Comentários em “All Out War”: “Mabalo Lokela (Ab Aeterno)”

Menta
Destacado pelo autor

ALOHA MY FRIEND DANIEL-SAN!

Cara...

Cara...

Cara...

Cara...

CARA O QUE FALAR DESSE CAPÍTULO? Mermão, esse capítulo foi ZIKA mano, foi uma porrada nos feelings atrás de porrada nos feelings... Como sempre gosto de citar, preciso de uma referência do JP para encaixar devidamente aqui nesse review...

...Eu me senti como o grupo de bêbados que quase caiu na porrada com o amigo bêbado do JP e seus outros poucos amigos próximos (quase uma pequena trupe de quatro hobbits bêbados contra vários humanos enormes bêbados e raivosos). Me senti assim, pois, enquanto lia esse capítulo, senti que o índio justiceiro que tomou partido de JP e seus comparsas e saiu distribuindo no grupo hostil fez o mesmo com os meus sentimentos... Um índio justiceiro metaforicamente surrou meu coração até só sobrar restos. Algo que foi COROADO com esse final de Hall ouvindo Lizzy ler Hunter's Instinct. By Mint. Uma famosa escritora irlandesa que se escondeu anonimante por trás de um pseudônimo. MERMÃO!!!!! VOCÊ QUER ME FAZER CHORAR!!!! Sério, você não tem noção do quanto eu AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEI tudo isso, e todo o capítulo.

Hall precisaria ter tido uma última conversa com Mavie. Ela poderia ter se unido a Lizzy nesse lindo "lullaby" que ela cantou sobre si mesma, realmente acho que as duas seriam muito amigas, têm personalidades e interesses bem parecidos. Fora o jeito de ser de ambas. Doces, sociáveis, extrovertidas, quebradas e ao mesmo tempo confiantes do seu próprio jeitinho meigo... Amo a Lizzy e amo muito minha Esquila, ehehehhee! Mas falei que o Doc precisava levar um lero com a irlandesinha dentuça mais charmosa de todas as fanfics porque a garota compreenderia perfeitamente sua perda. Mathaír chríonna ♥ achei linda a homenagem que fez para sua vovó por meio do Hall também. Vovós e bisavós são entidades divinas colocadas no mundo para deixar esse lugarzinho de sofrimento um pouco menos triste e doloroso... E se vão depois direto pro céu. Gosto de pensar assim.

Eu particularmente adoro momentos musicais dentro das histórias... Realmente não achava tosco a Beth cantando na série, ao contrário de alguns fãs de The Walking Dead... Acho que quando o personagem é mais musical, a música é uma forma de demonstrar muito do personagem - e dos outros - dentro da história. Não à toa toda citação à canções que coloco nos títulos, no meio dos capítulos ou em epígrafes deles SEMPRE tem tudo a ver com a fic. Nada é gratuito. E sim, essa letra tem tudo a ver com Lizzy... É uma pena que ela se veja assim tão diminuída, quando é uma personagem tão incrível. Ela é uma ótima pessoa, e, se alguém a vê dessa forma, a instrumentaliza desse jeito, estúpido é.

Depois disso... Bill fazendo merda. Cara, fiquei com medo de você matar a Imperatriz. Eu estava pendendo mais pro "ah, ela vai sobreviver" do "pqp, ela vai morrer", mas confesso que o cagaço alert atingiu níveis bizarros de medição AUHSUHSUEH! Mas eu sabia que você não ia desperdiçar uma personagem tão boa dessa forma, imagino que ela ainda tenha propósitos importantes, demasiadamente relevantes para serem cumpridos dentro da trama para ser deixada de lado tão cedo.

As pessoas que se chamam Bill ou Billy tinham de fazer algum tipo de teste específico de porte de armas, porque não é possível, são todos uns merdeiros do caramba UHSHUAHAUHSHE! Entendo o emocional do cara, mas pelo amor de Deus, meu amigo, você acha mesmo que isso ia dar certo? E o pobre coitado do primo do Tucker, J.J., morreu por causa dessa palhaçada... A cena de morte dele foi muito emocionante. Fiquei bem triste. Mas achei muito bem delineada, ou seja, uma morte muito bem planejada, redigida, ótimo momento dramático! Dramático no bom sentido! Eu infelizmente não me apeguei muito à Marsha, então não posso dizer que senti sua morte, mas o fato dos dois irmãos terem morrido juntos deixou tudo ainda mais pesado, logo, o índio justiceiro que apareceu durante esse capítulo deu uma meia-lua e uma voadora em minhas pobres emoções abaladas, sôfregas e muito sensíveis neste momento AHUAUHUHEUHHA! Falando sério, gostei muito dessa passagem... J.J. será lembrado. Os irmãos farão falta! SEE YA IN ANOTHER LIFE, BROTHERS! Essa frase tinha de aparecer hehehehehe! Era fundamental, sério! ♥ Como sempre, amo T-O-D-A- e qualquer referência a LOST aqui nesta obra dos deuses em forma de fanfic. Dos deuses islandeses ahuuhehuahuahue!

