Comentários em “Florescer”: “Conspícuo”

Missy Saxon

Uma informação legal sobre os personagens. As pessoas não podem ver nada diferente, que já ficam encarando como se fosse algo de outro mundo. Humanos são tão… vis.

Gostando da história =)

Esperando o próximo ^-^

Typewriter
Typewriter Autor

Olá, Missy, obrigada por ler e comentar!

Realmente, infelizmente, tem gente que não sabe respeitar e conviver com o diferente :/

Fico feliz que você esteja gostando da história =]

Te vejo no próximo capítulo^.^

Beijinhos, Typewriter

Lethy

Oooooi de novo! ♥

Imagino que eles parecessem um casal bem peculiar mesmo. Infelizmente muita gente afasta o diferente por medo e preconceito. :(

Beijos e até o próximo!

Typewriter
Typewriter Autor

Olá, Lethy, obrigada por ler e comentar ♥

Pois é eles se destacam, mas ser o centro das atenções pode ser bastante incomodo :(

Beijinhos e até mais, Typewriter

Kaline Bogard

Com toda certeza do mundo causa espanto.

O brasileiro é incrível. Convive com uma diversidade impressionante de pessoa e culturas. Mas ainda se surpreende com algumas coisas!

Typewriter
Typewriter Autor

Olá, Kaline, obrigada por ler e comentar!

Exatamente!E é por isso mesmo que é bom tomar cuidado e não demonstrar tanto espanto assim, pois quem é o alvo de tal espanto pode ficar incomodado, falo por experiência própria, não é legal quando os outros ficam me apontando e falando aos murmúrios sobre minha deficiência física (hemiparesia)

Beijinhos, Typewriter

Kori Hime

Eu fiquei curiosa em saber como decidiram passar a lua de mel em Salvador.

Eu conheço alguns refugiados, conheci na Universidade e aqui pelas ruas, eles parecem bem orgulhosos de mostrar quem são. Ainda mais por ser um item sagrado para a religião, muitas mulheres não se sentem obrigadas mas gostam dos lenços de cabeça.

A minha dica no desafio de drabble é incorporar mais alguns fatos mais importantes que tragam emoção para a trama, já que são apenas 100 palavras, elas tem que ser bem escolhidas.

Beijos, boa sorte nos capítulos.

Typewriter
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Olá, Mila, obrigada por ler e comentar!

Então, eles ganharam a passagem e a hospedagem para Salvador de presente de casamento, quem deu foi o Omar, tio de Zayn que vive por lá há vinte anos com a esposa.

Samira não envergonha de usar nenhum dos itens que fazem parte da cultura e da religião muçulmana, ela só não está acostumada com o fato de ser apontada na rua por conta disso e ela ama o lenço, por isso o mantém, ele só não usa mais a burca.

Muito obrigada, vou me esforçar mais para encaixar emoção na trama, bem como fatos importantes, tanto sobre a relião, quanto sobre a vida e adaptação de Zayn e Samira lá em Salvadoe
Beijos e boa sorte para nós, Typewriter

K
Khaleesi Oberlin

Hey, realmente não é comum, mas deve ser bem incomodo para eles mesmo, ter tanta gente te olhando e te apontando como se fossem pessoas de outro mundo. Enfim, até mais. Bjss ;*

Typewriter
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Olá, Mari, obrigada por ler e comentar!

Pois é, isso realmente é chato e foi isso que incomodou Samira. Ela não é um et, gente, só tem uma religião e vestimentas diferentes do usual.

Beijinhos, Typewriter

Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic

Minha opinião: acho horrível mulheres muçulmanas serem obrigadas a vestir-se com um lençol no corpo. Era pra ser uma opção, tipo quando uma mulher escolheria entre um vestido e uma calça. Mas não é bem assim. A sharia é cruel.

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Olá, Sensei, obrigada por ler e comentar!

Então, Samira não se incomoda com as vestes, mas como o fato das pessoas apontarem ela na rua e cochicharem sobre sua roupa.

Até mais, Typewriter

Dark Blue

Realmente, em alguns lugares acaba sendo incomum, entendo o desconforto deles, mas também entendo os olhares curiosos de alguns, não de todos porque em alguns casos são olhares tortos e desagradáveis...

Estou gostando da história!

Até mais!

Typewriter
Typewriter Autor

Olá, E, obrigada por ler e comentar!

Sim, tem os dois lados, pode olhar, mas não precisa apontar e cochichar quando a pessoa tá perto, né?

Fico feliz que esteja gostando!

Beijinhos e até mais, Typewriter