Eu fico feliz que tenha gostado. Beth soube como agir diante da Audrey e eu realmente adorei tê-la escrito dessa forma. Kevin vai tentar ajudar bastante a solucionar esse caso complicado. Vamos torcer para que ele consiga. Beijos. =D
Eu fico feliz que tenha gostado. Essas interações foram importantes no capítulo, assim como o ciúme da Quinn. Rachel soube exatamente como agir. Hahaha
Já já temos o próximo e saberemos mais sobre o Kevin. =D
Hey! Cá estou outra vez, com um atraso de 15 dias! haha. Eu não morri, mas quase. Estive doente, o que, infelizmente, impossibilitou a minha leitura. Farei diferente do que fiz da outra vez, vou comentar os dois capítulos. Eles merecem uma única atenção, haha.
Mais um capítulo que leio com satisfação. Confesso que fiquei um pouquinho desapontada pela inoportuna presença de Rose no meio do passeio. Mas acho que até a Quinn achou isso ruim, não é mesmo? haha. Gostei do momento de ciúmes protagonizado pela Quinn. Toda a gente sabe que estar com alguém implica em várias situações, entre elas, aquele momento em que nos sentimos ameaçados por uma terceira pessoa - mesmo que seja aparentemente tolo. Achei isso natural. Na verdade, até achei que demorou para acontecer (não pontuo isso como algo ruim, porque não é). Então, por mais que tenha quebrado o clima fofo e familiar do passeio, é uma situação totalmente verossimilhante, acontece mesmo. E acho que nem preciso dizer o quanto isso ajuda na tua história, não é mesmo? Além de proporcionar a evolução do relacionamento Rachel-Quinn, também ajuda no quesito "vida real". Compreensível.
Além do mais, não foi só a Rose que atrapalhou o passeio fofo. Agora há Kevin, um tipo COMPLETAMENTE suspeito, vindo como uma caixinha surpresa. Adorei a forma como ele apareceu, desde o susto que ele prega ao leitor (pelo menos a mim, haha) até o momento que podemos ficar levemente, e só levemente, aliviados porque aparentemente o tipo não é o assassino. Ainda é altamente suspeito, o que faz-nos querer saber o porquê da tatuagem, que é uma característica que faz-nos ficar em alerta. Além do mais, acho que nem preciso dizer que é estranho alguém criar corvos. Quer dizer, é possível, mas ainda soa-me estranho. Nunca conheci alguém assim. Estou à espera de que Kevin traga respostas. Acho que toda a gente está.
Outro ponto que quero comentar é o pequeno momento de fofura de Beth-Audrey! ♥ Essas duas são muito lindas. Adorei a forma como a relação delas soa, e é, tão natural, sem precisar forçar nada. Sem precisar forçar porque essa relação é importante na história e sem precisar forçar porque as duas são irmãs. É natural, como se as duas personagens existissem e se gostassem mesmo, de facto. É palpável além de admirável. Adorei.
E uma coisa que tenho observado bastante é a postura da Rachel. Sua evolução, sua maturidade e seu arrependimento é concreto, como se pudesse ser tocado. É evidente que a personagem está mudada, não só pela experiência ruim de deixar a família para trás, mas também pela convivência com a família. Rachel funciona melhor ao lado de Quinn e Audrey. Isso é presente não só na obviedade, até porque é também disso que a história se trata; isto está também presente nos pequenos atos a cada capítulo. Gosto da simplicidade com que a história e as suas personagens são tratadas.
Bem, como sempre, fizeste um ótimo trabalho! Parabéns pelo capítulo! ♥
Abraços lisboetas a toda gente, menos para a Rose!
Ei! Eu fiquei particularmente preocupada em não vê-la por aqui durante esses dias mas achei que estivesse enfrentando problemas pessoais. Eu espero imensamente que esteja melhor.
Eu fico muito feliz que você tenha gostado do capítulo. Eu não iria incluir a Rose porém recebi muitos pedidos para uma cena de ciúmes da Quinn e não tive como evitar. Como você mesma disse, demorou um pouco para acontecer e eu concordo. Tive essa oportunidade até porque todas estavam em um ambiente público recheado de pessoas então inseri a Rose para finalmente despertar em Quinn aquele incômodo chato no pé da barriga que faz a gente se sentir mal. Era importante que ela sentisse isso para se dar conta de que os seus sentimentos estão sendo revividos e fora mais do que motivo de felicidade para a Rachel, que soube de forma verídica que a esposa ainda possui aquele instinto de ciúmes sobre ela. Isso a fez eclodir em uma felicidade demasiada. Eu sempre acho que ciúmes é algo tolo, contudo, eu mesma sinto isso e é algo inevitável no ser humano. É clichê e tolo mas faz parte de nós. Eu estou sempre pensando e pensando sobre essa história, tentando progredir na relação Rachel-Quinn da melhor forma possível e detalhes como ciúmes na medida certa ajuda bastante. Elas estão trazendo de volta aquilo que fora perdido e mal estão se dando conta disso inteiramente.
