Curto, mas tão importante. Se existe um traço nas histórias que eu AMO, é a relação entre pais e filhos. Tão importante. Tão, por vezes, subestimada. Fico feliz que não seja o caso aqui e, certamente, eu não esperava que fosse. Julles, meu amor, os detalhes continuam a me impressionar!! Selena toda alegrinha na manhã seguinte, eu sorri com ela e também me consternei ante a sua preocupação... sei bem sobre qual chá ela estava falando e depois vou até discutir esse assunto contigo. Gostei bastante como ela e seu pai conseguem se balancear tão bem que ele lhe deu uma chance para falar e a ouviu... e que mesmo à contragosto, respeitou sua decisão. Como ele a conhece bem para saber que ela não pedia permissão, mas já havia se decidido. E acho uma grande mostra do caráter da Sel que ela desejasse tão profundamente falar com ele e meio que pedir a benção para sair. Fugir às escuras, de fato, não combina com a nossa menina.
Mais do que relação pai e filha, a relação entre os irmãos. Sim ou claro vou chorar no próximo?? Claro. Mal posso esperar! Beijinhos ♥
Amo muito relações entre pais e filhos também, e já te garanto que elas estão front and center em Shiver. I mean, não agora, e não no começo, mas do meio pra frente, com certeza. Acho elas super importantes, e para os personagens em questão, mais ainda. Mas isso é mais pra frente.
O chá é exatemente o que você está pensando, e a Sel está bebendo muito calmamente no café da manhã como se fosse a coisa mais normal do mundo -- até mesmo para fingir que é.
A relação dela com o pai é bem fofa, entre isso dela querer conversar direitinho sobre deixar Carvahall e ele se esforçar para compreendê-la, e ela realmente não queria fugir simplesmente. Estaria disposta a fugir, se fosse preciso, mas não quer. Só não esqueça que metade das coisas que ela disse pro pai nessa conversa foram mentiras muito consciêntes -- isso é dela, também.
A relação dela e do Garrow me deixa toda angst-y também, amo muito.
It is with deepest pride and greatest pleasure que eu venho para cá deixar seu lindo review do amor porque, como já te disse, tenho muitas coisinhas a comentar e um constante medo de esquecer algum detalhe.
Começo pela Sel acordando e indo fazer o chá - que só havia feito antes apenas uma vez - e se lembrando justamente disso, pois furiosa com o fato de ter tido tanto trabalho por uma experiência "tão insatisfatória". Com o Morzan a gente já nota uma disposição diferente, não é? haha que só vai se confirmar com aquele pensamento danadinho que ela tem depois.
O que me chamou a atenção, contudo, foi o fato da mãe dela lhe ter ensinado aquele chá, porque, na minha cabeça, ela teria falecido quando a Sel ainda era muito nova. Quando e como foi que Lyra faleceu? (gostei do nome btw)
Achei muito fofo e muito adoravelmente sinistro ela tomando o chá "abortivo" com mel e calmamente conversando com seu pai. É preciso bastante sangue-frio para isso, não é? Ela não fica suando frio, sequer se preocupa com o fato dele identificar o cheiro ou levantar uma sobrancelha. Talvez por que ela costume tomar muito chá? Enfim, aparentar normalidade é certamente um talento que Morzan apreciará.
A conversa dela com seu pai, também, é toda muito preciosa, porque revela tanto a determinação dela de saber que seu lugar não é ali e a tristeza que seu pai tem de, também, ter plena consciência disso.
Por último, contudo - e foi isso o que mais me marcou - eu achei muito delicado o aceite de Selena no sentido de que não ficaria ali por nenhum deles. Sua mãe ficou - "por mim, por Garrow, e eventualmente por você" - mas Selena não, e o que ela sente não é bem um remorso. Pareceu a mim algo tão sincero e eu gostei bastante; ela me parece uma pessoa muito real e eu a amo por isso.
Disse a você que seu review viria primeiro, não disse? hahaha ♥ Amei o capítulo ♥
A Sel toda irritada por ter o trabalho em troca de nada (?) é muito ela, principalmente ela nesse começo. Com o Morzan foi diferente, sim, e isso contribui para ela estar tão decidida a ir e ir já. Also porque ela tá com a maior crush nele né, e desde antes.
Mães falecerem quando os personagens são muito novos é clássico de fantasia, e se eu deixasse o CP escolher provavelmente seria o caso, mas guess what? Não to a fim dessas. Especialmente depois de ler tantos posts sobre o Dead Ladies Club da joannalannister (Lauren é meu ídolo true story), queria que ela fosse uma influência importante pra Sel. Aí criei esse headcanon da Sel ser parecida com ela e do Garrow parecer mais com pai. E como e quando? Ela ficou doente pouco mais de um ano antes de começo de Shiver.
