Comentários em “Qui Vivra Verra”: “Oneshot”

Eterno Ronin
Destacado pelo autor

Olá... Não sou muito fã de relações entre humanos e pokémons mas os argumentos presentes na fic são bem convincentes. Acho até que o Ash e o Pikachu também tem esse tipo de relacionamento rs.
A personagem que mais me cativou e chamou minha atenção foi Camille, talvez por ter me identificado já que no mundo real ninguém quer contratar um ex treinador pokémon sem experiência também rs deve ter sido difícil para ela após terminar sua jornada vê suas melhores amigas partindo juntas numa nova jornada. Mas a vida é assim, ser treinador pokémon não é algo tão fácil quanto o Ash faz parecer. Talvez fosse Déesirée quem estivesse destinada a ser uma treinadora ainda mais pelo poder que ela tinha de falar com os pokémons. Apesar de tudo não consigo deixar de ficar um pouquinho triste pela Camille, mesmo com emprego de garçonete, morando de graça na casa da amiga e tal... Acho que não é exatamente isso que ela pensou que conseguiria quando saiu em jornada. Mas como dizem os franceses: Qui Vivra Verra!
A relação entre a Desie e a Anette não é forçada e tudo fluiu naturalmente. Em alguns jogos existe menção de que pokemons e humanos se cassavam. Bem pokémon não são animais irracionais por isso não acho que tenha ocorrido a famigerada Pokephilia. O final foi bem agridoce, não sabemos o que acontecerá no futuro se Déesirée voltará um dia (Aliás a decisão de sair em jornada foi algo muito difícil e o namoro com a raposa de nove caudas mais ainda), não sabemos se a relação entre humanos e pokémons deixará de ser um tabu (Eu acredito que não rs), e não sabemos qual será o futuro de Camille (Eu torço para que seja feliz) bem como os franceses dizem:Quem viver verá!

Leon Yorunaki

Pra ser bem sincero, relações humano x pokémon não são muito a minha praia também. Tanto é que não me atrevi a descrever nada. Mas acho que consegui sair com sucesso da zona de conforto.

Queria ter desenvolvido um pouco mais a Camille. É uma situação complicada pra ela também, apesar de não ter recebido os holofotes. Cheguei a pensar em elaborar as coisas para dar uma sensação de que seria ela a parceira da Desy, mas no final das contas acabei deixando ela um pouco mais de lado. Quando se tem uma personagem teimosa e outra cheia de receios, elas acabam chamando a atenção mais para si...

Se a Camille se sente feliz nessa nova situação? Não sei, é cedo pra dizer. É um novo começo dela, então não dá pra julgar. Talvez ela perceba que é isso que quer, ou talvez ache que tomou uma decisão errada e que seu lugar é de volta às jornadas. Duvido muito dessa última parte, mas não dá pra descartar.

Quanto a relação dentre Désirée e Anette, eu vejo muito mais como um grande carinho que uma tem pela outra. Algo menos carnal e mais afetivo. Eu tenho dificuldade em imaginar algo diferente, mesmo sabendo que é possível.

Do mesmo jeito que é possível namorar sem fazer sexo.

O final é aberto de propósito. Eu imagino a Desy viajando pelo mundo e conversando com quem pode, ensinando mais sobre os pokémon e tentando quebrar os tabus, uma verdadeira ativista. Camille feliz em seu trabalho, talvez juntando dinheiro para abrir um negócio próprio, possivelmente encontrando alguém para viver junto. Mas o futuro é sempre imprevisível. E quem viver, verá.

;-D do Kurono

Humberto Cotrim

[Projeto Critique-me]

Oi, Kurono! Como vai? Eu estou aqui como crítico do SBLAN e farei uma breve resenha sobre a sua one-shot. Mas, antes de tudo, é bom deixar claro que esta se trata de minha opinião e de meus apontamentos, cujo objetivo principal é te ajudar. Dito isto, vamos ao comentário ^-^

Confesso que fiquei receoso pelo tema que você anunciou no texto de inscrição do Critique-me, nele falava que o objetivo da história era “desmistificar” a pokefilia (utilizando a palavra com alusão a zoofilia). Bem, ao ler o texto, fica claro que o relacionamento abordado não pode ser definido como uma atração ou envolvimento sexual de uma humana com uma pokémon. Suponho que a interação de Desy com Anette é um ligação muito mais fraternal, que envolve carinho e comprometimento. Dessa maneira, suponho que a sua história esteja equivocada ao ser categorizada como yuri. Talvez, se assemelhe mais ao gênero shoujo-ai.