Eu vou falar sobre o Kevin na resposta do comentário do capítulo 35, então sobre Beth-Audrey: Eu nunca escrevi sobre a Beth em alguma fanfic e agora eu segui o roteiro original de Glee em tê-la feito ser adotada por Shelby. Eu estou tão animada em escrevê-la como uma garotinha doce e prestativa. Ela realmente gostou da irmã caçula e fora totalmente recíproco, mesmo que a Audrey não saiba do parentesco que as une. O sentimento de ambas as envolveu de forma fraternal sem esforço. Beth vai ser uma grande irmã mais velha.
Sobre a postura da Rachel: Eu estou tentando fazê-la ser o mais madura possível em todos os aspectos. O seu erro fora imensurável mas se há, de fato, um ponto positivo nele é o modo como ela conseguiu obter um alto nível de maturidade. Ela não age por impulso ao ver a Hayden porque sabe que a filha está perto e isso não é bom, ela quer aprender sobre braile e quer ensinar Audrey a tocar piano. Ela está, dia após dia, percebendo seu papel de mãe e de adulta e está adorando isso. E eu estou adorando escrevê-la assim. Hahaha
Eu fico tão feliz por você reparar nos pequenos detalhes da história. Me enche o coração porque todos eles são propositais e seus olhos de águia detectam tudo. Obrigada por sempre estar aqui analisando cada capítulo e expondo sua opinião. Espero que siga gostando da história. ♥
Abraços brasileiros para todos, exceto para a Rose. Hahaha =D
Esse Kevin pode ajudar muito, e o melhor foi a Q com ciúme kkkkk Rachel esperta demais
Hahaha Rachel soube exatamente como agir, e Kevin realmente vai ajudar a tentar solucionar esse caso complicado. =D
Hahaha Rachel soube exatamente como agir, e Kevin realmente vai ajudar a tentar solucionar esse caso complicado. =D
EEEE que delícia de capítulo fofo. Beth é a melhor irmã mais velha e esse Pai dos Corvos pode ajudar. Espero que ajude e eu adorei o capítulo bjs
Eu fico feliz que tenha gostado. Beth soube como agir diante da Audrey e eu realmente adorei tê-la escrito dessa forma. Kevin vai tentar ajudar bastante a solucionar esse caso complicado. Vamos torcer para que ele consiga. Beijos. =D
Esse capítulo foi tão cute
Adorei a interação entre as irmãs e os ciúmes da Quinn. Boa jogada Rach rsrs
Ansiosa pelo próximo e pra saber mais sobre esse Kevin
Eu fico feliz que tenha gostado. Essas interações foram importantes no capítulo, assim como o ciúme da Quinn. Rachel soube exatamente como agir. Hahaha
Já já temos o próximo e saberemos mais sobre o Kevin. =D
Hey! Cá estou outra vez, com um atraso de 15 dias! haha. Eu não morri, mas quase. Estive doente, o que, infelizmente, impossibilitou a minha leitura. Farei diferente do que fiz da outra vez, vou comentar os dois capítulos. Eles merecem uma única atenção, haha.
Mais um capítulo que leio com satisfação. Confesso que fiquei um pouquinho desapontada pela inoportuna presença de Rose no meio do passeio. Mas acho que até a Quinn achou isso ruim, não é mesmo? haha. Gostei do momento de ciúmes protagonizado pela Quinn. Toda a gente sabe que estar com alguém implica em várias situações, entre elas, aquele momento em que nos sentimos ameaçados por uma terceira pessoa - mesmo que seja aparentemente tolo. Achei isso natural. Na verdade, até achei que demorou para acontecer (não pontuo isso como algo ruim, porque não é). Então, por mais que tenha quebrado o clima fofo e familiar do passeio, é uma situação totalmente verossimilhante, acontece mesmo. E acho que nem preciso dizer o quanto isso ajuda na tua história, não é mesmo? Além de proporcionar a evolução do relacionamento Rachel-Quinn, também ajuda no quesito "vida real". Compreensível.