Sobre o título, um comentário curioso: eu achei que eram palavras na língua havaiana, não sei, achei a sonoridade e as letras das palavras muito similares a palavras deste idioma em si. Saber que era o significado pra paciente zero... BUUUUM! Mais um porradão do índio justiceiro! PQP, sofri foda!

Hall mitou loucamente ao levar Bill Flood pra comunidade e não matá-lo. Foi um dos gestos mais corajosos, desgarrados e também altruístas que o médico já fez na fanfic. Ele definitivamente ganhou todo o meu respeito de volta antes de morrer. Conseguiu se redimir, pode ter certeza disso! Ao menos comigo ehehehheyeh e eu sou a leitora mais importante dessa porra toda, então ai de quem quiser contrariar e falar que não, ele não se redimiu AHUAUHAUHAUHUHE! Olha a minha centelha Hashimoto falando por mim... HAHUEHUAUHHA! O cara literalmente foi aplaudido em praça pública, ele é tipo o Platão de Rick como Sócrates, mestre dos discursos todos, ahuauhuhhua!

E depois temos este final... Hunter's Instinct, uma obra clássica da literatura irlandesa, famosa no mundo todo, escrita pela autora Mint, que jamais revelou sua identidade, eheheeh! Cara, tinha como você fazer uma homenagem mais fofa? IMPOSSÍVEL! Você realmente me surpreendeu totalmente, além de ter dado todo um caráter particular, meigo, doce, triste e totalmente agridoce de uma forma LINDA DEMAIS PRA CARALHO pra essa morte do Vincent Hall. Eu me senti profundamente homenageada, e fiquei até sem graça de ver um dos personagens que você mais ama se despedir dessa forma, com a "minha" participação, de Rebecca e de Billy Ray... E da linda da Lizzy Penn, essa personagem maravilhosa, lendo tudo.

Meus feelings ficaram abalados. Aquela sensação agridoce similar ao final de LOST. Lindo, lindo, lindo, cada detalhe.

Meus parabéns, meu caro Daniel, por sempre escrever com maestria uma obra que sequer merece ser chamada de fanfic. AOW ainda não tem nome, de tão excelente que é!

Muitos beijos!



O que mais gostei: As menções a Hunter's Instinct. Um dos seus presentes ao fim do capítulo. As homenagens. Toda a delicadeza do capítulo. Despedida de Hall. Lizzy cantando toda Mavie (sério, elas seriam ótimas amigas). MORTE DE J.J, um primo do Tucker aqui na fiiiic
O que acho que pode melhorar: PFFFFFFFFFT de novo! Como se realmente precisasse melhorar alguma coisa! Se melhorar essa porra... Estraga!
Filho de Kivi

Hei!

WOW... Primeiro preciso ressaltar que esse seu comentário me tirou o fôlego... Sério, eu esperava que você gostasse dos capítulos (desse em especial), mas não imaginava que de certa forma fosse mexer tanto com você... Fico lisonjeado ao receber tantos elogios de uma escritora que eu não canso de elogiar, pois é f*** para c*****! Muito obrigado, mesmo Menta! Ler esse tipo de comentário me dá um up inacreditável para seguir escrevendo e seguir melhorando o meu trabalho! Valeu! Kiitos!

A referência à briga épica de JP e sua turma, que acabaram sendo salvos pelo índio porradeiro foi muito maneira! Hehehe... Só que dessa vez o índio não a salvou, não é? Ele acabou espancando os seus sentimentos por intermédio dos acontecimentos desse episódio... Quando escrevo e reviso eu acabo imergindo na história da mesma forma que os leitores, então é claro que eu também senti bastante todos os acontecimentos que ocorreram nesse capítulo...