Então, após esse pequeno adendo, deixe-me falar sobre o enredo. Eu creio que, dentro das possibilidades, você foi bem sucedido utilizando um tom sério dentro de um universo fantástico pouco aberto a essa possibilidade. É visto que o mundo Pokémon serve de plano de fundo para contar uma história de uma mulher que está pouco satisfeita com sua vida, mas que está tão habituada a ela que não tem coragem para fazer algo diferente. Achei isso ótimo! Parabéns ^-^

A personagem Desy tem camadas, ela traz um peso por ter receio de mudar a monotonia de seu cotidiano seguro, ao mesmo tempo em que cobiça uma vida mais livre. Quanto a Camille, já mostra um ponto de vista diferente. Ela imagina que sua escolha aventureira a afeta/afetou, sentindo necessidade de criar, enfim, raízes em algo mais sólido. No entanto, eu não me peguei julgando qual seria o melhor caminho. Na verdade, é possível perceber que elas duas querem mesma coisa, certo? Fazer algo que as façam felizes.

Sobre Anette, eu não consegui me apegar a essa personagem. É observável, no começo da trama, que a sua motivação era fazer sua treinadora continuar na ativa, mas conforme o tempo passa e ela se aproxima de Desy sua personalidade se demonstra muito dual. A relação das duas também me pareceu um pouco picotada. O fato de ser uma one-shot limita o desenvolvimento, porém, eu creio que houve pouquíssimo de aprofundamento dessa relação. Em resumo, houve uma aproximação das duas, depois um estabelecimento de amizade, então uma briga e por fim uma reconciliação, que calhou em um fim feliz. Cada uma dessas etapas poderia acontecer, claro, porém elas não se conectaram suficiente para me fazer crer no romance. Por exemplo, quando Desy chora por achar que Anette havia partido, isso pareceu uma atitude pouco factível.

Outro ponto importante a ser abordado é a diferença de tom dentro do texto. Isso me incomodou na hora da leitura. Enquanto a narrativa em terceira pessoa é impessoal e possui um tom muito sério, com escolha de construções de frases mais elaboradas, o modo como que os diálogos são apresentados soa muito informal. É certo que diálogos tendem a capturar a oralidade e que dependem da personalidade da personagem, mas o que vejo aqui é uma inexistência de sutiliza entre dosar a formalidade com a informalidade. Te aconselho a maneirar em gírias, por exemplo, tendo em vista até o ambiente aonde a fic se passa. Em síntese, eu diria que na parte da narração há muitos floreios na construção de frase. Seria bom você intercalar frases mais limpas no meio do texto, para que o leitor não canse rapidamente; faça isso ao dizer coisas simples e sem peso, deixando as frases elaboradas para algo que o leitor precise realmente saber.

Bom, esses foram os aspectos que pude observar na sua história ^-^ E espero que meu comentário tenha sido válido para você e que ele ajude de alguma forma =D

O SBLAN agradece a sua participação no projeto.

Lembrete: seu feedback é importante, caso não se sinta confortável para responder por aqui mesmo, existe um formulário próprio (sobre o qual apenas os chefes do projeto têm acesso).

Atenciosamente,

HC

Leon Yorunaki

Olá, tudo bem?

Em primeiro lugar, perdão pela demora na resposta, tive uns dias atribulados e não consegui entrar para responder antes.

Talvez eu tenha usado o termo "pokefilia" de forma errada na descrição; o fato é que até hoje ainda não vi (pelo menos em português) qualquer fic de pokémon com relacionamento afetivo entre humano e pokémon (é 8 ou 80, ou a história é leve e o relacionamento é apenas uma amizade, ou vira +18 sem o menor pudor). E pra falar a verdade, nunca soube colocar a fronteira entre shoujo-ai/yuri no ponto certo (mas como deixo subentendido na última frase da história que existe algo a mais ali, não sei realmente até onde ela vai...)

Sobre a sua avaliação das personagens humanas, está cirurgicamente correta. Até mesmo a percepção da Anette me parece adequada (e, porque não dizer, falha no que tange a minha parte), apesar de que a motivação dela talvez não tenha ficado tão clara. Há um grande apego com a Camille, sim, mas mais do que isso existe a vontade de estar em jornada. Porém, por questão de hábito e inexperiência, é incapaz de ir sozinha, pelo que tenta convencer primeiro sua treinadora (e posteriormente Desy, depois de ter conquistado parte da confiança desta)

Um dos elementos nessa falha é, claro, o fato de ser uma oneshot, pelo qual acabei comprimindo uma longa história de modo que, em tempo e em palavras, as coisas acontecem rápido demais para serem factíveis. Mas percebo pela crítica que exagerei no drama em alguns pontos; talvez a transição pudesse ter sido feita de modo mais suave. Algo para eu aprender.

