"Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO"
Sério, que final! É isso que dá esperança, afinal de contas. A morte não apaga tudo de bom que foi vivido e todo o amor. E você mostrou isso muito bem. É como eu li lá na casa da minha avó: "saudade é o amor que fica". Não sei especificamente onde vi isso escrito, mas pense numa verdade!
E "verdade", essa é a palavra que transmitiu toda a sua obra ao longo dos capítulos! Foi algo tão honesto, o leitor sente como se fosse um desabafo/superação ao longo das palavras. Sinto que você deu o coração nesse desafio. Ainda que a quantidade de palavras seja pequena, os sentimentos presentes são grandiosos, e é isso que torna o texto rico, afinal.
Mais uma vez: MEUS PARABÉNS!
Demorei séculos para comentar, mas queria fazer realmente algo que estivesse a altura do seu texto.
Nos vemos nos próximos desafios.
Abraço!
PS: Aguarde que minha recomendação chega já já hehehe
Rapaiiiiiiiiz... Essa frase "saudade é o amor que fica" é uma tremenda frase, hein? Achei digna e linda :-) Vou adotar pra vida.
Muito obrigada pela recomendação linda ♥ por ter lido tudinho e pelos comentários, por ter disposto do seu tempo e deixado esse feedback que eu amei!
Fico muiiiiiiito feliz que a história tenha te passado verdade e sentimento com essas poucas palavras. Particularmente, eu adoro drabbles, mas é sempre um desafio sintetizar a coisa. Saber que o resultado agradou, me deixa contente mesmo.
Valeu por tudo ♥
Inté os próximos desafios ;-)
Beijos de luz!
M
Marcondes
"Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO"
Olá, Pri. Vim ler a sua história para o desafio deste mês do Caneta Tinteiro, mas antes deixo os meus pêsames pela morte do seu pet. Quanto a história, o que eu mais gostei é que você demonstrou de forma bem gradual, como a morte assusta e tira o nosso sentido de causa e efeito diante das experiências ao nosso redor.
Para mim, o ápice da história é justamente este capítulo uma vez que você demonstrou que a cicatriz da morte ficou, mas que você é capaz de entender que fez o que era possível e que não consegue entender os porquês da morte.
O primeiro capítulo tem exatas duzentas palavras e já arrancou duas lágrimas teimosas de mim. Contextualizando: eu tenho um cachorro de quinze anos e eu, tendo vinte e um posso dizer tranquilamente que nós crescemos juntos. Eu tenho muito medo de um dia acordar de manhã e passar por essa mesma situação, sério, me apavora muito.
O pior é que eu já tive outros animais de estimação que vieram a falecer e é exatamente esse sentimento que você descreveu no capítulo 02. Essa impotência é terrível e te faz pensar a todo minuto: “Será que eu podia ter feito alguma coisa?” ou “Ele estava doente e eu não fui zelosa o suficiente para perceber?”. É o tipo de tristeza que te corrói por dentro e só de ver os questionamentos no capítulo já me fizeram levantar a cadeira e dar uma olhada se está tudo bem com o meu pequeno na sala. Ele está comendo a ração agora.
Acho que o que incomoda mais na partida de um amigo de quatro patas é o arrependimento. Tipo, eles têm a vida tão curta (dizem que é assim pois eles já nascem sabendo amar) e quando se vão acabam nos fazendo pensar se poderíamos ter brincado mais, passeado mais, ter feito mais carinho ou ter dado um pouco mais de atenção. Podíamos ter ficado juntos, mas eu preferi ver um filme. Podíamos ter ido ao parque juntos, mas eu estava com preguiça e fiquei deitada na minha cama atualizando o feed do Facebook o dia inteiro. As pessoas precisam colocar a mão na consciência o quanto antes que as coisas da vida são efêmeras. E eles mais ainda.
Por fim, o sentimento que impera é esse mesmo: gratidão. Às vezes estamos tanto querendo uma mão quando existe uma pata ali, ao nosso alcance. É um amor incondicional que eles nutrem por nós que é difícil explicar. E impossível não olhar para sua trajetória juntos com um sorriso no rosto, por mais que a saudade persista.
