Comentários em “Um Horizonte Maior”: “Uma frota renovada”

C
Clara Tucker
Destacado pelo autor

Salve-nos, André Kenobi, você é nossa única esperança!

Eu gosto muito da vibe trilogia original/Timothy Zahn que essa fanfic tem. Faz muito tempo que não sinto essa alegria com Star Wars e às vezes até me esqueço pq gosto tanto da saga.

Uma velha apegada aos clássicos.

Enfim, indo ao capítulo. Eu senti o Vader desesperado, parece que desde a destruição da Estrela da Morte ele percebeu que o Império não é todo-poderoso assim e fica tentando compensar sendo mais cruel do que antes. Não dominou completamente os sentimentos humanos!

Sim, começamos o ano com o Império rsrsrs mau presságio?

=***



O que mais gostei: O trecho que diz que Vader aprendeu a dominar seus sentimentos humanos para renascer com o Lado Sombrio
André Tornado

Oi Valdie!

O que mais gostei no comentário? Salve-nos André Kenobi, você é nossa úncia esperança! (devia haver uma possibilidade de realçar trechos dos comentários).

O Lado Sombrio sempre foi representado pela inumanidade - o que é isso agora de haver zonas cinzentas? Não percebo... Ou se é humano (mesmo sendo de outra espécie galáctica) ou não se é. É essa a dicotomia chave da vida e de Star Wars que agora algum engraçadinho resolveu baralhar para ver se criava uma terceira via iluminada e espantosa. Deixem-se disso! Olhem para os mitos clássicos!

E depois desse desabafo que engloba muita coisa, não apenas a presente história, sabes que me torci bastante para escrever Vader mas com estes comentários vi que até não me saí mal.

Estamos na transição para o episódio V, em que nos é apresentada a Imperial March (música emblemática de John Williams e sei exatamente a cena onde é tocada pela primeira vez) e onde Vader se transforme nesse ícone de vilania (pois no episódio IV ele parecia um mero lacaio do Tarkin). Então quis que nesta história compreendêssemos e víssemos a crueldade a nascer em Vader, os motivos de ele ser tão obstinado no episódio V.

Verdade, não dominou totalmente os seus sentimentos humanos. E ao longo desta história percebemos as brechas por onde a luz passa e que depois conduzirão á sua escolha e redenção no final do episódio VI.

E aqui estamos nós a lembrar-nos, mutuamente, o porquê de gostarmos tanto destes filmes. Destes estranhos filmes que nos ensinaram grandes lições sobre muitas coisas e só depois, mais velhos, é que percebemos.

Sinto falta disso, hoje em dia... De aprender. Parece que não há mais nada para se ensinar.

Mau presságio? Espero que não!

Obrigado, amiga. Tentarei, sempre que possível e com todo o meu engenho, dar novos mundos ao mundo. mesmo que sejam mundos alheios.

Beijo!