Eu fico impressionada com o vocabulário desses caras. O Eric solta um "desquietar" super de boa como se usasse essa palavra sempre. Mas, como você disse, graças a Tia Kori ele sai com um diploma AHUSHU.
A coisa vai esquentar agora, vou aguardar o capítulo de amanhã.
Engraçado que muita coisa eu inventei. Sobre a seita, sobre a Elizabeth, entre outras coisas. Na vida real não foi tão teatral assim. Os assassinos chegaram atirando, sem praticamente motivo algum. E algumas cenas que ocorreram na realidade duraram poucos segundos. Tudo era rápido. Escapar de dois loucos armados foi praticamente impossível.
E eu adorei narrar o Eric. Talvez por esse jeito debochado dele e cheio de humor negro. O Dylan era mais sério, pois ele tinha depressão e um depressivo tende a ser mais fechado.
Eu fico impressionada com o vocabulário desses caras. O Eric solta um "desquietar" super de boa como se usasse essa palavra sempre. Mas, como você disse, graças a Tia Kori ele sai com um diploma AHUSHU.
A coisa vai esquentar agora, vou aguardar o capítulo de amanhã.
A cada palavra é um tiro. Mas ainda bem que estamos numa escola. Pior se eu tivesse fazendo os dois num baile funk. Já pensou?
É muito legal você falar o que aconteceu de verdade nas notas.
Preciso informar certas coisas, pois 100 palavras são pouquíssimas. Muitas coisas ficam em off aí eu explico por lá. Abraço.
É agora que o bicho pega.
Foda ter que esperar até o dia seguinte para saber o que acontecerá
O bicho vai pegar de verdade quando eles chegarem à biblioteca. Aí o bicho pega. Valeu pelo review.
Episodio horrendo e triste...a mente humana é realmente muito doida, senhor!
Espero ansiosa pelo próximo :3
Só espero que aguente ler essas insanidades até o último dia. Muita coisa ainda vai acontecer ;) sobretudo na biblioteca que será a melhor parte.
Adoro o modo como mistura a realidade dos acontecimentos junto com a ficção de como você acha que foi. É muito bom.
Adoro a narrativa de Eric, ele parece louco, me lembra muito o Coringa, se quer saber.
Vou ler o próximo! :D
Engraçado que muita coisa eu inventei. Sobre a seita, sobre a Elizabeth, entre outras coisas. Na vida real não foi tão teatral assim. Os assassinos chegaram atirando, sem praticamente motivo algum. E algumas cenas que ocorreram na realidade duraram poucos segundos. Tudo era rápido. Escapar de dois loucos armados foi praticamente impossível.
E eu adorei narrar o Eric. Talvez por esse jeito debochado dele e cheio de humor negro. O Dylan era mais sério, pois ele tinha depressão e um depressivo tende a ser mais fechado.