Eu só queria dizer que esse comentário ficou bem estranho porque ficou meio que uma reflexão minha enquanto lia, mas foi porque a história me trouxe muitos sentimentos. Inclusive eu gostei como essa história fala somente da dor da perda, mas vai concatenando os sentimentos de modo gradual à medida que o tempo passa, tornando o conjunto muito coerente, real e palpável. Inclusive, esses sentimentos já ficam em evidência no próprio título de cada capítulo, tudo montado de uma forma muito coesa. Eu adorei (apesar do leve pânico que a história me causou) e me fez refletir no sentido que comentei, de que eu gostaria de me doar um pouco mais para quem está sempre disponível para mim.
Eu espero ler outros textos seus em breve, pois eles são sempre densos e muito concentrados de sentimentos. Beijos, nos vemos em breve!
Ai, menina do céu... Eu ainda não sei como responder esse comentário '-' Eu fiquei tão feliz com sua reflexão e, ao mesmo tempo, ela me deixou com nó na garganta porque penso exatamente assim, e é uma situação que mexe com a gente... eita nóis.
Primeiramente, muito obrigada por ter lido e doado seu tempo para deixar esse lyndo feedback ♥ Amei saber sua opinião sobre a história e também te conhecer um pouquinho mais com esse relato pessoal :-)
Eu tentei transmitir bastante verdade com essa história e, tirando o sexo do cachorro e a idade, foi exatamente assim que aconteceu com a minha Cica. Ela tinha apenas 9 anos quando morreu (mês passado). E foi exatamente assim, de repente. E foi assim que me senti, como o narrador contou.
A partida dela doeu como todas as partidas dos animais que tive antes, mas acho que foi a mais chocante de todas porque não foi uma coisa anunciada. De manhã, ela estava bem, como em todos os dias anteriores, e à tarde encontrei ela morta no quintal. Sinal de que me enganei e ela não tava bem coisa nenhuma, né? (a culpa ainda bate)
Foi um baque e um choque, eu pensei que era um pesadelo. Fiquei me sentindo culpada porque nesse dia que ela se foi, eu nem tive tempo de dar atenção pra bichinha. E aí, entra naquilo que você disse, da gente se doar mais, colocar a mão na consciência e aproveitar cada momento que temos com esses anjos de quatro patas que vivem bem menos que a gente...
Quis fazer essa história como uma homenagem para a Cica e como uma forma de lidar com a minha dor mesmo. Fico feliz em saber que apesar do pânico que te causou, te deixou reflexiva também e por você ter gostado. Muito obrigada ♥
Quis mostrar todas as etapas do luto, dessa forma evolutiva, but confesso que quando escrevi o capítulo final eu ainda não tava nessa fase da aceitação não XD Escrevi sendo o que eu gostaria de estar sentindo na hora, mas não era. Acho que hoje estou começando a aceitar sim. É triste, é duro, mas é a vida e só posso ficar com as lembranças boas.
Fico happy que tenha achado o texto coeso e realista, muito obrigada pelos elogios, apoio e por tudinho mesmo ^^
Bjs!
N
November Day
Ai, Chessus, que encerramento mais perfeito! Definitivamente, essas palavras expressam muito bem tudo o que sentimos quando finalmente entendemos que não somos capazes de interferir em determinados assuntos, e nos lembramos com carinho de todos os bons momentos que vivemos ao lado de nossos tão amados bichinhos. Parabens pela historia, tão incrível e perfeitamente escrita. Obrigada por partilhar essa lindeza conosco, amei cada letrinha! ♥
Muito obrigada por ter lido tudinho e comentado tudinho, flor! Fiquei muito feliz por saber sua opinião de cada capítulo, thanks por toda a consideração, reflexão e elogios ♥
Quando eu escrevi esse desfecho, ainda não estava na etapa de aceitação. Então eu escrevi com base no que gostaria de estar sentindo, no que eu acreditava que ia sentir eventualmente.
Hoje posso dizer que me sinto assim. Lembro da minha bichinha com saudade, mas também com paz. Sei que fiz o possível por ela e que nosso amor ficou com ela e comigo de alguma forma.
"Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO"
Sério, que final! É isso que dá esperança, afinal de contas. A morte não apaga tudo de bom que foi vivido e todo o amor. E você mostrou isso muito bem. É como eu li lá na casa da minha avó: "saudade é o amor que fica". Não sei especificamente onde vi isso escrito, mas pense numa verdade!
