Hoje acabei de responder seus comentários e pensei em vir aqui. Não tinha vindo antes, porque achei que tinha lido todas as suas histórias que não eram de Harry Potter (não leio essas, pq, acredite vc, mas eu nunca li os livros. Deixei para ler com o Caio, quando ele tiver idade. Assim conhecerei esse universo através dos olhos de uma criança). Mas então, depois de nossa conversa sobre comentários, eu vim ver de que história vc se estava falando e esbarrei com esta...
Luddy, que coisa mais linda. É tão singela a maneira do menino expressar seus sentimentos que parece quase criminoso interpretá-los como dor. Parece agressivo que enxergar o Senhor Cadeira como uma idealização do pai que, mesmo perto, ainda parece tão distante. Parece indecoroso imaginar que talvez a Senhora Ergométrica seja uma mãe tão omissa quanto negligenciada, trazida para o mundo do pai para fazê-lo se sentir bem e motivá-lo a cuidar de si mesmo, mas deixada de lado com sua própria carga.
É uma história assustadora pelo que me fez sentir. Como aquele cortezinho que vc não acha que vai doer mas sangra e arde até vc ter vergonha de admitir que quer chorar. Que escritora delicada e hábil você é. Seu poder aqui é inegável.
Eu me lembro de você ter dito uma vez que nunca tinha lido Harry Potter para poder enxergar um dia a história pelos olhos de uma criança. Eu cresci com Harry Potter, então entendo perfeitamente o que quer dizer. Acho que você não se arrependerá ao perceber o quão bem construída a história é, e o quanto a narrativa cresce (em todos os sentidos) com o passar dos anos/livros. Minhas fanfics ainda estarão todas aqui, e aí, quem sabe um dia, você volta pra lê-las também? haha
Eu realmente acho que você acertou quando disse que, de algum modo, nossos corações eram irmãos. Como te disse no outro dia, eu estava super desapontada com o retorno que tinha tido dessa história, porque ninguém (pelo menos me disse que) tinha visto o ponto focal, a ausência disfarçada de presença e a admiração que as crianças nutrem por seus pais mesmo que eles não estejam exatamente por perto. Obrigada por toda essa reflexão. Eu gosto de escrever sobre crianças porque elas doam pra gente um olhar tão simples do mundo e tão inocente em todas as coisas que é apaixonante, mas essa história foi dolorosa de escrever. Dolorosa porque realmente dói pensar que esta criança, ainda perdida no mundo de faz de conta e reuniões importantes de paletós sem rosto, deixa de lado todos os brinquedos do quarto pra conversar com uma cadeira porque ninguém em casa se dispõe a conversar com ele.
Obrigada, mil vezes obrigada, por dizer que eu sou uma escritora delicada e hábil. Tomara mesmo que eu não perca a mão, rs.
Eu amei a música, realmente não conhecia. O homem não viu que o filho estava crescendo até que estava grande demais para pedir por sua atenção. Quão irônica é a vida...
Adorei. Muito criativa a ideia. Nunca me passaria ler algo deste ponto de vista que você explorou. Além disso, gramática forte um senso aperfeiçoado de subjectividade, você o fez de forma belíssima. É assim que se caminha. Abraços.
Hoje acabei de responder seus comentários e pensei em vir aqui. Não tinha vindo antes, porque achei que tinha lido todas as suas histórias que não eram de Harry Potter (não leio essas, pq, acredite vc, mas eu nunca li os livros. Deixei para ler com o Caio, quando ele tiver idade. Assim conhecerei esse universo através dos olhos de uma criança). Mas então, depois de nossa conversa sobre comentários, eu vim ver de que história vc se estava falando e esbarrei com esta...
Luddy, que coisa mais linda. É tão singela a maneira do menino expressar seus sentimentos que parece quase criminoso interpretá-los como dor. Parece agressivo que enxergar o Senhor Cadeira como uma idealização do pai que, mesmo perto, ainda parece tão distante. Parece indecoroso imaginar que talvez a Senhora Ergométrica seja uma mãe tão omissa quanto negligenciada, trazida para o mundo do pai para fazê-lo se sentir bem e motivá-lo a cuidar de si mesmo, mas deixada de lado com sua própria carga.
É uma história assustadora pelo que me fez sentir. Como aquele cortezinho que vc não acha que vai doer mas sangra e arde até vc ter vergonha de admitir que quer chorar. Que escritora delicada e hábil você é. Seu poder aqui é inegável.
Deixo para você estes dois links e muitos beijos.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%27s_in_the_Cradle
https://www.vagalume.com.br/harry-chapin/cats-in-the-cradle-traducao.html
Eu me lembro de você ter dito uma vez que nunca tinha lido Harry Potter para poder enxergar um dia a história pelos olhos de uma criança. Eu cresci com Harry Potter, então entendo perfeitamente o que quer dizer. Acho que você não se arrependerá ao perceber o quão bem construída a história é, e o quanto a narrativa cresce (em todos os sentidos) com o passar dos anos/livros. Minhas fanfics ainda estarão todas aqui, e aí, quem sabe um dia, você volta pra lê-las também? haha
Eu realmente acho que você acertou quando disse que, de algum modo, nossos corações eram irmãos. Como te disse no outro dia, eu estava super desapontada com o retorno que tinha tido dessa história, porque ninguém (pelo menos me disse que) tinha visto o ponto focal, a ausência disfarçada de presença e a admiração que as crianças nutrem por seus pais mesmo que eles não estejam exatamente por perto. Obrigada por toda essa reflexão. Eu gosto de escrever sobre crianças porque elas doam pra gente um olhar tão simples do mundo e tão inocente em todas as coisas que é apaixonante, mas essa história foi dolorosa de escrever. Dolorosa porque realmente dói pensar que esta criança, ainda perdida no mundo de faz de conta e reuniões importantes de paletós sem rosto, deixa de lado todos os brinquedos do quarto pra conversar com uma cadeira porque ninguém em casa se dispõe a conversar com ele.
Obrigada, mil vezes obrigada, por dizer que eu sou uma escritora delicada e hábil. Tomara mesmo que eu não perca a mão, rs.
Eu amei a música, realmente não conhecia. O homem não viu que o filho estava crescendo até que estava grande demais para pedir por sua atenção. Quão irônica é a vida...
Obrigada, obrigada e obrigada. ♥
Caracas que história legal e inusitada. Gosto de coisas diferentes como ela. Realmente valeu a pena ser lido. =^.^= Nyah
Ah, que legal que você gostou! É muito bom ouvir que valeu a pena ter lido.
Obrigada mesmo! Beijos ;*
Adorei. Muito criativa a ideia.
Nunca me passaria ler algo deste ponto de vista que você explorou. Além disso, gramática forte um senso aperfeiçoado de subjectividade, você o fez de forma belíssima.
É assim que se caminha. Abraços.
Muito obrigada mesmo por esse comentário, você parece ser profissional em linguagens... E é bom saber que você gostou tanto assim.
É bom também saber que estou indo pro lado certo hahaha!
Abraços!
Foi legalzinha a historinha.
Um tanto diferente do que costumo achar nessa vasta terra chamada Nyah.
Tá de parabéns.
Tchau e um abração.
Obrigada! É bom demais saber que gostou.
Grande abraço!