Enfim, sim, a Sel é ótima em mentir e disfarçar, totalmente dissimulada, e o Morzan percebe e aprova (desde que ela não minta pra ele, e é claro que tem uma hora que ela começa a fazer exatemente isso). Era importante pra mim que ela tivesse esse lado moralmente questionável desde já, mesmo sendo uma amor de fofa. Como já conversamos né, não quero ela santa nem 100% vítima. Agora sobre o chá 'abortivo', quando ela engravida mesmo ela fica morrendo de medo que o Morzan "peça" (ie mande) pra ela abortar, mas ele não pede thank god.
Eu desde que comecei a pensar na fic, queria um Cadoc que não quisesse que a Sel fosse, mas meio que se conformasse porque sabe que se ele não deixar, ela iria do mesmo jeito. O Garrow however não aceitaria tão bem, porque ele nunca entendeu essa necessidade de sair de Carvahall e querer mais. Em Eragon mesmo ele aceita de boas o Roran (filho do Garrow e da Marian) ir morar em Therinsford por um tempo, mas o que o Roran queria mesmo era trabalhar lá um pouco pra juntar dinheiro pra voltar pra Carvahall e casar, o que tbh é bem diferente da situação da Sel. Tenho um headcanon que o fato da Selena sonhar com aventuras e tudo foi uma das coisas que fez ele mais focado em criar os filhos (o Roran e o Eragon, na verdade) apenas para uma vida como fazendeiros. Ele criou eles para serem honrados e inteligentes e tudo, mas não para sonhar em ser mais, sabe? E acho que isso foi algo que a Sel pegou muito da mãe dela mesmo.
Aliás não sei se você lembra, mas em Tainted (não acredito que nunca terminei aaa) a Sel diz que talvez o melhor fosse ela ter ficado. Que ela nunca seria completamente satisfeita, mas que provavelmente teria sido feliz o suficiente. Só que assim, se perguntar pra ela depois de tudo o que aconteceu, depois dela ter o Murtagh e o Eragon e tudo, se ela voltaria atrás se pudesse, ela diria que não.
Chega de falar disso tho que estou ficando tristinha aaaaah. Thank you pelo review my love ♡
Oh gawd, Cadoc é muitíssimo parecido com meu pai! Eu consigo vê-lo bem aqui, na minha frente, e ver suas expressões, seus olhos, e... ah. Porra, como eu sinto falta dele. MEU DEUS, eu não sei o que você fez, mas ele é igualzinho.
Sorry pelo meu desabafo.
Mas eu tô mesmo muito feliz que o pai dela a entendeu tão bem assim, é uma sensação tão boa! E imagino que o coraçãozinho dela vai sentir muita falta dele, mas ou é isso ou ela seria infeliz pelo resto da vida...
Eu tive que decidir qual visão seguir com o Cadoc bem na hora de escrever o capítulo, mas acho que gostei de como ficou a caracterização dele? Algum dia quero escrever alguma coisa sobre Lyra e ele também, mas veremos.
E siim é triste que a Sel tenha que deixar a família, mas viver em Carvahall nunca foi o que ela quis!! Entao
Adoro capítulos curtos que, mesmo em sua pequenez, sabem ser necessários e significativos. Essa conversa entre pai e filha onde os dois se leem e se conhecem bem demais é uma delícia de acompanhar porque, mesmo os pensamentos sendo divergentes, dá uma deliciosa sensação de aconchego, de compreensão e de um acordo mútuo e silencioso.
Adorando ♥
Beijos,
Bia
PS: Meu lado Afrodite prevê drama nessa conversa de irmãos e está EXULTANTE! hahahh ♥
Ahhh que bom que você gostou, meu amor! A relação da Sel e do pai foi algo que eu não tinha desenvolvido muito até então, e a visão de Cadoc como personagem ainda era um tanto vaga, mas ficou tão clara depois desse capítulo. Esses relacionamentos também são uma delícia de explorar, ai ai.
Não sei se tô vendo muita Disney, mas a Selena nesse capítulo (em todos na verdade, mas especialmente nesse) me passa uma vibe de Belle - sabe como é, uma well-read, daring, curious girl that longs to see the world e não quer se conformar com uma vida simples em uma cidadezinha. Pode não ter sido sua intenção mas agora não consigo tirar isso da cabeça?
