q vc descreveu o Heal Pulse da Dalila!-, ainda existem rituais! São do tipo feitiçaria? Kyaaaa, é tão legal pensar nessas coisas desse passado devastador e misterioso! (♥ u ♥)
Vc foi super má de usar um Leavanny, podia ser um Scolipede ou Pinsir, qqr um, mas o fofinho do Leavanny foi jogo pesado! ;n; Eu tive um Leavanny no meu jogo de Pokémon White, chamado Leaf-kun -Eu colocava sufixos nos apelidos, antigamente, que vergonha-. Além de ter feito um da espécie dele ser sádico -disso eu gostei, amo personagens sádicos-, ainda arrancou a cabeça dele! Não... Espera... AH, EU AMEI ESSA CENA! DESTRINCHA MAIS! Teehee, amo essas brutalidades, esses castigos brutalmente merecidos pros vilõezinhos de meia tigela... Hihi.
Minha sede de sangue fictício não tem salvação ;~;
E sim! 'Tá dando pra entender mto bem o inglês! :D São frases simples e vc ainda coloca a tradução ^-^ Bom, pra finalizar, eu amei o cap! 'Tá tão bom qto os outros. E purfavorzinho posta o próximo logo! 'Tô me mordendo e roendo de curiosidade pra saber o q houve com a Ju e os outros, continua assim q puder pf! :3 Será q um personagem novo vai aparecer? Será q a Ju vai ficar mancando? Será q o Samuel vai ser bonzinho e carregar ela? Ai, a curiosidade 'tá cruel demais! ♥
♥ Beijos e abraços ♥
♥ 84 anos depois, estou aqui, depois de vários shots de vergonha na cara. Eu sei que você disse que não tinha pressa (amém ♥ aliás kk), mas não dava mais pra segurar essa resposta.
E o que dizer? ♥ Eu amei! kk Ainda tenho mó vontadinha de pregar esse review na testa, na porta de casa, no banheiro e no caderno da escola para me lembrar que tudo isso daqui vale a pena ♥ Thank yiew, pq se tem uma coisa que aguentou (real oficial) a barra comigo de escrever tantos capítulos ruins seguidos foi esse comentário. Eu todo santo dia entro para ver ele, é quase um filho pra mim, já ♥ kkk
E, aaah, já penei sonhando com batalhas aqui. Meu sonho de consumo é fazer uma batalha que preste acontecer, ver pokémon bolando, treinador se desdobrando, uma galera se contorcendo... Quero nem ver no dia que for, pq se não for pra ver uma verdadeira desgraça eu nem vou! ♥ (Adoorooo)
Quem me vê dizendo isso nem pensa que eu sou lesadinha, rapaz kkk Fico com cara feia pra briga e acho desnecessário umas violências. Mas pra narrar me baixa um espírito, sei lá! Tortura e violência em fic só não é mais animador para mim do que angst. kk
Aiin, e obrigada por falar bem da cena com a Dalila ♥ Vitória pessoal ter escrito tão bem a seu ver!!
Já sobre a Ana-Jú perva kkk Vou nem mentir, né? Me passa um hot asian guy que nem o Robyn por perto e eu já tava dura no chão, morrendo no meu próprio fogo ou babando mto, já com as mãos no pobi do menino. Kkk
M E N I N A QUE EU NÃO SABIA QUE DAVA PRA VER O HEAL PULSEE
Mas que bom que deuuu ♥ Não sou muito adepta a ordenar nada no passado, já que a pokedex é recente e eu imagino que as classificações de movimentos e ademais coisas tbm (por isso mesmo que a Ana n sabe que a Dalila é do tipo fada). Já pelo ritual, não, nada de feitiçaria ainda ;v;) É só a combinação de um movimento d'água com poderes psíquicos e o Heal Pulse, eu particularmente gosto de sair juntando uns movimentos e criar umas coisas loucas kkk
E, eu, má?! Eu não usaria nunca o Scolipede tão cedo como uma coisinha do mal! Olha aquela carinha de mó pokemão do bem!! kk Sou muito defensora deles, treinei um em Black. O Dante (Scolipede) me ajudou bastante do início ao fim, sou muito apegada com a sua espécie desde então! Aliás, eu até tentei um Leavanny, mas eu ralo d++ para evoluir pokémons com felicidade, então fiquei com o Venipede mesmo.
Porém, como eu já falei, adoro um circo pegando fogo. E eu achei que um Leavanny na vida real faria muito medo, então acabou que o Fell Stinger e as serrinhas me caíram muuuito bem. E eu até queria descrever mais? Queria, mas era emoção demais pra Jú em um cap só. Como também, eu não poderia focar tanto se ela estava morrendo de medo (damn).