Não foi fácil matar o Vincent... Eu sempre gostei muito do personagem, pois ele trazia bastante da minha própria personalidade e forma de enxergar as coisas... Mas ao mesmo tempo, ele também era um símbolo. Se Hall conseguisse encontrar a redenção, significava que qualquer pessoa poderia vencer o medo, poderia deixar de ser conduzido por algo que não suas próprias convicções... O personagem era muito especial, mas até mesmo sua morte representou um ponto de discussão dentro da fic...

A homenagem (mais uma, aliás) a Hunter’s Instinct foi mais do que justa e merecida! Eu já estava pensando em fazê-la nesse capítulo, mas ainda não havia decidido em que ponto exatamente a encaixaria... A obra clássica irlandesa, escrita por Mint, sempre esteve por perto de Vincent, nos mais diferentes momentos de sua vida... Nada melhor então do que trazê-la para o momento de sua partida, ouvindo pela última vez as palavras que compunham a obra que tanto gostava... E sim, o meu objetivo era fazê-la chorar! Admito! Hehehehe...

Infelizmente Mavie e Hall jamais se conhecerão... Seria realmente um encontro interessante hehe... Só que ainda há a possibilidade da irlandesa conhecer Lizzy Penn, una guapa que cresceu bastante dentro da história... Acho que ela foi a última personagem original a ser introduzida, mas logo ganhou grande espaço dentro da fic. Sua personalidade lembra sim a Esquila, e acho que as duas teriam feito um ótimo dueto ao redor da fogueira, cantando para o Doc Hall...

Esse flashback, que fiz de uma forma diferente, ao invés de escrever a cena em si em terceira pessoa, trouxe o próprio Vincent para contar os fatos que ocorreram em sua infância... Como queria fechar o ciclo do Hall, precisava criar algo que envolvesse os seus pais, que ainda não haviam sido citados na história... Eu ainda não tinha pensado em algo até receber a notícia da morte de minha avó... Eu recebi a notícia enquanto estava escrevendo, inclusive...

Resolvi então fazer essa homenagem, mostrando a grande motivação que fizera o pequeno Vincent se tornar um médico promissor, resaltando o quanto sua avó fora importante para a sua criação e o quanto fora amada... Exatamente como no meu caso (tirando a parte do médico promissor, claro). O meu sentimento em relação a minha perda estará sempre encravado nesse capítulo, que com certeza jamais será esquecido por mim... Minha avozinha agora está descansando em paz, assim como Sophia na história, reencontrando o seu pequeno Vincent...

Eu também nunca achei tosco a Beth cantando em TWD, até mesmo porque todas as músicas sempre estiveram ligadas com a temática do capítulo, assim também como em H.I... Sempre reparei que todas as vezes em que de alguma maneira você referenciou uma canção em sua fic, ela esteve totalmente ligada ao que fora explanado durante o episódio... Tentei fazer isso por aqui, mostrando a Lizzy cantando pela primeira vez, e escolhendo a dedo uma canção que não só pudesse falar sobre como Penn se vê ante o mundo, mas para explorar também uma temática que vemos constantemente por aqui... Escolhas. O quanto às escolhas compõe o que nós somos e seremos em nossas trajetórias... Prostitute fala um pouco sobre isso, e fico realmente feliz que o momento tenha sido especial...

Se você reparar, eu cito que Lizzy falou com a Imperatriz antes de partir para Alexandria, no capítulo em que revelei que Hall havia morrido... Mas o meu objetivo era confundir mesmo hehe... Queria criar momentos de tensão onde ninguém estivesse a salvo! Eloise mostrou o quanto é f*** nesse capítulo! A mulher sobreviveu ao ataque de Bill, que já estava piradinho... Bem que você previu isso! Sua mente de Menta já havia ressaltado que Flood faria merda uma hora ou outra...

Confesso que eu fiquei com medo de que a morte do J.J. (ou primo do Tucker como você o chamou hehehehe... Os dois são realmente parecidos! Hehe) ficasse um tanto piegas. Em TWD e em H.I. as pessoas costumam morrer como se morre na vida real... Eu quis dar um tom bem mais dramático, até pelo fato do personagem também representar muito para a história... J.J. era um cara divertido, parceiro do Vincent, e ainda resguardava um pouco da inocência do antigo mundo... Ele ainda tentava enxergar as coisas de forma mais otimista, buscando forças para não se deixar consumir por essa cruel nova realidade...

