Tô contando os dias para ver seu nome em uma lombada de livro numa livraria e dar gritinhos surtados dizendo “eu conheço essa autora!! eu conheço essa autora! eu já dizia que ela era incrível antes de ela publicar!!”. Pois, sério, é apenas questão de tempo. Creio que você é uma das escritoras mais “prontas” que eu vejo pelo miau afora. Sua narrativa, o desenvolvimento da história, a abordagem dos sentimentos e como você entremeia poesia nisso tudo são irreparáveis.
Sobre o conto, esse lance da reencarnação é algo que eu gosto muito para ambientar fics! Embora eu não interprete exatamente como reencarnação, mas num sentido mais de personagens fadados a serem escritos e reescritos, vivendo histórias novas e não vidas novas. O que dá praticamente na mesma, mas ok, releve. ^^’ O fato de o Theon sempre nascer em ilhas e o Robb sempre em meio à neve: ♥
“...como todas as coisas perdidas parecem derivar para o mar, assim foi com você.” — e, então, não há nada que eu possa fazer além de ficar aqui encantada!
Adorei o Theon ser um imigrante porto-riquenho. Com o Trump por aí e as ondas de emigração na Europa eu não posso imaginar o que seria mais pertinente. E se encaixa com o canon, com a ideia de o Theon ser um protegido do Norte, alguém que veio de outro lugar e está ali só pela benevolência dos que decidiram acolhê-lo, mas sem se encaixar realmente e sempre em suspenso sobre sua situação.
Essa Sansa criança está uma gracinha, e eu nem gosto da Sansa! Mas, fato, o Robb com os band-aids do Capitão América está insuperável! Bem que a Sansa levaria jeito para princesa da Disney, ou ao menos gostaria muito de ser uma se vivesse por acá e não em Westeros! E, ohh, eu também gostaria de estender as mãos para tocar as covinhas do Robb.
Que aperto no coração todas essas coisas que o Theon deixa de compartilhar com o Robb! E então o Robb vai embora, afinal, por que sofrer pouco quando podemos sofrer muito? XD Mas eu gostei como o Theon seguiu em frente — e tinha que seguir mesmo, já que eles eram tão pequenos quando se separaram —, tendo outras amizades e dando uns beijos por aí, ainda que sonhando com o Robb. De outra forma, acho que a coisa soaria muito irreal. Pelo mesmo motivo, gostei de você mencionar que, apesar da vontade de ir embora e de estar completando dezoito anos, o Theon não tem condições financeiras para isso. Já vi detalhes como esse sendo esquecidos tantas e tantas vezes que dá até agonia!
(pausa para rir com o pensamento do Theon lendo yaoi!!!)
Não sei nem dizer o quanto achei incrível como você descreveu o Ramsay e a maneira como ele enreda o Theon. Ficou tão precisa essa mistura da personalidade dominadora/ardilosa do Ramsay com todas as fraquezas e inseguranças do Theon, que é óbvio que o conjunto só podia dar em desgraça. Eu apreciei enorme esse equilibrio que levou as coisas a serem a assim, e também como mostrou a evolução do relacionamento dos dois de forma tão clara e em um espaço tão curto. Há a apreensão na narrativa, o prenuncio naquele sorriso afiado do Ramsay, e eu me senti de respiração em suspenso enquanto ele é o cara legal tomando cerveja com os irmãos do Theon e lhe dando carona, para então ser aquele que não aceita perguntas. O ritmo dessa transição foi muito, muito bom.
E, ohh, preciso destacar a sutileza como você abordou o tema do abuso. Coisas simples, o Theon se sentindo culpado pelas suas perguntas, culpado por comer, a ameaça velada dos beliscões e apertos. Tudo isso foi agoniante, mas delicado ao mesmo tempo. Está ali para compor a história, não para causar repulsa. O mesmo para a cena do noncon e a menção ao abuso que o Theon sofreu quando criança.
