Esta é, sem dúvida, uma das histórias mais bonitas que eu já li em toda a minha vida. Fiquei verdadeiramente impressionada e encantada com a riqueza e a beleza das figuras de linguagem que você usou no texto todo, e sinceramente não consigo eleger uma favorita. Talvez seja porque eu, assim como o garoto sem nome do texto, ame o céu e seus mistérios, principalmente a paleta de cores com que ele se colore todos os dias, nos horários certos para fazer nossa alma chorar pelos pedacinhos que se esvaem dela todos os dias. Acho que deixar o texto sem nome, impessoal e ao mesmo tempo em primeira pessoa, foi o toque que deixou tudo mais próximo do leitor e mais tocante. Amei, amei, amei.
Achei forte a maneira como ele descreve a relação com os pais, a maneira como se sentia rejeitado, e ao mesmo tempo, repetindo e refletindo sobre as palavras trocadas com seu avô. Fiquei pensando na parte em que ele diz que lutou contra o cigarro, mesmo que sua herança tenha sido um isqueiro. Quanto o avô conseguia ver de sua alma machucada desde sempre que os pais não viam? E quanto da frase célebre que ele deixou junto com o presente poderia mudar a vida do garoto - que já não era mais tão garoto assim?
Adorei a personificação da esperança que você colocou no texto. Aquele homem dos pirulitos com certeza passou por muita coisa, tanta coisa que o colocou na posição de morador de rua, como o texto nos faz crer. Mas ainda assim, oferece ao outro o pouco que tem, mesmo que a única coisa que tenha ganhado em troca, tenha sido um abraço.
Eu sempre acreditei na força e no poder de um abraço - talvez porque a maneira como cresci me induziu a isso, então acho que foi outra coisa que me tocou profundamente na sua história. Um abraço é algo tão pessoal e transformador, e você o ofereceu à esperança.
Obrigada por este texto. E parabéns por ele, de verdade.
Quando terminei de escrever esse texto lembro que eu me sentei no sofá de casa e tomei um gole de café seguido de uma longa respiração. Se eu pudesse colocar todos os textos um ao lado do outro eu diria que esse é o mais pessoal, embora tenha elementos fictícios nele - puras metáforas.
Eu fico muito lisonjeado por receber o seu comentário sobre ele, me diz que fiz um bom trabalho quando escrevi com tanto carinho e me dispus a colocá-lo na fic. Espero que tenha acendido uma chama de esperança dentro de você - ou mesmo com que o fogo tenha se intensificado mais.
Esta é, sem dúvida, uma das histórias mais bonitas que eu já li em toda a minha vida. Fiquei verdadeiramente impressionada e encantada com a riqueza e a beleza das figuras de linguagem que você usou no texto todo, e sinceramente não consigo eleger uma favorita. Talvez seja porque eu, assim como o garoto sem nome do texto, ame o céu e seus mistérios, principalmente a paleta de cores com que ele se colore todos os dias, nos horários certos para fazer nossa alma chorar pelos pedacinhos que se esvaem dela todos os dias. Acho que deixar o texto sem nome, impessoal e ao mesmo tempo em primeira pessoa, foi o toque que deixou tudo mais próximo do leitor e mais tocante. Amei, amei, amei.
Achei forte a maneira como ele descreve a relação com os pais, a maneira como se sentia rejeitado, e ao mesmo tempo, repetindo e refletindo sobre as palavras trocadas com seu avô. Fiquei pensando na parte em que ele diz que lutou contra o cigarro, mesmo que sua herança tenha sido um isqueiro. Quanto o avô conseguia ver de sua alma machucada desde sempre que os pais não viam? E quanto da frase célebre que ele deixou junto com o presente poderia mudar a vida do garoto - que já não era mais tão garoto assim?
Adorei a personificação da esperança que você colocou no texto. Aquele homem dos pirulitos com certeza passou por muita coisa, tanta coisa que o colocou na posição de morador de rua, como o texto nos faz crer. Mas ainda assim, oferece ao outro o pouco que tem, mesmo que a única coisa que tenha ganhado em troca, tenha sido um abraço.
Eu sempre acreditei na força e no poder de um abraço - talvez porque a maneira como cresci me induziu a isso, então acho que foi outra coisa que me tocou profundamente na sua história. Um abraço é algo tão pessoal e transformador, e você o ofereceu à esperança.
Obrigada por este texto. E parabéns por ele, de verdade.
Quando terminei de escrever esse texto lembro que eu me sentei no sofá de casa e tomei um gole de café seguido de uma longa respiração. Se eu pudesse colocar todos os textos um ao lado do outro eu diria que esse é o mais pessoal, embora tenha elementos fictícios nele - puras metáforas.
Eu fico muito lisonjeado por receber o seu comentário sobre ele, me diz que fiz um bom trabalho quando escrevi com tanto carinho e me dispus a colocá-lo na fic. Espero que tenha acendido uma chama de esperança dentro de você - ou mesmo com que o fogo tenha se intensificado mais.
Abraços!