Também foi difícil para mim me desfazer desse personagem, mas a história acabou exigindo... Precisava ocorrer. E ele precisava falar “te vejo em outra vida, brother” hehe... Para completar ele ainda morreu ao lado da irmã... Eu sei que não explorei muito a Marsha aqui na fic, mas ela possuía um grande potencial... Foi por conta de todos os personagens do Garden que acabaram ficando um pouco rasos, que resolvi escrever “No Turning Back”... Lá eles serão mostrados mais profundamente... Acho que será maneiro...

Eu já tinha feito algumas pesquisas sobre o Ebola, para poder escrever sobre essa misteriosa doença (que a partir de agora poderá ser chamada de Ebola Hall hehe...) que surgiria no Garden. Escolhi o título ao ver como se chamava o paciente zero, que contraíra a doença lá em 76... Achei que seria importante explicar essa origem, pois dizia muito sobre toda a temática abordada, e tornaria os capítulos ainda mais especiais...

Preciso concordar totalmente com você! Hall poderia ter simplesmente executado Bill, enquanto ainda estavam no meio da floresta, ou o levado de volta e o matado em frente a todo mundo da comunidade... Mas não, Vincent deu mais um grande passo rumo à redenção quando simplesmente decidiu poupar a vida do assassino de dois dos seus grandes amigos, pensando no bem comum de toda a comunidade... Essa decisão é totalmente discutível, e resolvi deixá-la no ar para que cada um pudesse julgá-la a sua maneira. Mas o fato é que a atitude do médico o transformou no líder temporário que conseguiu tirar o Garden de sua maior crise, e ainda fortalecer a comunidade para todas as merdas que ainda virão...

Depois de citar Lost durante quase todo o capítulo, guardei a referência final para sua maravilhosa fic! H.I. de certo modo é mãe de AOW, pois foi depois de começar a lê-la que finalmente tomei coragem de escrever a saga de Vincent e companhia...

Mint, uma grande autora irlandesa que se tornou lenda ao manter-se escondida sob o seu pseudônimo. Ela publicou diversos trabalhos de sucesso, mas seu maior destaque fora Hunter’s Instinct, o livro mais vendido entre os médicos no mundo! Hehehehe... Apreciado também por físicos e estudantes adolescentes! Hehehehe...

Fico muito contente por você ter gostado da homenagem! Foi algo especial e que tratei com todo o cuidado, para que a despedida de Vincent fosse a altura daquilo que o considerava... Um grande personagem!

Gostei muito de escrever esse capítulo, de conseguir fazer uma despedida realmente emocionante para o Vincent Hall, que depois de tanto sofrimento, morreu sorrindo, ao lado de Lizzy enquanto ouvia os últimos trechos de Hunter’s Instinct... Sua memória seguirá sempre viva por intermédio de Lizzy, Leah e Julia... Uma das minhas melhores criações, que me trouxe muito orgulho como escritor! E fico mais feliz ainda pelo fato de ter conseguido emocioná-la com esse episódio...

Obrigado por todos os elogios, Menta! De coração, todo o seu apoio é e sempre será muito importante para All Out War!

Beijos! Nos vemos nos próximos...

Moi moi.

Sami

Cedo demais para ler dois capítulos de All out War? Talvez sim. Mas com esse sol quente nem parece que ainda são oito da manhã... Ah e ao som de How to save a life esse capítulo ficou ainda mais triste... (Playlist idiota)

OLHA AQUI VOCÊ NÃO PODE SIMPLESMENTE CRIAR UM PERSONAGEM TÃO LEGAL ASSIM E DEPOIS MATÁ-LO! NÃO É NESSE RITMO QUE A BANDA TOCA NÃO PELO AMOR DE DEUS! EU NÃO ACREDITO QUE TU FEZ ISSO COMIGO! NÃO BRINCA COM MEU EMOCIONAL DESSE JEITO NÃO!

OK, já respirei fundo e estou pronta para comentar sobre esses dois capítulos, esses momentos de flashback... eu deveria ter percebido que você estava falando sério quando falou que o Vicent iria morrer. Mas eu não queria acreditar que fosse mesmo acontecer, pensei...sei lá eu não queria acreditar que era isso mesmo! MAS VOCÊ MATOU! MATOU!!!!!