Encantei-me com a cena em que o Ramsay abre a porta do carro para o Theon, porque deixou bem claro como era fácil confundir aquelas coisas que ele oferecia com amor.
(antes que eu termine o review e esqueça-me de comentar, todas essas menções a super-heróis me fizeram sorrir e achei muito amor!)
Esse abraço totalmente masculino, hétero e brother quando o Robb rapareceu! Não sei se acho legal ou de cortar o coração!
Achei muito legal também como o reencontro entre ele e o Theon acontece de forma natural, apesar do Ramsay. Conversas , gostos em comum, saídas para o show (a imagem do Robb suado depois do show! ♥ ). Novamente, tudo bem colocado. Tive a sensação — muito mais convincente — de que eles estavam realmente recomeçando, e não partindo do mesmo ponto em que tinham deixado quando eram somente crianças.
“Você arriscaria um pulso por Robb Stark” — essa frase me impactou enorme, porque eu fiquei aqui pensando quantas vezes o Theon não deveria ter se arrependido e martirizado por não ter arriscado, mesmo sabendo que tudo era muito mais complicado do que isso.
Eu me surpreendi por ter sido o Ramsay a terminar. Acho mesmo que ele é do tipo que se entedia fácil, mas que quebra o brinquedo antes de deixá-lo de lado. O que ele fez, de certa forma, pela maneira com que terminou com o Theon, mas eu estava esperando algo mais violento em um sentido físico. ^^’
Goste, muito, muito mesmo, da intervenção da mãe do Theon quando ele está deprecivo, ligando para o Robb. Normalmente em fics os pais apenas estão lá, às vezes nem isso, então achei muito legal essa intervenção dela aqui, crucial para o desenvolvimento da história! ♥
Céus, que o Robb realmente parece como o sol, quente e confortável. ♥ Como não poderia deixar de ser, fiquei enlevada com esse final em que ainda não tá tudo bem — ainda existe aquele ¼ de culpa do Theon ao comer o algodão-doce —, mas vai ficar tudo bem. E a menção a Winterfell, retomando a ideia de reencarnação e o canon! De verdade, não poderia ter sido mais perfeito do que isso, Verena!
De novo, você é incrível! — repetindo para deixar bem registrado. Obrigada por ter escrito!! ♥
(como de costume review grande, você sabe que eu me empolgo. ^^’ Precisa responder não, “valeu, ‘brigada” é suficiente!)
Indo ler sua fic e lendo seu começo, eu me senti como normalmente me sinto nos raros momentos que vou ler fic de GoT: uma poser. Eu já assisti toda a série que tem até agora, mas é tanto nome que eu não decoro que eu sempre boio nas fics. Porém assim que me situei levemente, eu comecei a submergir nas palavras, envolta por fic escrita de forma tão única. Eu mergulhei tanto nessa história que não sei avaliar a qualidade da história em si, porque a qualidade da escrita grita mais alto, tão alto ao ponto de não conseguir separar da qualidade da história. Independente dessa avaliação específica, eu amei a fic no geral. Muito muito muito muito bem escrita, bem bolada, bem trabalhada! Meus parabéns pela fic que, no início, me fazia ansiar por seu fim, e no fim, me fez ansiar por mais, muito mais.
O que mais gostei: Independente de ser boa ou não, sua história conseguiu ser MUITO envolvente.
O que acho que pode melhorar: Eu não entendi se foi proposital, pareceu ser, mas por que não haviam minúsculas nos parênteses, independente de ponto ou nome próprio?
Verena do céu, eu tô chorando aqui com tudo isso que eu li. Esse final me deixou tão abobada que eu fiquei olhando pra tela do pc uns quinze minutos só deixando as lágrimas caírem. Não porque foi triste, porque não foi, foi lindo demais, mas sim porque você conseguiu me tocar tanto que ficou impossível controlar a emoção.