E "verdade", essa é a palavra que transmitiu toda a sua obra ao longo dos capítulos! Foi algo tão honesto, o leitor sente como se fosse um desabafo/superação ao longo das palavras. Sinto que você deu o coração nesse desafio. Ainda que a quantidade de palavras seja pequena, os sentimentos presentes são grandiosos, e é isso que torna o texto rico, afinal.
Mais uma vez: MEUS PARABÉNS!
Demorei séculos para comentar, mas queria fazer realmente algo que estivesse a altura do seu texto.
Nos vemos nos próximos desafios.
Abraço!
PS: Aguarde que minha recomendação chega já já hehehe
O que mais gostei: AAAAAH, QUE COISA MAIS LINDA ♥
Rapaiiiiiiiiz... Essa frase "saudade é o amor que fica" é uma tremenda frase, hein? Achei digna e linda :-) Vou adotar pra vida.
Muito obrigada pela recomendação linda ♥ por ter lido tudinho e pelos comentários, por ter disposto do seu tempo e deixado esse feedback que eu amei!
Fico muiiiiiiito feliz que a história tenha te passado verdade e sentimento com essas poucas palavras. Particularmente, eu adoro drabbles, mas é sempre um desafio sintetizar a coisa. Saber que o resultado agradou, me deixa contente mesmo.
Valeu por tudo ♥
Inté os próximos desafios ;-)
Beijos de luz!
"Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO"
Olá, Pri. Vim ler a sua história para o desafio deste mês do Caneta Tinteiro, mas antes deixo os meus pêsames pela morte do seu pet. Quanto a história, o que eu mais gostei é que você demonstrou de forma bem gradual, como a morte assusta e tira o nosso sentido de causa e efeito diante das experiências ao nosso redor.
Para mim, o ápice da história é justamente este capítulo uma vez que você demonstrou que a cicatriz da morte ficou, mas que você é capaz de entender que fez o que era possível e que não consegue entender os porquês da morte.
Olá, Marcondes!
Muito obrigada por ter disposto do seu tempo para ler, comentar e ainda recomendar a história :-)
Obrigada pelos sentimentos, aos pouquinhos estou me conformando. É difícil lidar com a perda, mas a vida é assim, né?
Fico muito feliz que tenha gostado da história, foi muito especial escrevê-la e tentei colocar o máximo de verdade nas palavras.
Obrigada por tudo :-)
Abraço!
O primeiro capítulo tem exatas duzentas palavras e já arrancou duas lágrimas teimosas de mim. Contextualizando: eu tenho um cachorro de quinze anos e eu, tendo vinte e um posso dizer tranquilamente que nós crescemos juntos. Eu tenho muito medo de um dia acordar de manhã e passar por essa mesma situação, sério, me apavora muito.
O pior é que eu já tive outros animais de estimação que vieram a falecer e é exatamente esse sentimento que você descreveu no capítulo 02. Essa impotência é terrível e te faz pensar a todo minuto: “Será que eu podia ter feito alguma coisa?” ou “Ele estava doente e eu não fui zelosa o suficiente para perceber?”. É o tipo de tristeza que te corrói por dentro e só de ver os questionamentos no capítulo já me fizeram levantar a cadeira e dar uma olhada se está tudo bem com o meu pequeno na sala. Ele está comendo a ração agora.
Acho que o que incomoda mais na partida de um amigo de quatro patas é o arrependimento. Tipo, eles têm a vida tão curta (dizem que é assim pois eles já nascem sabendo amar) e quando se vão acabam nos fazendo pensar se poderíamos ter brincado mais, passeado mais, ter feito mais carinho ou ter dado um pouco mais de atenção. Podíamos ter ficado juntos, mas eu preferi ver um filme. Podíamos ter ido ao parque juntos, mas eu estava com preguiça e fiquei deitada na minha cama atualizando o feed do Facebook o dia inteiro. As pessoas precisam colocar a mão na consciência o quanto antes que as coisas da vida são efêmeras. E eles mais ainda.
Por fim, o sentimento que impera é esse mesmo: gratidão. Às vezes estamos tanto querendo uma mão quando existe uma pata ali, ao nosso alcance. É um amor incondicional que eles nutrem por nós que é difícil explicar. E impossível não olhar para sua trajetória juntos com um sorriso no rosto, por mais que a saudade persista.
