Existem provavelmente um milhão de coisas que deveriam ser ditas sobre este capítulo, e é certo que, com minha habilidade limitada, eu mal serei capaz de comentar uma fração muito pequena delas. Ainda assim, aqui estou, porque eu amo tudo o que você escreve e este capítulo é delicioso demais para passar em branco.
Acho, primeiramente, de extrema relevância comentar a respeito de Antonieta e seu creme de barbear - e também do susto de Lizzie por encontrá-la neste momento tão... como dizer?... íntimo. A coitadinha mal sabe, realmente, onde Antonieta passara o creme antes de começar o trabalho em suas pernas! HAHAHA
Em uma segunda nota, Barbossa e Mia como surrogate parents para a Elizabeth é algo delicioso de se ver. Ele a ensinando a atirar e Mia depois comendo a maçã foi tão natural e tão bem-encaixado que é como se o universo houvesse se alinhado e decidido yes, that's it. that's the family.
Por fim, o flerte entre Mia e Barbosa - acerca do qual você ficou misteriosamente insegura, e eu digo misteriosamente como quem se pergunta why? já que, do alto da minha qualidade de fã doida de romances, ficou perfeito — encerrou o capítulo de um jeito ótimo, da maneira que só você sabe fazer.
Sabe que eu já chego ao final das atualizações me preparando para o tiro e ele sempre está lá?
"Héctor", pronunciado com um pesado sotaque italiano, meio cantarolado, é agora meu motivo de viver, thank you very much. Also, "escute aqui, velhinho" é algo HILÁRIO de se imaginar sendo dito para o Barbossa HAHAHAHAHA eu ri demais demais demais ♥
Amiga, eu amei! ♥ Aguardando ansiosamente o conflito entre Sofia e Mia, já com o coração apertado pela triste notícia de que o próximo não vem tão cedo. Mas eu entendo, e será sempre um prazer esperar por você. Vale a pena demais, demais, demais.
Muitos beijinhos *----*
P.S.: a gente precisa é de um musical de Porto Venere. Consegue imaginar? Eu pagaria meu peso em barras de ouro para assistir (!!!!)
Oi, meu amor! Finalmente tirei um tempinho entre estudos para responder esse review mais maravilhoso!
O momento do creme de barbear. Eu, pessoalmente, achei tão icônico. Porque os filmes de época raramente dão detalhes desta parte na vida das moçoilas e PÁ já colocam elas lá de sobrancelha feita, make nude kkkkkkk... um tanto irrealista, mas que corrobora com a nossa estética. Se há algo que eu amo em Guerra e Paz de Tolstói, é quando ele menciona os bigodinhos adoráveis da princesa Mária; acho CONCEITUAL DEMAIS!!!! TOLSTÓI MEU ÍCONE!!! Logo, por bem, considerei encaixar essa perspectiva e fico satisfeita com o resultado kkkkkk
Segundo: adorei o termo surrogate parents. É a primeira vez que estou ouvindo-o e já acoplei ao meu vocabulário anglo saxão; que maravilhoso ouvi-lo neste contexto, não é mesmo? Hector e Mia são muito surrogate parents, SIM. O eterno trope da mentoria, eu sempre tive uma fondness especial por ele. Acompanhar o desenvolvimento da amizade entre eles e a dinâmica, para o que se tornou à altura do filme. É disso que o Brasil e a autora gostam. Como você disse no roteiro, isso aqui é puro fanservice kkkkkkkkkkkkk
Estou ficando previsível!!!!!!!!!!!!!!! Todavia, não consigo evitar. Estes finais são tão a minha cara e fazem tanto sentido para a atmosfera da fic. É quase como se fosse a marca registrada dela. Poderia pensar comigo mesma: vou parar e sair da previsibilidade, mas logo me recupero e penso: whatever. Eu gosto de quebrar a cabeça imaginando formas de concluir os capítulos com a deixa para o gostinho de quero mais. E ainda estou insegura com este pequeno flerte, mas se você diz que ficou bom, ficou bom kkk Héctor em italiano é minha nova religão, somente! Disso eu gostei! E será repetido mais adiante MUAHAHAHAHAHHAA
A fala do pernalonga PRECISOU EXISTIR. Fanservice total. Espero não te fazer esperar tanto, mas... aiiiiiiiiiiii como eu odeio essa vida de estudanteeeeeeeeeeeeeee... mentira, estou com medo é da vida de assalariada. Beijos mi corazón!!! Nos vemos em breve!
Que prazer é iniciar o dia com a leitura de um capítulo de Porto Venere! Me sinto energizada e revigorada! ♥
Seus diálogos são, de fato, maravilhosos e a gente sente cada nuance de subtexto, entrelinhas e entonações (Jesus, você nos faz sentir até os sotaques, de alguma forma!).
Estou sempre destacando algum ponto excepcional de sua escrita e não é minha culpa se você continua se superando e sendo mais e mais incrível a cada dia u.u
Neste capítulo em especial eu ressalto sua forma brilhante de tratar todas as relações entre os personagens com igual importância e maestria, sem nunca perder o ritmo da história.
Barbosa e Mia são tão deliciosamente complexos e a amizade crescente entre esta última com a senhorita Swann é muito inspiradora de se ler.
Also ela atirando!!! Adorei!
Beijos,
Sua demoninha hahah ♥
O que mais gostei: "Quão presunçoso um homem consegue ser?" + O fato de você ter, de alguma forma, sido capaz de inserir algumas das minhas palavras de sonoridade favorita neste capítulo: soslaio, escárnio, etc.