Eu adorei tudo, do princípio ao fim. Primeiro devo dizer que sou bastante fã desse ship, então quando me disseram que tinha Throob no delipa 10, eu me animei muito. Então comecei a ler e, quando assustei, já tinha acabado e eu estava chorando como um bebê.
Esse review provavelmente vai ficar uma merda porque eu não tô nem sabendo o que dizer aqui, acho que ainda estou absorta do mundo da fic. Eu viajo muito nesse lance de reencarnação e depois desse final fazendo referência a Winterfell, eu fiquei imaginando umas vidas passadas deles e não consigo tirar isso da minha cabeça agora.
O jeito que você retratou os personagens aqui, ficou tão maravilhoso. O Theon sendo um imigrante porto-riquenho ficou ótimo, realmente adorei. E ele comparando o Robb com o sol *suspira* eu consegui me apaixonar ainda mais por esses dois depois de ler essa fic. E consegui odiar o Ramsay mais também, ô personagenzinho odiável esse cara, achei que ficou ótima sua retratação dele aqui também.
Não tenho mais o que dizer, se eu falar mais, vou começar a ficar repetitiva demais.
Vou ficando por aqui. Mais uma vez, eu adorei essa fic, vou guardá-la no meu coração para sempre ♥
Primeiramente, você me ganhou logo de cara só com a sinopse. Tudo aquilo sobre as costelas do Theon e depois um arremate deixando claro que Ramsay estaria entre os dois, me deixou flutuando em nuvenzinhas de algodão. A preguiça leve de ler de 13k sumiu só de saber que seria throbb (porque, né, suas throbbs são tão divinas quanto bolos de limão).
Eu não sei o que há com as suas representação do Theon, mas elas sempre me deixam com vontade de chorar. É como se ele desde sempre fosse frágil e quebrado, só sendo e se sentido inteiro com o Robb (o que eu acho lindo, acredite, mas sempre me dá uma dó mordida do Greyjoy). Ver a família dele desestruturada, onde ele só pode se apoiar na mãe e na Asha (ela é uma mala, mas adoro ela), já é o angst por si só. –q
Então, mais do que por ser o início da throbb, fiquei feliz quando Robb e ele ficam amigos justamente pelo fato de ter mais alguém apoiando o Theon. As cenas da infância dos dois foram uma ternura só, encantadoras e doces. Adorei as referências ao universo da Marvel, deixando a história ainda mais palpável. Quando o Robb diz que não vai mais voltar, eu senti vontade de dar um beliscão nele e dizer que ele podia voltar sim, se fizesse um esforcinho (aí já se foi ¼ do meu coração).
Quando o Ramsay surgiu na festa, tive a vã esperança de ele fosse ser um cara legal na fic. Porém, ele continuou o mesmo *** de sempre. –q Mesmo assim, achei interessante você manter as características originais dos personagens ao máximo (sempre fazendo referências ao universo original). Senti a bílis subindo toda vez que uma prenunciação da maldade aparecia, já temendo, de verdade, que ele fosse matar o Theon (bom, ele praticamente fez isso). Basicamente, ele foi um ser horrível como de praxe. –q
Quase dei um pulinho de alegria quando o Robb ressurgiu na vida do Theon, devolvendo um pouco da felicidade que ele merecia. Céus, eles ficam tão maravilhosos juntos! (Já disse que amo suas throbbs? Tem algo terrivelmente apaixonante nelas e eu não consigo resistir).
Apesar de o Ramsay ter destruído o Theon por dentro (eu não esperava que fosse ser tão forte assim), fiquei aliviada quando ele terminou aquela presepada que chamavam de namoro. Aí sofri por alguns parágrafos pelo Theon.
Na cena final do encontro, acho que senti minhas costelas ficando tão preenchidas quanto as deles. Toda a delicadeza e o amor infantil que você embutiu ali me deixou com um sentimento muito bom .♥
Depois de tudo isso, me fala se eu tô louca: as referências sobre “as vidas passadas” do Theon são sobre uma vida em Westeros (eu estava suspeitando, mas “confirmei” no parágrafo final, que cita Winterfell)?