Cara eu nem vou falar o quanto sofri com a morte do J. J. isso não se faz não sabia, você precisa saber que eu tenho sentimentos cara e aí pra fechar com chave de ouro essa morte do J. J. tu faz o que? É isso mesmo 'te vejo em outra vida, brother' MEU DEUS! SE EU PUDESSE TERIA ME JOGADO NO CHÃO mas como estou dentro de um ônibus indo trabalhar acho que seria bem estranho fazer isso em público. Pois bem, nossa cara eu nem sei como comentar esses dois capítulos NÃO TEM COMO NÃO!

OK, voltei ao normal. Gente eu pensei mesmo que a Imperatriz iria morrer AÍ TU IA BRINCAR COM FOGO mentira o máximo que eu iria fazer seria ficar bem louca no comentário e um pouco descontrolada, não iria fazer nada não.

Quando eu finalmente falei Hall vai se dar bem mesmo, até fez um discurso digno de líder e aí tu mata o cara! Tu mata ele!! Tudo bem, já vou superar isso. Capítulos super excelentes mesmo, All out war ficando cada vez melhor e nossa...não sei mais como te elogiar. Mas é isso mesmo, tá tudo muito bom do jeito que deve ser e melhor ainda!
Claro que matar o cara foi o ponto que atingiu em cheio o coração do ser humano mas a gente entende né, estamos falando do universo de twd e eu já deveria esperar que isso fosse mesmo acontecer mais cedo ou mais tarde. Infelizmente vou ficar por aqui mesmo porque já estou chegando no serviço mas assim que eu conseguir um tempinho já vou correr para ler o próximo e já vou me preparando né porque vai que rola mais mortes né... kkkkk.

Milhões e mais uns milhões de beijos e olha só já já começo o capítulo 45! Finalmente vou conseguir acompanhar as atualizações!!!!

Beijão Filho de Kivi e até mais!!

Filho de Kivi

Hei!

Olá Sami... Mais uma vez! Hehe...

Esse capítulo foi difícil de escrever... Eu lembro que demorei bem mais que o normal (e olha que geralmente eu me atraso um pouquinho nos prazos de postagens hehe) para finalizá-lo, porque simplesmente era pesado demais para mim escrever a morte de um personagem que eu tinha gostado tanto de criar... Você me perguntou os motivos de eu ter matado um personagem que você gostava tanto. Bom, como resposta, acho que posso dizer que minha intenção ao criar All Out War (mesmo eu sabendo que isso pode soar pretensioso) foi desenvolver um trabalho que tentasse se aproximar da “realidade” composta por Kirkman em The Walking Dead... Não criei uma fic nesse gênero para explorar os personagens, romances ou qualquer coisa do tipo. Eu criei porque adoro a forma como o Robert trabalha o drama e a tensão dentro das hq’s e dos livros...

Dito isso, para tornar minha resposta ao seu questionamento mais completa, devo dizer que matei o Vincent para fazer com que a fic subisse de patamar. Acho que nesse universo (no universo pós-apocalíptico) nenhuma pessoa estaria isenta do mal e do perigo da morte, que ronda a todos... Eu matei o Hall também pelo fato dele ter fechado o próprio ciclo que havia sido aberto lá nos primeiros capítulos, quando mostrei o seu relacionamento com Leah, e todo o passado carregado que ele trazia consigo... Hall buscou e encontrou a redenção, cumpriu com sua missão. Acho que nada mais poético do que a morte para mostrar que todos podemos, independentemente das experiências pelas quais tenhamos passado, encontrar a redenção, nem que seja nos últimos momentos de nossas vidas... Basta buscarmos...

JJ também era um personagem super carismático e que morreu para mostrar que na guerra não haverá espaço para a inocência... Sucumbiu ao lado da irmã, e acho que sua morte, além de simbólica, também foi poética... E é claro que eu não poderia deixar de colocar a mítica frase de Desmond Hume naquele momento! Hehe... Confesso que até eu mesmo me emocionei quando escrevi essa parte! Heuehuehue...

AOW é uma fic que tem coragem para matar o seu personagem principal! Espero que a AMC esteja lendo-a! hahahahahaha...

Obrigado por todos os elogios, Sami! Você sabe que faz parte desse projeto e que é muito importante para que ele esteja dando certo! Kiitos herra!

Beijos, nos vemos nos próximos capítulos!

Moi moi.