Então só espera que se tem uma pessoa que pode te dar uns sangues fictícios nessa vida soy yo 'u' )9
Vou continuar sim assim que puder! Só tem um pouquinho mais de paciência e não desiste de mim, tá? ♥ Kkk Mais uma vez, obrigada por tudo. E tchau tchau, até as mps ♥
(Deixarei claro aqui que eu chorei, assim a resposta vai me lembrar o quanto eu amo esse review para sempre ♥)
É mto legal o que vc tá fazendo, dividindo as Anas Júlias! Antes eu gostava mais da Ana, mas n consigo + dps desse cap! Sou #teamJú na veia.
N sei se tô entendendo bem, mas tô vendo umas personalidades diferentes ai kk Buguei.
Mas tá ótimo!! O clima tenso que ficou dps da Ana até a Jú só me faz querer ler mais!!!!!!!!!!!!
Continua logo, tá, autora-san (ΘεΘ
O que mais gostei: "E eu não era Ana Júlia, Ana." "Eu era sim Ana Júlia, mas só Jú."
UHUUUL, TEAM JÚ!!!! TUTS TUTS
Pera, isso é uma boa ou má coisa? kkk Mas, enfim, vou pensar nisso.
Mars, mais uma vez, uma obrigada por todo o apoio sempre! Eu realmente não esperava que ninguém notasse diferença entre a Ana e a Jú, e você ter sido a primeira que me disse isso, foi realmente crucial para me fazer abrir os olhos e parar de pensar coisas ruins do capítulo. ♥
E, sim, temos sim personalidades diferentes em jogo. Só que a visão delas está um pouco dificultada desse começo!! :D
Vou tentar o meu máximo para trazer um capítulo fresquinho o mais rápido possível! Tchau tchau!
(Opa, autora-san, adoro essas coisas, pronomes, difíceis em japonês kkk)
Olá, Bétia~ Como estás?
Heh, quem nunca foi atingido por um infeliz artblock? Ainda mais para alguém que temia quatro mil palavras e escreveu seis, juntamente ao suportar um block. Superou-o belamente, sem dúvidas~ Espero que não se chateies com minhas críticas, mas que vise-as como ajuda, que é o intuito para qual as escrevo.
O capítulo foi bom. Há partes confusas e mal explicadas, e um ciclo repetitivo, que falarei mais adiante. Sobre as partes confusas: A meu ver, tu se empolgas muito com a narração da personagem. É certo que a narração em primeira pessoa não é tão detalhista quanto a em terceira, porém, esta falta de detalhes (ou a ideia sem rodeios) é prejudicial em certos momentos. Quando digo que se empolgas, é que tu consegues ver um cenário completo, certo, e assim sua personagem o vê. Mas ela não o narra tão certamente. Uma parte um tanto mal explicada, foi a do tiroteio na casa. O homem apontou a arma para si, e um momento depois todos estavam baleados e os peixes mortos. Quem além do homem estava armado? Entendo que Ana jogou-se contra o chão/entrada, e pouco presenciara, mas várias pessoas baleadas quando apenas uma foi citada estar armada (e atentar contra a vida), foi certamente confuso. Um conselho que dou, é tentar detalhar um pouco mais, momentos de tensão assim. O escritor consegue ver os detalhes de uma cena, muitas vezes invisíveis ao leitor. A escrita só é desfrutada por inteiro por quem a lê, se o escritor demonstra traços de sua visão nas palavras.
Bem, outra parte (isto é mais uma dúvida, mesmo, já que li, reli e não entendi) meio confusa foi a de Ana chegando à beira da inconsciência, na areia. Então, Dalila toda esplendorosa e fraca, usou seus poderes para mostrar Robyn. Isso foi via telepatia? Por que Ana narrou que o homem morto estava dentro de uma bolha d'água? Que bolha d'água?!
E para finalizar os momentos confusos: Tu dissestes que Júlia não tem poderes para comunicar-se com qualquer Pokémon (foi o que entendi, ao menos -q). Se a garota não sabe entender o que qualquer Pokémon fala, o diálogo a la risonho do Leavanny foi um pouco sem sentido, para não dizer desnecessário. Ele atacou-a de seu jeito sádico por invasão de território, e só, sequer precisava ter falado algo. Ok, dá pra relevar pois a garota não soube ao certo o motivo de tê-lo ouvido e ainda estava fraca.