Adorei o estilo de escrita do enredo, nos enfiando dentro da pele e do coração do Theon. Seu estilo próprio se encaixa de um jeito gostoso nele e a leitura flui que é uma beleza.
A primeira coisa que eu devo confessar é que eu DETESTO o Theon u_u não tenho a menor simpatia por esta criatura u_u Nunca cheguei a nem ficar com pena depois de tudo que o Ramsay aprontou com ele (claro que isso me fez odiar o Ramsay pela tangente, mas não fiquei com dó do molusco aí u_u). Maaaassss... nessa fic eu quase(mas só quase) consegui ficar com pena dele depois de ter visto como vc adaptou tudo para este UA.
Sobre pontos positivos, sua inegável habilidade com as palavras, a maneira como trabalhou os personagens e como os encaixou neste UA. Ficou bastante fiel os dois relacionamentos retratados, exceto pelo final, já que o Robb voltou :v Mas vamos ficar alegres, não é mesmo? Tivemos happy ending :3 Também gostei muito das temáticas abordadas, violência doméstica, relacionamento abusivo, depressão, xenofobia, exclusão social e etc... Deu um ar mais palpável e crível ao transporte dos personagens para o UA.
Sobre pontos negativos. Acho que mais coisa dos meus gostos pessoais, apesar da narração em segunda pessoa, não consegui me enxergar através do Theon. E, não sei dizer exatamente o motivo, mas acabei tendo que pausar a leitura diversas vezes, acho que pela extensão com informações fora de ordem, mas, outra vez, por preferências minhas.
Sem mais, mais uma leitura sua divinamente escrita, acho só que acabou não se encaixando nos meus gostos xD Parabéns pelo não vasilo. E deveria participar de mais DeLiPas u_u
Um abraço do urso.
Woof
O que mais gostei: Robb ser TeamCap e Ramsay ser TeamIron faz todo o sentido xD Isso e o carro verde marciano
O que acho que pode melhorar: Narração em segunda pessoa realmente não é algo que me agrade :v
E
Elyon Somniare
Os envolvidos não sei se perdoam, mas envolveram-se na mesma :v
Ora bem, deixa-me começar por deixar o meu elogio já habitual ao uso que fazes das possibilidades de narração (os parêntesis, a minúscula a evidenciar ainda mais o psicológico quando se trata de um trecho que aprofunda os sentimentos/pensamentos dele, o tratamento por “você” como se fosse o Theon o leitor, etc), que já me parece ser algo tão característico da tua escrita, e que até agora nunca deixou ficar mal.
Sinto-me aliviada por aqueles avisos todos não se referirem à relação Robb/Theon, mas o Ramsay… Ugh. Felizmente nunca estive num relacionamento do género (e dificilmente estarei), mas pelo que se lê em relatos, julgo que este foi aqui bem desenvolvido, com a violência (física e psicológica) a aumentar gradualmente… O término foi um acto maldoso, e acredito que apenas deu escape à depressão do Theon, não que a “criou”, mas ainda bem que aconteceu. As estatísticas não dizem nada bem de relacionamentos deste tipo que duram. E o final dá esperança de uma cura, ou pelo menos de uma melhoria. Só mesmo uma fanfic tua UA para me fazer ter pena do Theon e querer agir como a vizinha dele :v Enrolá-lo num cobertor e deixá-lo quietinho para dormir, ou sentá-lo a beber um chocolate quente. Fico feliz, no entanto, que pelo menos aqui ele tenha a irmã e a mãe a apoiá-lo, além do Robb. Talvez esse tenha sido um ponto fulcral entre este Theon e o Theon canon?
