Esse lado da Eugênia de se importar com coisas que a maioria da sua classe e status não se importa mostra, ao mesmo tempo em que a rebeldia, ousadia e coragem, uma doçura que não seria de se esperar encontrar em uma multe com tanta personalidade. Acho bonito como essas duas partes dela se misturam para fazê-la do jeitinho que é.
Adorei esse capítulo. Ele tem um valor histórico e social incrível e, por si só, mostrou bem essa diferença entre tudo que a Eugênia passa para os problemas da Luisa e justamente essa diferença de visões de mundo e necessidades.
Acho que as considerações finais deram uma boa visão do que retrata esse capítulo. Realmente no final no século 19 e no início do século 20, as coisas se complicaram para negros, pobres e mulheres, pois como uma nova geração estava entrando na sociedade, essa mesma estava cheia de preconceito que foram levando para frente. Triste, porém, real. Até mais.
É Luíza com Z ou com S? Tem duas versões no texto.
Sim, a história do Brasil é riquíssima com certeza deve haver gente influente negro por aí. Eu não sei, nunca fui pesquisar. Machado de Assis era moreno então.
Amém Luiza, e amém você que não esqueceu de como eram tratados naquela época, ela Eugenia me lembrou muito uma feminista francesa, que esqueci o nome no momento, que não gostava do papel que exercia na sociedade e quis dar voz as mulheres ♥
Mas que bacana da parte de Eugeni. Assim, concordo com você, cada uma delas tem uma história, problemas diferentes, por consequência, cada uma luta com as armas que tem, Eugênia tem privilégios que ela pretende usar pra ajudar quem nao os tem. xD
Nossa. Esse desabafo deu ainda mais profundidade às personagens. Desculpa se às vezes eu comento sobre as notas em vez da própria história.
Mas foi bom saber como a Eugênia se sente lá no fundo em relação a sua bida e o que acontece ao seu redor. Também entendi sobre a parte de uma dor não anular a dor da outra. Muita gente lê uma coisa dessas e apedreja sem pena e sem dó por pura falta de interpretação.
A Luiza vai aparecer mais vezes? Quero conhecer mais dela também ♥
Eugênia, uma grande mulher e justiceira social numa época difícil. Se tem um grande poder, ela tem a obrigação moral para fazer o que for preciso e ajudar. Tio Ben estaria orgulhoso dela... Ou não, talvez ele morreria de novo :(
Ótimo capítulo, estou adorando a Eugeni!
K
Khaleesi Oberlin
Hey. A Eugenia é maravilhosa, sempre soube disso s2. E a Luisa parece ser uma mulher incrível, espero que Eugenia consiga ajudá-la. Enfim, até mais. Bjss ;*
Gente! Esse capítulo me lembrou uma discussão sobre o livro "Pode o subalterno falar?", da Spivak, em uma das aulas da faculdade. Não entendi nada do livro; acho que precisaria de mais duas vidas para entender. Mas a frase final do capítulo me lembrou uma de minhas colegas criticando a expressão "dar a voz". Ela ressaltou que os intelectuais e poderosos não têm de "dar a voz" aos chamados subalternos, porque estes já têm voz, mas não são ouvidos. Enfim, foi uma discussão bem interessante, que me fez pensar em um monte de coisas.
Esse lado da Eugênia de se importar com coisas que a maioria da sua classe e status não se importa mostra, ao mesmo tempo em que a rebeldia, ousadia e coragem, uma doçura que não seria de se esperar encontrar em uma multe com tanta personalidade. Acho bonito como essas duas partes dela se misturam para fazê-la do jeitinho que é.
Abraços e até a próxima :)
Adorei esse capítulo. Ele tem um valor histórico e social incrível e, por si só, mostrou bem essa diferença entre tudo que a Eugênia passa para os problemas da Luisa e justamente essa diferença de visões de mundo e necessidades.
Beijo.
Olha elaaaaa. Lá vai a Eugênia causar no jornal.
Apaixonada.
Eugênia virou meu crush literário.
Acho que as considerações finais deram uma boa visão do que retrata esse capítulo. Realmente no final no século 19 e no início do século 20, as coisas se complicaram para negros, pobres e mulheres, pois como uma nova geração estava entrando na sociedade, essa mesma estava cheia de preconceito que foram levando para frente. Triste, porém, real. Até mais.
É Luíza com Z ou com S? Tem duas versões no texto.
Sim, a história do Brasil é riquíssima com certeza deve haver gente influente negro por aí. Eu não sei, nunca fui pesquisar. Machado de Assis era moreno então.
Amém Luiza, e amém você que não esqueceu de como eram tratados naquela época, ela Eugenia me lembrou muito uma feminista francesa, que esqueci o nome no momento, que não gostava do papel que exercia na sociedade e quis dar voz as mulheres ♥
Mas que bacana da parte de Eugeni. Assim, concordo com você, cada uma delas tem uma história, problemas diferentes, por consequência, cada uma luta com as armas que tem, Eugênia tem privilégios que ela pretende usar pra ajudar quem nao os tem. xD
Nossa. Esse desabafo deu ainda mais profundidade às personagens. Desculpa se às vezes eu comento sobre as notas em vez da própria história.
Mas foi bom saber como a Eugênia se sente lá no fundo em relação a sua bida e o que acontece ao seu redor. Também entendi sobre a parte de uma dor não anular a dor da outra. Muita gente lê uma coisa dessas e apedreja sem pena e sem dó por pura falta de interpretação.
A Luiza vai aparecer mais vezes? Quero conhecer mais dela também ♥
Eugênia, uma grande mulher e justiceira social numa época difícil. Se tem um grande poder, ela tem a obrigação moral para fazer o que for preciso e ajudar. Tio Ben estaria orgulhoso dela... Ou não, talvez ele morreria de novo :(
Ótimo capítulo, estou adorando a Eugeni!
Hey. A Eugenia é maravilhosa, sempre soube disso s2. E a Luisa parece ser uma mulher incrível, espero que Eugenia consiga ajudá-la. Enfim, até mais. Bjss ;*
Gente! Esse capítulo me lembrou uma discussão sobre o livro "Pode o subalterno falar?", da Spivak, em uma das aulas da faculdade. Não entendi nada do livro; acho que precisaria de mais duas vidas para entender. Mas a frase final do capítulo me lembrou uma de minhas colegas criticando a expressão "dar a voz". Ela ressaltou que os intelectuais e poderosos não têm de "dar a voz" aos chamados subalternos, porque estes já têm voz, mas não são ouvidos. Enfim, foi uma discussão bem interessante, que me fez pensar em um monte de coisas.
Aaaah! Eu me empolguei demais! xD
Ahhhhhhhhhh dá pra imaginar essas figuras ilustres mesmo.
Gostei muito do capítulo e antes até da ilação, já imaginei o assunto da próxima coluna de Eugeni. XD
Eu desconfiava que havia algo da Chiquinha na Eugenia...