ai amiga ela tem muito essa vibe mesmo ♥ não é exatamente intencional, porque não fiz assim por esse motivo, mas estava sim ciente das semelhanças. a belle provavelmente já leu muito mais livros do que a sel (por acesso, se não mais nada), mas a selena tem muito isso de querer sair de sua vila pequena, de querer conhecer o mundo. então é real sim ♥
Curto, mas tão importante. Se existe um traço nas histórias que eu AMO, é a relação entre pais e filhos. Tão importante. Tão, por vezes, subestimada. Fico feliz que não seja o caso aqui e, certamente, eu não esperava que fosse. Julles, meu amor, os detalhes continuam a me impressionar!! Selena toda alegrinha na manhã seguinte, eu sorri com ela e também me consternei ante a sua preocupação... sei bem sobre qual chá ela estava falando e depois vou até discutir esse assunto contigo. Gostei bastante como ela e seu pai conseguem se balancear tão bem que ele lhe deu uma chance para falar e a ouviu... e que mesmo à contragosto, respeitou sua decisão. Como ele a conhece bem para saber que ela não pedia permissão, mas já havia se decidido. E acho uma grande mostra do caráter da Sel que ela desejasse tão profundamente falar com ele e meio que pedir a benção para sair. Fugir às escuras, de fato, não combina com a nossa menina.
Mais do que relação pai e filha, a relação entre os irmãos. Sim ou claro vou chorar no próximo?? Claro. Mal posso esperar! Beijinhos ♥
Oi, meu amor, cheguei ♡ so sorry for the wait.
Amo muito relações entre pais e filhos também, e já te garanto que elas estão front and center em Shiver. I mean, não agora, e não no começo, mas do meio pra frente, com certeza. Acho elas super importantes, e para os personagens em questão, mais ainda. Mas isso é mais pra frente.
O chá é exatemente o que você está pensando, e a Sel está bebendo muito calmamente no café da manhã como se fosse a coisa mais normal do mundo -- até mesmo para fingir que é.
A relação dela com o pai é bem fofa, entre isso dela querer conversar direitinho sobre deixar Carvahall e ele se esforçar para compreendê-la, e ela realmente não queria fugir simplesmente. Estaria disposta a fugir, se fosse preciso, mas não quer. Só não esqueça que metade das coisas que ela disse pro pai nessa conversa foram mentiras muito consciêntes -- isso é dela, também.
A relação dela e do Garrow me deixa toda angst-y também, amo muito.
beijos beijos ♡
Olá, lindinha.
It is with deepest pride and greatest pleasure que eu venho para cá deixar seu lindo review do amor porque, como já te disse, tenho muitas coisinhas a comentar e um constante medo de esquecer algum detalhe.
Começo pela Sel acordando e indo fazer o chá - que só havia feito antes apenas uma vez - e se lembrando justamente disso, pois furiosa com o fato de ter tido tanto trabalho por uma experiência "tão insatisfatória". Com o Morzan a gente já nota uma disposição diferente, não é? haha que só vai se confirmar com aquele pensamento danadinho que ela tem depois.
O que me chamou a atenção, contudo, foi o fato da mãe dela lhe ter ensinado aquele chá, porque, na minha cabeça, ela teria falecido quando a Sel ainda era muito nova. Quando e como foi que Lyra faleceu? (gostei do nome btw)
Achei muito fofo e muito adoravelmente sinistro ela tomando o chá "abortivo" com mel e calmamente conversando com seu pai. É preciso bastante sangue-frio para isso, não é? Ela não fica suando frio, sequer se preocupa com o fato dele identificar o cheiro ou levantar uma sobrancelha. Talvez por que ela costume tomar muito chá? Enfim, aparentar normalidade é certamente um talento que Morzan apreciará.
A conversa dela com seu pai, também, é toda muito preciosa, porque revela tanto a determinação dela de saber que seu lugar não é ali e a tristeza que seu pai tem de, também, ter plena consciência disso.
Por último, contudo - e foi isso o que mais me marcou - eu achei muito delicado o aceite de Selena no sentido de que não ficaria ali por nenhum deles. Sua mãe ficou - "por mim, por Garrow, e eventualmente por você" - mas Selena não, e o que ela sente não é bem um remorso. Pareceu a mim algo tão sincero e eu gostei bastante; ela me parece uma pessoa muito real e eu a amo por isso.
Disse a você que seu review viria primeiro, não disse? hahaha ♥ Amei o capítulo ♥
Mil beijinhos *---*
P.S.: love you
Olá, amor da minha vida.
A Sel toda irritada por ter o trabalho em troca de nada (?) é muito ela, principalmente ela nesse começo. Com o Morzan foi diferente, sim, e isso contribui para ela estar tão decidida a ir e ir já. Also porque ela tá com a maior crush nele né, e desde antes.
Mães falecerem quando os personagens são muito novos é clássico de fantasia, e se eu deixasse o CP escolher provavelmente seria o caso, mas guess what? Não to a fim dessas. Especialmente depois de ler tantos posts sobre o Dead Ladies Club da joannalannister (Lauren é meu ídolo true story), queria que ela fosse uma influência importante pra Sel. Aí criei esse headcanon da Sel ser parecida com ela e do Garrow parecer mais com pai. E como e quando? Ela ficou doente pouco mais de um ano antes de começo de Shiver.