"Outro ponto importante a ser abordado é a diferença de tom dentro do texto. (...) Em síntese, eu diria que na parte da narração há muitos floreios na construção de frase."

Agradeço de coração pela dica. Irei guardar no fundo do peito (e no caderno de notas também!), pois se eu gosto de elaborar um pouco no texto, – e você deve ter percebido também aqui na resposta – as vezes percebo meus textos um pouco cansativos e/ou pesados. E acho que encontrei a causa.

Adorei os comentários sim, agradeço demais pela ajuda e pela opinião. Agradeço também ao SBLAN pela iniciativa.

;-] do Kurono

Bétia

Eu estou surpresa. Eu esperava chegar aqui e ler, não sei, um breve resumo do que a outra versão de QVV me passou e... Acabou que eu dei de cara com a parede. Foi totalmente outra coisa, mesmo que no auge da minha ignorância eu tenha julgado a fic como a versão roteiro da outra.

Olha, esclarecendo tudo, acabou assim: Uma que achei que é mais sentimental e a outra mais * estrala os dedos* * estrala os dedos* * estrala os dedos* descritiva. São pontos de vista diferentes (de autores diferentes) que formam uma história biuriful do mesmo jeito. Crê em mim.

Cara, eu amei os pequenos focos que você dava com informações legais. O littleo, Gogoat; mds, muito encanto, glittler e purpurina para os meus olhos (adorei cada letrinha!).

Eu não vi erros, aliás.

E, deixando que comparações (que ódio de mim por não fazer isso antes), a personalidade da Anette ficou encantadora!! A Camille me pareceu uma negligente, queima, GsuisCristo! Mas eu não sei se poderia ser muito diferente dela na mesma situação.

'Chovê, além de ter shippado horrores o Pidgeot e o Poliwhirl ali no meio, eu preciso enfatizar que eu adorei a sua descrição para tudo, (e seu sentimentalismo também dava para sentir, não pense que escapou da minha vista isso também). Dava para sentir perfeitamente a cena do lago. A da conversa inicial das meninas Kkk Ri para me acabar. (É suuuper isso mesmo, mesmo que você não tenha estereotipado nada)

Enfim, tio, você não me decepcionou (não pensa nem em sonhar isso)! Você tem um potencial enorme *venera* e logo mais eu avoo para amar UMdD também. ♥

Eu agora estou te imagino cantando, me mata Kkk "What can i say except you're welcome?!" "Ha, I guess it's just my way of being me" ta na na na na na na na

Erh, okay, está ficando vergonhoso até para mim. Não me odeia (por favooooor)! Então... umn, tchaau. ♥

((Sua escrita ficou very fancy com o ar de Kalos, aliás, é uma boa aposta, tá? Se fizer algo como, me chama))

Leon Yorunaki

Olá, que bom ver uma face nova por aqui.

Primeiro de tudo, perdão pela demora em responder. Estou aproveitando uma pequena folga do trabalho para responder os comentários, já que estou temporariamente sem PC desde sábado.

Que bom que gostou, sério mesmo, significa muito pra mim. Ainda mais tendo esse ponto de comparação que eu adorei.

Se bem que, sinceramente, ainda bem que eu postei a fic antes de ver qualquer coisa que a Lawliette escreveu. Não fosse isso, talvez eu nem mesmo tivesse coragem. Continuo achando minha versão boa, mas sei lá, depois de ver o que ela fez eu fico remoendo tanta coisa que eu poderia ter feito melhor, desenvolvido mais... (me cobre de deixar um review pra ela também, por sinal. Não tive tempo ainda)

Quem está sem palavras com esse comentário sou eu, sério. Queria ter dado mais atenção pra Anette, de qualquer forma. Mas...

Não, pera um minutinho aí. Você conseguiu shippar personagens que apareceram apenas por meros segundos? O-okay *medo*

Pelo menos eu tive aquela sensação de missão cumprida quando terminei a fic, e continuo tendo toda vez que vejo o resultado final, ou em situações como essa em que você me lembra de que eu a escrevi.

A propósito, eu não sou fã de estereotipar nada (pois toda generalização é burra), mas acho que acabei fazendo isso naquela primeira conversa. Oops. Pelo menos você achou graça...

