É sempre bom uns toques aqui, outros ali, seus esclarecimentos sempre são importantes, certamente eu ficaria meio boiando se estivesse nessa mesa.rsrs, Arthuzinho definitivamente é pedante, acredito que se existisse de verdade, seria daquelas pessoas que não da ficar ao lado nem por dez minutos, quanto mais por uma refeição inteira.
Ps, também ja passei por algo assim em banheiro de shopping. Rsrsrs. Bjs até amanhã.
Eu estava pensando exatamente isso de "só ozomi tão falano" enquanto lia o capítulo. A Eugeni é um enfeite, né? O bibelô que dá aquele charme especial para a mesa.Nem Álvaro, nem Arthurzinho estavam prestando atenção nela, o que é mega estranho, porque eles estavam falando dela. Em tese, pelo menos. Esse final mais pareceu que só estavam trocando farpas por terem ideias diferentes.
Queria mostrar esse capítulo, ou melhor, essa história inteira para a galera que gosta de logar no Facebook para fazer discurso contra a "ideologia de gênero". Uma vez vi um post de uma senhora reclamando de um sapato que tinha visto em uma loja. Disse que era um sapato masculino sendo vendido como masculino e que aquilo era um absurdo, ideologia de gênero, protejam nossas crianças, boicote, sei lá mais o quê. Eu fiquei com vontade de perguntar se ela usava calça jeans. (Segundo meu professor de História, até a Segunda Guerra Mundial, só os homens podiam usar calça jeans. Procede? E hoje essA é uma peça presente no guarda-roupa de várias mulheres.)
Quando vi as baboseiras que o Arthurzinho tava falando pensei na hora no Durkheim, solidariedade orgânica, urg.
É como eu disse em um dos capítulos anteriores, seria muito anormal se o Álvaro não apresentasse esses resquícios do macho moderno. (Ah Álvaro já conheceu a UJC ? Hdjskaka).
Uma coisa que eu estava reparando antes de vc comentar nas notas: eles estavam discutindo enqto ela só comida e bebida. Imagino que xingando um ou outro em pensamento XD
Gente to apaixonada nesse capítulo. Porque gosto de uma conversinha feministinha do início do século XX? Sim. Pelo meu ship que ainda vive? Certamente. Pela quantidade de referências maravilhosas que você traz pra gente desse jeito tão sutil? Sim sim sim sim sim *-*
Adorei ver os dois interagindo! Até estranhei o Álvaro estar falando tempo todo, fiquei pensando "ue a Eugênia vai deixar ele falar por ela??" Mas ela nem tava ali kkkkk
E é melhor o Arthur se acostumar logo, porque as mudanças na sociedade só estão começando...
Já fiz dessas de confundir os outros no banheiro, mas foi porque me confundi também. Eu entrei no masculino sem querer, quando estava saindo um moço tava lá disse "ops" e se virou para entrar no outro, dai ele viu a placa de feminino, eu vi a placa, ele me olhou confuso, eu dei um sorriso pisquei para ele e fui embora (morrendo de vergonha por dentro, mas vida que segue né).
Abraços e até a próxima :)
A
Anne L
Que que é um bonde elétrico ahuuha
Álvaro tinha boas intenções, né, mas Eugeni pode falar por si mesma, obrigada. Quanto rebuliço por conta de um par de calças, SOS. Difícil, hein...
Sopesa doeu mesmo, quando não é para por no infinitivo você coloca, quando é para por vc não coloca, você nos odeia?
É sempre bom uns toques aqui, outros ali, seus esclarecimentos sempre são importantes, certamente eu ficaria meio boiando se estivesse nessa mesa.rsrs, Arthuzinho definitivamente é pedante, acredito que se existisse de verdade, seria daquelas pessoas que não da ficar ao lado nem por dez minutos, quanto mais por uma refeição inteira.
Ps, também ja passei por algo assim em banheiro de shopping. Rsrsrs. Bjs até amanhã.
Agora deu (um pouco de) nojinho do Arthurzinho.
Eu estava pensando exatamente isso de "só ozomi tão falano" enquanto lia o capítulo. A Eugeni é um enfeite, né? O bibelô que dá aquele charme especial para a mesa. Nem Álvaro, nem Arthurzinho estavam prestando atenção nela, o que é mega estranho, porque eles estavam falando dela. Em tese, pelo menos. Esse final mais pareceu que só estavam trocando farpas por terem ideias diferentes.
Queria mostrar esse capítulo, ou melhor, essa história inteira para a galera que gosta de logar no Facebook para fazer discurso contra a "ideologia de gênero". Uma vez vi um post de uma senhora reclamando de um sapato que tinha visto em uma loja. Disse que era um sapato masculino sendo vendido como masculino e que aquilo era um absurdo, ideologia de gênero, protejam nossas crianças, boicote, sei lá mais o quê. Eu fiquei com vontade de perguntar se ela usava calça jeans. (Segundo meu professor de História, até a Segunda Guerra Mundial, só os homens podiam usar calça jeans. Procede? E hoje essA é uma peça presente no guarda-roupa de várias mulheres.)
Beijos! :**
Você tá muito chique com essas referências kkkk
Quando vi as baboseiras que o Arthurzinho tava falando pensei na hora no Durkheim, solidariedade orgânica, urg.
É como eu disse em um dos capítulos anteriores, seria muito anormal se o Álvaro não apresentasse esses resquícios do macho moderno. (Ah Álvaro já conheceu a UJC ? Hdjskaka).
Beijos ♥
Lendo tua fic eu tenho certeza que nasci na época errada. Queria ter nascido no século retrasado.
Ps: como filho de fazendeiro, coronel ou empresário. Óbvio kkkkkkk
Ownt s2, obrigada pela dedicatória s2
Gente esse dialogo deles kkkk, você disse tudo o que eu pensei nos comentários finais!
LoL
Uma coisa que eu estava reparando antes de vc comentar nas notas: eles estavam discutindo enqto ela só comida e bebida. Imagino que xingando um ou outro em pensamento XD
Gente to apaixonada nesse capítulo. Porque gosto de uma conversinha feministinha do início do século XX? Sim. Pelo meu ship que ainda vive? Certamente. Pela quantidade de referências maravilhosas que você traz pra gente desse jeito tão sutil? Sim sim sim sim sim *-*
Beijoca
Adorei ver os dois interagindo! Até estranhei o Álvaro estar falando tempo todo, fiquei pensando "ue a Eugênia vai deixar ele falar por ela??" Mas ela nem tava ali kkkkk
E é melhor o Arthur se acostumar logo, porque as mudanças na sociedade só estão começando...
É,ele continua um babaca. Acontece.
Já fiz dessas de confundir os outros no banheiro, mas foi porque me confundi também. Eu entrei no masculino sem querer, quando estava saindo um moço tava lá disse "ops" e se virou para entrar no outro, dai ele viu a placa de feminino, eu vi a placa, ele me olhou confuso, eu dei um sorriso pisquei para ele e fui embora (morrendo de vergonha por dentro, mas vida que segue né).
Abraços e até a próxima :)
Que que é um bonde elétrico ahuuha
Álvaro tinha boas intenções, né, mas Eugeni pode falar por si mesma, obrigada. Quanto rebuliço por conta de um par de calças, SOS. Difícil, hein...