Enfim, sim, a Sel é ótima em mentir e disfarçar, totalmente dissimulada, e o Morzan percebe e aprova (desde que ela não minta pra ele, e é claro que tem uma hora que ela começa a fazer exatemente isso). Era importante pra mim que ela tivesse esse lado moralmente questionável desde já, mesmo sendo uma amor de fofa. Como já conversamos né, não quero ela santa nem 100% vítima. Agora sobre o chá 'abortivo', quando ela engravida mesmo ela fica morrendo de medo que o Morzan "peça" (ie mande) pra ela abortar, mas ele não pede thank god.
Eu desde que comecei a pensar na fic, queria um Cadoc que não quisesse que a Sel fosse, mas meio que se conformasse porque sabe que se ele não deixar, ela iria do mesmo jeito. O Garrow however não aceitaria tão bem, porque ele nunca entendeu essa necessidade de sair de Carvahall e querer mais. Em Eragon mesmo ele aceita de boas o Roran (filho do Garrow e da Marian) ir morar em Therinsford por um tempo, mas o que o Roran queria mesmo era trabalhar lá um pouco pra juntar dinheiro pra voltar pra Carvahall e casar, o que tbh é bem diferente da situação da Sel. Tenho um headcanon que o fato da Selena sonhar com aventuras e tudo foi uma das coisas que fez ele mais focado em criar os filhos (o Roran e o Eragon, na verdade) apenas para uma vida como fazendeiros. Ele criou eles para serem honrados e inteligentes e tudo, mas não para sonhar em ser mais, sabe? E acho que isso foi algo que a Sel pegou muito da mãe dela mesmo.
Aliás não sei se você lembra, mas em Tainted (não acredito que nunca terminei aaa) a Sel diz que talvez o melhor fosse ela ter ficado. Que ela nunca seria completamente satisfeita, mas que provavelmente teria sido feliz o suficiente. Só que assim, se perguntar pra ela depois de tudo o que aconteceu, depois dela ter o Murtagh e o Eragon e tudo, se ela voltaria atrás se pudesse, ela diria que não.
Chega de falar disso tho que estou ficando tristinha aaaaah. Thank you pelo review my love ♡
beijinhos ♥
P.S.: love you too
Isso mesmo, Sel! GIRL POWER
Oh gawd, Cadoc é muitíssimo parecido com meu pai! Eu consigo vê-lo bem aqui, na minha frente, e ver suas expressões, seus olhos, e... ah. Porra, como eu sinto falta dele. MEU DEUS, eu não sei o que você fez, mas ele é igualzinho.
Sorry pelo meu desabafo.
Mas eu tô mesmo muito feliz que o pai dela a entendeu tão bem assim, é uma sensação tão boa! E imagino que o coraçãozinho dela vai sentir muita falta dele, mas ou é isso ou ela seria infeliz pelo resto da vida...
Que bom que você gostou!!
Eu tive que decidir qual visão seguir com o Cadoc bem na hora de escrever o capítulo, mas acho que gostei de como ficou a caracterização dele? Algum dia quero escrever alguma coisa sobre Lyra e ele também, mas veremos.
E siim é triste que a Sel tenha que deixar a família, mas viver em Carvahall nunca foi o que ela quis!! Entao
Adoro capítulos curtos que, mesmo em sua pequenez, sabem ser necessários e significativos. Essa conversa entre pai e filha onde os dois se leem e se conhecem bem demais é uma delícia de acompanhar porque, mesmo os pensamentos sendo divergentes, dá uma deliciosa sensação de aconchego, de compreensão e de um acordo mútuo e silencioso.
Adorando ♥
Beijos,
Bia
PS: Meu lado Afrodite prevê drama nessa conversa de irmãos e está EXULTANTE! hahahh ♥
Ahhh que bom que você gostou, meu amor! A relação da Sel e do pai foi algo que eu não tinha desenvolvido muito até então, e a visão de Cadoc como personagem ainda era um tanto vaga, mas ficou tão clara depois desse capítulo. Esses relacionamentos também são uma delícia de explorar, ai ai.
beijinhos ♥
Não sei se tô vendo muita Disney, mas a Selena nesse capítulo (em todos na verdade, mas especialmente nesse) me passa uma vibe de Belle - sabe como é, uma well-read, daring, curious girl that longs to see the world e não quer se conformar com uma vida simples em uma cidadezinha. Pode não ter sido sua intenção mas agora não consigo tirar isso da cabeça?
ai amiga ela tem muito essa vibe mesmo ♥ não é exatamente intencional, porque não fiz assim por esse motivo, mas estava sim ciente das semelhanças. a belle provavelmente já leu muito mais livros do que a sel (por acesso, se não mais nada), mas a selena tem muito isso de querer sair de sua vila pequena, de querer conhecer o mundo. então é real sim ♥
beijinhos ♥