Que vergonhoso que nada. Pelo contrário, gostei tanto que vou cantar com você!
HEY, IT'S YOUR DAY TO SAY YOU'RE WELCOME!
'CAUSE I'M GONNA NEED THAT BOAT
I'M SAILING AWAY, AWAY, YOU'RE WELCOME!
'CAUSE MAUI CAN DO ANYTHING BUT FLOAT
YOU'RE WELCOME, YOU'RE WELCOME
AND THANK YOU!

;-* do Kurono

p.s> Olha que eu chamo mesmo, hein?

Lawliette

TUTS TUS TUTS QUERO VER

É O DOGE QUE CHEGOU AQUI PARA REVILAR, TUTS TUTS *musiquinhas bugadas tocando ao fundo*

OOOOOOOOOOOI TIO! HÁ QUANTAS ERAS? Nem tanto, pelo menos não foi outro mês simbólico para fazermos referências a certas fanfictions em que eu demoro a revilar. Essa eu tentei não demorar tanto, mas tava difícil -q

E que delicinha que foi ver a sua versão da QVV~ Foi realmente muito divertido dar uma olhada em como cê foi construindo os mesmos personagens com base no enredo, as mudanças, a escrita, tudo isso. Acho que estava com saudades de ler coisas do Tio que não fossem da UMdD, mas que ainda tivessem bem esse gostinho agridoce que parece que virou tua marca já.

OLHA, aqui eu devo confessar que adorei como cê fez a Camille. Ficou quase o completo oposto da Désirée: mais ativa, não tem medo de falar o que pensa, talvez um pouquinho impulsiva e cabeça quente... E um pouco avoada, né, porque pra esquecer que os poké também são criaturas inteligentes que entendem muito bem o que as pessoas falam... Ela foi uma das mais cativantes, depois da Desy. Vai ver eu tenha criado uma afeição esquisita com ela pelo protagonismo, sei lá q

ALSO OS DETALHES DA FIC, OWNNN, TIPO A DESY LÁ FAZENDO ANOTAÇÕES DO LITLEO, QUE FOFO. NHAAAAAAA, quero mordê-la ♥

Eu não sei tu, though, mas um dos personagens que ficou meio apagado na narrativa aqui, mais parecendo um coadjuvante desimportante que sei lá, foi a Anette. Não sei... A fic pareceu lidar com o romance e a relação das duas por cima, entende? Muita coisa foi explicada ao invés de mostrada, Anette teve pouco screentime, então sim, ficou difícil gostar da personagem, entender as ideias dela e até mesmo shippar. Daí sei lá... Anette pareceu mais um auxílio a Désirée do que qualquer outra coisa. Poxa, e eu tava esperando pra ver como cê ia desenvolver UAHAUAH

Outros pontos são relevantes de apontar também, por exemplo. Cê falou lá no chat, e olha, vou ter que concordar. A Anette, pra quem pareceu uma pessoa tão teimosa quanto a Mille no início da fic, mudou de ideia muito rápido. Até achei estranho...

E quanto ao drama... Pareceu forçado, tbh. Como você não disse nada que justificasse o surto da Désirée, como não teve muito desenvolvimento na cena, não sei, soou forçado e mais mecânico que uma cena onde tu realmente sentiria pena da personagem, saca? Seria bom ao menos deixar claro em algum ponto da fic que a Desy já sofreu problemas de ansiedade, daí teve medo que a Anette sumiu ou algo assim. Ou até deixar a cena da briga bem mais impactante pra Desy <:

Agora, voltando ao que falei do pouco desenvolvimento da Anette e da relação dela com Desy, eu vou citar a cena final. TÃO FOFINHA ESSA CENA, AAAAAA

Mas também pareceu jogada. Sei lá, parecia que não só a Desy tava querendo fugir da coisa furry, mas o Tio como escritor também. Aí tudo que podia ter sido bom e importante pra essa cena, ficou mais... Em off.

ALIÁS EU ADOREI O ARTIGO DE DESPEDIDA DA DESY NHAAAAAAAAA, ele foi tão feels quanto achei que a Desy da fic do Tio seria como escritora. E feels. Gosto de feels. *se embola no fio do headset*

Deu pra entender tudo? Hoje eu tô um pouco bugada, o efeito do café passou e com as escritas enferrujadas também, fica difícil me expressa direito -q No mais, eu adorei ter visto a história, e achei muito amor mesmo ter feito ela contigo. A gente devia tentar de novo, nem que fosse com uma possível continuação da QVV, um spin off, uma fic completamente nova... Quero ♥