Céus, Verena! ♥
Tô contando os dias para ver seu nome em uma lombada de livro numa livraria e dar gritinhos surtados dizendo “eu conheço essa autora!! eu conheço essa autora! eu já dizia que ela era incrível antes de ela publicar!!”. Pois, sério, é apenas questão de tempo. Creio que você é uma das escritoras mais “prontas” que eu vejo pelo miau afora. Sua narrativa, o desenvolvimento da história, a abordagem dos sentimentos e como você entremeia poesia nisso tudo são irreparáveis.
Sobre o conto, esse lance da reencarnação é algo que eu gosto muito para ambientar fics! Embora eu não interprete exatamente como reencarnação, mas num sentido mais de personagens fadados a serem escritos e reescritos, vivendo histórias novas e não vidas novas. O que dá praticamente na mesma, mas ok, releve. ^^’ O fato de o Theon sempre nascer em ilhas e o Robb sempre em meio à neve: ♥
“...como todas as coisas perdidas parecem derivar para o mar, assim foi com você.” — e, então, não há nada que eu possa fazer além de ficar aqui encantada!
Adorei o Theon ser um imigrante porto-riquenho. Com o Trump por aí e as ondas de emigração na Europa eu não posso imaginar o que seria mais pertinente. E se encaixa com o canon, com a ideia de o Theon ser um protegido do Norte, alguém que veio de outro lugar e está ali só pela benevolência dos que decidiram acolhê-lo, mas sem se encaixar realmente e sempre em suspenso sobre sua situação.
Essa Sansa criança está uma gracinha, e eu nem gosto da Sansa! Mas, fato, o Robb com os band-aids do Capitão América está insuperável! Bem que a Sansa levaria jeito para princesa da Disney, ou ao menos gostaria muito de ser uma se vivesse por acá e não em Westeros! E, ohh, eu também gostaria de estender as mãos para tocar as covinhas do Robb.
Que aperto no coração todas essas coisas que o Theon deixa de compartilhar com o Robb! E então o Robb vai embora, afinal, por que sofrer pouco quando podemos sofrer muito? XD Mas eu gostei como o Theon seguiu em frente — e tinha que seguir mesmo, já que eles eram tão pequenos quando se separaram —, tendo outras amizades e dando uns beijos por aí, ainda que sonhando com o Robb. De outra forma, acho que a coisa soaria muito irreal. Pelo mesmo motivo, gostei de você mencionar que, apesar da vontade de ir embora e de estar completando dezoito anos, o Theon não tem condições financeiras para isso. Já vi detalhes como esse sendo esquecidos tantas e tantas vezes que dá até agonia!
(pausa para rir com o pensamento do Theon lendo yaoi!!!)
Não sei nem dizer o quanto achei incrível como você descreveu o Ramsay e a maneira como ele enreda o Theon. Ficou tão precisa essa mistura da personalidade dominadora/ardilosa do Ramsay com todas as fraquezas e inseguranças do Theon, que é óbvio que o conjunto só podia dar em desgraça. Eu apreciei enorme esse equilibrio que levou as coisas a serem a assim, e também como mostrou a evolução do relacionamento dos dois de forma tão clara e em um espaço tão curto. Há a apreensão na narrativa, o prenuncio naquele sorriso afiado do Ramsay, e eu me senti de respiração em suspenso enquanto ele é o cara legal tomando cerveja com os irmãos do Theon e lhe dando carona, para então ser aquele que não aceita perguntas. O ritmo dessa transição foi muito, muito bom.
E, ohh, preciso destacar a sutileza como você abordou o tema do abuso. Coisas simples, o Theon se sentindo culpado pelas suas perguntas, culpado por comer, a ameaça velada dos beliscões e apertos. Tudo isso foi agoniante, mas delicado ao mesmo tempo. Está ali para compor a história, não para causar repulsa. O mesmo para a cena do noncon e a menção ao abuso que o Theon sofreu quando criança.
Encantei-me com a cena em que o Ramsay abre a porta do carro para o Theon, porque deixou bem claro como era fácil confundir aquelas coisas que ele oferecia com amor.