E finalmente, a crítica do ciclo repetitivo~
Como elogiei no review anterior, a fanfiction parece duas histórias em uma. É legal ver essa diferenciação, sim, mas foque no presente! A protagonista teve sua versão do passado, todos os personagens talvez terão, assim como teve um passado de guerra. Contudo, a protagonista é do presente e tem essas visões, apenas quando fica inconsciente (até agora, ao menos). Se tu fizeres com que ela tenha visões compridas em um capítulo só, como este, o presente pouco progredirá. Ficará muito complicado desenvolver uma história e uma personagem desse modo. Acredite em mim, digo isso pelas más experiências que tive com esse tipo de abordagem. Como eu disse, a Jú, aparentemente, desmaia e tem visões. Se ela desmaiar em todo santo capítulo, pense em como será o progresso da história. Mais uma coisa, entre o passado e o presente, o que deve prevalecer em uma história, é o presente. Por esse capítulo, aparentas estar querendo focar mais no passado, com seu final a protagonista apagando de novo. O ciclo repetitivo que referi é "Inconsciência > Visão > Despertar, acontecimentos > Inconsciência > [...]". Pode não parecer agora, mas beira o impossível desenvolver um personagem não tão focado no presente. Anos atrás, desisti de duas histórias por essa razão, então vai por mim, é um conselho especial~
E... Acabaram-se as críticas~ Awn, achei tão adorável sua resposta na review anterior! Fico imensamente feliz que goste dos elogios. Eu sempre apoio àqueles por qual tenho admiração pela escrita. Contigo, claro, não seria diferente~ E tudo que digo é a mais pura verdade! Sua escrita é de todo prazerosa assim como os personagens estão cativando os leitores, como deves ter notado. Ri muito com esse lado pervertido e "sedutor" da Ana/Jú! No mais, é isso. Aguardo ansiosamente pelo próximo capítulo e o que ele guarda~
Ps: "[...] quando estas também já não vida após um ataque certeiro do grande gato em pleno voo." Será que fui a única a ficar com a musiquinha do Batman na cabeça ao ler essa cena? Sim, claro ou com certeza?
~Na na na na na na na na, BatSam!~ ...Ou seria CatSam?
Até mais~
O que acho que pode melhorar: Inconsciência da protagonista
Heeey, Sogno! Olá, menina! ♥
Ah! ‘Tô bem de boas, obrigada por perguntar. Na verdade, muito de boas, o que é um pouco estranho, mas segue o baile, não é como se fosse algo ruim. Ksdhsk
Pelas críticas, não se preocupa, pq eu não estou nada chateada! Aliás, muuuito obrigada por todas elas e por sempre me expor suas dúvidas, vou tentar responder tudo em ordem! :3
Primeiramente, perdão pelas partes mal explicadas. Pelas confusas, não era a minha intenção. ksdshkd
Vamos lá, falar do que eu pensei pelo capítulo! Primeiro teria a cena com a Dalila, então a com o Robyn, e da cidade, tudo isso para a narração dar uma misturada entre a visão da Ana e a narração da Jú.
Admito que tem uns momentos que eu tentei fazer as coisas ficarem bem claras que eram do ponto de vista da Jú, tipo o início do capítulo mesmo e aquela parte do “Fosse eu Ana, ou Jú”, ou algo assim lá para o meio-final ksdhskdj É um negócio que eu gosto de fazer, e que ainda me dá a impressão de dar uma escapadinha da narrativa. Isso pq, por vezes, eu não acho que parece que a Jú está narrando. Minha cabeça ainda dá uma enrolada com essa história de primeira pessoa ksdhskds
Mas, o que eu queria passar mesmo nesse capítulo, era a visão da Ana sobre o que ela passava, como ser uma enfermeira e então ter que ir com a Dalila para salvar o Robyn era algo totalmente diferente para ela, que dá gancho para a parte em que ela diz que era com um soldado e tudo mais. Uma das minhas partes favoritas é quando ela fala disso, de ser um soldado, pq eu vejo na narrativa que ela não é nada disso pq ela se emerge demais nos sentimentos e não sabe lidar bem com eles, e acaba deixando as coisas passar sem perceber. Por isso que o cap foi mais focado no que ela estava sentindo do que qualquer coisa, já que eu notava a Ana vazia e, por estar sendo narrada pela Jú, muito levada pelo ponto de vista dela e tudo mais! Tipo como uma pessoa sem personalidade própria, sabe? (Se isso estiver muito confuso, me chama na mp e eu tento destrinchar ksdsh)
Porém, voltemos para a parte mal explicada. Como a narradora-personagem estava com os seus próprios conflitos, temo que a cena não tenha ficado nada clara, mas vamos lá! O homem, na verdade, apontou para a própria garganta para mostrar a Jú que o sotaque dela a entregava. Só que nessa sina do “você está empolgada demais, Dalila, isso vai dar merda”, dá pra imaginar que esse mesmo homem, ao ignorar ela no início, já tinha percebido que ela não era dali (já que ele era cidadão de Cherrygrove e que a cidade era uma cidade pequena e tals, quanto mais no tempo da guerra...), e quando ele falou com a mulher e entrou sem dar atenção pra ela, na vdd quem não prestou atenção no assunto foi a Ana, pois ele deve ter comentado do perigo com a mulher. Quem estava dentro de casa, já deveria ter visto a movimentação e se armado, por isso que todos terminam baleados. Os peixes morreram mesmo por causa da falta de água ksjdksdjk Ana, Jú e seus dramas da vida.