AGORA, O DOGE IRÁ SE RETIRAR COM A FIC EMBAIXO DO BRAÇO *bate continência*

Será que vou comentar o restante das fics do Tio? Será que o comentário não ficou muito tocoto? Quando faremos isso de novo? Camille conseguiu se encontrar nessa empreitada de abandonar a vida de treinadora? E Désirée, será que está pregando coisas por aí? Eu não sei porquê, mas vejo muito a Desy daqui sei lá, escrevendo um livro ou algo assim, só pra abrir a mente do povo :v

Essas e outras perguntas, você descobre SEXTA, NO GLOBO REPÓRTER--

I MEAN

NO FUTURO

PORQUE QUEM VIVER, VERÁ

*woosh*

À bientôt, Tio ♥

AH, MAS AS CANTORIAS NÃO IRÃO ACABAR TÃO CEDO!

BOY I WANT YOU TO BE HAPPY

FREE TO RUN, GET DIZZY ON CAFFEINE

FUNNY FRIENDS THAT MAKE YOU LAUGH

AND MAYBE YOU'RE JUST A LITTLE BIT DAPPY

FLYYYYYYYY

FEEL YOU MOTHER AT YOUR SIDE

DON'T YOU KNOW YOU GOT MY EYES

I'LL MAKE YOU FLYYYY

YOU'LL BE HAPPY ALL THE TIME

I KNOW YOU CAN MAKE IT RIGHT~



O que mais gostei: O modo como tu retratou a Camille e a Désirée ♥ É tão daorinha ver como ficou na tua escrita, nas suas interpretações UAHAUH
O que acho que pode melhorar: *ignora pergunta pra ver se ela vai embora*
Leon Yorunaki

HEY DOGE!

Minha Shiba Inu favorita veio me dar um oi aqui também? E mais do que isso, deixou um review tão amorzinho assim *coloca aqui aquele kokoro lindo cor-de-rosa que deve travar a caixa de resposta*
(Desculpe pela demora, devo ter lhe explicado que fiquei alguns dias sem computador, e responder pelo celular é uma tortura...)

Gostinho agridoce, você diz? Podia elaborar mais?

"E um pouco avoada, né, porque pra esquecer que os poké também são criaturas inteligentes que entendem muito bem o que as pessoas falam..." -- talvez a palavra certa aqui seja "subestimar", visto que a Camille não é nem um pouco boba. Ela sabe que os pokémon podem entendê-la, sempre soube. Mas não imaginou que eles pudessem ter vontade própria, o que motivou todos os acontecimentos da fic. Não foi isso, afinal?

Ok, se eu estivesse lendo suas críticas somente agora, talvez eu ficasse um pouco chateado. Sério, eu sinto que dei tão duro pra encontrar falhas tão vulgares de enredo, sei lá. Mas depois de matutar um pouco, inclusive com a ajuda do critique-me (que você deve ter visto ali em cima), tenho mais é que ficar na minha e aceitar que errei feio, errei rude. Até citei as crises de ansiedade da Desy, mas ficou meio jogado, talvez porque eu não queria ficar batendo nessa tecla, só que a construção ficou ruim, SIM. Eu admito e prometo não cometer esse tipo de erro de novo, francamente. Talvez seja por isso que eu tenha ficado com vergonha da minha versão depois que eu bati o olho na sua [me cobre de deixar um review lá, é que estou com preguiça de reler aqueles 18k]

Mas quanto a cena furry, aí você se equivoca. Meu objetivo sempre foi deixar as coisas que ocorreram ali implícitas, não por querer fugir da cena nem nada do tipo. Foi mais ou menos como você também descreveu a cena, não foi? Deixemos o leitor pensar sobre o que elas fizeram ou deixaram de fazer. Principalmente porque eu deixo mais do que uma pista na carta de encerramento da fic.

Aliás, que bom que gostou. Não sentia que fazia algo tão natural, tão de acordo com a personagem... e que talvez fosse como eu o escreveria se estivesse na mesma situação. Não sei, acho que me identifiquei com os receios da Desy, na verdade. Talvez seja até esse o motivo pelo qual eu me senti tentado a "roubar" a fic. Pelo menos deu certo e consegui fazer você escrever, haha.

"A gente devia tentar de novo, nem que fosse com uma possível continuação da QVV, um spin off, uma fic completamente nova... Quero ♥"

Já tenho até a proposta ideal, dessa vez eu escolho o tema, aquele prompt que eu tinha salvo e você roubou... vamos?

Não vou cantar, pois o resto da música não combina com o momento. Mas vou recitar um trechinho que eu acho que podemos guardar:

"Pendant ce temps j'vais écrire / pour demain l'avenir / pour demain l'avenir"

;-* do Kurono