Eu só queria dizer que esse comentário ficou bem estranho porque ficou meio que uma reflexão minha enquanto lia, mas foi porque a história me trouxe muitos sentimentos. Inclusive eu gostei como essa história fala somente da dor da perda, mas vai concatenando os sentimentos de modo gradual à medida que o tempo passa, tornando o conjunto muito coerente, real e palpável. Inclusive, esses sentimentos já ficam em evidência no próprio título de cada capítulo, tudo montado de uma forma muito coesa. Eu adorei (apesar do leve pânico que a história me causou) e me fez refletir no sentido que comentei, de que eu gostaria de me doar um pouco mais para quem está sempre disponível para mim.
Eu espero ler outros textos seus em breve, pois eles são sempre densos e muito concentrados de sentimentos. Beijos, nos vemos em breve!
Ai, menina do céu... Eu ainda não sei como responder esse comentário '-' Eu fiquei tão feliz com sua reflexão e, ao mesmo tempo, ela me deixou com nó na garganta porque penso exatamente assim, e é uma situação que mexe com a gente... eita nóis.
Primeiramente, muito obrigada por ter lido e doado seu tempo para deixar esse lyndo feedback ♥ Amei saber sua opinião sobre a história e também te conhecer um pouquinho mais com esse relato pessoal :-)
Eu tentei transmitir bastante verdade com essa história e, tirando o sexo do cachorro e a idade, foi exatamente assim que aconteceu com a minha Cica. Ela tinha apenas 9 anos quando morreu (mês passado). E foi exatamente assim, de repente. E foi assim que me senti, como o narrador contou.
A partida dela doeu como todas as partidas dos animais que tive antes, mas acho que foi a mais chocante de todas porque não foi uma coisa anunciada. De manhã, ela estava bem, como em todos os dias anteriores, e à tarde encontrei ela morta no quintal. Sinal de que me enganei e ela não tava bem coisa nenhuma, né? (a culpa ainda bate)
Foi um baque e um choque, eu pensei que era um pesadelo. Fiquei me sentindo culpada porque nesse dia que ela se foi, eu nem tive tempo de dar atenção pra bichinha. E aí, entra naquilo que você disse, da gente se doar mais, colocar a mão na consciência e aproveitar cada momento que temos com esses anjos de quatro patas que vivem bem menos que a gente...
Quis fazer essa história como uma homenagem para a Cica e como uma forma de lidar com a minha dor mesmo. Fico feliz em saber que apesar do pânico que te causou, te deixou reflexiva também e por você ter gostado. Muito obrigada ♥
Quis mostrar todas as etapas do luto, dessa forma evolutiva, but confesso que quando escrevi o capítulo final eu ainda não tava nessa fase da aceitação não XD Escrevi sendo o que eu gostaria de estar sentindo na hora, mas não era. Acho que hoje estou começando a aceitar sim. É triste, é duro, mas é a vida e só posso ficar com as lembranças boas.
Fico happy que tenha achado o texto coeso e realista, muito obrigada pelos elogios, apoio e por tudinho mesmo ^^
Bjs!
Ai, Chessus, que encerramento mais perfeito! Definitivamente, essas palavras expressam muito bem tudo o que sentimos quando finalmente entendemos que não somos capazes de interferir em determinados assuntos, e nos lembramos com carinho de todos os bons momentos que vivemos ao lado de nossos tão amados bichinhos. Parabens pela historia, tão incrível e perfeitamente escrita. Obrigada por partilhar essa lindeza conosco, amei cada letrinha! ♥
Ai Chessus digo eu kkkkkk
Muito obrigada por ter lido tudinho e comentado tudinho, flor! Fiquei muito feliz por saber sua opinião de cada capítulo, thanks por toda a consideração, reflexão e elogios ♥
Quando eu escrevi esse desfecho, ainda não estava na etapa de aceitação. Então eu escrevi com base no que gostaria de estar sentindo, no que eu acreditava que ia sentir eventualmente.
Hoje posso dizer que me sinto assim. Lembro da minha bichinha com saudade, mas também com paz. Sei que fiz o possível por ela e que nosso amor ficou com ela e comigo de alguma forma.
Beijos e obrigada mais uma vez :-)