Ler tuas obras é uma dádiva. Eu tinha me esquecido como a mente relaxa, deita e se mistura com o ambiente criado, com as personagens envolventes, com a emoção que salta da tela para me fazer replicar os sentimentos de Leia, até mesmo num "corar" de Luke. Nem preciso dizer muito: amo Leia e Luke, o que os envolve e quem são, ou no que o destino os transformou. Isso me faz querer passar um final de semana para rever as sagas, porque isso afaga minha mente e imaginário.
Aliás, basear-se numa entrevista da atriz para um momento de Leia, isso é digno de muita personalidade e um toque muito pessoal teu. Os mínimos detalhes, como esse, e que geram uma jóia como é este teu texto, alegrariam Carrie, que tanto contribuiu enquanto esteve entre nós, como Leia ou como ela mesma.
Que surpresa excelente ter um comentário teu numa história minha. A sensação foi maravilhosa, inestimável, recuperou velhos tempos e velhos hábitos, outros momentos e eis que o intervalo se desfaz e voltamos a encontrar-nos neste mundo de sonhos escritos.
A ideia surgiu de facto de uma entrevista dada pela Carrie relacionada com Star Wars e é uma cena tão inusitada, vermos um dia de compras no meio de uma guerra intergaláctica, que não resisti a colocá-la numa história. Nesta história.
Luke e Leia são dois personagens muito especiais dentro de Star Wars, irmãos que só se conhecem nesse estado no fim da primeira trilogia, estabelecendo uma relação única e duradoura. Abriu, acho, um leque de possibilidades para ela. Se ele é Jedi, ela também poderá ser...
Bem e é uma dádiva receber um comentário teu numa história minha. Uma alegria muito grande. Muito obrigado. Conto contigo em futuras histórias.
Beijo grande, amiga!
C
Clara Tucker
Ah, por onde começo... que surpresa agradável, obrigada. Percebi que seria uma homenagem a Carrie enquanto lia, acho que ela merecia mesmo sentir-se uma princesa nesse sentido mais popular. Já vi esse documentário também, e mais tarde a Carrie voltou a falar sobre essas compras.
Foi uma fanfic mais profunda e bonita do que parece, acho. Leia teve paz por um momento, ela só veio voltar a sentir isso no fim da guerra (desta guerra). As garotas gostam de colocar o sobrenome do crush junto ao seu próprio nome pra ver como fica, Sra. Leia Solo (disfarce! até parece...).
Gostei muito, muito mesmo da oneshot e acho que Carrie teria gostado também. Explicaria porque a Leia está mais "delicada" (ou uma palavra semelhante) em Retorno de Jedi e as luvas do Luke.
Surpresa! Uma surpresa que já tinha preparada há algum tempo - posso dizer-te que escrevi esta one depois de ter terminado a minha segunda longfic de Star Wars e antes de escrever Relíquia e imaginei este dia como perfeito para publicá-la. Tenho falado desta one, de vez em quando, lembras-te?
A Leia (e a Carrie) eram princesas de facto. Enquanto a primeira deve ter conhecido todos os mimos derivados de pertencer à Casa Real de Alderaan, embora aos 19 anos já se tinha metido em sarilhos com a rebelião, a segunda, a "verdadeira", a Carrie conheceu também todos os brilhos e misérias de pertencer à realeza de Hollywood, sendo filha do Eddie Fisher e da Debby Reynolds. Quero acreditar que, no meio dos dias maus, também aconteceram dias fantasiosos como este. Para qualquer uma das princesas, a personagem e a pessoa.
Ah, sabes qual o documentário que falo. E essas célebres declarações. Sempre achei a ideia tão fantástica, existir um planeta como um gigantesco Centro Comercial, estilo Las Vegas, na galáxia. A Carrie era bastante divertida quando dissecava as questões de uma forma tão seca. Ora imaginem lá a Leia a fazer compras... e a arranjar as unhas (ela menciona especificamente o arranjo das unhas nessa declaração).
Gostei do que disseste: que será uma fanfic mais profunda e bonita do que parece. Sim, acho que sim. Aqui temos Leia a tentar simplesmente ser uma mulher, não uma princesa, uma guerreira ou uma rebelde. Uma mulher. Todos nós precisamos de momentos desses. Para sermos quem somos, sem pressões. Não é solidão, é um encontro necessário connosco mesmos.
Tentei dar algumas explicações - gosto de fazer isso, já te apercebeste. Foi assim que o Luke ganhou as suas luvas pretas, foi assim que a Leia se tornou menos aguerrida, mais suave. Delicada serve.
Não foi nada, mas agora passou a ser...
A Carrie teria gostado, sem dúvida, embora ela tivesse preferido umas partes mais "picantes" na festa do hotel e que a Leia não fosse tão bem comportada...