Mas eu vou tentar detalhar as coisas melhor a partir de agora, obrigada por esse toque!
Já pela Ana perdendo a consciência, essa é uma das incógnitas do capítulo. Pois, por exemplo, a gente pode imaginar que a areia, era a areia da praia, mas também não há só areia na praia. Os detalhes são quase nulos pq ela não estava lá com condições de prestar atenção, mas o “homem morto” era o Robyn. Ela fala assim pois, para ela, era como se ele tivesse morto. Mas não, ele estava quase. Como ela falou no lá no inííííííííííííício do capítulo, a toxina que eles tinham pego da fumaça dos weezings do acampamento era do tipo que paralisa a presa. Mas, enfim, ele ‘tava vivo ainda ksdhskd E a Dalila também havia contado a ela de um “método de cura antigo e insano” para fazer ele ficar melhor, né? Eis a execução dele. A bolha de água está ali pq “para a realização desse, (...), necessitávamos do mar. Ou de um pokémon proveniente desse”.
Finalizando os momentos confusos, pois é, a Jú não deveria entender o Leavanny. Mas o diálogo era necessário para trazer a questão à tona: Se ela não entendia antes, pq está entendendo agora? Ou foi só aquele momento? Ou só com um tipo de pokémon, ou só com ele? O que fez ela entender ele?
Mas isso não foi citado na fic, então é algo que ela deve começar a se perguntar e explicar bem dps.
E, enfim, vamos para o ciclo! Uhul ♥
Circles, in circles
I gooooooooo around
Looking for something
That caaaaaaan’t be found
MDS, PQ ESSA MUSQUINHA PARECEU TANTO COM A FIC? FOI UMA COINCIDÊNCIA MUITO LOUCA. UII ;V;)))
Então... O ciclo. É, isso é chatinho (,chatão e tudo mais, queima 100or). Mas eu sinto como se o início precisasse disso! Só que vai parar kshdks Talvez a Ana não apareça tanto daqui para a frente e toda essa a saga acampamento > serra de Cherrygrove > salvar o Robyn (será?) vai dar uma sumida junto com ela. Isso era preciso mais para fazer a Jú se fazer umas perguntas do “qué que taconteceno” do que qualquer coisa, pois é a partir delas que as coisas vão se desenvolver daqui para a frente. Eu não pretendo que o presente se desfoque mais tanto quanto nesse cap, mas é que uma das partes que eu cortei do roteiro e improvisei para acabar era a que vinha depois da cena final. (^^’
Mas muito obrigada por me lembrar disso, é sempre bom ter a ajuda de quem já passou mais ou menos por uma situação como essa! ;)
~Na na na na na na na na, BatSam/CatSam! Go!! ♥~
Ps.: Eu não assistia ao Batman, alguém de me diz o ritmo ;w;)
Mais uma vez, obrigadinha por tudo, tá? EEEE eu não tô chateada (só para confirmar!!!), na verdade estou muito feliz pq você sempre me ajuda, você é incrível!!!!! ♥ Seu review até me fez abrir os olhos para ver que estou mesmo (?) no controle da fic mesmo depois dos cortes! E isso foi muuuuito importante, obrigadannn *e abraço virtualmente pq eu sou descarada* ♥
Até maiiis ♥
Ps.: Amei a foto nova do perfil :3
Ps2.: Me senti a Ariel na cena das ondas batendo na pedra quando você falou do meu block. Moral do dia: Tenha leitores que te façam sentir a Ariel. ♥ Kk
Ps3.: Eu sempre acabo vermelha (de feliz! Ou filiz, fazer que nem minha vó) com esse "admiração pela escrita", ain //'u'//) ♥
AAOIOIOI!
Peguei o ônibus errado, por isso atrasei. Sorry.