(antes que eu termine o review e esqueça-me de comentar, todas essas menções a super-heróis me fizeram sorrir e achei muito amor!)
Esse abraço totalmente masculino, hétero e brother quando o Robb rapareceu! Não sei se acho legal ou de cortar o coração!
Achei muito legal também como o reencontro entre ele e o Theon acontece de forma natural, apesar do Ramsay. Conversas , gostos em comum, saídas para o show (a imagem do Robb suado depois do show! ♥ ). Novamente, tudo bem colocado. Tive a sensação — muito mais convincente — de que eles estavam realmente recomeçando, e não partindo do mesmo ponto em que tinham deixado quando eram somente crianças.
“Você arriscaria um pulso por Robb Stark” — essa frase me impactou enorme, porque eu fiquei aqui pensando quantas vezes o Theon não deveria ter se arrependido e martirizado por não ter arriscado, mesmo sabendo que tudo era muito mais complicado do que isso.
Eu me surpreendi por ter sido o Ramsay a terminar. Acho mesmo que ele é do tipo que se entedia fácil, mas que quebra o brinquedo antes de deixá-lo de lado. O que ele fez, de certa forma, pela maneira com que terminou com o Theon, mas eu estava esperando algo mais violento em um sentido físico. ^^’
Goste, muito, muito mesmo, da intervenção da mãe do Theon quando ele está deprecivo, ligando para o Robb. Normalmente em fics os pais apenas estão lá, às vezes nem isso, então achei muito legal essa intervenção dela aqui, crucial para o desenvolvimento da história! ♥
Céus, que o Robb realmente parece como o sol, quente e confortável. ♥ Como não poderia deixar de ser, fiquei enlevada com esse final em que ainda não tá tudo bem — ainda existe aquele ¼ de culpa do Theon ao comer o algodão-doce —, mas vai ficar tudo bem. E a menção a Winterfell, retomando a ideia de reencarnação e o canon! De verdade, não poderia ter sido mais perfeito do que isso, Verena!
De novo, você é incrível! — repetindo para deixar bem registrado. Obrigada por ter escrito!! ♥
(como de costume review grande, você sabe que eu me empolgo. ^^’ Precisa responder não, “valeu, ‘brigada” é suficiente!)
Beijos e até mais!
♥
Indo ler sua fic e lendo seu começo, eu me senti como normalmente me sinto nos raros momentos que vou ler fic de GoT: uma poser. Eu já assisti toda a série que tem até agora, mas é tanto nome que eu não decoro que eu sempre boio nas fics. Porém assim que me situei levemente, eu comecei a submergir nas palavras, envolta por fic escrita de forma tão única. Eu mergulhei tanto nessa história que não sei avaliar a qualidade da história em si, porque a qualidade da escrita grita mais alto, tão alto ao ponto de não conseguir separar da qualidade da história. Independente dessa avaliação específica, eu amei a fic no geral. Muito muito muito muito bem escrita, bem bolada, bem trabalhada!
Meus parabéns pela fic que, no início, me fazia ansiar por seu fim, e no fim, me fez ansiar por mais, muito mais.
O que mais gostei: Independente de ser boa ou não, sua história conseguiu ser MUITO envolvente.
O que acho que pode melhorar: Eu não entendi se foi proposital, pareceu ser, mas por que não haviam minúsculas nos parênteses, independente de ponto ou nome próprio?
Verena do céu, eu tô chorando aqui com tudo isso que eu li. Esse final me deixou tão abobada que eu fiquei olhando pra tela do pc uns quinze minutos só deixando as lágrimas caírem. Não porque foi triste, porque não foi, foi lindo demais, mas sim porque você conseguiu me tocar tanto que ficou impossível controlar a emoção.
Eu adorei tudo, do princípio ao fim. Primeiro devo dizer que sou bastante fã desse ship, então quando me disseram que tinha Throob no delipa 10, eu me animei muito. Então comecei a ler e, quando assustei, já tinha acabado e eu estava chorando como um bebê.