Existem provavelmente um milhão de coisas que deveriam ser ditas sobre este capítulo, e é certo que, com minha habilidade limitada, eu mal serei capaz de comentar uma fração muito pequena delas. Ainda assim, aqui estou, porque eu amo tudo o que você escreve e este capítulo é delicioso demais para passar em branco.
Acho, primeiramente, de extrema relevância comentar a respeito de Antonieta e seu creme de barbear - e também do susto de Lizzie por encontrá-la neste momento tão... como dizer?... íntimo. A coitadinha mal sabe, realmente, onde Antonieta passara o creme antes de começar o trabalho em suas pernas! HAHAHA
Em uma segunda nota, Barbossa e Mia como surrogate parents para a Elizabeth é algo delicioso de se ver. Ele a ensinando a atirar e Mia depois comendo a maçã foi tão natural e tão bem-encaixado que é como se o universo houvesse se alinhado e decidido yes, that's it. that's the family.
Por fim, o flerte entre Mia e Barbosa - acerca do qual você ficou misteriosamente insegura, e eu digo misteriosamente como quem se pergunta why? já que, do alto da minha qualidade de fã doida de romances, ficou perfeito — encerrou o capítulo de um jeito ótimo, da maneira que só você sabe fazer.
Sabe que eu já chego ao final das atualizações me preparando para o tiro e ele sempre está lá?
"Héctor", pronunciado com um pesado sotaque italiano, meio cantarolado, é agora meu motivo de viver, thank you very much. Also, "escute aqui, velhinho" é algo HILÁRIO de se imaginar sendo dito para o Barbossa HAHAHAHAHA eu ri demais demais demais ♥
Amiga, eu amei! ♥ Aguardando ansiosamente o conflito entre Sofia e Mia, já com o coração apertado pela triste notícia de que o próximo não vem tão cedo. Mas eu entendo, e será sempre um prazer esperar por você. Vale a pena demais, demais, demais.
Muitos beijinhos *----*
P.S.: a gente precisa é de um musical de Porto Venere. Consegue imaginar? Eu pagaria meu peso em barras de ouro para assistir (!!!!)
Oi, meu amor! Finalmente tirei um tempinho entre estudos para responder esse review mais maravilhoso!
O momento do creme de barbear. Eu, pessoalmente, achei tão icônico. Porque os filmes de época raramente dão detalhes desta parte na vida das moçoilas e PÁ já colocam elas lá de sobrancelha feita, make nude kkkkkkk... um tanto irrealista, mas que corrobora com a nossa estética. Se há algo que eu amo em Guerra e Paz de Tolstói, é quando ele menciona os bigodinhos adoráveis da princesa Mária; acho CONCEITUAL DEMAIS!!!! TOLSTÓI MEU ÍCONE!!! Logo, por bem, considerei encaixar essa perspectiva e fico satisfeita com o resultado kkkkkk
Segundo: adorei o termo surrogate parents. É a primeira vez que estou ouvindo-o e já acoplei ao meu vocabulário anglo saxão; que maravilhoso ouvi-lo neste contexto, não é mesmo? Hector e Mia são muito surrogate parents, SIM. O eterno trope da mentoria, eu sempre tive uma fondness especial por ele. Acompanhar o desenvolvimento da amizade entre eles e a dinâmica, para o que se tornou à altura do filme. É disso que o Brasil e a autora gostam. Como você disse no roteiro, isso aqui é puro fanservice kkkkkkkkkkkkk
Estou ficando previsível!!!!!!!!!!!!!!! Todavia, não consigo evitar. Estes finais são tão a minha cara e fazem tanto sentido para a atmosfera da fic. É quase como se fosse a marca registrada dela. Poderia pensar comigo mesma: vou parar e sair da previsibilidade, mas logo me recupero e penso: whatever. Eu gosto de quebrar a cabeça imaginando formas de concluir os capítulos com a deixa para o gostinho de quero mais. E ainda estou insegura com este pequeno flerte, mas se você diz que ficou bom, ficou bom kkk Héctor em italiano é minha nova religão, somente! Disso eu gostei! E será repetido mais adiante MUAHAHAHAHAHHAA
A fala do pernalonga PRECISOU EXISTIR. Fanservice total. Espero não te fazer esperar tanto, mas... aiiiiiiiiiiii como eu odeio essa vida de estudanteeeeeeeeeeeeeee... mentira, estou com medo é da vida de assalariada. Beijos mi corazón!!! Nos vemos em breve!
My dearest angel,
Que prazer é iniciar o dia com a leitura de um capítulo de Porto Venere! Me sinto energizada e revigorada! ♥
Seus diálogos são, de fato, maravilhosos e a gente sente cada nuance de subtexto, entrelinhas e entonações (Jesus, você nos faz sentir até os sotaques, de alguma forma!).
Estou sempre destacando algum ponto excepcional de sua escrita e não é minha culpa se você continua se superando e sendo mais e mais incrível a cada dia u.u
Neste capítulo em especial eu ressalto sua forma brilhante de tratar todas as relações entre os personagens com igual importância e maestria, sem nunca perder o ritmo da história.
Barbosa e Mia são tão deliciosamente complexos e a amizade crescente entre esta última com a senhorita Swann é muito inspiradora de se ler.
Also ela atirando!!! Adorei!
Beijos,
Sua demoninha hahah ♥
O que mais gostei: "Quão presunçoso um homem consegue ser?" + O fato de você ter, de alguma forma, sido capaz de inserir algumas das minhas palavras de sonoridade favorita neste capítulo: soslaio, escárnio, etc.