Você é minha salvadora da pátria, sabia? Eu estava maluco para ler uma boa fic Yuri (Já que, infelizmente, todos focam no Yaoi e esquecem o Yuri), e cá vejo uma ótima história, e ainda por cima Elsanna, que é um dos meus casais favoritos. Adorei a sua forma de escrita e como a estória fluiu rápida e conexa, amei esse contraste entre a Anna jovem, imatura e descontraída e uma Elsa mais velha, madura e atolada com o trabalho, a forma como a Elsa se joga na Anna para poder sair da frustração do trabalho, como a Anna torna-se seu Porto Seguro.
Tambêm amei a Anna meio sem saber como se portar perto da Elsa e como os momentos descontraídos ficam extremamente românticos pela forma como você os narra. Ah, obviamente, como eu achei uma tremenda visão medieval essa do pai dela achar que mulheres só servem para terem filhos, sério? Eu achei isso uma puta visão precipitada e como é triste que as coisas possam ser assim na vida real.
Alguns detalhes que achei bem interessante: Pelo que deu para notar pela cicatriz da Elsa nos primeiros capítulos e pelos pensamentos da mesma no aniversário da Anna, acho que ela já sofreu Honofobia, e que a ex-namorada dela possa ter morrido, além de eu ter percebido a frase "Cobrir, não sentir" e, obviamente, você modificou o significado do "Não deixar saber" para se adequar à Homossexualidade da platinada, coisa que achei uma sacada genial sua.
Adorei a Esmeralda e o Kristoff, além de amar a interação dos dois com as protagonistas, parecendo mesmo bons amigos. Estou ansiando pacientemente para os próximos capítulos!
Você é minha salvadora da pátria, sabia? Eu estava maluco para ler uma boa fic Yuri (Já que, infelizmente, todos focam no Yaoi e esquecem o Yuri), e cá vejo uma ótima história, e ainda por cima Elsanna, que é um dos meus casais favoritos. Adorei a sua forma de escrita e como a estória fluiu rápida e conexa, amei esse contraste entre a Anna jovem, imatura e descontraída e uma Elsa mais velha, madura e atolada com o trabalho, a forma como a Elsa se joga na Anna para poder sair da frustração do trabalho, como a Anna torna-se seu Porto Seguro.
Tambêm amei a Anna meio sem saber como se portar perto da Elsa e como os momentos descontraídos ficam extremamente românticos pela forma como você os narra. Ah, obviamente, como eu achei uma tremenda visão medieval essa do pai dela achar que mulheres só servem para terem filhos, sério? Eu achei isso uma puta visão precipitada e como é triste que as coisas possam ser assim na vida real.
Alguns detalhes que achei bem interessante: Pelo que deu para notar pela cicatriz da Elsa nos primeiros capítulos e pelos pensamentos da mesma no aniversário da Anna, acho que ela já sofreu Honofobia, e que a ex-namorada dela possa ter morrido, além de eu ter percebido a frase "Cobrir, não sentir" e, obviamente, você modificou o significado do "Não deixar saber" para se adequar à Homossexualidade da platinada, coisa que achei uma sacada genial sua.
Adorei a Esmeralda e o Kristoff, além de amar a interação dos dois com as protagonistas, parecendo mesmo bons amigos. Estou ansiando pacientemente para os próximos capítulos!
Titã