Esse review provavelmente vai ficar uma merda porque eu não tô nem sabendo o que dizer aqui, acho que ainda estou absorta do mundo da fic. Eu viajo muito nesse lance de reencarnação e depois desse final fazendo referência a Winterfell, eu fiquei imaginando umas vidas passadas deles e não consigo tirar isso da minha cabeça agora.
O jeito que você retratou os personagens aqui, ficou tão maravilhoso. O Theon sendo um imigrante porto-riquenho ficou ótimo, realmente adorei. E ele comparando o Robb com o sol *suspira* eu consegui me apaixonar ainda mais por esses dois depois de ler essa fic. E consegui odiar o Ramsay mais também, ô personagenzinho odiável esse cara, achei que ficou ótima sua retratação dele aqui também.
Não tenho mais o que dizer, se eu falar mais, vou começar a ficar repetitiva demais.
Vou ficando por aqui. Mais uma vez, eu adorei essa fic, vou guardá-la no meu coração para sempre ♥
Beijinhos de luz e até uma próxima ♥
Hellou, dear!
Mais uma throbb pra ficar no meu coração. ♥
Primeiramente, você me ganhou logo de cara só com a sinopse. Tudo aquilo sobre as costelas do Theon e depois um arremate deixando claro que Ramsay estaria entre os dois, me deixou flutuando em nuvenzinhas de algodão. A preguiça leve de ler de 13k sumiu só de saber que seria throbb (porque, né, suas throbbs são tão divinas quanto bolos de limão).
Eu não sei o que há com as suas representação do Theon, mas elas sempre me deixam com vontade de chorar. É como se ele desde sempre fosse frágil e quebrado, só sendo e se sentido inteiro com o Robb (o que eu acho lindo, acredite, mas sempre me dá uma dó mordida do Greyjoy). Ver a família dele desestruturada, onde ele só pode se apoiar na mãe e na Asha (ela é uma mala, mas adoro ela), já é o angst por si só. –q
Então, mais do que por ser o início da throbb, fiquei feliz quando Robb e ele ficam amigos justamente pelo fato de ter mais alguém apoiando o Theon. As cenas da infância dos dois foram uma ternura só, encantadoras e doces. Adorei as referências ao universo da Marvel, deixando a história ainda mais palpável. Quando o Robb diz que não vai mais voltar, eu senti vontade de dar um beliscão nele e dizer que ele podia voltar sim, se fizesse um esforcinho (aí já se foi ¼ do meu coração).
Quando o Ramsay surgiu na festa, tive a vã esperança de ele fosse ser um cara legal na fic. Porém, ele continuou o mesmo *** de sempre. –q Mesmo assim, achei interessante você manter as características originais dos personagens ao máximo (sempre fazendo referências ao universo original). Senti a bílis subindo toda vez que uma prenunciação da maldade aparecia, já temendo, de verdade, que ele fosse matar o Theon (bom, ele praticamente fez isso). Basicamente, ele foi um ser horrível como de praxe. –q
Quase dei um pulinho de alegria quando o Robb ressurgiu na vida do Theon, devolvendo um pouco da felicidade que ele merecia. Céus, eles ficam tão maravilhosos juntos! (Já disse que amo suas throbbs? Tem algo terrivelmente apaixonante nelas e eu não consigo resistir).
Apesar de o Ramsay ter destruído o Theon por dentro (eu não esperava que fosse ser tão forte assim), fiquei aliviada quando ele terminou aquela presepada que chamavam de namoro. Aí sofri por alguns parágrafos pelo Theon.
Na cena final do encontro, acho que senti minhas costelas ficando tão preenchidas quanto as deles. Toda a delicadeza e o amor infantil que você embutiu ali me deixou com um sentimento muito bom .♥
Depois de tudo isso, me fala se eu tô louca: as referências sobre “as vidas passadas” do Theon são sobre uma vida em Westeros (eu estava suspeitando, mas “confirmei” no parágrafo final, que cita Winterfell)?
