Comentários em “Lembranças de Porto Venere”: “Capítulo 11”

MaeveDeep

Boa tarde, meu amor!

Você recebeu via prints rabiscados de cor de rosa ontem dois dos meus detalhes favoritos sobre o capítulo, e eu vou desenvolvê-los melhor por aqui.

Primeiro de tudo, eu amo como Porto Venere é uma história sobre piratas que tem, como foco, um casal como Mia e Hector - em particular, a Mia (ou isso é apenas impressão minha? Ou uma visão do começo da história? Vamos aceitar isso como dogma para prosseguir com o argumento). E a Mia é uma mulher: linda, madura, esperta. Uma ladra, dona de seu próprio nariz e cheia de vaidades.

Você faz com ela a mesma coisa que tornou a Queenie tão especial em Réglisse: ela não deixa de ser feminina para ser totally badass! Eu tenho uma vontade imensa de te abraçar e apertar sempre que percebo isso. Ela falando que a melhor pirata do mundo foi uma mulher e os homens não falam sobre isso me deixou AAAAAAAAAA THAT'S IT THIS IS GIRL POWER HAHAHA ♥ amo tanto!

O outro ponto que eu amo como você explora - e a gente falou disso ontem/hoje - é a Mia como mentora da Lizzie, ao lado, é claro, do Hector. Uma lacuna que a Disney não preencheu e que será, felizmente, sanada por você e suas mãozinhas lindas ♥

O final também ficou ótimo - sério, eu nada entendo de duelos e, mesmo assim, imaginei tudo tão bem! ♥ Ficou maravilhoso!

Amo amo amo amo Porto Venere ♥ Você está arrasando *----*

Muitos beijinhos!

P.S.: eu vi o diálogo do 'you're supposed to cheat' AAAAAAAAAAAA me senti parte do seu processo criativo, amei.



O que mais gostei: Mamma Mia
Ana Barbieri
Ana Barbieri Autor

Mamma Mia, Mamma Mia, Mamma Mia let me go kkkkkkk (você sabe em que ritmo deve ler isso MUAHAHAHAHAHA)

Sim, eu recebi os prints mais adoráveis do mundo - amei o detalhe do coração ser cor de rosa, obrigada pela parte que me toca sempre - e concordo especialmente com eles. Em pequenas trocas de diálogo, as minhas filosofias de vida estão meio que sendo divididas com vocês através das palavras de sabedoria da Antonieta, especialmente quando ela dá mais sinais de humanidade e não daquela fé cega numa moralidade deturpada que deveria servir para livrar sua consciência. Imagino que homens e mulheres vivendo à margem da lei, na época, enterravam seus feitos mais obscuros bem no fundo de seus corações, a fim de impedir que isso limitasse suas escolhas posteriores. É o que tenho absoluta certeza que Barbossa faz, mas não tanto a Mia. Ela, de fato, busca não enterrá-las, mas cria subterfúgios, destrói linhas perfeitas de raciocínio, para justificar seus fins; nisso, Ela e Sofia sempre irão discutir, porque eu imagino a Sofia como a pessoa que manda logo: hmmmm great story, still MURDER! Quando jovem, ela até poderia ser mais condescendente com as ações da Mia, mas depois que Téo nasceu e ela viu a responsabilidade que passaria a ter enquanto mãe, mudou completamente - algo que Mia percebeu e irá comentar no próximo capítulo (SPOILER ALERT).

A senhora não erra ao inferir que esta é a história da Mia. De certa forma é. Na verdade, na verdade, deveria ser e eu espero que até o final se torne, uma história sobre várias pessoas, mas como Antonieta é a minha main original, junto a Diana e Sofia, e os pontos de vista delas são extremamente recorrentes e importantes, é óbvio que a história corra mais organicamente através delas; porém, espero conseguir passar mais da mentalidade do Hector em certos momentos, pois é preciso dois para se ter uma relação kkkkkkkkkk. E a senhorita/senhora pode agradecer a vários gifsets que vi no tumblr que começavam com "screw writing strong woman", por essa questão de personagens femininas, mas totally badass. A gente cresce e pára de achar que nós temos que ser somente uma coisa, para descobrir que as circunstâncias nos transformam em milhares. Dentro dos domínios de sua cabine, Mia se cerca de beleza, frivolidade, de objetos que a remetam a épocas mais simples de sua vida e quando diante de sua família, se reveste com a aura de imponência que a circunstância requer - mas sempre com a saia, que convenhamos, à época, era um grande símbolo divisor entre homens e mulheres (talvez nem tanto na escócia, but whatever). Logo, sim: ladra, dona do próprio nariz e cheia de vaidades. one kind of woman.