Além do mais, não foi só a Rose que atrapalhou o passeio fofo. Agora há Kevin, um tipo COMPLETAMENTE suspeito, vindo como uma caixinha surpresa. Adorei a forma como ele apareceu, desde o susto que ele prega ao leitor (pelo menos a mim, haha) até o momento que podemos ficar levemente, e só levemente, aliviados porque aparentemente o tipo não é o assassino. Ainda é altamente suspeito, o que faz-nos querer saber o porquê da tatuagem, que é uma característica que faz-nos ficar em alerta. Além do mais, acho que nem preciso dizer que é estranho alguém criar corvos. Quer dizer, é possível, mas ainda soa-me estranho. Nunca conheci alguém assim. Estou à espera de que Kevin traga respostas. Acho que toda a gente está.
Outro ponto que quero comentar é o pequeno momento de fofura de Beth-Audrey! ♥ Essas duas são muito lindas. Adorei a forma como a relação delas soa, e é, tão natural, sem precisar forçar nada. Sem precisar forçar porque essa relação é importante na história e sem precisar forçar porque as duas são irmãs. É natural, como se as duas personagens existissem e se gostassem mesmo, de facto. É palpável além de admirável. Adorei.
E uma coisa que tenho observado bastante é a postura da Rachel. Sua evolução, sua maturidade e seu arrependimento é concreto, como se pudesse ser tocado. É evidente que a personagem está mudada, não só pela experiência ruim de deixar a família para trás, mas também pela convivência com a família. Rachel funciona melhor ao lado de Quinn e Audrey. Isso é presente não só na obviedade, até porque é também disso que a história se trata; isto está também presente nos pequenos atos a cada capítulo. Gosto da simplicidade com que a história e as suas personagens são tratadas.
Bem, como sempre, fizeste um ótimo trabalho! Parabéns pelo capítulo! ♥
Abraços lisboetas a toda gente, menos para a Rose!
Ei! Eu fiquei particularmente preocupada em não vê-la por aqui durante esses dias mas achei que estivesse enfrentando problemas pessoais. Eu espero imensamente que esteja melhor.
Eu fico muito feliz que você tenha gostado do capítulo. Eu não iria incluir a Rose porém recebi muitos pedidos para uma cena de ciúmes da Quinn e não tive como evitar. Como você mesma disse, demorou um pouco para acontecer e eu concordo. Tive essa oportunidade até porque todas estavam em um ambiente público recheado de pessoas então inseri a Rose para finalmente despertar em Quinn aquele incômodo chato no pé da barriga que faz a gente se sentir mal. Era importante que ela sentisse isso para se dar conta de que os seus sentimentos estão sendo revividos e fora mais do que motivo de felicidade para a Rachel, que soube de forma verídica que a esposa ainda possui aquele instinto de ciúmes sobre ela. Isso a fez eclodir em uma felicidade demasiada. Eu sempre acho que ciúmes é algo tolo, contudo, eu mesma sinto isso e é algo inevitável no ser humano. É clichê e tolo mas faz parte de nós. Eu estou sempre pensando e pensando sobre essa história, tentando progredir na relação Rachel-Quinn da melhor forma possível e detalhes como ciúmes na medida certa ajuda bastante. Elas estão trazendo de volta aquilo que fora perdido e mal estão se dando conta disso inteiramente.
Eu vou falar sobre o Kevin na resposta do comentário do capítulo 35, então sobre Beth-Audrey: Eu nunca escrevi sobre a Beth em alguma fanfic e agora eu segui o roteiro original de Glee em tê-la feito ser adotada por Shelby. Eu estou tão animada em escrevê-la como uma garotinha doce e prestativa. Ela realmente gostou da irmã caçula e fora totalmente recíproco, mesmo que a Audrey não saiba do parentesco que as une. O sentimento de ambas as envolveu de forma fraternal sem esforço. Beth vai ser uma grande irmã mais velha.
Sobre a postura da Rachel: Eu estou tentando fazê-la ser o mais madura possível em todos os aspectos. O seu erro fora imensurável mas se há, de fato, um ponto positivo nele é o modo como ela conseguiu obter um alto nível de maturidade. Ela não age por impulso ao ver a Hayden porque sabe que a filha está perto e isso não é bom, ela quer aprender sobre braile e quer ensinar Audrey a tocar piano. Ela está, dia após dia, percebendo seu papel de mãe e de adulta e está adorando isso. E eu estou adorando escrevê-la assim. Hahaha
Eu fico tão feliz por você reparar nos pequenos detalhes da história. Me enche o coração porque todos eles são propositais e seus olhos de águia detectam tudo. Obrigada por sempre estar aqui analisando cada capítulo e expondo sua opinião. Espero que siga gostando da história. ♥
Abraços brasileiros para todos, exceto para a Rose. Hahaha =D
Babado!
Finalmente a Q com ciúme foi a gente que pediu sim. Curiosa pra saber mais sobre o Kevin...