Querido amigo,
Ler tuas obras é uma dádiva. Eu tinha me esquecido como a mente relaxa, deita e se mistura com o ambiente criado, com as personagens envolventes, com a emoção que salta da tela para me fazer replicar os sentimentos de Leia, até mesmo num "corar" de Luke. Nem preciso dizer muito: amo Leia e Luke, o que os envolve e quem são, ou no que o destino os transformou. Isso me faz querer passar um final de semana para rever as sagas, porque isso afaga minha mente e imaginário.
Aliás, basear-se numa entrevista da atriz para um momento de Leia, isso é digno de muita personalidade e um toque muito pessoal teu. Os mínimos detalhes, como esse, e que geram uma jóia como é este teu texto, alegrariam Carrie, que tanto contribuiu enquanto esteve entre nós, como Leia ou como ela mesma.
Mil beijinhos!
O que mais gostei: Tudo
Oi Taila!
Que surpresa excelente ter um comentário teu numa história minha. A sensação foi maravilhosa, inestimável, recuperou velhos tempos e velhos hábitos, outros momentos e eis que o intervalo se desfaz e voltamos a encontrar-nos neste mundo de sonhos escritos.
A ideia surgiu de facto de uma entrevista dada pela Carrie relacionada com Star Wars e é uma cena tão inusitada, vermos um dia de compras no meio de uma guerra intergaláctica, que não resisti a colocá-la numa história. Nesta história.
Luke e Leia são dois personagens muito especiais dentro de Star Wars, irmãos que só se conhecem nesse estado no fim da primeira trilogia, estabelecendo uma relação única e duradoura. Abriu, acho, um leque de possibilidades para ela. Se ele é Jedi, ela também poderá ser...
Bem e é uma dádiva receber um comentário teu numa história minha. Uma alegria muito grande. Muito obrigado. Conto contigo em futuras histórias.
Beijo grande, amiga!
Ah, por onde começo... que surpresa agradável, obrigada. Percebi que seria uma homenagem a Carrie enquanto lia, acho que ela merecia mesmo sentir-se uma princesa nesse sentido mais popular. Já vi esse documentário também, e mais tarde a Carrie voltou a falar sobre essas compras.
Foi uma fanfic mais profunda e bonita do que parece, acho. Leia teve paz por um momento, ela só veio voltar a sentir isso no fim da guerra (desta guerra). As garotas gostam de colocar o sobrenome do crush junto ao seu próprio nome pra ver como fica, Sra. Leia Solo (disfarce! até parece...).
Gostei muito, muito mesmo da oneshot e acho que Carrie teria gostado também. Explicaria porque a Leia está mais "delicada" (ou uma palavra semelhante) em Retorno de Jedi e as luvas do Luke.
=***
Oi Valdie!
Surpresa! Uma surpresa que já tinha preparada há algum tempo - posso dizer-te que escrevi esta one depois de ter terminado a minha segunda longfic de Star Wars e antes de escrever Relíquia e imaginei este dia como perfeito para publicá-la. Tenho falado desta one, de vez em quando, lembras-te?
A Leia (e a Carrie) eram princesas de facto. Enquanto a primeira deve ter conhecido todos os mimos derivados de pertencer à Casa Real de Alderaan, embora aos 19 anos já se tinha metido em sarilhos com a rebelião, a segunda, a "verdadeira", a Carrie conheceu também todos os brilhos e misérias de pertencer à realeza de Hollywood, sendo filha do Eddie Fisher e da Debby Reynolds. Quero acreditar que, no meio dos dias maus, também aconteceram dias fantasiosos como este. Para qualquer uma das princesas, a personagem e a pessoa.
Ah, sabes qual o documentário que falo. E essas célebres declarações. Sempre achei a ideia tão fantástica, existir um planeta como um gigantesco Centro Comercial, estilo Las Vegas, na galáxia. A Carrie era bastante divertida quando dissecava as questões de uma forma tão seca. Ora imaginem lá a Leia a fazer compras... e a arranjar as unhas (ela menciona especificamente o arranjo das unhas nessa declaração).
Gostei do que disseste: que será uma fanfic mais profunda e bonita do que parece. Sim, acho que sim. Aqui temos Leia a tentar simplesmente ser uma mulher, não uma princesa, uma guerreira ou uma rebelde. Uma mulher. Todos nós precisamos de momentos desses. Para sermos quem somos, sem pressões. Não é solidão, é um encontro necessário connosco mesmos.
Tentei dar algumas explicações - gosto de fazer isso, já te apercebeste. Foi assim que o Luke ganhou as suas luvas pretas, foi assim que a Leia se tornou menos aguerrida, mais suave. Delicada serve.
Não foi nada, mas agora passou a ser...
A Carrie teria gostado, sem dúvida, embora ela tivesse preferido umas partes mais "picantes" na festa do hotel e que a Leia não fosse tão bem comportada...
Beijo!