E um tipo que eu acho válido que Elizabeth conheça, porque ela só vai conhecer a Mistress Ching (a dita pirata mais rica e bem sucedida do mundo e isso é histórico - research) lá pro final do filme/história, então, muito embora essas qualidades de liderança já estivessem entremeadas no cerne da Elizabeth esperando serem despertadas, e embora nós possamos inferir do relacionamento dela com Barbossa no filme - mais de uma vez usando palavras dele contra ele, talvez tendo conhecido mais de seu histórico como capitão ao longo da viagem até Singapura - que talvez ela pudesse ter tido essas qualidades mais afloradas dessa amizade com ele. Ainda considero extremamente válido e importante e até emocionante que muito disso também provenha de outro exemplo feminino; olhar para outra mulher e refletir: não existe um limite do quão forte eu possa ser, não existe uma regra do quanto eu posso superar para ser respeitada e ouvida. Eu simplesmente faço o que eu preciso fazer, porque eu posso fazer.

E que boooooooooom que o duelo ficou fluído suficiente para que imaginasse!! Booom mesmo! Claro que tu faz parte do meu processo criativo, o babe squad todo faz ♥ e nos vemos na próxima! Beijinhooos!

Clarisse Hugh

(A primeira versão deste review foi cruelmente deletada pelo Nyah, que resolveu me deslogar justamente no instante em que cliquei no botão "enviar" ~sofrendo~ Vou tentar reproduzir os respectivos comentários tecidos, caso falhe miseravelmente, me perdoe)

HELLO, GORGEOUS! I'M BACK!!! *toca música animada ao fundo, enquanto luzes e porpurinas se espalham pelo lugar*

Primeiramente gostaria de dizer que não sei como suportei ficar tanto tempo longe de sua escrita tão precisa e envolvente!!! É maravilhosa demais!!!

Dito isto, começo o comentário dizendo que compartilho do espanto e encantamento de Lizzie no início do capítulo porque essa cabine da Antonieta parece simplesmente um colosso, um espetáculo aos olhos!

Como de costume, adorei cada detalhe, desde a deliciosa relação que está se estabelecendo entre as duas, até a luta de espadas tão minunciosamente descrita e instigante, bem como a outra batalha, física - pela espada - e mental - pelos olhos - travada entre Barbossa e Mia. Essa pequena frestinha do passado dos dois se fazendo vizualizar, tão bela quanto complexa.

Amei tudo, e reitero que você tem um dom magnífico porque esse final me deixou nas nuvens! Adoro retomadas de frases anteriores dos capítulos, mas você o faz como ninguém, tecendo toda uma nova complexidade e significado à história, pintando com cores ainda mais vibrantes o quadro das personagens.

Parabéns, minha linda, você é incrível! ♥ Te amo muito!

Beijos,

Bia



O que mais gostei: "De fato, não impressionou Elizabeth a opulência em si, visto que crescera em meio a ela, mas sim como esta chegara a uma mulher como Antonieta Barbieri e como lhe assentava bem".
Ana Barbieri
Ana Barbieri Autor

Oiiii, meu amooor,

Bia você veio aqui em 17/10/2018. Mano, eu sou uma fdp enorme por te deixar esperando por essa resposta. A gente se CONHECEU e eu não tinha respondido a senhora, kkkkkkkkkkk ainda bem que mesmo assim a senhora foi me ver, não guardou rancores, claramente the bigger person. Saudades dos seus reviews porque eu fico sempre curiosa pra saber qual foi a sua quote favorita do capítulo. E, dessa vez, a gente divide a opinião. Esse comentário da Lizzie sobre a Mia + a definição dela chamando a Antonieta de ladra, mano, eu fiquei orgulhosa DEMAIS DEMAIS DEMAIS.

Vamos juntas destronar o Nyah! por ousar destruir o seu review. Mas, de qualquer forma, eu consegui sentir todo o seu amor daqui e está tudo bem. E, agora que a gente se falou ao vivo e à cores, mano, eu to lendo o review com a sua voz e a sua inflecção. EU TE AMO BIA. Só posso dizê-lo!! O duelo entre Mia e Hector veio da primeira versão da fic, algo que eu TINHA que manter, porque eu amo uma boa revanche e toda a conotação sexual que a Antonieta coloca junto à agressividade de pagar o orgulho ferido é algo da personalidade dela que é tão gritante, em qualquer versão da história, fico feliz que tenha gostado!

Te amo muito muito muito muito

Beijos,

Ana.