Esse capítulo teve uma forte presença, hein? Foi uma guerra, cujos soldados usam uniformes com a frase "No Mercy!" no peito. E a guerra é num deserto. Cheio de minas explosivas.
Fiquei me questionando sobre o sentimento que Jú sente após as "visões" (se é que eu posso chamar assim >.>). Ela ainda consegue se lembrar de como se sentiu durante, mas ela se lembra que "viu" tudo aquilo?
"Ao lado do treinador, jazia um pokémon marinho ferido também, desacordado no claro da luz e eu me perguntei, por um instante, se ele era aquele mesmo de antes"- *GRITA* É quem eu acho que é? Tá brincando comigo. Certeza.
Outra coisa! Na "visão" (vou colocar aspas porque você eu sei que você guarda cartas na manga, sempre) você também falou sobre o machismo! Mesmo um pouco disfarçado (como ele é na realidade, às vezes). Poucas pessoas fariam isso, ainda mais numa fic de pokémon. Parabéns! (E tomara que essas "visões" sejam do passado, porque MEUDELS)
Tô ansioso pelo próximo capítulo!
Até mais!
PS.: A parte de Jú safada e Robyn......................................... hihihi~
Acho que conhecemos um pouco bem de ônibus atrasados, pq eu devo ter pegado uns dez até chegar aqui. Kkk Mentira, eu só perdi mesmo. A resposta que eu ia dar ontem e há dez dias, pq eu aparentemente tenho grande facilidade em perder as coisas.
Mas, se tem uma coisa que é certa aqui, é que nada de Mercy, nada de musiquinhas do Shawn, só chão daqui pra frente, e várias eu nele kkk E... deserto (ò.ò Quero.
E, sim, ela lembra do que viu ;D Eu ainda planejo fazer ela se questionar sobre isso, mas a ficha ainda não caiu muito bem pq eu quero que seja um negócio mais gradativo. Eu até tentei fazer o capítulo cinco ser só questionamento sobre isso de primeira, mas ai tive que mudar pq soou muito falso, muito aperreio em cima de nada, e quando embolava com o que tinha que acontecer, não saia nada legal.
Porém, SIIIIM!!!! É QUEM TU TÁ PENSANDINHO ♥ Queria muito introduzir ele de alguma forma! E também pela forma que ele é próximo do Robyn, e pq em Cherrygrove temos o maaaaar ♥ Não tô brincando com ninguém (nesse cap kk)
Mas PARA MUNDO, né?! Não tava imaginando que alguém visse a cena do Robyn e da Ana como eu vi ;u;) *hugs* Ela foi bem machistinha mesmo se você olha o contexto e tals. E a intenção você captou bem, que ficasse por debaixo do tapete pra fazer alguém, talvez, alguém se questionar um pouco sobre isso. :D
Obrigada pelo lindo (e instigante) review, friendxi ♥ Você é demais!
Até a próxima ♥ Ou até a cena dos sonhos das saunas kk
Demorei muito para ler esse capítulo, confesso que estava com medinho dele (e você é a principal culpada por encher minha cabeça), mas o mesmo me surpreendeu bastante. Sim, confesso que entre todos, esse foi o capítulo que mais me deixou confusa. Em alguns momentos a narração da Ana/Jú pareceu meio perdida e eu, lesada como sou, me estabaquei todinha para entender o que estava acontecendo, mas sobre o todo: Eu amei pacas. Eu amo essa imersão no passado, revisitando um eu diferente das mesmas pessoas, sinto como se fosse uma maneira de mostrar como a situação afetou/mudou os personagens conforme a época. Te conhecendo, sei que tudo isso não está jogado aí a toa, e que essa relação passado/presente ainda vai render algo grande para a história.
Você esta conseguindo friendxi xxx
Heh :v Confesso que ainda tenho os meus receios com esse cap. Mas foi mal ter criado um impedimento para você, friendxi. Eu tava loka, foi sem querer querendo. Não desiste de mim ;v;)))
Já sobre o passado, aiiin... Queria dizer muito ter algo para dizer e aquecer o seu coraçãozinho. Mas como eu só abro a boca para te dar spoilers, deixa em off. skdhskdk Vamos só ter fé que vdc! ♥
Mas sim, a narração da Jú do ponto de vista da Ana é muito perdida. Não se culpe se você se perder também. É claro que temos sim um motivo para isso, e ele será revelado uma hora ou outra. Vamos ver até quando eu aguento guardar segredos por ai ;D
Obrigada por todos os elogios e todo o apoio, friendxi ♥ Se estou conseguindo, é tudo graças à vcs também!