Adorei o estilo de escrita do enredo, nos enfiando dentro da pele e do coração do Theon. Seu estilo próprio se encaixa de um jeito gostoso nele e a leitura flui que é uma beleza.
Resumindo: amei, amei, amei e amei!
Parabéns por não vacilar, dear!
Bjs ♥
Helloes Verena, urso está aqui!
A primeira coisa que eu devo confessar é que eu DETESTO o Theon u_u não tenho a menor simpatia por esta criatura u_u Nunca cheguei a nem ficar com pena depois de tudo que o Ramsay aprontou com ele (claro que isso me fez odiar o Ramsay pela tangente, mas não fiquei com dó do molusco aí u_u). Maaaassss... nessa fic eu quase(mas só quase) consegui ficar com pena dele depois de ter visto como vc adaptou tudo para este UA.
Sobre pontos positivos, sua inegável habilidade com as palavras, a maneira como trabalhou os personagens e como os encaixou neste UA. Ficou bastante fiel os dois relacionamentos retratados, exceto pelo final, já que o Robb voltou :v Mas vamos ficar alegres, não é mesmo? Tivemos happy ending :3 Também gostei muito das temáticas abordadas, violência doméstica, relacionamento abusivo, depressão, xenofobia, exclusão social e etc... Deu um ar mais palpável e crível ao transporte dos personagens para o UA.
Sobre pontos negativos. Acho que mais coisa dos meus gostos pessoais, apesar da narração em segunda pessoa, não consegui me enxergar através do Theon. E, não sei dizer exatamente o motivo, mas acabei tendo que pausar a leitura diversas vezes, acho que pela extensão com informações fora de ordem, mas, outra vez, por preferências minhas.
Sem mais, mais uma leitura sua divinamente escrita, acho só que acabou não se encaixando nos meus gostos xD Parabéns pelo não vasilo. E deveria participar de mais DeLiPas u_u
Um abraço do urso.
Woof
O que mais gostei: Robb ser TeamCap e Ramsay ser TeamIron faz todo o sentido xD Isso e o carro verde marciano
O que acho que pode melhorar: Narração em segunda pessoa realmente não é algo que me agrade :v
Os envolvidos não sei se perdoam, mas envolveram-se na mesma :v
Ora bem, deixa-me começar por deixar o meu elogio já habitual ao uso que fazes das possibilidades de narração (os parêntesis, a minúscula a evidenciar ainda mais o psicológico quando se trata de um trecho que aprofunda os sentimentos/pensamentos dele, o tratamento por “você” como se fosse o Theon o leitor, etc), que já me parece ser algo tão característico da tua escrita, e que até agora nunca deixou ficar mal.
Sinto-me aliviada por aqueles avisos todos não se referirem à relação Robb/Theon, mas o Ramsay… Ugh. Felizmente nunca estive num relacionamento do género (e dificilmente estarei), mas pelo que se lê em relatos, julgo que este foi aqui bem desenvolvido, com a violência (física e psicológica) a aumentar gradualmente… O término foi um acto maldoso, e acredito que apenas deu escape à depressão do Theon, não que a “criou”, mas ainda bem que aconteceu. As estatísticas não dizem nada bem de relacionamentos deste tipo que duram. E o final dá esperança de uma cura, ou pelo menos de uma melhoria. Só mesmo uma fanfic tua UA para me fazer ter pena do Theon e querer agir como a vizinha dele :v Enrolá-lo num cobertor e deixá-lo quietinho para dormir, ou sentá-lo a beber um chocolate quente. Fico feliz, no entanto, que pelo menos aqui ele tenha a irmã e a mãe a apoiá-lo, além do Robb. Talvez esse tenha sido um ponto fulcral entre este Theon e o Theon canon?
Abraço